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Made in Portugal

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Made in Portugal - Página 25 Empty Re: Made in Portugal

Mensagem  Valkilm em 7/4/2014, 20:50


Se o acto de votar fosse apontar uma pistola aos governantes e disparar nunca ninguém saberia o que são votos nulos, brancos etc etc
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Mensagem  Blink em 9/4/2014, 17:05

Este texto devia ser especialmente dirigido ao Banco de Portugal embora deva ter influência em tais IMORALIDADES LEGAIS mas, se o Banco de Portugal está metido nisto, o que dizer do Governo ENTERRADO ATÉ AO PESCOÇO? Infelizmente não será só nisto, porque o Governo Protege as Rendas Excessivas, PPPs, SWAPs, SCUTs, Fundações, Institutos, Observatórios, etc.,etc., TUDO NEGÓCIOS ALTAMENTE RENTÁVEIS PA- RA PORTUGAL E OS PORTUGUESES. E pensar que podíamos ser Civilizados...

A carta de um cliente ao BES - Fantástico!


(Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras.)

Exmos. Senhores Administradores do BES

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal?

Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.

Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.

Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'.

A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu
utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo.
Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'.

Mas os senhores são insaciáveis.

A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.


Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade.

O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.
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Mensagem  Diplomata em 11/4/2014, 11:41

Viva

Para me manter a par das ultimas "aventuras" protagonizadas por aqueles que estão no poder (não, eles não nos governam, eles estão no poder...) costumo visitar estes blogs:

Má despesa publica

Não votes em corruptos

Mas confesso, são tantas as histórias, e feitas tão às claras que fico com o estômago às voltas e acabo a perguntar-me como é que é possível que "aventuras" deste calibre não acabem a ser investigadas?
Fiquem bem, se tiverem estômago suficientemente forte para isso

carlos barata
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Mensagem  Blink em 12/4/2014, 16:56

@ - Passos Coelho: Gestão desastrosa do New Energy Fund

@ - New Energy Fund: Desvalorizado e Descapitalizado

@ - Queixa contra empresa de Catroga na PGR

@ - Passos Coelho envolvido em mais de 10 processos


Lêr aqui:

http://apodrecetuga.blogspot.pt/2014/03/passos-coelho-sujeito-avaliacao-de.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+NoVotemPensem+(N%C3%A3o+votem,+pensem.)#.U0lvt1VdVe8
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Mensagem  Blink em 16/4/2014, 17:29

O ajudante de padeiro em Gaia foi julgado em Tribunal, por setenta centimos!!!!



16 de abril de 2014 às 14:30
Duarte Lima libertado no processo da alegada burla ao BPN
A decisão foi tomada ontem. Durante o dia de hoje, o ex-deputado vai deixar de ter pulseira eletrónica.
Hugo Franco e Ricardo Marques Quarta feira, 16 de abril de 2014 Última atualização há 28 minutos

Duarte Lima vai hoje deixar de usar a pulseira eletrónica, segundo revela ao Expresso o seu advogado Rogério Alves. O ex-deputado do PSD, um dos seis arguidos em julgamento no processo relacionado com aquisição de terrenos no concelho de Oeiras, através de empréstimo concedido pelo BPN, "foi ontem notificado", assegura o ex-bastonário da Ordem dos Advogados, sem adiantar mais pormenores.
Será por isso o fim da medida de coação de prisão domiciliária.

O antigo líder parlamentar do PSD, detido a 17 de novembro de 2011, iria cumprir no próximo mês, dois anos com a obrigação de permanecer na sua residência.

Duarte Lima, acusado de três crimes de burla qualificada, dois crimes de branqueamento de capitais e um crime de abuso de confiança na forma agravada, esteve em prisão preventiva até maio de 2012, altura em que foi alterado o regime. Desde então tem estado em casa com pulseira eletrónica.

O Expresso tentou contactar Duarte Lima, bem como o gabinete de comunicação da Procuradoria-Geral da República sobre o assunto. Até ao momento não obteve respostas.

O filho de Duarte Lima, Pedro Lima, foi detido juntamente com o pai, mas acabou por ser sido libertado após pagamento de caução de meio milhão de euros. Pedro Lima está indiciado da prática de um crime de burla qualificada e de um de branqueamento de capitais.

O sócio de Duarte Lima, Vítor Raposo, é suspeito da prática de um crime de burla qualificada, em coautoria com o antigo deputado social-democrata e Pedro Lima.

Foi ainda deduzida ainda acusação contra João de Almeida Paiva e Pedro de Almeida Paiva por três crimes cada um (burla qualificada, infidelidade e falsificação de documento).

Francisco Canas está acusado de um crime de branqueamento de capitais relacionado com o recebimento de fundos de Duarte Lima e colocação em contas bancárias na Suíça.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/duarte-lima-libertado-no-processo-da-alegada-burla-ao-bpn=f865856#ixzz2z3Z4fVEY
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Mensagem  Blink em 19/4/2014, 20:41

Para esquecer a política...

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Mensagem  luis lopes em 19/4/2014, 20:47

vai lá vai....  Made in Portugal - Página 25 915520 
que politica?.....
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Mensagem  Paulo André em 19/4/2014, 21:52

luis lopes escreveu:vai lá vai....  Made in Portugal - Página 25 915520 
que politica?.....

e ainda por cima existe outra igualzinha...
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Mensagem  Blink em 22/4/2014, 21:53

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Mensagem  rjbv17 em 23/4/2014, 21:41

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Mensagem  Blink em 10/5/2014, 21:34

https://groups.google.com/forum/#!topic/informacao-tour-videos-entretenimento/3W2WF4GSghQ

http://www.dailymail.co.uk/news/article-2619388/What-havent-told-cargo-MH370-Mystery-deepens-missing-flight-claims-loaded-2-3tonnes-items-not-listed-manifest.html

A Visão de Israel do Avião Desaparecido no mar!

Enquanto os Estados Unidos retiravam do Afeganistão um dos seus sistemas de comando e controle usado para controlar e pilotar seus drones eles foram seqüestrados por talibans quando o comboio de transporte americano descia de uma de suas bases localizadas no alto de um monte. Os talibans emboscaram o comboio, mataram dois “seals” da marinha americana, tomaram posse do equipamento e das armas, incluindo o módulo de comando e controle de todo o sistema pesando cerca de 20 toneladas embalados em 6 caixotes. Isso aconteceu aproximadamente há um mês atrás, em fevereiro de 2014.

