O sistema dos 4 Gatos
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Re: O sistema dos 4 Gatos
LeoMP escreveu:Só gostaria de lembrar que esse falantes fullrange tem sua performance muito alterada dependendo do amplificador que é usado.
O meu par de fonkens tocou melhor até hoje com um single-ended de 5w por canal, com bons graves que deixam muitos satisfeitos e agudos extremamente suaves e agradáveis.
Outro fator é o tamanho do meu ambiente. Ele é pequeno e me permite usar 5W por canal. Se fosse maior estaria com problemas. Minhas colunas atuais não seriam suficientes.
Meu amplificador atual, de 18W está no limite e tive que pedir para o projetista fazer algumas alterações para melhor casamento com minha colunas. Mais do que isso as colunas ficam com uma figura tonal ascendente (poucos graves, muitos agudos).
Nunca devemos falar "a coluna é". Devemos falar "A coluna + sala + amplificador são".
Estou encomendando um single-ended de 5W por canal usando duas 2A3 por canal. O amp ainda está em fase de projeto pois estamos acertando alguns detalhes ainda. Vou colocar aqui em breve.
abraços
Leonardo
Caro Leo,
Como num amplificador a valvulas a distorção cresce considerávelmente com o aumento de potência é importante que este trabalhe longe da potência máxima, especialmente se utilizarmos fontes/gravações com uma gama dinâmica larga.
No caso de umas colunas com 91dB/1m, 5W parece-me curto para distâncias normais de audição.
Não quero com isto afirmar que não irá tocar alto mas fá-lo-á certamente com grande distorção.
É pena que o td124 esteja ausente pois ele seria a pessoa indicada para o informar sobre o assunto.
Cumprimentos,
onga-ku
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Re: O sistema dos 4 Gatos
onga-ku escreveu:5W parece-me curto para distâncias normais de audição
Quantas coisas no audio parecem, mas não são.
abs
Leonardo
Re: O sistema dos 4 Gatos
LeoMP escreveu:onga-ku escreveu:5W parece-me curto para distâncias normais de audição
Quantas coisas no audio parecem, mas não são.
abs
Leonardo

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Re: O sistema dos 4 Gatos
LeoMP escreveu:onga-ku escreveu:5W parece-me curto para distâncias normais de audição
Quantas coisas no audio parecem, mas não são.
abs
Leonardo
Caro Leonardo,
Você retirou uma parte importante à citação...
onga-ku escreveu:No caso de umas colunas com 91dB/1m, 5W parece-me curto para distâncias normais de audição.
Se me disser que pensa usar esse single-eded para alimentar o altifalante de gama média de umas cornetas com 100dB de sensibilidade aí a coisa muda de figura.
Como se diz por aqui, "para grande males, grandes remédios", e nada como umas medições para tirar teimas: caso tenha essa possibilidade proponho que meça a THD+N do seu amplificador a 1W e a 3W.
Fica um exemplo demonstrativo da minha opinião: http://www.stereophile.com/tubepoweramps/306yamamoto/index3.html.
Cumprimentos,
onga-ku
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Re: O sistema dos 4 Gatos
fm&stereo escreveu:Parabéns Leonardo! Parece-me que tens aí um bom sistema.![]()
Podes falar mais dessas colunas? Eu tenho umas monitoras feitas por mim, com unidades Fostex FE126. Estou a pensar no futuro acrescentar-lhes umas caixas-coluna com wofers - naturalmente bastante sensiveis, e claro, de qualidade.
Boas audições.
Fernando
Viva Fernando,
julgo ser o Fernando que conheci na Cenestesia por amabilidade do João Pedro para fazer um teste/compra de um amplificador a válvulas para as caixas acusticas que construí com o FE127:

Nunca escutei os FE126, o que acha de diferente em relação ao 127?
Estes meus FE127 já tem dois anos de rodagem e não noto nada falta de baixas frequências, pelo contrário em algumas gravações até acho a mais. Compreendo que depende da acústica da sala, do amp. cabos, etc... mas mesmo assim, como escutou estas 127 e as suas 126 e o Fernando percebe bem mais disto do que eu gostaria de saber a sua opinião das diferenças que o levaram a optar por esse em vez do 127.
Felicitações ao Leonardo, pela boa ambiência que criou no seu espaço. Decerto que as suas Fonken lhe tem dado muito prazer! Estas bandas largas são realmente especiais.
Nelson Avelar
www.nelsonavelar.com

