O sistema e a sala
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Re: O sistema e a sala
[quote="onga-ku"]
Caro Ricardo,
creio que està na fase em que necessita ouvir coisas... Mais tarde compreenderà que a verdadeira HiFi nao se ouve, nada de demonstrativo nao è reproduzido, apenas a musica !!!
Nesse dia compreenderà a minha frase, e parabens pelo sistema actual, apesar de tudo ...
Até+
td124 escreveu:
...
Na altura escutava acima de tudo música acústica, pequenos agrupamentos de étnica e jazz vintage...depois veio a paixão por Bruckner, por Brahms, por Tachikovsky, por Berlioz e não tive alternativa se não despachá-lo.
Digamos que era um bom sistema para reproduzir quartetos de corda numa pequena sala, mas que padecia de alguns males importantes como limitações ao nível da dinâmica e dos extremos de frequência, e uma sonoridade algo velada e monofónica que atribuo ao DAC (será uma assinatura da configuração filterless non-oversampling?).
Actualmente estou bastante bem servido: a fonte (graças às modificações) é de uma resolução tímbrica e suavidade magníficas e as colunas também são bastante boas...apenas aguardo a modificação do amplificador e penso que terei um sistema para muitos anos de escutas musicais.
Até breve,
Ricardo
Caro Ricardo,
creio que està na fase em que necessita ouvir coisas... Mais tarde compreenderà que a verdadeira HiFi nao se ouve, nada de demonstrativo nao è reproduzido, apenas a musica !!!
Nesse dia compreenderà a minha frase, e parabens pelo sistema actual, apesar de tudo ...
Até+