O que o Taliban quer é dinheiro. Eles ofereceram para vender o sistema para os russos e chineses toda aquela tecnologia. Os russos estavam ocupados com a Ucrânia mas os chineses estão loucos para conhecer essa tecnologia. Imagine só se os chineses dominarem o controle dessa tecnologia  todos os drones americanos se tornarão inúteis.                                                                      

Então a China mandou 8 cientistas “top” de defesa para avaliar o sistema e pagar os milhões por ele.

No começo de março de 2014, os 8 cientistas e os 6 caixotes foram levados para a Malásia, pensando ser a melhor maneira de dissimular e esconder a transação do resto do mundo. A carga toda foi mantida na embaixada chinesa debaixo de proteção diplomática. Nesse entremeio, os americanos uniram-se à Inteligência Militar de Israel e juntos decidiram interceptar e recapturar a carga.

Os chineses decidiram que seria mais seguro transportá-la via uma aeronave civil para evitar suspeitas. Assim, o vôo MH370 seria o carreto perfeito. Tinha 5 agentes americanos e Israelenses bastante familiarizados com a operação do Boeing.                                

Os dois iranianos com passaporte “roubado” poderiam estar entre eles.

Quando o vôo MH370 estava para deixar o espaço aéreo da Malásia e estava se comunicando com o Controle Aéreo Vietnamita, um AWAC americano interferiu no sinal, desabilitou o sistema de controle do piloto e passou-o para um controle remoto. Isso foi quando a aeronave perdeu altitude momentaneamente.

Como o AWAC pode fazer isso? Lembram-se do incidente do vôo 911? Depois do acidente do 911, toda aeronave Boeing (e possivelmente também todo AirBus) tem instalado um sistema de controle remoto para anular ações terroristas. Desde então, todo Boeing pode ser remotamente controlado e pilotado por uma torre de controle em terra. É o mesmo sistema de controle remoto usado para pilotar drones e aviões espiões sem piloto a bordo.

Os 5 agentes americanos e israelenses logo assumiram o controle do avião, desligaram o transponder e todos os outros sistemas de comunicação, mudaram o curso e tomaram direção leste. Eles não ousaram voar para oeste  em direção às Filipinas ou Guam porque todo o espaço aéreo do sul da China é monitorado por radares e satélites chineses.

Os radares militares da Malásia, Tailândia e India detectaram a aeronave não identificada porém não reagiram “profissionalmente”.

O avião passou por cima de Sumatra, Anambas, Sul da India e então aterrissou nas ilhas Maldivas (alguns moradores viram a aeronave pousando), reabasteceu e continuou seu vôo para Diego Garcia, uma base aérea americana no meio do Oceano Indico. A carga e a caixa preta foram desembarcados. Os passageiros foram silenciados para sempre via meios naturais: falta de oxigênio. Eles acreditavam que somente pessoas mortas não iriam falar. O vôo MH370 com todos os passageiros mortos decolou de novo via controle remoto e caiu a ao sul do Oceano Indico, fazendo o mundo acreditar que o avião eventualmente ficou sem combustível pondo assim a culpa no comandante desobediente e no co-piloto.

Os americanos encenaram um grande show. Primeiro concentrando toda a atenção e esforço de resgate no mar do sul da China enquanto o avião era desviado para o Oceano Indico. Então emitiram declarações e evidências conflitantes para confundir todo o mundo. A Austrália é cúmplice.

A quantidade de recursos e esforços que a China movimentou, em termos de aviões de resgate, satélites, navios, vasculhando primeiro o mar do sul da China e depois no estreito de Mallaca e no Oceano Indico é sem precedentes. Isso mostra que a China está muito preocupada --- não muito com os passageiros chineses mas com a valiosa carga e seus 8 cientistas de defesa aérea altamente qualificados.

Não acredita na estória? Não se espera que você acredite, mas vamos esperar para ver como o episódio se revela por si mesmo.

Ou talvez isso não aconteça a menos que apareça outro Snowden...
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Mensagem  nole em 13/5/2014, 17:57

Blink escreveu:https://groups.google.com/forum/#!topic/informacao-tour-videos-entretenimento/3W2WF4GSghQ

http://www.dailymail.co.uk/news/article-2619388/What-havent-told-cargo-MH370-Mystery-deepens-missing-flight-claims-loaded-2-3tonnes-items-not-listed-manifest.html

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Mensagem  Blink em 13/5/2014, 20:36

Cortador de profissão


Não sei quem é o autor... envio como recebi.


Que grande poeta é o povo!



Chamo-me Passos Coelho
Cortador de profissão
Corto ao jovem, corto ao velho,
Corto salário e pensão

Corto subsídios, reformas
Corto na Saúde e na Educação
Corto regras, leis e normas
E cago na Constituição

Corto ao escorreito e ao torto
Fecho Repartições, Tribunais
Corto bem-estar e conforto,
Corto aos filhos, corto aos pais

Corto ao público e ao privado
Aos independentes e liberais
Mas é aos agentes do Estado
Que gosto de cortar mais

Corto regalias, corto segurança
Corto direitos conquistados
Corto expectativas, esperança
Dias Santos e feriados

Corto ao polícia, ao bombeiro
Ao professor, ao soldado
Corto ao médico, ao enfermeiro
Corto ao desempregado

No corte sou viciado
A cortar sou campeão
Mas na gordura do Estado
Descansem, não corto, não.

Eu corto a Bem da Nação


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Mensagem  Blink em 14/5/2014, 20:40

O Dia em que Acabou a Crise

Subtítulo:- Quando terminar a recessão teremos perdido 30 anos de direitos e salários.


Um dia no ano 2014 vamos acordar e vão anunciar-nos que a crise terminou. Correrão rios de tinta escrita com as nossas dores, celebrarão o fim do pesadelo, vão fazer-nos crer que o perigo passou embora nos advirtam que continua a haver sintomas de debilidade e que é necessário ser muito prudente para evitar recaídas. Conseguirão que respiremos aliviados, que celebremos o acontecimento, que dispamos a atitude critica contra os poderes e prometerão que, pouco a pouco, a tranquilidade voltará à nossas vidas.


