Experiência com os amplificadores valvulados
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Experiência com os amplificadores valvulados
Gostaria de saber a experiência dos colegas com amplificadores valvulados. Quais possuem ou já tiveram oportunidade de escutar e com quais caixas acústicas?
O que acharam da qualidade sonora?
Abraços.
José Augusto
O que acharam da qualidade sonora?
Abraços.
José Augusto
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
Caro José Augusto,
Vejo pelo seu registo que é oriundo do Brasil. Não sendo o Brasil uma referência absoluta no audio, pelo menos que se saiba e que eu próprio tenha cohecimento, não quero deixar de felicitá-lo no sentido de a escolha se direccionar ao nosso Clube.
Certamente o Brasil como é dos conhecimento de todos tem uma cultura muito própria, muito ''vincada'', e por conseguinte uma vasta e não menos grandiosa.
Em termos musicais, dá cartas a todo o mundo como se sabe, não estou a referir-me como é óbvio á musica que por cá prolifera como uma epidemia em Centros Comercias, lojas etc, etc, mas sim aquela música doce, com cheiro a canela, aquela música de Maria Bethania, Chico Buarque, Gal Costa, Ivan Lins, Gilberto Gil, Elis Regina, Ney Matogrosso, e para não falar da nova geração, como Vanessa da Mata, Maria Rita, Smoke City, Adriana Calcanhoto, etc, etc, etc,
Bem como na literatura, poesia, escultura, etc, etc.
Agora quanto ao Audio, e tentando responder á sua pergunta, não sabendo se é oriundo ou não do Brasil, mas seja como fôr,
a questão que coloca é, ou será muito vasta a sua resposta.
Como é sabido a amplificação a válvulas tem as suas condicionantes, como amplificação integrada, é como tudo.
Há quem partilhe da ideia que a amplificação a válvulas torma o som mais claro, mais neutral, mais puro, mais transparente, por conseguinte não tão ''espesso''. É relativo, e muito discutivel.
Os integrados igualmente também com os seus condicionantes, há que partilhe igualmente da ideia que alguns integrados, são por vezes tendenciosos no espectro sonoro, no timbre, na focalidade, no detalhe, é como tudo , existe boa e má amplificação a válvula, como boa e má integrada
O período de queima e rodagem da amplificação a válvulas poderá ser variável de acordp com as especificações de cada aparelho, e óbviamente de cada válvula. Pois como se sabe, válvulas é o que não falta, sejam elas X ou Y, para não estar a fazer propaganda, abstenho-me de mencionar marcas.
Algumas horas chegarão para pôr um amplificador a válvulas a tocar no seu auge, talvez seja, eu sou suspeito porque válvulas aqui para os meus lados..., já basta um dia sofrer de aperto mitral, ou ter que pôr um válvula na máquina, ou sei lá aonde, de forma que, dizia eu, serei suspeito logo á partida e á chegada.
Hoje em dia existe a amplificação Hibrida, válvulas, mosfets,e circuitos integrados, tudo ao ''molho''. Diga-se de passagem pelo que tenho ouvido, me parece francamente bom.
Agora com que tipo de colunas? Com que tipo de cablagem?
Electróstáticas?, de 2, 3 ou mais vias?, de chão? , monitoras?, de MDF com as caracteristicas X e Y ?, de várias forma e feitios, forradas com cabedal no painel frontal?. Lacadas, com o Tweeter floreado, em aluminio, e sei lá que mais. Não sei! Como já disse muitas vezes, os nossos ouvidos são os nosso juízes,
Pergunta ainda a minha curiosidade:
Existem casamentos perfeitos?
Deixo aqui a questão no ar.
Abraço e sempre ao dispôr
Vejo pelo seu registo que é oriundo do Brasil. Não sendo o Brasil uma referência absoluta no audio, pelo menos que se saiba e que eu próprio tenha cohecimento, não quero deixar de felicitá-lo no sentido de a escolha se direccionar ao nosso Clube.