td124- Membro Audiopt

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Re: O sistema e a sala
td124 escreveu:onga-ku escreveu:
...
Na altura escutava acima de tudo música acústica, pequenos agrupamentos de étnica e jazz vintage...depois veio a paixão por Bruckner, por Brahms, por Tachikovsky, por Berlioz e não tive alternativa se não despachá-lo.
Digamos que era um bom sistema para reproduzir quartetos de corda numa pequena sala, mas que padecia de alguns males importantes como limitações ao nível da dinâmica e dos extremos de frequência, e uma sonoridade algo velada e monofónica que atribuo ao DAC (será uma assinatura da configuração filterless non-oversampling?).
Actualmente estou bastante bem servido: a fonte (graças às modificações) é de uma resolução tímbrica e suavidade magníficas e as colunas também são bastante boas...apenas aguardo a modificação do amplificador e penso que terei um sistema para muitos anos de escutas musicais.
Até breve,
Ricardo
Caro Ricardo,
creio que està na fase em que necessita ouvir coisas... Mais tarde compreenderà que a verdadeira HiFi nao se ouve, nada de demonstrativo nao è reproduzido, apenas a musica !!!
Nesse dia compreenderà a minha frase, e parabens pelo sistema actual, apesar de tudo ...![]()
Até+
Caro Paulo,
Na realidade tendo a aborrecer-me a ouvir e analisar sons e a menos que o sistema seja muito mau rapidamente me perco na música (desde que esta seja do meu agrado).
Quando ligo o sistema é para escutar.
Até hoje o sistema que conheço melhor reproduz música sinfónica é o do Ricardo Domingos (CD Pioneer e amplificação Marantz extensamente modificados e colunas BW) e a minha electrónica será igual à deste sistema.
Mas conforme já referi, falta-me ouvir um bom sistema de SET e cornetas, melhor do que as habituais demonstrações da Avantgarde que, tal como os melhores sistemas de high end, estão alguns furos abaixo do meu (já referido) sistema de referência.
Até breve,
Ricardo
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Re: O sistema e a sala
Gostava de deixar aqui uma questão a qual há muito descansa no meu armazém profundo, mas que recorrentemente me atormenta (mais do que eu gostaria).
Começo por confessar que tal como o Ricardo, o que me faz respirar é a música, e só em casos de extrema gravidade, é que os meus ouvidos tendem a fechar-se a obras que me agradem.
Posto isto, lá vai a história. Nos primórdios da minha aventura audio, era um purista, dedicado de corpo e alma aos SET e Full-range. Como na altura tocava em bandas de Jazz e Blues acústicos, era esta a música que ouvia predominantemente. E claro, a malta amiga também levava com as gravações dos grupos onde eu tocava.
Surgiu então a hipótese de ir estudar para Londres. E lá fui eu. Estoirei todo o dinheiro que tinha amealhado, não em equipamento, mas em bilhetes para os mais variados concertos de música. E mamei tudo e mais alguma coisa. Desde Segovia, a Sarah Vaughan, até às grandes orquestras. E aqui começou o problema. Chegado a Portugal, com a mania que ia mudar o país, depressa cheguei à conclusão que era eu que tinha de mudar, nomeadamente o meu sistema audio. E porquê?
Porque, por exemplo, quando quis ouvir Berlioz, a »Marcha para o cadafalso« soava mais como »E agora de castigo, vais jantar a casa da sogra, um menu que não gostas, um cheiro que te enjoa, e ainda por cima está um dia cinzento». Enfim, embora com um ligeiro peso punitivo, e com alguma sinstesia, mas nada que se assemelhasse a uma marcha para o cadafalso.
E a coisa piorou com os órgãos de Bach, Mahler, Stravinsky, Blues eléctrico, e por aí fora.
Lá foram as Full-range.
E aqui é que está a minha questão. Embora eu respeite e defenda todos os que juram pelos seus sistemas Full-range, como é que eu poderia continuar a usar o meu sistema Fr, se depois de um banho fenomenal de música vivinha da costa, esse mesmo sistema não correspondia de todo aquilo que eu pretendia ouvir reproduzido?
Desde que me »matriculei« neste fórum, a vontade de voltar aos SET e às Full-range, tem sido enorme.
Por isso peço a Vossa ajuda. Onde é que esta alminha errou?
Cumprimentos,
Mário
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Re: O sistema e a sala
Ah, se tivesse visto isto não tinha de presumir nada
Esse amp realmente é o ponto fraco do conjunto... mas tens de dar alguma volta à sala, não podes estar a ouvir a meio... se bem percebi é o que acontece.
Esse amp realmente é o ponto fraco do conjunto... mas tens de dar alguma volta à sala, não podes estar a ouvir a meio... se bem percebi é o que acontece.