Um dia no ano 2014, a crise terminará oficialmente e ficaremos com cara de tolos agradecidos, darão por boas as politicas de ajuste e voltarão a dar corda ao carrocel da economia. Obviamente a crise ecológica, a crise da distribuição desigual, a crise da impossibilidade de crescimento infinito permanecerá intacta mas essa ameaça nunca foi publicada nem difundida e os que de verdade dominam o mundo terão posto um ponto final a esta crise fraudulenta (metade realidade, metade ficção), cuja origem é difícil de decifrar mas cujos objetivos foram claros e contundentes

- Fazer-nos retroceder 30 anos em direitos e em salários


Um dia no ano 2014, quando os salários tiverem descido a níveis terceiro-mundistas; quando o trabalho for tão barato que deixe de ser o fator determinante do produto; quando tiverem feito ajoelhar todas as profissões para que os seus saberes caibam numa folha de pagamento miserável; quando tiverem amestrado a juventude na arte de trabalhar quase de graça; quando dispuserem de uma reserva de uns milhões de pessoas desempregadas dispostas a ser polivalentes, descartáveis e maleáveis para fugir ao inferno do desespero, então a crise terá terminado.


Um dia do ano 2014, quando os alunos chegarem às aulas e se tenha conseguido expulsar do sistema educativo 30% dos estudantes sem deixar rastro visível da façanha; quando a saúde se compre e não se ofereça; quando o estado da nossa saúde se pareça com o da nossa conta bancária; quando nos cobrarem por cada serviço, por cada direito, por cada benefício; quando as pensões forem tardias e raquíticas; quando nos convençam que necessitamos de seguros privados para garantir as nossas vidas, então terá acabado a crise.


Um dia do ano 2014, quando tiverem conseguido nivelar por baixo todos e toda a estrutura social (exceto a cúpula posta cuidadosamente a salvo em cada sector), pisemos os charcos da escassez ou sintamos o respirar do medo nas nossas costas; quando nos tivermos cansado de nos confrontarmos uns aos outros e se tenham destruído todas as pontes de solidariedade. Então anunciarão que a crise terminou.


Nunca em tão pouco tempo se conseguiu tanto. Somente cinco anos bastaram para reduzir a cinzas direitos que demoraram séculos a ser conquistados e a estenderem-se. Uma devastação tão brutal da paisagem social só se tinha conseguido na Europa através da guerra.

Ainda que, pensando bem, também neste caso foi o inimigo que ditou as regras, a duração dos combates, a estratégia a seguir e as condições do armistício.


Por isso, não só me preocupa quando sairemos da crise, mas como sairemos dela. O seu grande triunfo será não só fazer-nos mais pobres e desiguais, mas também mais cobardes e resignados já que sem estes últimos ingredientes o terreno que tão facilmente ganharam entraria novamente em disputa.


Neste momento puseram o relógio da história a andar para trás e ganharam 30 anos para os seus interesses. Agora faltam os últimos retoques ao novo marco social:Um pouco mais de privatizações por aqui, um pouco menos de gasto público por ali e“voila”: A sua obra estará concluída.


Quando o calendário marque um qualquer dia do ano 2014, mas as nossas vidas tiverem retrocedido até finais dos anos setenta, decretarão o fim da crise e escutaremos na rádio as condições da nossa rendição.

Clique no link abaixo e leia o artigo Original em Castelhano

http://teatrevesadespertar.wordpress.com/2013/06/20/el-dia-que-acabo-la-crisis-por-concha-caballero/


Concha Caballero é licenciada em Filologia Espanhola e professora de literatura num instituto público.

Abandonou a politica decepcionada com a coligação eleitoral do seu partido.

Há anos que passou do exercício da politica activa para analista e articulista, social e politica, de vários meios de comunicação, com destaque para o EL PAÍS.

É uma amante da literatura e firmemente humana com as questões sociais.



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Mensagem  Blink em 3/6/2014, 15:35

PEDIDO DE ACLARAÇÃO DO ACORDÃO DO TRIBUNAL CONSITUCIONAL OU SERÁ MAIS UM CRIME ESTE DE DESOBEDIÊNCIA QUALIFICADA?



De acordo com a imprensa, este governo de Passos e Portas que perdeu toda a legitimidade democrática ao mentir aos eleitores, e ao saquear os rendimentos dos pensionistas, reformados e dos assalariados para beneficiar os especuladores financeiros, amigos banqueiros, com a arrogância e a ”impunidade” com que tem actuado, entendem que a Constituição não é para cumprir, e como resultado tornou-se num desgoverno de ilegalidades e incumprimento de normas constitucionais, que me parece tipificar varias situações de crimes previstos na Lei, nomeadamente abuso do poder, administração danosa, e agora crime de desobediência qualificada, é neste sentido que devemos exigir ao senhor Presidente da República, uma aclaração da situação de clara ilegalidade deste governo de Passos e Portas.

Qual foi o motivo de não ter cumprido o programa, que apresentou ao eleitorado, não temos duvidas que se tem apresentado estas politicas de saque e de roubo nunca seriam eleitos? Este simples facto, bem como a sua atitude de confrontar a Constituição Portuguesa, faz com que o mesmo se tenha transformado num governo ilegítimo. Compactuar com estes factos, transforma o Senhor Presidente da República cúmplice desta ilegalidade, uma vez que não defende a CRP que jurou defender. Passos Coelho e Portas que desde que foram eleitos, nunca cumpriram com a legalidade e nunca respeitaram o estado de direito, querem agora uma "clarificação técnica" de partes do acórdão do Tribunal Constitucional, configura-se não só como uma atitude de desrespeito como dilatória para não cumprirem a Lei , o que tipifica um crime de desobediência qualificada, para o qual se exige, nos termos da Lei a actuação da senhora Procuradora Geral da República, por se tratar de um crime publico. Ou será que um cidadão com a mesma atitude não sofre tais consequências da Lei?

