Rel Quake com Kef iQ5

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Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  bbarreira2008 em 31/5/2010, 12:20

Boas pessoal! Cá venho humildemente pedir a vossa sabia ajuda. Tenho neste momento umas Kef iQ5 para stereo que gosto bastante mas infelizmente tem um baixo fraquinho...a própria configuração da sala não ajuda a um bass mais intenso. Assim surgiu a hipótese de comprar um subwoofer Rel Quake aqui ao forista Furtado para acompanhar as Kef. O que dizem? acham que a integração vai ser boa ou vai parecer deslocada? Claro que podia optar por umas colunas melhores e com bass mais presente mas, uma vez que mais tarde tb quero investir no multicanal o subwoofer dá-me jeito e por outro lado não me queria desfazer das Kef pk 1º gosto mto do som que debitam, 2º Gosto do design e integram-se perfeitamente no espaço, 3º já li que são óptimas para multicanal e 4º pk para comprar algo realmente melhor teria de gastar bastante. Acham que este sub vai trazer aquele plus que procuro? e em cinema? é forte? É claro que há outros subs, uns mais em conta e uns mais caros mas agradeço que se refiram especificamente a este. Obrigado a todos desde já!

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  Convidad em 31/5/2010, 13:46

Caro bbarreira2008,

A integração de um subwoofer num sistema é uma epopeia daquelas cuja narrativa nem sempre acaba com o herói em delírio triunfante. Falo por experiência própria. Desde há muito que (continuo) a tentar integrar subwoofers e caixas dedicadas aos baixos no sistema de som, e não tem sido fácil. No meu caso, e como grande apreciador de música para órgão, procuro que o sistema desça o mais baixo possível, e claro está, com a precisão necessária.

O primeiro passo que dei, foi tentar determinar a frequência de corte.
Depois começaram as experiências com os volumes dos (no meu caso) dois componentes, passa-baixo e passa-alto.
Terceira etapa, e após ter acertado mais ou menos os volumes, escuta de algumas peças favoritas para aferir acerca do andamento do »trabalho«. Tantas quanto possível, e de preferência com caneta e papel, ou mesmo folha de cálculo no portatil, para não perder pitada do julgamento.
Quarta fase, a mais perigosa. Os pequenos ajustes. Aqui, geralmente, não me domino e arrisco mais que o pequeno toque, e atrevido, dou cabo de tudo.

Ajuda muito se podermos variar a frequência de corte, mas isso é um luxo que nem todos os XOvers activos, ou incluídos nos subwoofers nos permitem.
Quando o subwoofer funciona por adição, isto é, não há frequência de corte, as colunas »principais« continuam a funcionar full-range, aí só podemos trabalhar com o volume do subwoofer. Não sendo um seguidor do quasi-dogma »deve-se regular o volume do subwoofer até ao nível em que se note a falta dele, e voltar um ponto atrás», também não ando muito longe deste procedimento.

Posso-lhe garantir que vai ter muito trabalho pela frente, mas também muito gozo.

Fundamental: Não deixe que a inclusão do subwoofer estrague ou deteriore aquilo que as suas colunas têm de bom. Se sentir que determinada regulação do SW lhe dá o peso de graves que gosta, mas entretanto, perdeu qualquer atributo do sistema, seja ele qual for, volte atrás e dê novamente as cartas.

Finalmente, acho que independentemente da marca e modelo do SW, se não experimentar, nunca saberá o resultado. Casamentos feitos à medida e por antecipação, só nos filmes. Sinergias, sim, mas só depois de devidamente comprovadas. E de papel passado com certificação dos ouvidos do próprio.

Não se esqueça de informar a malta. Todas as ajudas são preciosas nesta aventura.

Cumprimentos,

Mário

Post Scriptum: Para abrir jogo, ajuda termos uma ideia do tipo de graves que gostamos/procuramos. E também se o tipo de música que mais ouvimos tem necessidade desses graves.

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  bbarreira2008 em 31/5/2010, 21:21

Mto obrigado pela sua exposição caro Mário. De facto não deve ser pêra doce a integração de um sub. Vai ser épico! Mas espero no fim valer a pena. Mas as suas palavras confundiram-me..então o Quake não tem essa função no Xover de seleccionar a frequência a partir da qual queremos que o sub tome conta dos graves(por Hi-Level)? Mais uma coisa, através da ficha neutrik os graves não vão ser totalmente roubados para o sub certo? Ou seja, o woofer dos graves das Kef não entrarem em acção ficando tudo pró Rel..isso é que devia ser interessante...Mas como isso deve ser impossível e assim se bem percebo, devo apenas seleccionar a frequência a partir da qual quero o rel a fazer os graves, que nas Kef será a partir dos 43Hz sensivelmente.. no fundo o que eu queria nem era tanto a extensão do bass a frequências mais baixas mas sim uma maior pujança e presença no geral.. Acho que só mesmo experimentando.