Certamente o Brasil como é dos conhecimento de todos tem uma cultura muito própria, muito ''vincada'', e por conseguinte uma vasta e não menos grandiosa.
Em termos musicais, dá cartas a todo o mundo como se sabe, não estou a referir-me como é óbvio á musica que por cá prolifera como uma epidemia em Centros Comercias, lojas etc, etc, mas sim aquela música doce, com cheiro a canela, aquela música de Maria Bethania, Chico Buarque, Gal Costa, Ivan Lins, Gilberto Gil, Elis Regina, Ney Matogrosso, e para não falar da nova geração, como Vanessa da Mata, Maria Rita, Smoke City, Adriana Calcanhoto, etc, etc, etc,
Bem como na literatura, poesia, escultura, etc, etc.
Agora quanto ao Audio, e tentando responder á sua pergunta, não sabendo se é oriundo ou não do Brasil, mas seja como fôr,
a questão que coloca é, ou será muito vasta a sua resposta.
Como é sabido a amplificação a válvulas tem as suas condicionantes, como amplificação integrada, é como tudo.
Há quem partilhe da ideia que a amplificação a válvulas torma o som mais claro, mais neutral, mais puro, mais transparente, por conseguinte não tão ''espesso''. É relativo, e muito discutivel.
Os integrados igualmente também com os seus condicionantes, há que partilhe igualmente da ideia que alguns integrados, são por vezes tendenciosos no espectro sonoro, no timbre, na focalidade, no detalhe, é como tudo , existe boa e má amplificação a válvula, como boa e má integrada
O período de queima e rodagem da amplificação a válvulas poderá ser variável de acordp com as especificações de cada aparelho, e óbviamente de cada válvula. Pois como se sabe, válvulas é o que não falta, sejam elas X ou Y, para não estar a fazer propaganda, abstenho-me de mencionar marcas.
Algumas horas chegarão para pôr um amplificador a válvulas a tocar no seu auge, talvez seja, eu sou suspeito porque válvulas aqui para os meus lados..., já basta um dia sofrer de aperto mitral, ou ter que pôr um válvula na máquina, ou sei lá aonde, de forma que, dizia eu, serei suspeito logo á partida e á chegada.
Hoje em dia existe a amplificação Hibrida, válvulas, mosfets,e circuitos integrados, tudo ao ''molho''. Diga-se de passagem pelo que tenho ouvido, me parece francamente bom.
Agora com que tipo de colunas? Com que tipo de cablagem?
Electróstáticas?, de 2, 3 ou mais vias?, de chão? , monitoras?, de MDF com as caracteristicas X e Y ?, de várias forma e feitios, forradas com cabedal no painel frontal?. Lacadas, com o Tweeter floreado, em aluminio, e sei lá que mais. Não sei! Como já disse muitas vezes, os nossos ouvidos são os nosso juízes,
Pergunta ainda a minha curiosidade:
Existem casamentos perfeitos?
Deixo aqui a questão no ar.
Abraço e sempre ao dispôr
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
Boas.
Aqui vai a minha experiência.
Mudei para válvulas há pouco tempo. Não penso regressar aos transistores tão cedo. (Ponto final)
Mas cada pessoa deve fazer a sua escolha. Tudo isto é muito pessoal.
Cpts
Mfigueiredo
Aqui vai a minha experiência.
Mudei para válvulas há pouco tempo. Não penso regressar aos transistores tão cedo. (Ponto final)
Mas cada pessoa deve fazer a sua escolha. Tudo isto é muito pessoal.
Cpts
Mfigueiredo
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
Mozartiano escreveu:
Vejo pelo seu registo que é oriundo do Brasil. Não sendo o Brasil uma referência absoluta no audio, pelo menos que se saiba e que eu próprio tenha cohecimento, não quero deixar de felicitá-lo no sentido de a escolha se direccionar ao nosso Clube.