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Re: O sistema e a sala
Tenho que dar os meus sinceros parabéns ao caro Ricardo pelo excelente tópico que aqui lançou. Com belíssimas fotos de equipamento de sonho. Leva-me a pensar que ás vezes somos demasiado exigentes com este nosso hobby. Eu sei que o amor à musica a isso nos obriga, mas muitas das coisas que tens e que tivestes, dariam para muitos comuns mortais serem felizes, até que a morte os separasse.
Um dos problemas é que a constante busca do "melhor" (ou não) inquieta-nos e tira-nos tempo para aquilo que gostamos mais, que é ouvir musica. Mas penso que é uma cruz à qual não podemos fugir com facilidade.
Depois há também o factor da habituação. O que muitas vezes nos soa maravilhosamente bem quando mudamos algo, passado uns meses e a fase de namoro, já lhe começamos a encontrar uns defeitos aqui e ali. Faz lembrar aquela do falecido Raul Solnado, que dizia que no namoro ela tinha um sinal e passado uns anos já era uma verruga.
Por outro lado, são estas "inquietudes" da alma que proporcionam este tipo de tópicos interessantes e consequente troca de ideias e conversas saudáveis.
Um dos problemas é que a constante busca do "melhor" (ou não) inquieta-nos e tira-nos tempo para aquilo que gostamos mais, que é ouvir musica. Mas penso que é uma cruz à qual não podemos fugir com facilidade.
Depois há também o factor da habituação. O que muitas vezes nos soa maravilhosamente bem quando mudamos algo, passado uns meses e a fase de namoro, já lhe começamos a encontrar uns defeitos aqui e ali. Faz lembrar aquela do falecido Raul Solnado, que dizia que no namoro ela tinha um sinal e passado uns anos já era uma verruga.
Por outro lado, são estas "inquietudes" da alma que proporcionam este tipo de tópicos interessantes e consequente troca de ideias e conversas saudáveis.
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Re: O sistema e a sala
M Fernandes escreveu:
Gostava de deixar aqui uma questão a qual há muito descansa no meu armazém profundo, mas que recorrentemente me atormenta (mais do que eu gostaria).
Começo por confessar que tal como o Ricardo, o que me faz respirar é a música, e só em casos de extrema gravidade, é que os meus ouvidos tendem a fechar-se a obras que me agradem.
Posto isto, lá vai a história. Nos primórdios da minha aventura audio, era um purista, dedicado de corpo e alma aos SET e Full-range. Muito bom começo... Como na altura tocava em bandas de Jazz e Blues acústicos, era esta a música que ouvia predominantemente. E claro, a malta amiga também levava com as gravações dos grupos onde eu tocava.
Surgiu então a hipótese de ir estudar para Londres. E lá fui eu. Estoirei todo o dinheiro que tinha amealhado, não em equipamento, mas em bilhetes para os mais variados concertos de música. E mamei tudo e mais alguma coisa. Desde Segovia, a Sarah Vaughan, até às grandes orquestras. E aqui começou o problema. Chegado a Portugal, com a mania que ia mudar o país, depressa cheguei à conclusão que era eu que tinha de mudar, nomeadamente o meu sistema audio. E porquê?
Porque, por exemplo, quando quis ouvir Berlioz, a »Marcha para o cadafalso« soava mais como »E agora de castigo, vais jantar a casa da sogra, um menu que não gostas, um cheiro que te enjoa, e ainda por cima está um dia cinzento». Enfim, embora com um ligeiro peso punitivo, e com alguma sinstesia, mas nada que se assemelhasse a uma marcha para o cadafalso.
E a coisa piorou com os órgãos de Bach, Mahler, Stravinsky, Blues eléctrico, e por aí fora.
Lá foram as Full-range. Compreendo perfeitamente...
E aqui é que está a minha questão. Embora eu respeite e defenda todos os que juram pelos seus sistemas Full-range, como é que eu poderia continuar a usar o meu sistema Fr, se depois de um banho fenomenal de música vivinha da costa, esse mesmo sistema não correspondia de todo aquilo que eu pretendia ouvir reproduzido?
Desde que me »matriculei« neste fórum, a vontade de voltar aos SET e às Full-range, tem sido enorme. Isso quer dizer que hoje voçê ganhou coisas em melhor com o sistema actual, mas que havia coisas nas full-range que hoje nao tém...
Por isso peço a Vossa ajuda. Onde é que esta alminha errou? As full-range ao principio da viagem audiofila sao uma etapa e nao a meta. Ao meio da viagem sao um desgosto, mas à medida que avançamos elas tornao-se uma evidência. Nao creio que haja erro da sua parte mas, a conviçao que é preferavel menos mas melhor, que o contrario...
Mas é possivel, e provavel, que eu nao tenha razao no que digo, pois hà full-range e full-range !!!
Cumprimentos,
Mário
Até+