Trata-se de “um jogo sujo e teatral”, pois o governo sabia bem que as medidas que estava a propor eram inconstitucionais. O Tribunal Constitucional, ainda os “protegeu” ao não considerar a retroactividade – isto é o governo este em situação de ilegalidade durante cinco meses- mas o TC não se deixou intimidar e creio que no que toca à CES fará o mesmo pois é absolutamente inadmissível, e é inconstitucional, o governo continuar a expropriação dos trabalhadores aposentados e reformados e a beneficiar os especuladores e banqueiros. Não lhes ocorreu que os juízes se orientam para o cumprimento da Constituição da República Portuguesa e não para o quadro jurídico votado em Bruxelas. É ao Parlamento que compete fazer a revisão constitucional se pretende que o ordenamento jurídico europeu altere a Constituição em vigor.

É completamente falso que a devolução dos salários, das reformas e pensões, (estão em causa cerca de mil milhões de euros) ponham em causa o equilíbrio das contas publicas, pois basta cortar metade dos juros aos especuladores financeiros e aos amigos banqueiros, para se ter uma poupança de cerca de quatro mil milhões de euros. Qual a razão que sendo os juros do Banco Europeu apenas de 0,5%, não é esse os juros quer os portugueses suportam? Há ainda a redução das PPP(s), das rendas da electricidade, a redução dos ascones (assessores boys que nada fazem) etc.

Só um governo cego pode pensar que os portugueses se solidarizarão com os seus ataques ao Tribunal Constitucional. Pelo contrário o TC é uma das poucas garantias dos portugueses contra um governo golpista que atropela reiteradamente a Constituição do País. Quando aprova medidas inconstitucionais o governo está, isso sim, a provocar o Tribunal e os próprios cidadãos. Não venha agora fingir que estão surpreendidos com o chumbo destas medidas cujo fim era o de saque e roubo aos reformados, pensionistas e funcionários públicos.

Em política, como em tudo na vida, quanto mais sonante for a afirmação dos protagonistas, mais eles devem ser postos em causa, parafraseando Portas, o tal dos mil milhões dos submarinos, “há de facto mecanismos institucionais para obter a clarificação, em termos de politicas publicas fundamentais”, em democracia essa legitimidade política e constitucional só pode ser o resultado do voto livre legitimo dos eleitores – era o que devia ser feito se tivéssemos um presidente da república que cumprisse e fizesse cumprir a Constituição conforme o seu juramento, pois "este governo de passos/portas não tem legitimidade bastante para assumir quaisquer compromissos de Portugal plurianuais".

“Se o senhor Presidente da República não falar e à última hora voltar a considerar que o Governo é legítimo - e não ter a coragem de o demitir -, continuará a ser cúmplice desta desastrada coligação, como tem sido até agora, e corre o risco de não poder sair à rua sem ser vaiado pelo povo português, como tem sido inúmeras vezes.” (Mário Soares)
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Mensagem  nole em 4/6/2014, 20:57

Blink escreveu:O Dia em que Acabou a Crise

Subtítulo:- Quando terminar a recessão teremos perdido 30 anos de direitos e salários.


Resumindo, apenas para beneficiar a Luso-ponte que em 10 anos teve lucros superiores a 10.000 milhões e os Ferreira's do Amaral's...

Só a EDP, que a troika mandou cortar 2.400 milhões nas rendas e que nunca chegaram a cortar, pagava isto e muito mais... Devem ter medo dos Mexia's...  Roubam a quem trabalha para dar aos Mexia's, EDP's... Fundações, Institutos, que segundo a última contagem ultrapassavam os 1.700... e que só servem para colocar os Boys... as PPP's... Enfim a lista quase não tem fim...

A mediocridade do cérebro de alguns é atrevida.

E Só para refrescar a memória...

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Há uma coisa que ainda não perceberam, a constituição neste momento, é a única coisa que nos separa do mundo SELVAGEM.
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Mensagem  nole em 24/6/2014, 18:25

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Mensagem  nole em 24/6/2014, 20:29

Ao ponto que isto chegou...

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Mensagem  João Henrique em 25/6/2014, 10:30

nole escreveu:Ao ponto que isto chegou...


Já agora sem legendas


Eu ainda não preciso de legendas...
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Mensagem  nole em 9/7/2014, 17:48

A farsa da União Europeia

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Mensagem  Blink em 11/7/2014, 23:04

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Mensagem  Blink em 15/7/2014, 15:47

"O roubo do presente" por José Gil



Há pelo menos uma década e meia está a ser planeada e experimentada quer a nível do nosso país, quer na Europa e no mundo uma nova ditadura - não tem armas, não tem aparência de assalto, não tem bombas, mas tem terror e opressão e domesticação social e se deixarmos andar, é também um golpe de estado e terá um só partido e um só governo - ditadura psicológica.

"Nunca uma situação se desenhou assim para o povo português: não ter futuro, não ter perspectivas de vida social, cultural, económica, e não ter passado porque nem as competências nem a experiência adquiridas contam já para construir uma vida. Se perdemos o tempo da formação e o da esperança foi porque fomos desapossados do nosso presente. Temos apenas, em nós e diante de nós, um buraco negro.

O «empobrecimento» significa não ter aonde construir um fio de vida, porque se nos tirou o solo do presente que sustenta a existência. O passado de nada serve e o futuro entupiu. O poder destrói o presente individual e coletivo de duas maneiras: sobrecarregando o sujeito de trabalho, de tarefas inadiáveis, preenchendo totalmente o tempo diário com obrigações laborais; ou retirando-lhe todo o trabalho, a capacidade de iniciativa, a possibilidade de investir, empreender, criar. Esmagando-o com horários de trabalho sobre-humanos ou reduzindo a zero o seu trabalho. O Governo utiliza as duas maneiras com a sua política de austeridade obsessiva: por exemplo, mata os professores com horas suplementares, imperativos burocráticos excessivos e incessantes: stress, depressões, patologias, border-line, enchem os gabinetes dos psiquiatras que os acolhem. É o massacre dos professores. Em exemplo contrário, com os aumentos de impostos, do desemprego, das falências, a política do Governo rouba o presente de trabalho (e de vida) aos portugueses (sobretudo jovens).