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  Convidad em 31/5/2010, 21:40

Caro Bailote,

Eu não conheço esse SW.

Tem algum link onde eu possa tirar informação?

Logo que o pessoal cá em casa estiver todo a dormir, terei algum sossego e vou tentar ajudá-lo com mais precisão.

Cumprimentos,

Mário

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  bbarreira2008 em 31/5/2010, 21:58

Bailote??
Aqui fica o link http://www.rel.net/quake.htm
Agradeço desde já a sua disponibilidade para ajudar

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  manel1 em 31/5/2010, 22:11

Viva,

Esse subwoofer é muito bom (e já agora caro), se o conseguir por um bom preço é uma boa compra. É um sub com excelentes criticas, rápido o suficiente para não o deixar ficar mal em estéreo. Não é sub do estilo uma nota só como algumas propostas mais baratas.

No entanto aquilo de conseguir uns graves com mais pujança poderá não ser bem conseguido, certamente notará muito mais corpo nos registos mais graves e extensão. Pelo menos para cinema tem sucesso garantido, se no estéreo não ficar tão bem, sempre o pode desligar e mais tarde ponderar a aquisição de novas colunas (embora a amplificação e fonte tenham aqui um papel muito importante, nomeadamente o amplificador).

Boas compras

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  bbarreira2008 em 31/5/2010, 23:12

Caro Manel obrigado pelo conselho. Se tiver um bass com mais corpo mas o mesmo requinte das Kef (ou mais se possível) já valerá a pena o dinheiro. É que para certos tipos de musica as Kef chegam e não sinto a falta de sub concentrando-me apenas na clareza dos médios e agudos tão doces que saem destas pequenas colunas (principalmente depois dos Kimber 8TC) mas para outros é notória sua falta de "punch" pk aquela batida que nos puxa é demasiado seca quando deveria ser mais carnuda.. Anteriormente tinha umas Wharfedale diamond 8.1 que não tocavam nada mal mas eram mto grandes pró meu espaço e saturavam demasiado o som..então os graves eram quase sempre exagerados e descontrolados ofuscando mto o mid range..não é isso que procuro com o Rel. O que procuro é mesmo, ter aquele WOW em home cinema e aquele Humm em stereo..

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  manel1 em 31/5/2010, 23:39

Qual é o resto do sistema? tamanho da sala?
Neste site o individuo utiliza um sub, mas se tiveres hipótese de experimentar em casa é bem melhor.
http://www.audioenz.co.nz/2007/kef_iq5.shtml

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  bbarreira2008 em 31/5/2010, 23:56

Tenho um Amp Cambridge Audio 640A v2 + Leitor de cds Cambridge Audio 640C v2 + Gira Pro-Ject Xperience Comfort com célula Denon DL-110 com o repectivo pré tb da CA o 640p. Acaba por ser um som quente mas não demasiado (como um Marantz que tive) mas que é bem contrabalançado com alguma imediaticidade dos Kimber 8TC (na minha opinião claro) Sinto que neste momento o elo mais fraco é o Amp pelo que será talvez o primeiro upgrade a fazer.. quanto à sala não sei..é um quarto..mas relativamente grande até pk juntei dois quartos num. Abri uma porta na parede

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  manel1 em 1/6/2010, 00:31

Experimente colocar as colunas mais próximas da parede traseira e um pouco mais junto aos cantos se possível, certamente ira perder um pouco da imagem estereofónica mas poderá encontrar um compromisso.

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  Convidad em 1/6/2010, 00:45

Caro bbarreira2008,

As minhas desculpas pela confusão com o seu nick.

Para ser franco, e independentemente da fama do REL (que volto a frisar, não conheço pessoalmente…) não fiquei muito seduzido pelo que li. Não gostei da forma como é feita a ligação ao sistema principal, não gostei da filosofia »este SB foi desenhado para reproduzir as frequências que são sentidas e não ouvidas«. Isto parece-me um pouco ilusório, e já tive uma experiência muito curiosa com um dispositivo deste tipo. Mas quem sou eu…

Parece-me mais aconselhável, dançar com as suas colunas numa tentativa de obter uma reprodução de graves mais adequada ao seu gosto. São umas excelentes colunas, e pelo que descreve, tem sala para fazer experiências.