Mozartiano: deixa-me contar a minha experiência numa viagem a negócios a São Paulo em 1999. Tinha exactamente a mesma ideia que tu até entrar numa loja de car audio e comprar um kenwood com sistema Mask que não existia na Europa. Foi engraçado porque os meus amigos ficaram espantados com o mask pois não havia nada no género. Segundo o vendedor tinha acabado de receber o equipamento dos EUA. No Brasil trabalham muito com material proveniente dos EUA a preços muito interessantes. Equipamento não falta, a questão poderá ser outra, as pessoas não estão para "aí viradas" para o car audio e hi-fi, contudo existe um nicho no mercado brasileiro de verdadeiros audiofilos inclusive com marcas brasileiras de interconnects ao nivel de marcas conceituadas.
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
Olá Mozartiano,
Obrigado pelas palavras!
O motivo de minha pergunta é que a solução que eu encontrei para o meu sistema de amplificação de alta fidelidade foram valvulados feitos artesanalmente. Tanto com relação ao custo como também com relação à qualidade sonora. Assim queria saber se essa foi a solução também encontrada pelos colegas, ou não.
Com relação à música brasileira, tal qual o maestro Heitor Villa-Lobos, eu considero o Choro como a obra-prima desse segmento da cultura.
Abraços.
José Augusto
Obrigado pelas palavras!
O motivo de minha pergunta é que a solução que eu encontrei para o meu sistema de amplificação de alta fidelidade foram valvulados feitos artesanalmente. Tanto com relação ao custo como também com relação à qualidade sonora. Assim queria saber se essa foi a solução também encontrada pelos colegas, ou não.
Com relação à música brasileira, tal qual o maestro Heitor Villa-Lobos, eu considero o Choro como a obra-prima desse segmento da cultura.
Abraços.
José Augusto
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
KRELL escreveu:Mozartiano escreveu:
Vejo pelo seu registo que é oriundo do Brasil. Não sendo o Brasil uma referência absoluta no audio, pelo menos que se saiba e que eu próprio tenha cohecimento, não quero deixar de felicitá-lo no sentido de a escolha se direccionar ao nosso Clube.
Mozartiano: deixa-me contar a minha experiência numa viagem a negócios a São Paulo em 1999. Tinha exactamente a mesma ideia que tu até entrar numa loja de car audio e comprar um kenwood com sistema Mask que não existia na Europa. Foi engraçado porque os meus amigos ficaram espantados com o mask pois não havia nada no género. Segundo o vendedor tinha acabado de receber o equipamento dos EUA. No Brasil trabalham muito com material proveniente dos EUA a preços muito interessantes. Equipamento não falta, a questão poderá ser outra, as pessoas não estão para "aí viradas" para o car audio e hi-fi, contudo existe um nicho no mercado brasileiro de verdadeiros audiofilos inclusive com marcas brasileiras de interconnects ao nivel de marcas conceituadas.
Olá Krell
Claro, claro. O Brasil até tem igualmente algumas publicações de temática audiófila e ''videófila'' se é que se poderá chamar assim, como por exemplo a conhecida; Video Som & Cia, da distribuidora brasileira ANER/Europanet, na qual possuo alguns exemplares, ou seja, é a Video & DVD á Portuguesa. Sem querer desprestigiar como óbviamente uma e outra publicacções.
Penso até de que, e sem receio de desmentido, me atreverei a dizer que o Brasil possivelmente terá mais publicações de assuntos releccionados com o audio, do que Portugal, tendo em conta a dimensão de cada país. Óbviamente Portugal cabe num dos mínúsculos pântanos espalhado por milhares e milhares de m2 de terrenos que o Brasil tem, mas isso para agora...
Agora, e como muito bem diz o Krell, o tal nicho, ou pedaço de ''terra'', onde alguns audiófilos e melómanos existem,e formem a sua comunidade, possivelmente existirá sem dúvida, certamente serão poucos. só que não estarão é direccionados para o audio.