O presente não é uma dimensão abstracta do tempo, mas o que permite a consistência do movimento no fluir da vida. O que permite o encontro e a intensificação das forças vivas do passado e do futuro - para que possam irradiar no presente em múltiplas direcções. Tiraram-nos os meios desse encontro, desapossaram-nos do que torna possível a afirmação da nossa presença no presente do espaço público. Actualmente, as pessoas escondem-se, exilam-se, desaparecem enquanto seres sociais.

O empobrecimento sistemático da sociedade está a produzir uma estranha atomização da população: não é já o «cada um por si», porque nada existe no horizonte do «por si». A sociabilidade esboroa-se aceleradamente, as famílias dispersam-se, fecham-se em si, e para o português o «outro» deixou de povoar os seus sonhos - porque a textura de que são feitos os sonhos está a esfarrapar-se. Não há tempo (real e mental) para o convivio. A solidariedade efectiva não chega para retecer o laço social perdido. O Governo não só está a desmantelar o Estado social, como está a destruir a sociedade civil. Um fenómeno, propriamente terrível, está a formar-se: enquanto o buraco negro do presente engole vidas e se quebram os laços que nos ligam às coisas e aos seres, estes continuam lá, os prédios, os carros, as instituições, a sociedade. Apenas as correntes de vida que a eles nos uniam se romperam. Não pertenço já a esse mundo que permanece, mas sem uma parte de mim. O português foi expulso do seu próprio espaço continuando, paradoxalmente, a ocupá-lo. Como um zombie: deixei de ter substância, vida, estou no limite das minhas forças - em vias de me transformar num ser espectral. Sou dois: o que cumpre as ordens automaticamente e o que busca ainda uma réstia de vida para os seus, para os filhos, para si.

Sem presente, os portugueses estão a tornar-se os fantasmas de si mesmos, à procura de reaver a pura vida biológica ameaçada, de que se ausentou toda a dimensão espiritual. É a maior humilhação, a fantomatização em massa do povo português.

Este Governo transforma-nos em espantalhos, humilha-nos, paralisa-nos, desapropria­-nos do nosso poder de acção. É este que devemos, antes de tudo, recuperar, se queremos conquistar a nossa potência própria e o nosso país."

Temos também neste governo, mais umavez, sempre os mesmos lacaios dos verdadeiros donos de Portugal, a Banca.
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Mensagem  nole em 19/7/2014, 13:34

Benefício no IRS por filhos com limites máximos até 1500 euros

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=4035148

Moral da história,

porque será que de repente a comunicação social começou a falar tanto da taxa de natalidade??? acontece à décadas e nunca ninguém esteve preocupado mas agora os iluminados tiveram mais uma ideia... não para dar mas para continuar a ROUBAR...


Está prestes a saír mais um imposto camuflado, desta vez não é aos reformados, mas sim a quem não tem filhos que passará a pagar mais impostos...

No lugar de benificiar quem têm, NÂO. Vão tirar a quem não tem...


Isto não é por acaso que acontece... como poderão pensar alguns:

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Mensagem  rjbv17 em 19/7/2014, 21:56

Transcrevo:



Joe Bernard

Vamos IMAGINAR coisas…
Vamos imaginar que o meu avô tinha criado um Banco num País retrógrado, a viver debaixo de um regime ditatorial.
Depois, ocorreu uma revolução.
Foi nomeado um Primeiro-Ministro que, apesar de ser comunista, era filho do dono de uma casa de câmbios. Por esta razão, o dito Primeiro-Ministro demorou muito tempo a decidir a nacionalização da Banca (e, como tal, do Banco do meu avô).