É claro que tudo o que acima afirmo se tornará despiciendo caso o preço seja estupidamente tentador. Pode sempre ficar com o REL para o seu 5.1 (ou qualquer coisa.1). O REL não é um subwoofer, mas sim um sub bass, daí a filosofia do fabricante. Eu se tivesse um sistema como o seu, não compraria o REL para melhorar o desempenho do mesmo. Como disse, não sei qual a sua definição de graves. Os graves de um bombo, ou de um baixo eléctrico, quando comparados com os graves de um órgão tubular, ou mesmo de um grave sintetizado, são trocos. Podemos também trocar impressões sobre termos como punch, extensão, etc.

Escrito isto, espero que caso decida comprar o REL, prove que todas as minhas teorias foram por água abaixo. Estou sempre a tempo de aprender.

Abraço,

Mário João Ceia

Post scriptum: Nem me atrevo a escrever que sou adepto de 2 subwoofers para o stereo. Isso fica para outra altura, pois de certeza que iria desencadear uma onda de pancadaria aqui no fórum.

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  bbarreira2008 em 1/6/2010, 11:14

M Fernandes escreveu:Caro bbarreira2008,

As minhas desculpas pela confusão com o seu nick.

Para ser franco, e independentemente da fama do REL (que volto a frisar, não conheço pessoalmente…) não fiquei muito seduzido pelo que li. Não gostei da forma como é feita a ligação ao sistema principal, não gostei da filosofia »este SB foi desenhado para reproduzir as frequências que são sentidas e não ouvidas«. Isto parece-me um pouco ilusório, e já tive uma experiência muito curiosa com um dispositivo deste tipo. Mas quem sou eu…

Parece-me mais aconselhável, dançar com as suas colunas numa tentativa de obter uma reprodução de graves mais adequada ao seu gosto. São umas excelentes colunas, e pelo que descreve, tem sala para fazer experiências.

É claro que tudo o que acima afirmo se tornará despiciendo caso o preço seja estupidamente tentador. Pode sempre ficar com o REL para o seu 5.1 (ou qualquer coisa.1). O REL não é um subwoofer, mas sim um sub bass, daí a filosofia do fabricante. Eu se tivesse um sistema como o seu, não compraria o REL para melhorar o desempenho do mesmo. Como disse, não sei qual a sua definição de graves. Os graves de um bombo, ou de um baixo eléctrico, quando comparados com os graves de um órgão tubular, ou mesmo de um grave sintetizado, são trocos. Podemos também trocar impressões sobre termos como punch, extensão, etc.

Escrito isto, espero que caso decida comprar o REL, prove que todas as minhas teorias foram por água abaixo. Estou sempre a tempo de aprender.

Abraço,

Mário João Ceia

Post scriptum: Nem me atrevo a escrever que sou adepto de 2 subwoofers para o stereo. Isso fica para outra altura, pois de certeza que iria desencadear uma onda de pancadaria aqui no fórum.

-"Não gostei da forma como é feita a ligação ao
sistema principal". Como assim? pela ficha neutrik? qual a forma adequada na sua opinião?
-"
Parece-me mais aconselhável, dançar com as suas
colunas numa tentativa de obter uma reprodução de graves mais adequada". Pois eu até gostava mas infelizmente na posição em que as Kef se encontram é-me impossível mexer..é uma parede que tem em ambos os lados uma porta ficando o espaço para colunas e rack no meio..chega-las para trás já experimentei mas o ganho não foi assim tão significativo que compensasse as perdas que se verificaram..o próprio sofá fica algo distante e quanto mais as afasto pior.Pior mesmo é não as poder afastar uma da outra mais de 2 metros..3m60cm seria o ideal em relação à minha posição de audição.
-"
O REL não é um subwoofer, mas sim um sub bass". Quais as diferenças?

A questão é precisamente a de aproveitar o negócio.. andando eu atrás de um sub para cinema à algum tempo pelo que li este Rel parece-me excelente. Quer pelo tamanho(pikeno) quer pela cor que é black como as Kef quer pelo desempenho que em conjunto com as iq5 em home cinema deverá ser o que procuro. Claro que pelo preço de venda ao publico não o compraria assim sem mais..é mto dinheiro para algo tão especifico. Mas assim pelo preço de um sub entry level fico com uma coisa melhor e com a funcionalidade Hi-level para stereo.
Depois de o ter dou inicio à saga da afinação e no fim digo-lhe se está errado ou se em stereo é turn off e pronto! Abraço

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  Convidad em 1/6/2010, 12:48

Boa tarde,

Segundo percebi através da leitura do manual do Quake, a ligação (preferencial) é feita através de um paralelo das saídas de altifalantes do amplificador do sistema. Não me agrada.