O sol e tanto, a praia igualmente, as belezas também
As preocupações sociais são tantas, que o povo Basileiro, para ''esconder'' tamnhas tristezas, preparam-se o ano todo para Sambar, no Sambódramo.
Eh isso aí cara, vamo
Abraço
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
Caro José Augusto
Como já tive vários ampificadores a válvulas e acabei de adquirir um novo. Posso lhe dizer que eles têm um som mais parecido com os instrumentos reais, menos "electrónico" que os amplificadores a transístores. Mas, têm o seu calcanhar de Aquiles, a resposta em graves, é de modo geral menos definida que os transístores.
Para mostrarem o que valem, os outros elementos do sistema têm de ser de boa qualidade. São particularmente, "dependentes" das caixas acústicas.
A maioria dos modelos actuais exigem um boa capacidade de corrente dos amplificadores, e isto não muito bom para as válvulas, que são "moles" nesta matéria.
As colunas que melhor se adaptam às valvulas são modelos da época destas (anos 30 a 60) ou modelos actuais baseados nessas caixas acústicas como a linha Prestige da Tannoy, ou colunas de corneta como as Avangarde.
Para as caixas actuais, normalmente, de pouco volume interno, terão de ser amplificadores com alguma potência, se calhar mais de 80W, para que os graves não "borrem muito a pintura".
No meu caso particular, o meu actual amplificador um Megáudio vr200 ("igual" ao Vincent Tac 834) com 80w por canal, já consegue um controlo de graves aceitável, embora inferior ao do amplificador a transístores (Pioneer Spec-4)
Com os melhores cumps
"Westernelectric"
Como já tive vários ampificadores a válvulas e acabei de adquirir um novo. Posso lhe dizer que eles têm um som mais parecido com os instrumentos reais, menos "electrónico" que os amplificadores a transístores. Mas, têm o seu calcanhar de Aquiles, a resposta em graves, é de modo geral menos definida que os transístores.
Para mostrarem o que valem, os outros elementos do sistema têm de ser de boa qualidade. São particularmente, "dependentes" das caixas acústicas.
A maioria dos modelos actuais exigem um boa capacidade de corrente dos amplificadores, e isto não muito bom para as válvulas, que são "moles" nesta matéria.
As colunas que melhor se adaptam às valvulas são modelos da época destas (anos 30 a 60) ou modelos actuais baseados nessas caixas acústicas como a linha Prestige da Tannoy, ou colunas de corneta como as Avangarde.
Para as caixas actuais, normalmente, de pouco volume interno, terão de ser amplificadores com alguma potência, se calhar mais de 80W, para que os graves não "borrem muito a pintura".
No meu caso particular, o meu actual amplificador um Megáudio vr200 ("igual" ao Vincent Tac 834) com 80w por canal, já consegue um controlo de graves aceitável, embora inferior ao do amplificador a transístores (Pioneer Spec-4)
Com os melhores cumps
"Westernelectric"
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
Mozartiano escreveu:
Olá Krell
Claro, claro. O Brasil até tem igualmente algumas publicações de temática audiófila e ''videófila'' se é que se poderá chamar assim, como por exemplo a conhecida; Video Som & Cia, da distribuidora brasileira ANER/Europanet, na qual possuo alguns exemplares, ou seja, é a Video & DVD á Portuguesa. Sem querer desprestigiar como óbviamente uma e outra publicacções.
Penso até de que, e sem receio de desmentido, me atreverei a dizer que o Brasil possivelmente terá mais publicações de assuntos releccionados com o audio, do que Portugal, tendo em conta a dimensão de cada país. Óbviamente Portugal cabe num dos mínúsculos pântanos espalhado por milhares e milhares de m2 de terrenos que o Brasil tem, mas isso para agora...
Agora, e como muito bem diz o Krell, o tal nicho, ou pedaço de ''terra'', onde alguns audiófilos e melómanos existem,e formem a sua comunidade, possivelmente existirá sem dúvida, certamente serão poucos. só que não estarão é direccionados para o audio.