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Re: O sistema dos 4 Gatos
Viva Nelson,
Gostei muito das tuas colunas.
Mas quando eu procurava estudar a matéria para construir umas, acabei por descubrir que as FE126 estavam a conquistar terreno, nomeadamente na escolha por vários construtores des tipo de colunas e que servem muito bem o mercado. Não me enganei: mandei vir estas uninades e construi as minhas monitoras. Sim, porque para já, pelo menos, é uma condição imposta pelo espaço - ou falta dele.
A diferênça entre as duas unidades, além de alguns pormenores, como por exemplo, as relacionadas com as características, diria, é que soa mais natural e nada agresivo. Não que se possa dizer que as FE127 sejam agressivas.
Bom saber-te por aqui!
Viva Leonardo,
É verdade que as coisas mudam de figura consoante as situações, mas isso não anula os valores próprios das mesmas.
Quanto à questão da sensibilidade das colunas... existem outros problemas, como por exemplo, maior sensibilidade, maior capacidade para mostrar o humm, etc. Assim, realmente as coisas não simples.
Digamos que para mim estes problemas fazem parte de um desafio, que aumenta o sabor deste nosso «vício».
Cumprimentos
Fernando
Gostei muito das tuas colunas.
A diferênça entre as duas unidades, além de alguns pormenores, como por exemplo, as relacionadas com as características, diria, é que soa mais natural e nada agresivo. Não que se possa dizer que as FE127 sejam agressivas.
Bom saber-te por aqui!
Viva Leonardo,
É verdade que as coisas mudam de figura consoante as situações, mas isso não anula os valores próprios das mesmas.
Quanto à questão da sensibilidade das colunas... existem outros problemas, como por exemplo, maior sensibilidade, maior capacidade para mostrar o humm, etc. Assim, realmente as coisas não simples.
Digamos que para mim estes problemas fazem parte de um desafio, que aumenta o sabor deste nosso «vício».
Cumprimentos
Fernando