Durante esse período, que mediou entre a revolução e a nacionalização, a minha família, tal como outras semelhantes, conseguiu retirar uma grande fortuna para a América do Sul (e saímos todos livremente do País, apesar do envolvimento direto no regime ditatorial).
Continuemos a IMAGINAR coisas…
Após um período de normal conturbação revolucionária, o País entrou num regime democrático estável. Para acalmar os instintos revolucionários do povo, os políticos, em vez de tentarem explicar a realidade às pessoas, preferiram ser eleitoralistas e “torrar dinheiro”. Assim, endividaram o País até entrar em banca-rota, por duas vezes (na década de 80).
Nessa altura, perante uma enorme dívida pública, os políticos resolveram privatizar uma parte significativa do património que tinha sido nacionalizado. Entre este, estava o Banco do meu avô.
E, continuando a IMAGINAR coisas…
A minha família tinha investido o dinheiro que tinha tirado de Portugal em propriedades na América do Sul. Como não acreditávamos nada em Portugal, nenhum de nós quis vender qualquer das propriedades ou empatar qualquer das poupanças da família. Mas, queríamos recomprar o Banco do meu avô.
Então, viemos a Portugal e prometemos aos políticos que estavam no poder e na oposição, que os iríamos recompensar (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) por muitos anos, se eles nos vendessem o Banco do meu avô muito barato. Assim, conseguimos que eles fizessem um preço de (vamos imaginar uma quantia fácil para fazer contas) 100 milhões, para um Banco que valia 150.
Como não queríamos empatar o “nosso” dinheiro, pedimos (vamos imaginar uma quantia) 100 milhões emprestados aos nossos amigos franceses que já tinham ganho muito dinheiro com o meu avô. Com os 100 milhões emprestados comprámos o Banco (o nosso dinheiro, que tínhamos retirado de Portugal, esse ficou sempre guardado).
E assim ficámos donos do Banco do meu avô. Mas tínhamos uma dívida enorme: os tais 100 milhões. Como os franceses sabiam que o Banco valia 150, compraram 25% do Banco por 30 milhões (que valiam 37,5 milhões) e nós ficámos só a dever 70 milhões (100-30=70). Mesmo assim era uma enorme dívida.
Continuemos a IMAGINAR coisas…
Tal como combinado, viemos para Portugal e começámos a cumprir o que tínhamos prometido aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os familiares e para os próprios nos momentos em que estavam na oposição, etc…).
Como ainda tínhamos uma grande dívida, resolvemos fazer crescer mais o Banco do meu avô.
Assim, fomos falar com uma nova geração de políticos e prometemos todo o tipo de apoios (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se nos dessem os grandes negócios do Estado.
E eles assim fizeram. E o Banco do meu avô, que tinha sido vendido por 100, quando valia 150, valia agora 200 (por passarem por ele os grandes negócios do Estado).
Mas, mesmo assim, nós ainda devíamos 70 milhões (e tínhamos de pagar, pelo menos uma parte dessa dívida, caso contrário, os franceses ficavam com o Banco do meu avô).
E, continuando a IMAGINAR coisas…
O meu tio, que era presidente do Banco do meu avô, reformou-se. Nessa altura a família estava preparada para nomear um dos meus primos para presidente. Eu queria ser presidente e prometi à família toda um futuro perpétuo de prosperidade se me nomeassem a mim como presidente.
E assim foi. Fui, finalmente, nomeado presidente do Banco do meu avô.
Mas era preciso pagar uma parte da dívida aos franceses. Podíamos vender uma parte do Banco em Bolsa, mas deixávamos de mandar (logo agora que eu era presidente – não podia ser assim).
Então desenhei um plano:
Criei uma empresa, chamada “Grupo do meu avô” (em que a minha família tinha 100% do capital) e passei os nossos 75% do Banco (25% eram dos franceses) para essa nova empresa.
Assim, a família era dona de 100% do “Grupo” que era dono de 75% do Banco.
Falei com os franceses e combinei mudarmos os estatutos do Banco: quem tivesse 25% mandava no Banco (e os franceses não se metiam, a não ser para decidir os dividendos que queriam receber).
Assim, como o Banco agora valia 200, vendemos 50% na Bolsa por 100 (metade dos 200). Com 50 capitalizámos o Banco. Os restantes 50 tirámos para nós (37,5 para a família e 12,5 para os franceses).
Demos também os nossos 37,5 aos franceses e assim ficámos só a dever 32,5 milhões (70-37,5). Ainda era uma grande dívida, mas continuávamos a mandar no Banco do meu avô (apesar da nossa empresa “Grupo do meu avô” só ser dona de 25% – os franceses tinham outros 25% e os restantes 50% estavam dispersos por muitos acionistas).
Ainda tínhamos uma enorme dívida de 32,5 milhões. Mas, a verdade é que continuávamos a mandar no Banco do meu avô e tínhamos transformado uma dívida inicial de 100 em outra de 32,5 (sem termos gasto um tostão da família – o nosso dinheiro continua, ainda hoje, guardado na América do Sul). Convenci-me, nessa altura, que era um génio da finança!
Continuemos a IMAGINAR coisas…
A certa altura, o crédito tornou-se uma coisa muito barata. Eu sabia que tínhamos um limite original de 100 milhões e já só devíamos 32,5 milhões. Assim, a empresa “Grupo do meu avô” voltou a endividar-se: pediu mais 67,5 milhões (voltámos a dever 100 milhões) e desatei a comprar tudo o que fosse possível comprar.
Tornei-me assim, o dono disto tudo (o Banco do meu avô, a Seguradora do meu avô, a Meu avô saúde, a Meu avô hotéis, a Meu avô viagens, a Construtora do meu avô, a Herdade do meu avô onde se brinca aos pobrezinhos, etc…).
Entretanto fui pagando as minhas promessas aos políticos (dinheiro para as campanhas eleitorais, ofertas de vária espécie, convites para todo o tipo de eventos, empregos para os momentos em que estavam na oposição, etc…).
E, continuando a IMAGINAR coisas…
Mas havia agora uma nova geração de políticos. Fui falar com eles e garanti que os apoiaria para o resto da vida (dinheiro, ofertas, empregos, etc…) se eles continuassem a fazer passar os grandes negócios do Estado pelo Banco do meu avô.
Mas, tive azar: houve uma crise financeira internacional.
Deixou de haver crédito. Os juros subiram. Os credores queriam que o Grupo do meu avô pagasse a dívida.
E, além disso tudo, deixou de haver os grandes negócios do Estado.
Mas eu, que me achava um génio da finança e que já estava habituado a ser o dono disto tudo, não queria perder a minha posição de presidente do Banco do meu avô.
Tinha de arranjar uma solução. Fui à procura, e encontrei em África, quem tinha dinheiro sujo e não se importava de investir e deixar-me continuar a mandar e a ser dono disto tudo.
Continuemos a IMAGINAR coisas…
Resolvi então criar uma nova empresa: a “Rio do meu Avô” que passou a ser dona de 100% do capital da “Grupo do meu avô”, que era dona de 25% do “Banco do meu avô”. E eu que era dono disto tudo passei a ser o presidente disto tudo.
Fiz uns estatutos para o “Grupo do meu avô” que diziam que quem tivesse 25% mandava na empresa. Vendi 20% aos Angolanos e 55% na Bolsa. A “Rio do meu avô” ficou assim dona de 25% do “Grupo do meu avô” (mas mandava como se tivesse 100%). A “Grupo do meu avô”, dona de 25% do “Banco do meu avô” (mandava como se tivesse 100%).
Assim, a minha família já só tinha 5% (25% de 25%) do “Banco do meu avô” (mas eu continuava a mandar como se tivéssemos 100%). Já não havia dúvidas: eu era mesmo um génio da finança.
Com os 75 milhões da venda do “Grupo do meu avô” (aos Angolanos e na Bolsa), paguei uma parte da dívida. Mas, na verdade, ainda tínhamos uma dívida de 25 milhões (e continuávamos a não querer mexer no nosso dinheiro – esse continua bem guardado na América do Sul).
E, continuando a IMAGINAR coisas…
Mas as coisas continuaram a correr mal. Se calhar eu não sou assim tão grande génio da finança. Todos os nossos negócios dão prejuízo (até mesmo o Banco do meu avô). Raio de azar. Ainda por cima, a crise não acaba.
Fiz então o meu último golpe de génio. Convenci todos os bons clientes a comprarem ações do Banco do meu avô, para aumentar o capital sem ter de endividar mais a “Rio do meu avô” (e sem ter de tocar no dinheirinho da família, que continua bem guardado na América do Sul).
Mas os franceses queriam o dinheiro deles. Então, como presidente do Banco do meu avô, emprestei dinheiro deste ao Grupo do meu avô e à Rio do meu avô. Assim pagámos aos franceses. Mas ficámos com um problema: o Banco do meu avô está completamente arruinado.
Tinha de arranjar uma solução!
Fui falar com os novos políticos com uma proposta: reformo-me, dou lugares de Administração a uma série de políticos do partido do Governo e eles que resolvam o problema do Banco do meu avô.
Continuemos a IMAGINAR coisas…
Os políticos aceitaram a minha proposta (aceitam sempre que se fala de lugares de Administração).
Finalmente reformei-me. Ainda somos donos de 5% do Banco do meu avô e de uma série de outros negócios (sustentados pelas dívidas ao Banco do meu avô).
Tudo isto sem termos gasto um tostão (o dinheiro da família continua todo guardado na América do Sul).
E, tomei a última medida antes de me reformar: atribuí a mim próprio uma reforma de um milhão de euros por ano (para as despesas correntes).
E, assim, acabou a história IMAGINADA do Banco do meu avô.
**************
Se alguém teve a paciência de ler este texto até ao fim, deixo uma pergunta: Se esta história em vez de ser IMAGINADA, fosse verdadeira, que fariam ao neto?
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Mensagem  nole em 27/7/2014, 12:27