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Re: O sistema e a sala
Muito obrigado amigo TD124.
Só uma pequena nota; as full-range nunca foram uma desilusão ou desgosto.
Apenas vesti outro casaco, o qual na altura me pareceu assentar melhor.
Se calhar agora já estou farto de casacos e gravatas...
Abraço,
Mário
Post Scriptum: Actualmente, e para destabilizar, tenho passado bastante tempo a ouvir gravações Mono, com célula Mono e com uma (1) Quad ESL-57. E gosto. Tenho uma grande vantagem sobre muita gente. Moro muito perto do Hospital Júlio de Matos em Lisboa...
Só uma pequena nota; as full-range nunca foram uma desilusão ou desgosto.
Apenas vesti outro casaco, o qual na altura me pareceu assentar melhor.
Se calhar agora já estou farto de casacos e gravatas...
Abraço,
Mário
Post Scriptum: Actualmente, e para destabilizar, tenho passado bastante tempo a ouvir gravações Mono, com célula Mono e com uma (1) Quad ESL-57. E gosto. Tenho uma grande vantagem sobre muita gente. Moro muito perto do Hospital Júlio de Matos em Lisboa...
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Re: O sistema e a sala
M Fernandes escreveu:Muito obrigado amigo TD124.
Só uma pequena nota; as full-range nunca foram uma desilusão ou desgosto.
Apenas vesti outro casaco, o qual na altura me pareceu assentar melhor.
Se calhar agora já estou farto de casacos e gravatas...
Abraço,
Mário
Post Scriptum: Actualmente, e para destabilizar, tenho passado bastante tempo a ouvir gravações Mono, com célula Mono e com uma (1) Quad ESL-57. E gosto. Tenho uma grande vantagem sobre muita gente. Moro muito perto do Hospital Júlio de Matos em Lisboa...
Ó Mário, essa não, eheheheh

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Re: O sistema e a sala
M Fernandes escreveu: Tenho uma grande vantagem sobre muita gente. Moro muito perto do Hospital Júlio de Matos em Lisboa...
Actual Parque da Saúde... com lindas árvores e lindos edifícios baixinhos, uma zona calma, a não ser que a malta que vai à Junta Médica e é mandada interromper a baixa e trabalhar desate a vociferar.

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Re: O sistema e a sala
M Fernandes escreveu:Muito obrigado amigo TD124.
Só uma pequena nota; as full-range nunca foram uma desilusão ou desgosto.
Apenas vesti outro casaco, o qual na altura me pareceu assentar melhor.
Se calhar agora já estou farto de casacos e gravatas...
Abraço,
Mário
Post Scriptum: Actualmente, e para destabilizar, tenho passado bastante tempo a ouvir gravações Mono, com célula Mono e com uma (1) Quad ESL-57. E gosto. Tenho uma grande vantagem sobre muita gente. Moro muito perto do Hospital Júlio de Matos em Lisboa...
Olà mario,
Graças à sua intervençao, penso à citaçao de um grande mestre budista K. Rinpoché, que diz mais ou menos "A nasçensa todos os homens sao iguais, aos quarenta todos sao unicos, mas aos oitenta somos todos unicos e iguais".
Talvez seja esta a grande liçao da alta-fidelidade, é que finalmente o audio, é apenas uma escola de vida disfarçada em disciplina técnica e que somos todos ainda muito novos para poder compreender todo o seu sentido... Para os japoneses, é uma disciplina iniciàtica, e quase uma arte !!!
O sonho começa, aonde as palavras acabam..., e como cantou um grande português, "O sonho comanda a vida, e cada vez que o homem sonha, o mundo pula e avança, como bola colorida entre as maos de uma criança"
A cultura portuguesa poderia ter dado origem, a uma grande escola de audio !!!
Até+
PS: Desculpe Ricardo, de transformar o seu post, num delirio mistico/filosofico, mas é bom às vezes...
Última edição por td124 em 10/4/2010, 13:47, editado 1 vez(es)