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Re: O sistema dos 4 Gatos
Sim é verdade Fernando, o hmmm e também os "clicks" e "pops" de um vinil.
E não só, quando a gravação original é de má qualidade nota-se logo nestes full range. Já apanhei alguns "choques sonoros" nomeadamente em testes com álbuns pop/rock, recordo-me particularmente de Vanessa Mae que soava muito mal nas minhas caixas full range.
Não sei se estarei certo nesta teoria mas a mistura das pistas de instrumentos e voz editada num estúdio de gravação é feita tendo em conta o comum das colunas de som maioritariamente existentes no mercado, ou seja de duas ou três+ vias e não propriamente para um único altifalante.
No entanto há excepções e quando as apanhamos é de facto muito bom escutar, por exemplo, todos os instrumentos de uma banda jazz ali quase que em presença através de um único altifalante de 12 cms e com o volume do amp. a 1/4!
Recordo-me de por exemplo de Patricia Barber ou Renaud Garcia-Fons tocam "eximiamente" nestas caixas.
É a filosofia que mais aprecio, muito zen diga-se, do "Less is More" e "Keep it Simple"
E não só, quando a gravação original é de má qualidade nota-se logo nestes full range. Já apanhei alguns "choques sonoros" nomeadamente em testes com álbuns pop/rock, recordo-me particularmente de Vanessa Mae que soava muito mal nas minhas caixas full range.
Não sei se estarei certo nesta teoria mas a mistura das pistas de instrumentos e voz editada num estúdio de gravação é feita tendo em conta o comum das colunas de som maioritariamente existentes no mercado, ou seja de duas ou três+ vias e não propriamente para um único altifalante.
No entanto há excepções e quando as apanhamos é de facto muito bom escutar, por exemplo, todos os instrumentos de uma banda jazz ali quase que em presença através de um único altifalante de 12 cms e com o volume do amp. a 1/4!
Recordo-me de por exemplo de Patricia Barber ou Renaud Garcia-Fons tocam "eximiamente" nestas caixas.
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nelsonavelar- utilizador iniciado
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Re: O sistema dos 4 Gatos
nelsonavelar escreveu:Sim é verdade Fernando, o hmmm e também os "clicks" e "pops" de um vinil.
E não só, quando a gravação original é de má qualidade nota-se logo nestes full range. Já apanhei alguns "choques sonoros" nomeadamente em testes com álbuns pop/rock, recordo-me particularmente de Vanessa Mae que soava muito mal nas minhas caixas full range.
Caro nelsonavelar,
Uma das qualidades necessárias a um bom sistema é a capacidade deste em distinguir boas e más gravações.
Se as outras caixas que escutou não permitiam essa distinção então o problema era das caixas e não da configuração.
nelsonavelar escreveu:Não sei se estarei certo nesta teoria mas a mistura das pistas de instrumentos e voz editada num estúdio de gravação é feita tendo em conta o comum das colunas de som maioritariamente existentes no mercado, ou seja de duas ou três+ vias e não propriamente para um único altifalante.
De facto está certo, mas também errado.
As gravações são "masterizadas" de modo a poderem ser reproduzidas num equipamento doméstico, tendo em conta as limitações deste (gama dinâmica e gama de frequências) e o redbook CD (16bit /44.1kHz) foi concebido tendo em conta estas limitações (96dB de dinâmica e uma gama de frequências entre os 20 e os 20.000Hz).
O problema é que a maioria dos sistemas não consegue reproduzir nem os 96dB de dinâmica nem descer a frequências da ordem dos 20Hz; um bom exemplo é o de umas colunas single driver que são bastante mais limitados em ambas os aspectos.
É também por esta razão que hoje em dia os estúdios abusam da compressão dinâmica nas gravações de pop e rock.
nelsonavelar escreveu:Recordo-me de por exemplo de Patricia Barber ou Renaud Garcia-Fons tocam "eximiamente" nestas caixas.
É a filosofia que mais aprecio, muito zen diga-se, do "Less is More" e "Keep it Simple"
Este tipo de gravações toca "eximiamente" em quaisquer caixas mas isso é uma característica da gravação e a razão pela qual temos de "gramar" com elas em todas as feiras de audio.
Também partilho da sua filosofia mas aprendi com a experiência que no caso das colunas ter um só altifalante não é uma vantagem mas uma limitação.
Para além da gama de requências reduzida este tipo de coluna não consegue reproduzir adequadamente os extremos de frequência, tem limitações ao nível da dinâmica e sofre de distorção de intermodulação o que dificulta a reprodução de mais do que dois ou três instrumentos em simultâneo.
Cumprimentos,
onga-ku
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Re: O sistema dos 4 Gatos
Caro Onga-Ku,
obrigado pelos esclarecimentos, já aprendi algo mais!
Li à tempos em artigos da especialidade áudio e em websites de medicina otorrinolaringológica (se assim se pode escrever) que nós adultos já não conseguimos, em geral, captar frequências auditivas mais altas que 13 Khz, resultado do envelhecimento auditivo normal. Somente em crianças e alguns animais conseguem captar provavelmente até aos 20 Khz e mesmo acima disto só alguns animais.
Isto fez-me pensar "então porquê ir tecnicamente aos extremos, neste caso agudos, se eu já não os ouço?"
Nos baixos, sim também é verdade que um único altifalante e de pequenas dimensões dificilmente consegue ir por ele próprio aos 20, 30, 40 hz, mas é por isso q existe a caixa onde ele é colocado e a ambiência acústica da sala. Tal como nos instrumentos acústicos em geral e nas vozes humanas não temos uma caixa para graves e outra para agudos, tal como as nossas cordas vocais engenhosamente colocadas dentro desta única caixa de ressonância que é o nosso corpo, vibram e produzem agudos e graves, não ao mesmo tempo é certo.
O que é um facto é que percebi que com a combinação certa desta coluna e ambiente acústico da sala se consegue na mesma escutar as baixas frequencias e, pelo menos ao meu ouvido, com uma sonoridade mais natural. Ou seja é um grave que não faz vibrar desagradavelmente as prateleiras, mas está lá, presente o suficiente para dar aquele "calor" ao tema musical. Em alguns casos como já referi antes, até a mais...
Quando escutei uma caixa full range pela primeira vez senti um arrepio pela coluna acima, e pele de galinha em todo o corpo. E afinal não é disto que se trata? de emoções!? Fiquei extasiado, algo que não tinha acontecido antes com outros sistemas. Havia aqui uma sonoridade mais musical, mais natural, menos abafada e contida mas, repito, a minha experiência auditiva não é vasta, mas que o full range me convenceu musicalmente até hoje é um facto.
Há melhor? claro! mas a que preço? "€uristicamente", Ambientalmente, Energeticamente, etc...
Com 15 watts/pico consigo me arrepiar todo (a mim e aos clientes que me encomendaram uns pares pelo mesmo motivo!), com um amplificador de 100 euros e cabos de rede CAT5.
Já escutei essas boas gravações que concerteza passam nos audioshows em sistemas de duas e três vias e o som era abafado, faltava-lhe vida...
Bom é tudo relativo e em utlima ou primeira análise a nossa sensibilidade auditiva é que manda, mais que tudo o resto.
Obrigado!
obrigado pelos esclarecimentos, já aprendi algo mais!
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Isto fez-me pensar "então porquê ir tecnicamente aos extremos, neste caso agudos, se eu já não os ouço?"
Nos baixos, sim também é verdade que um único altifalante e de pequenas dimensões dificilmente consegue ir por ele próprio aos 20, 30, 40 hz, mas é por isso q existe a caixa onde ele é colocado e a ambiência acústica da sala. Tal como nos instrumentos acústicos em geral e nas vozes humanas não temos uma caixa para graves e outra para agudos, tal como as nossas cordas vocais engenhosamente colocadas dentro desta única caixa de ressonância que é o nosso corpo, vibram e produzem agudos e graves, não ao mesmo tempo é certo.
O que é um facto é que percebi que com a combinação certa desta coluna e ambiente acústico da sala se consegue na mesma escutar as baixas frequencias e, pelo menos ao meu ouvido, com uma sonoridade mais natural. Ou seja é um grave que não faz vibrar desagradavelmente as prateleiras, mas está lá, presente o suficiente para dar aquele "calor" ao tema musical. Em alguns casos como já referi antes, até a mais...
Quando escutei uma caixa full range pela primeira vez senti um arrepio pela coluna acima, e pele de galinha em todo o corpo. E afinal não é disto que se trata? de emoções!? Fiquei extasiado, algo que não tinha acontecido antes com outros sistemas. Havia aqui uma sonoridade mais musical, mais natural, menos abafada e contida mas, repito, a minha experiência auditiva não é vasta, mas que o full range me convenceu musicalmente até hoje é um facto.
Há melhor? claro! mas a que preço? "€uristicamente", Ambientalmente, Energeticamente, etc...
Com 15 watts/pico consigo me arrepiar todo (a mim e aos clientes que me encomendaram uns pares pelo mesmo motivo!), com um amplificador de 100 euros e cabos de rede CAT5.
Já escutei essas boas gravações que concerteza passam nos audioshows em sistemas de duas e três vias e o som era abafado, faltava-lhe vida...
Bom é tudo relativo e em utlima ou primeira análise a nossa sensibilidade auditiva é que manda, mais que tudo o resto.
Obrigado!