O sol e tanto, a praia igualmente, as belezas também( Eh lá, qualquer dia sou corrido á pedrada pela administração, a falar em belezas... ) A língua Portuguesa contráriamente á Brasileira é muito traiçoeira
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As preocupações sociais são tantas, que o povo Basileiro, para ''esconder'' tamnhas tristezas, preparam-se o ano todo para Sambar, no Sambódramo.
Eh isso aí cara, vamolá mexer essa bunda beleza. Toca aí meu irmão
Abraço
Olá Mozartiano,
Permite-me entrar nessa conversa e postar minhas opiniões, já que sou lá desse Brasil?
O fato de existir ou não muitas publicações sobre áudio num país, não significa que esse tenha ou não muitos audiófilos “dos bons”.
Por falar nisso, o termo audiófilo é muito mais amplo, o audiófilo dos bons não é “dobrado” facilmente pela análise estampada nas revistas. O audiófilo dos bons é um chato de galocha que testa e re-testa os aparelhos antes da compra, afinal ele sabe que a indústria do high end visa lucro acima de tudo, como qualquer outra indústria capitalista.
Nos pântanos que existem as maiores biodiversidades. Por falar nisso, o Brasil atualmente é o país com a maior biodiversidade dentre todos. Eu disse “atualmente”, pois no passado a região amazônica foi leito de mar e atualmente a biosfera está passando por mudanças drásticas. Mudanças essas que não respeitam fronteiras políticas.
Os problemas sociais são vividos por todos os povos dos países do mundo capitalista-consumista. Ou seja, mas especificamente, quem é “pobre financeiramente” sofre tudo quanto é tipo de problema com mais intensidade.
Ah sim! As mulheres brasileiras.... humm! Existem aqui mulheres para todos os gostos, morenas, mulatas, loiras, negras, etc. Afinal é um país formado por vários povos, vindos de várias partes do mundo, criando raízes.
Que eu saiba esses "povos" não saem correndo daqui e reclamando daqui.
Abraços.
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
Westernelectric,
Fico agradecido pelo seu depoimento.
O que eu não entendi é esse problema que relatou sobre os graves, já que os graves não são problema para um sistema valvulado equilibrado.
Portanto eu creio que você deve ter tido algum problema de compatibilidade ou de acerto da caixa acústica.
Você usa caixas acústicas de baixa ou alta sensibilidade?
Quais os falantes?
Você utiliza sub woofer para complementar as caixas?
Abraços.
José
Fico agradecido pelo seu depoimento.
O que eu não entendi é esse problema que relatou sobre os graves, já que os graves não são problema para um sistema valvulado equilibrado.
Portanto eu creio que você deve ter tido algum problema de compatibilidade ou de acerto da caixa acústica.
Você usa caixas acústicas de baixa ou alta sensibilidade?
Quais os falantes?
Você utiliza sub woofer para complementar as caixas?
Abraços.
José
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
José Augusto escreveu:Westernelectric,
Fico agradecido pelo seu depoimento.
O que eu não entendi é esse problema que relatou sobre os graves, já que os graves não são problema para um sistema valvulado equilibrado.
Portanto eu creio que você deve ter tido algum problema de compatibilidade ou de acerto da caixa acústica.
Você usa caixas acústicas de baixa ou alta sensibilidade?
Quais os falantes?
Você utiliza sub woofer para complementar as caixas?
Abraços.
José
Acrescento ainda que o problema do westernelectric pode também ter origem no próprio amplificador.
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
José Augusto
Respondendo às suas perguntas:
- As caixas são de baixa sensibilidade, tavez à volta 89 ou 90db (para mim alta sensibilidade é de 95db para cima)
- Utilizam 4 altifalantes, todos da marca Visaton.
- Não tenho subs a complementar as caixas acústicas.