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Depois ainda há aqueles que têm a mania de que são sérios...

AS NEGOCIATAS PARA GANHAR MILHÕES EM SEGUNDOS

http://apodrecetuga.blogspot.pt/2013/09/se-os-ricos-querem-tudo-se-faz-para.html#.U9Tu_qPQo6U
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Mensagem  nole em 12/8/2014, 17:44

nole escreveu:Ao ponto que isto chegou...


Europa e Portugal governados por retardados mentais.


Confesso o meu "inconseguimento" a interpretar isto...   e eu "conseguido iletrado" também confesso o meu... (o que será softpower sagrado???)


A "escola" da Assunção Esteves.......




Há gente que devia estar proibida de escrever e falar…… e de assumir cargos públicos...


Texto retirado de um despacho de Assunção Esteves, quando da sua passagem pelo Tribunal Constitucional:

"Nenhum critério densificador do significado gradativo de tal diminuição quantitativa de dotação e da sua relação causal como início do procedimento de requalificação no concreto e específico orgão ou serviço resulta de previsão legal, o que abre caminho evidente à imotivação..."

Desafia-se qualquer um a traduzir isto.

O mesmo desafio estende-se à frase por ela proferida em recente entrevista:

“…Houve um inconseguimento do soft power sagrado da Europa”
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Made in Portugal - Página 25 Empty Este ex. Coronel tem os ditos no sítio...

Mensagem  Blink em 24/9/2014, 14:02

BISCATES  
 
por Carlos de Matos Gomes

Made in Portugal - Página 25 2w3wc2r
 



Para que servem as primeiras páginas dos jornais e os grandes casos dos noticiários das TV?

Se pensarmos no que as primeiras páginas e as aberturas dos telejornais nos disseram enquanto decorriam as traficâncias que iriam dar origem aos casos do BPN, do BPP, dos submarinos, das PPP, dos SWAPs, da dívida, e agora do Espírito Santo, é fácil concluir que servem para nos tourear.

Desde 2008 que as primeiras páginas dos Correios das Manhas, os telejornais das Moura Guedes, os comentários dos Medinas Carreiras, dos Gomes Ferreiras, dos Camilos Lourenços, dos assessores do Presidente da República, dos assessores e boys dos gabinetes dos ministros, dos jornalistas de investigação, nos andam a falar de tudo e mais alguma coisa, excepto das grandes vigarices, aquelas que, de facto, colocam em causa o governo das nossas vidas, da nossa sociedade, os nossos empregos, os nossos salários, as nossas pensões, o futuro dos nossos filhos, dos nossos netos. Que me lembre falaram do caso Freeport, do caso do exame de inglês de Sócrates, da casa da mãe do Sócrates, do tio do Sócrates, do primo do Sócrates que foi treinar artes marciais para a China, enfim que o Sócrates se estava a abotoar com umas massas que davam para passar um ano em Paris, mas nem uma página sobre os Espirito Santo! É claro que é importante saber se um primeiro ministro é merecedor de confiança, mas também é, julgo, importante saber se os Donos Disto Tudo o são. E, quanto a estes, nem uma palavra. O máximo que sei é que alguns passam férias na Comporta a brincar aos pobrezinhos. Eu, que sei tudo do Freeport, não sei nada da Rioforte! E esta minha informação, num caso, e falta dela, noutro, não pode ser fruto do acaso. Os directores de informação são responsáveis pela decisão de saber uma e desconhecer outra.

Os jornais, os jornalistas, andaram a tourear o público que compra jornais e que vê telejornais.
Em vez de directores de informação e jornalistas, temos novilheiros, bandarilheiros, apoderados, moços de estoques, em vez de notícias temos chicuelinas.
Não tenho nenhuma confiança no espírito de auto critica dos jornalistas que dirigem e condicionam o meu acesso à informação: todos eles aparecerão com uma cara à José Alberto de Carvalho, à Rodrigues dos Santos, à Guedes de Carvalho, à Judite de Sousa (entre tantos outros) a dar as mesmas notícias sobre os gravíssimos casos da sucata, dos apelos ao consenso do venerando chefe de Estado, do desempenho das exportações, dos engarrafamentos do IC 19, das notas a matemática, do roubo das máquinas multibanco, da vinda de um rebenta canelas uzebeque para o ataque do Paiolense de Cima, dos enjoos de uma apresentadeira de TV, das tiradas filosóficas da Teresa Guilherme. Todos continuarão a acenar-me com um pano diante dos olhos para eu não ver o que se passa onde se decide tudo o que me diz respeito.

Tenho a máxima confiança no profissionalismo dos directores de informação, que eles continuarão a fazer o que melhor sabem: tourear-nos. Abanar-nos diante dos olhos uma falsa ameaça para nos fazerem investir contra ela enquanto alguém nos espeta umas farpas no cachaço e os empresários arrecadam o dinheiro do respeitável público.