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Re: O sistema dos 4 Gatos
nelsonavelar escreveu:Caro Onga-Ku,
obrigado pelos esclarecimentos, já aprendi algo mais!
Li à tempos em artigos da especialidade áudio e em websites de medicina otorrinolaringológica (se assim se pode escrever) que nós adultos já não conseguimos, em geral, captar frequências auditivas mais altas que 13 Khz, resultado do envelhecimento auditivo normal. Somente em crianças e alguns animais conseguem captar provavelmente até aos 20 Khz e mesmo acima disto só alguns animais.
Isto fez-me pensar "então porquê ir tecnicamente aos extremos, neste caso agudos, se eu já não os ouço?"
Nos baixos, sim também é verdade que um único altifalante e de pequenas dimensões dificilmente consegue ir por ele próprio aos 20, 30, 40 hz, mas é por isso q existe a caixa onde ele é colocado e a ambiência acústica da sala. Tal como nos instrumentos acústicos em geral e nas vozes humanas não temos uma caixa para graves e outra para agudos, tal como as nossas cordas vocais engenhosamente colocadas dentro desta única caixa de ressonância que é o nosso corpo, vibram e produzem agudos e graves, não ao mesmo tempo é certo.
(...)
Há melhor? claro! mas a que preço? "€uristicamente", Ambientalmente, Energeticamente, etc...
Caro nelsonavelar,
No meu post anterior referi que "este tipo de coluna não consegue reproduzir adequadamente os extremos de frequência"; com isto quero dizer que há graves e graves, tal como há agudos e agudos.
Simplificando trata-se de um problema de distorções e também de dispersão.
Um tweeter distingue-se na forma e dimensões de um altifalante de médios ou graves devido à necessidade de se obter deste altifalante a reprodução de altas frequências com boa dispersão e o mínimo de distorções.
Por outro lado um woofer pode ser desenhado por forma a reproduzir sons de "gama média" ou de baixa frequência mas as características de um ou de outro são diferentes (frequência de ressonância, excursão e material do cone, etc.) pelo que se quisermos obter um woofer que toque bem até aos 5.000Hz seremos obrigatoriamente forçados a prescindir de alguma extensão nas baixas frequências.
Cumprimentos,
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Re: O sistema dos 4 Gatos
Aqui vai uma foto para explicar por que se chama "O sistema dos 4 gatos"