Eu já tive oportunidade de ouvir um amplificador a válvulas (um yaqin mc-10L de 50w) a tocar com umas colunas feitas a partir de um kit da Davis, com 95db e equipadas com um tweeter da Jbl dos anos 60 e o som era fabuloso. Não tem nada a haver com o som das demonstrações dos audioshows, onde associam amplificadores a válvulas a colunas "normais" de baixo rendimento, apesar do som ser muito agradável de ouvir.
Infelizmente, essas colunas são de grande volume, e não tenho espaço para elas
Tambem concordo, que a adição de um ou dois subs, deve ser muito interessante para auxiliar as caixas acústicas.
Cumps
"Western.."
Respondendo às suas perguntas:
- As caixas são de baixa sensibilidade, tavez à volta 89 ou 90db (para mim alta sensibilidade é de 95db para cima)
- Utilizam 4 altifalantes, todos da marca Visaton.
- Não tenho subs a complementar as caixas acústicas.
Eu já tive oportunidade de ouvir um amplificador a válvulas (um yaqin mc-10L de 50w) a tocar com umas colunas feitas a partir de um kit da Davis, com 95db e equipadas com um tweeter da Jbl dos anos 60 e o som era fabuloso. Não tem nada a haver com o som das demonstrações dos audioshows, onde associam amplificadores a válvulas a colunas "normais" de baixo rendimento, apesar do som ser muito agradável de ouvir.
Infelizmente, essas colunas são de grande volume, e não tenho espaço para elas
Tambem concordo, que a adição de um ou dois subs, deve ser muito interessante para auxiliar as caixas acústicas.
Cumps
"Western.."
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
westernelectric escreveu:
Para as caixas actuais, normalmente, de pouco volume interno, terão de ser amplificadores com alguma potência, se calhar mais de 80W, para que os graves não "borrem muito a pintura".
Não compreendo esta frase.
Falando por experiência própria o problema pode também estar no seu amplificador achinesado.
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
westernelectric,
Na minha opinião vale a pena investir num bom sub, embora nem todas as gravações possuam subgraves.
O legal é que pode-se variar o corte do modo que mais nos agrada, ou de acordo com a sala de audição ou ainda "dar uma ajuda" para as caixas acústicas. Mas se o problema de falta de graves for do amplificador fica bem mais difícil.
Abraços.
José
Na minha opinião vale a pena investir num bom sub, embora nem todas as gravações possuam subgraves.
O legal é que pode-se variar o corte do modo que mais nos agrada, ou de acordo com a sala de audição ou ainda "dar uma ajuda" para as caixas acústicas. Mas se o problema de falta de graves for do amplificador fica bem mais difícil.
Abraços.
José
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
José Augusto escreveu:Mozartiano escreveu:
Olá Krell
Claro, claro. O Brasil até tem igualmente algumas publicações de temática audiófila e ''videófila'' se é que se poderá chamar assim, como por exemplo a conhecida; Video Som & Cia, da distribuidora brasileira ANER/Europanet, na qual possuo alguns exemplares, ou seja, é a Video & DVD á Portuguesa. Sem querer desprestigiar como óbviamente uma e outra publicacções.
Penso até de que, e sem receio de desmentido, me atreverei a dizer que o Brasil possivelmente terá mais publicações de assuntos releccionados com o audio, do que Portugal, tendo em conta a dimensão de cada país. Óbviamente Portugal cabe num dos mínúsculos pântanos espalhado por milhares e milhares de m2 de terrenos que o Brasil tem, mas isso para agora...
Agora, e como muito bem diz o Krell, o tal nicho, ou pedaço de ''terra'', onde alguns audiófilos e melómanos existem,e formem a sua comunidade, possivelmente existirá sem dúvida, certamente serão poucos. só que não estarão é direccionados para o audio.
O sol e tanto, a praia igualmente, as belezas também( Eh lá, qualquer dia sou corrido á pedrada pela administração, a falar em belezas... ) A língua Portuguesa contráriamente á Brasileira é muito traiçoeira
![]()
![]()
As preocupações sociais são tantas, que o povo Basileiro, para ''esconder'' tamnhas tristezas, preparam-se o ano todo para Sambar, no Sambódramo.