Não temos comunicação social: temos quadrilhas de toureiros, uns a pé, outros a cavalo.
Uma primeira página de um jornal é, hoje em dia e após o silêncio sobre os Espirito Santo, um passe de peito.
Uma segunda página será uma sorte de bandarilhas.
Um editor é um embolador, um tipo que enfia umas peúgas de couro nos cornos do touro para a marrada não doer.
Um director de informação é um “inteligente” que dirige uma corrida.

Quando uma estação de televisão convida um Camilo Lourenço, um Proença de Carvalho, um Gomes Ferreira, um João Duque, um Judice, um Marcelo, um Miguel Sousa Tavares, um Angelo Correia, devia anunciá-los como um grupo de forcados: Os Amadores do Espirito Santo, por exemplo. Eles pegam-nos sempre e imobilizam-nos. Caem-nos literalmente em cima.

As primeiras páginas do Correio da Manhã podiam começar por uma introdução diária: Para não falarmos de toiros mansos, os nossos queridos espectadores, nem de toureios manhosos, os nossos queridos comentadores, temos as habituais notícias de José Sócrates, do memorando da troika, da imperiosa necessidade de pagar as nossas dividas.

Todos os programas de comentário político nas TV deviam começar com a música de um passo doble. Ou com a premonitória “Tourada” do Ary dos Santos, cantada pelo Fernando Tordo.

O silêncio que os “negócios “ da família "Dona Disto Tudo" mereceu da comunicação social, tão exigente noutros casos, é um atestado de cumplicidade: uns, os jornalistas venderam-se, outros queriam ser como os Espirito Santo. Em qualquer caso, as redacções dos jornais e das TV estão cheias de Espiritos Santos. Em termos tauromáticos, na melhor das hipóteses não temos jornalistas, mas moços de estoques. Na pior, temos as redacções cheias de vacas a que se chamam na gíria as “chocas”.

O que o silêncio cúmplice, deliberadamente cúmplice, feito sobre o caso Espirito Santo, o que a técnica do desvio de atenções, já usada por Goebels, o ministro da propaganda de Hitler, revelam é que temos uma comunicação social avacalhada, que não merece nenhuma confiança.

Quando um jornal, uma TV deu uma notícia na primeira página sobre Sócrates( e falo dele porque a comunicação social montou sobre ele um operação de barragem pelo fogo, que na altura justificou com o direito a sabermos o que se passava com quem nos governava e se esqueceu de nos informar sobre quem se governava) ficamos agora a saber que esteve a fazer como o toureiro, a abanar-nos um trapo diante dos olhos para nos enganar com ele e a esconder as suas verdadeiras intenções: dar-nos uma estocada fatal!

Porque será que comentadores e seus patrões, tão lestos a opinar sobre pensões de reforma, TSU, competitividade, despedimentos, aumentos de impostos, gente tão distinta como Miguel Júdice, Proença de Carvalho, Angelo Correia, Soares dos Santos, Ulrich, Maria João Avilez e esposo Vanzeller, não aparecem agora a dar a cara pelos amigos Espirito Santo?

Porque será que os jornais e as televisões não os chamam, agora que acabou o campeonato da bola?

Um grande Olé aos que estão agachados nas trincheiras, atrás dos burladeros!

Carlos de Matos Gomes
 
Nascido em 24/07/1946, em V. N. da Barquinha. Coronel do Exército (reforma). Cumpriu três comissões na guerra colonial em Angola, Moçambique e Guiné, nas tropas especiais «comandos».
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Made in Portugal - Página 25 Empty Todos os IMPOSTOS e TAXAS que pagamos...

Mensagem  Blink em 28/10/2014, 14:32

Todos os IMPOSTOS e TAXAS que pagamos...

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Made in Portugal - Página 25 Empty Um país de bananas governado por sacanas

Mensagem  Blink em 1/11/2014, 14:27

"Um país de bananas governado por sacanas"


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http://nossomoscapazes.blogspot.pt/2014/11/que-pais-e-este-um-pais-de-bananas.html

blog Armindo Bento
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Mensagem  Blink em 3/11/2014, 15:08

Curriculum vitae de Luís António Sousa Uva Durão Barroso:

http://www.fd.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptplpopup.asp?sspageid=3013&lang=1&docenteid=112200162

Se tivesse existido o devido concurso público estou certo de que não faltariam candidatos com melhor currículo para o lugar, salvo o não serem filhos de um antigo primeiro-ministro e depois presidente da Comissão Europeia...

Quem disse que em Portugal devia vigorar a meritocracia?


E para cúmulo da falta de vergonha, o governador do Banco de Portugal, sr. Carlos Costa, recusa-se a divulgar a remuneração do novel funcionário

(http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=4075940&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA).

O Banco de Portugal é acaso uma entidade privada e mantida com dinheiros não públicos?


Denunciem!

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Luís tem 31 anos.
Saiu dos bancos da escola há dois anos e fez dois estágios laborais de Verão.
Foi agora convidado para integrar os quadros do Banco de Portugal, onde habitualmente só se entra por concurso publico, fiscalizado pelo Tribunal de Contas. Mas ele entrou sem concurso, pois é um caso de exceção, de “comprovada e reconhecida experiência profissional”.
É o nosso amigo Luís, que por acaso, e só por ACASO, é filho de Durão Barroso.
O grande problema de PORTUGAL é a qualidade da matéria prima que temos, o povo que vota, que é ignorante, facilmente manipulável por uma comunicação social ao serviço dos poderes económico e financeiro e dos políticos retrógrados e corruptos; POR ISSO, TEM O GOVERNO QUE MERECE!
Quarenta anos depois do restabelecimento da democracia, porque não foram introduzidas no ensino, a todos os níveis a partir do básico, noções cidadania, de boa conduta moral, respeito pelo próximo, isenção de carácter, ética, deontologia profissional, no fundo, o que deve ser o comportamento dos cidadãos em democracia e seu dever em participar activa e politicamente nos destinos do país? Os Portugueses são politicamente analfabetos, manipuláveis pela nojeira de uma comunicação social ao serviço do capitalismo financeiro e económico e dos políticos da direita, seus lacaios.
Estes são os parasitas do povo português, os abutres!!!

Isto dá vómitos!!!

* Armindo Castelo Bento *  
meumail(armindobento@gmail.com)
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