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Re: O sistema e a sala
td124 escreveu:M Fernandes escreveu:Muito obrigado amigo TD124.
Só uma pequena nota; as full-range nunca foram uma desilusão ou desgosto.
Apenas vesti outro casaco, o qual na altura me pareceu assentar melhor.
Se calhar agora já estou farto de casacos e gravatas...
Abraço,
Mário
Post Scriptum: Actualmente, e para destabilizar, tenho passado bastante tempo a ouvir gravações Mono, com célula Mono e com uma (1) Quad ESL-57. E gosto. Tenho uma grande vantagem sobre muita gente. Moro muito perto do Hospital Júlio de Matos em Lisboa...
Olà mario,
Graças à sua intervençao, penso à citaçao de um grande mestre budista K. Rinpoché, que diz mais ou menos "A nasçensa todos os homens sao iguais, aos quarenta todos sao unicos, mas aos oitenta somos todos unicos e iguais".
Talvez seja esta a grande liçao da alta-fidelidade, é que finalmente o audio, é apenas uma escola de vida disfarçada em disciplina técnica e que somos todos ainda muito novos para poder compreender todo o seu sentido... Para os japoneses, é uma disciplina iniciàtica, e quase uma arte !!!
O sonho começa, aonde as palavras acabam..., e como cantou um grande português, "O sonho comanda a vida, e cada vez que o homem sonha, o mundo pula e avança, como bala colorida entre as maos de uma criança"
A cultura portuguesa poderia ter dado origem, a uma grande escola de audio !!!
Até+
PS: Desculpe Ricardo, de transformar o seu post, num delirio mistico/filosofico, mas é bom às vezes...
Continue, por favor.
O que me atrai mais no audio partilhado (o dos fórums) é a filosofia (e as pessoas) que o envolve, não as marcas e os aparelhos ou os seus mitos e as lendas.
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Re: O sistema e a sala
onga-ku escreveu:
Continue, por favor.
O que me atrai mais no audio partilhado (o dos fórums) é a filosofia (e as pessoas) que o envolve, não as marcas e os aparelhos ou os seus mitos e as lendas.

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Re: O sistema e a sala
Já recebi o amplificador há uma semana mas infelizmente não tenho tido grande tempo para audições.
A modificação, a cargo do Ricardo Domingos, é de tal modo profunda que do Marantz original apenas fica a caixa, o transformador e pouco mais...
Assim por alto, os maiores ganhos foram ao nível da suavidade e da transparência que permite ouvir os timbres dos instrumentos com grande clareza.
O enorme controlo das baixas frequências também é evidente, e o grave é agora mais claro e além de ir mais baixo tem uma gama tonal muito mais alargada.
A ausência de grão dá uma ideia aparente de menor capacidade ao nível dos micro-contrastes mas é uma questão de tempo até apagar o (mau) hábito da memória auditiva.
Agora tenho de voltar a afinar o posicionamento das colunas, que não vai ser o ideal (trata-se de uma sala de estar) mas o melhor possível, e substituir a cablagem interior das mesmas; só tenho pena que as colunas não sejam de caixa fechada, mas não se pode ter tudo na vida.
A modificação, a cargo do Ricardo Domingos, é de tal modo profunda que do Marantz original apenas fica a caixa, o transformador e pouco mais...
Assim por alto, os maiores ganhos foram ao nível da suavidade e da transparência que permite ouvir os timbres dos instrumentos com grande clareza.
O enorme controlo das baixas frequências também é evidente, e o grave é agora mais claro e além de ir mais baixo tem uma gama tonal muito mais alargada.
A ausência de grão dá uma ideia aparente de menor capacidade ao nível dos micro-contrastes mas é uma questão de tempo até apagar o (mau) hábito da memória auditiva.
Agora tenho de voltar a afinar o posicionamento das colunas, que não vai ser o ideal (trata-se de uma sala de estar) mas o melhor possível, e substituir a cablagem interior das mesmas; só tenho pena que as colunas não sejam de caixa fechada, mas não se pode ter tudo na vida.
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Re: O sistema e a sala
Estive a efectuar uma medição das colunas com novo posicionamento do ponto de escuta e o Marantz modificado.

Púrpura - coluna esquerda; Verde - coluna direita; Azul - mic
É engraçado ver as diferenças entre as curvas dos dois canais que reflectem a assimetria da sala.
As curvas inferiores referem-se à distorção harmónica.

Púrpura - coluna esquerda; Verde - coluna direita; Azul - mic
É engraçado ver as diferenças entre as curvas dos dois canais que reflectem a assimetria da sala.
As curvas inferiores referem-se à distorção harmónica.
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