Eh isso aí cara, vamolá mexer essa bunda beleza. Toca aí meu irmão
Abraço
Olá Mozartiano,
Permite-me entrar nessa conversa e postar minhas opiniões, já que sou lá desse Brasil?
O fato de existir ou não muitas publicações sobre áudio num país, não significa que esse tenha ou não muitos audiófilos “dos bons”.
Por falar nisso, o termo audiófilo é muito mais amplo, o audiófilo dos bons não é “dobrado” facilmente pela análise estampada nas revistas. O audiófilo dos bons é um chato de galocha que testa e re-testa os aparelhos antes da compra, afinal ele sabe que a indústria do high end visa lucro acima de tudo, como qualquer outra indústria capitalista.
Nos pântanos que existem as maiores biodiversidades. Por falar nisso, o Brasil atualmente é o país com a maior biodiversidade dentre todos. Eu disse “atualmente”, pois no passado a região amazônica foi leito de mar e atualmente a biosfera está passando por mudanças drásticas. Mudanças essas que não respeitam fronteiras políticas.
Os problemas sociais são vividos por todos os povos dos países do mundo capitalista-consumista. Ou seja, mas especificamente, quem é “pobre financeiramente” sofre tudo quanto é tipo de problema com mais intensidade.
Ah sim! As mulheres brasileiras.... humm! Existem aqui mulheres para todos os gostos, morenas, mulatas, loiras, negras, etc. Afinal é um país formado por vários povos, vindos de várias partes do mundo, criando raízes.
Que eu saiba esses "povos" não saem correndo daqui e reclamando daqui.
Abraços.
Oi cara tudo legal com voçê meu irmão? isso aí beleza.
Agora a sério, o problema não é esse, o nervo da questão, é precisamente aqueles ''audiófilos'' que ouvem aparelhos em vez de escutar música.
Esta é a grande diferença. Porque ouvir a mesma ária de ópera, o mesmo concerto, o mesmo solista vezes sem conta com o fim de descobrir uma nuance timbrica e diferente, não é a mesma coisa que ouvir centenas e centena de discos, pois o ouvir estas centenas de discos, não será sinónimo óbviamente de assimilação musical, muito antes pelo contrário.
Alguns ''audiófilos'' que por cá habitam praticam tudo menos a audio+philia, como se sabe audio significa som e philos amigo = amigo do som, e muitos jeitosos que se fazem desfilar por alguns dos eventos de temática audiófila ou comercial qpor esse ''país fora'' ( Lisboa e Porto ) desfilam como de uma passarelle de haute couture parisienne se tratasse, os tais arrogantes, que por terem enjaulados uns amplificadores feitos por encomenda e amordaçadas mais umas colunas feitas igualmente por encomenda (Isto é o High End ), pensam que o graal sónico está em suas casas. Para quê?
Posto isto, isso de se dizer que A, B, ou C, é audiófilo. tem muito que se lhe diga, o mesmo de se dizer: Olha aquele é um Guru...E pergunto eu! A que tribo pertençe?
Eh lá esta saíu-me bem, modestia á parte. Presunção e água benta....
Saudações Audiófilas
Re: Experiência com os amplificadores valvulados
Caro Mozartiano,
Um sistema de som é um meio e não um fim.
Um sistema dos bons nos faz esquecer dele e nos concentrarmos na música e quando isso acontece o objetivo da audiofilia é alcançado.
O engraçado é que o sistema de som, quando cumpre sua função, "desaparece". Isso é quase um paradoxo.
Concorda?
Um sistema de som é um meio e não um fim.
Um sistema dos bons nos faz esquecer dele e nos concentrarmos na música e quando isso acontece o objetivo da audiofilia é alcançado.
O engraçado é que o sistema de som, quando cumpre sua função, "desaparece". Isso é quase um paradoxo.
Concorda?
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