Qual é a distância entre colunas, e das colunas ao se sweet spot?

A diferença, segundo a minha interpretação entre um SW e um SB, reside no facto de em termos gerais o SW cobrir as frequências abaixo daquelas que os woofers das colunas comuns reproduzem, enquanto, e segundo a filosofia da REL, os SB tentarão reproduzir as frequências mais baixas que os nossos ouvidos não conseguirão discernir, mas que nos afectarão de outra forma sensorial. Se calhar teríamos de entrar no campo da Psicoacústica para melhor compreender esta cegada.

Acresce que neste caso, o SB trabalha em paralelo com as colunas principais, enquanto que na generalidade dos casos, um (ou dois) SW complementarão as colunas existentes. Reitero que o meu conhecimento acerca da REL e da sua filosofia, é apenas do tipo »lambido na véspera do exame«.

Considerando a hipótese de um negócio muito vantajoso, acho que fará bem em não hesitar.

Abraço,

Mário

Post Scriptum: Qual é o tipo de música que ouve preferencialmente?
Em que circunstãncias e em que instrumentos sente que as suas KEF são leves nos graves?

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Re: Rel Quake com Kef iQ5

Mensagem  bbarreira2008 em 2/6/2010, 00:37

M Fernandes escreveu:Boa tarde,

Segundo percebi através da leitura do manual do Quake, a ligação (preferencial) é feita através de um paralelo das saídas de altifalantes do amplificador do sistema. Não me agrada.

Qual é a distância entre colunas, e das colunas ao se sweet spot?

A diferença, segundo a minha interpretação entre um SW e um SB, reside no facto de em termos gerais o SW cobrir as frequências abaixo daquelas que os woofers das colunas comuns reproduzem, enquanto, e segundo a filosofia da REL, os SB tentarão reproduzir as frequências mais baixas que os nossos ouvidos não conseguirão discernir, mas que nos afectarão de outra forma sensorial. Se calhar teríamos de entrar no campo da Psicoacústica para melhor compreender esta cegada.

Acresce que neste caso, o SB trabalha em paralelo com as colunas principais, enquanto que na generalidade dos casos, um (ou dois) SW complementarão as colunas existentes. Reitero que o meu conhecimento acerca da REL e da sua filosofia, é apenas do tipo »lambido na véspera do exame«.

Considerando a hipótese de um negócio muito vantajoso, acho que fará bem em não hesitar.

Abraço,

Mário

Post Scriptum: Qual é o tipo de música que ouve preferencialmente?
Em que circunstãncias e em que instrumentos sente que as suas KEF são leves nos graves?

Não ouço um tipo de música especifico.. Vou ouvindo e querendo sempre conhecer mais. Ultimamente tenho ouvido mais os clássicos.. Beatles, Pink Floyd, Led Zeppelin, mas tb coisas mais actuais como Kings of Leon ou The XX (grande album). Ouço algum jazz como Miles, Coltrane, Diana Krall, Stan getz o piano de Keith Jarrett a bossa nova de João Gilberto..mas se for preciso ouvir Metallica tb ouço, e gosto mto!!Tanto que até fui ao concerto dia 19. Sou como que um apreciador em aberto.

Quanto à questão dos graves é quase sempre que sinto essa falta. Curiosamente quando a musica tem graves fortes e acentuados (Massive Attack) não sinto falta de mais embora pudessem ter um impacto mais directo e visceral. Em Rock no geral é que perde mto..não é na definição do baixo até pk nisso são impecáveis. Consigo absorver cada nota. é mais naquele impacto por exemplo na bateria que falta. Aquele ritmo de bass forte e rápido. Por exemplo na money dos Pink Floyd, naquele musical a meio da musica ouço a guitarra de forma espectacular assim como o baixo a tarola da bateria e os pratos mas naquelas transições da tarola para os bombos pratos e afins queria mais graves, mais poderosos. Sinto tudo mto mid range para cima..enfim..sou eu que estou a ser exigente. Grande abraço

bbarreira2008
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Re: Rel Quake com Kef iQ5

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