abs
Leonardo

abs
Leonardo
Re: O sistema dos 4 Gatos
nelsonavelar escreveu:
Quando escutei uma caixa full range pela primeira vez senti um arrepio pela coluna acima, e pele de galinha em todo o corpo. E afinal não é disto que se trata? de emoções!? Fiquei extasiado, algo que não tinha acontecido antes com outros sistemas. Havia aqui uma sonoridade mais musical, mais natural, menos abafada e contida mas, repito, a minha experiência auditiva não é vasta, mas que o full range me convenceu musicalmente até hoje é um facto.
Nelson,
É disto que se trata todo nosso trabalho sim. Você resumiu bem a magia. Até hoje, toda vez que ouço meus CDs, eu falo, p*t*a q*e p*r*u!!!! (talvez a gíria não seja igual na terra do Alentejo, mas tenho certeza que você entendeu.)
abs
Leo
Re: O sistema dos 4 Gatos
O sistema acredito que se porte bem... Então e os bichinhos, portam-se bem, Leonardo? 


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Re: O sistema dos 4 Gatos
embora não usaria essa expressão mas o sentimento é similar, esclamaria talvez fantástico! incrível! ou na gíria, "bolas!", "chiça!", "fosga-se" ...
Sabendo que o amplificador serve apenas para aumentar a potência do sinal da fonte é de facto o altifalante que faz o milagre.
Ainda hoje acho impressionante como é possível um pequeno pedaço de papel, um filamento de cobre e um íman conseguem colocar à nossa frente uma banda de musica, uma belíssima voz a solo ou um profundo poema bem declamado que até lhe se escuta a saliva, a inspiração e expiração, mais um pouco se sensibilidade na gravação e na reprodução quase que o bater cardíaco!
Apercebi-me que a razão por qual gosto tanto do altifalante único, é precisamente porque não atinje os extremos. Em tempos escutei umas colunas QEF na sala de audições do corte inglês (n sei o modelo) mas custavam 2.000 euros, e saí de lá a correr assustado que nem um gato, tinha uns agudos que me feriram o tutano dos ossos.
Quanto aos graves, tenho um 5.1 aqui em casa e as baixas frequências que saem do subwoofer dedicado não tem nada a ver com os graves que saem das caixas full range. São graves mais potentes sim, afinal é um sub dedicado, mas é um grave abafado, seco, como se estivesse com "a corda à volta do pescoço". Enquanto os que saem da caixa de resonancia das full range são mais alegres, limpos, macios, bem definidos e sonoramente muito mais semelhante ao instrumento original.
Só uma vez escutei graves que me agradaram mais que estas minhas fostex, eram umas colunas B&W n m recordo q modelo e de facto era baixo sem no entanto "fazer tremer."
De novo parabéns Leo pela sala, as tonalidades cromáticas luminosas que tem por detrás acompanham em sinergia as tonalidades sonoras que saem do seu sistema dos 4 gatos. Obrigado pela partilha.

nelsonavelar- utilizador iniciado
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Re: O sistema dos 4 Gatos
aqui á gato(s)!!!



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