O MEU "SET" SYSTEM

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  onga-ku em 15/3/2010, 17:53

milton escreveu:
onga-ku escreveu:
milton escreveu:
onga-ku escreveu:[

Que os BlackGates são os mais caros não restam dúvidas agora são os melhores em quê?
Qualquer condensador com as mesmas especificações é igualmente bom.
Tal como as fichas XPTO e as frentes em alumínio de 10cm de espessura, os BlackGates são usados nos equipamentos de topo numa tentativa ridícula de justificar os preços escandalosos a que o high-end é vendido; não tem qualquer relação com o desempenho.

Cumprimentos,
onga-ku

caro onga-ku
pergunto se esta afirmação se aplica a qualquer outro componente da cadeia hifi.
obrigado


Caro Milton,

Imagine que o seu velho Swatch necessita de substituir a bateria.
Não lhe parece que usando qualquer bateria que cumpra as especificações necessárias o desempenho do relógio será o mesmo?

Cumprimentos,
onga-ku

Caro Onga-ku
parece-me que os seus conhecimentos no campo da relojoaria superam largamente os que tem neste campo (alta fidelidade) e se baseiam apenas naquilo que lê ou ouve dizer,e não naquilo que esperenciou ou viu acontecer.
as afirmações que tem proferido neste e noutros tópicos espelham isso mesmo.
corriga-me se estiver errado.
cumprimentos.


Já tive um NOS DAC baseado no circuito do Kusunoki e dois pares de colunas single driver, será que conta como experiência?

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  onga-ku em 15/3/2010, 18:24

pjaires escreveu:Caro M Fernandes
Muito obrigado pelo seu tempo...como dizia Camões...ao falar do "Velho do Restelo" (com o devido respeito!) a sua experiência é óptima pq lhe permite saber do que fala, e não fazer como muitos fazem e fizeram no meu post, ou seja, falarem sem qq propósito que não a crítica gratuita e sem qq fundamento...
Quanto às questões que levanto são meras sugestões para o "ouvir". A mim sabe-me sempre bem ouvir, de quem sabe mais do que eu, o que no mundo audio, não será muito difícil.
O meu sistema... é de facto muito bom aos meus ouvidos... e é isso que conta...Repare que chegado agora o amigo percebeu logo tudo! Nestes foruns, seja de audio, ou outra qq matéria, é suposto partilhar experiências, fazer sugestões, ensinar e aprender...é isso que procuro!
Mas tb partilho consigo as ideias pre concebidas de alguns que se julgam os gurus do audio, e afirmam sem contemplações, esse componente não vale nada!!! Os NOS DAC são lixo! O Single -ended são tretas! Enfim certezas divinas no mundo terreno
Espero pois que continue connosco e possa dar o seu modesto contributo para os temas abordados. Digo modesto pq todos nós quando opinamos apenas partilhamos a NOSSA opinião, que baseamos nos NOSSOS ouvidos...nada mais.
Cumprimentos
Paulo Aires


Caro Paulo Aires,

Existem no mundo do audio duas correntes distintas: a dos subjectivistas (que se regem pelos seus ouvidos, por vezes influenciados pela opinião das revistas) e a corrente dos objectivistas (que recorrem às leis da física para determinarem a eficiência de um componente e aos seus ouvidos para o julgamento final).
Na minha opinião, se o audio é um passatempo que tanto nos entusiasma parece-me lógico que dediquemos algum tempo a investigar como os equipamentos funcionam pois é esse o caminho para uma reprodução de qualidade, tal como se estivéssemos a praticar vela necessitaríamos de aprender alguma coisa sobre nós, velas, ventos e marés.
Não nos podemos esquecer que é graças à ciência que existem os sistemas de reprodução doméstica, que começaram com o fonógrafo e evoluiram até ao estéreo dos dias de hoje.
Deixo-lhe duas interessantes crónicas sobre o assunto:


Some years ago, many transistor amplifiers suffered from what is now known as transient intermodulation distortion, or TIM.
Perceptive listeners noticed that these amplifiers sounded bad.
But they did not know why.
At first, technical people were also at a loss to explain why.
Some, more arrogant than perceptive, claimed that no problem existed.
But others looked for the cause.
And eventually Matti Otala, a Finnish audio engineer, brought forth the technical explanation and the solution to the problem in the 1970s.

This seems to me a cautionary tale in two directions.
Listening detected a problem outside of standard technical criteria of the time.
But listening alone was helpless to solve the problem or even to identify its cause.
On the other hand, without the listening, the technical identification of the problem might have been long delayed or might never have occurred.
It was the partnership of listening and technical analysis that solved the problem.
Neither would have sufficed alone.


The need for this partnership seems obvious, but often one half or the other starts to want to go it alone, in some emotionally charged atmosphere. Or so it was in the old days.
But nowadays, it seems to me that technical people are well aware of the subtlety of human hearing and the many things that are still to be learned about it.

Every reputable book on psychoacoustics is full of notes on unresolved issues and areas where further study is needed.
And all truly serious audio designers recognize that hearing is the final arbiter of performance.

On the other hand, audiophiles seem still to be stuck with the obsolete image of the technical world as an enemy and to ignore the fact that without science there is no audio at all, no matter how dedicated to music one might be.
Mozart in an electronic parts house would not emerge with a good amplifier or indeed any amplifier at all unless you let him read some books on electronics first.
"Design by listening" has a nice ring to it, but of course it does not really exist as such.

The idea that the technical is the enemy of the musical and audibly truthful really is obsolete.
It is now just a paranoid figment of the imagination of some audiophiles.
Of course there are a few vocal remnants in the AES (Audio Engineering Society) of the everything-sounds-alike old guard.
And of course the mass market still writes advertising copy about how "Science" proves this, that or the other over-simplified thing in favor of the product in question.
But in the world of serious audio, the vast majority of the people I have gotten to know in more than 20 years of audio reviewing include listening intensively as part of their design protocols.
Like many revolutionaries, the audiophile community seems to find it disconcerting that their revolution has succeeded, and that test by listening is now standard.
Sometimes they find it so disconcerting that they do not admit even to themselves that it has happened.

This residual paranoia about the technical world has dire consequences.
Just when digital is about to fulfill[and now has: note added , April 2006] the promise that CD was supposed to have, just when digital signal processing is doing something constructive about the misbehavior of speakers and the previously recalcitrant room/speaker interaction problem - in short, just when things are about to work far better than they have ever worked before - what are many audiophiles doing?
They are embracing old and demonstrably flawed technologies and chasing after "magic" nostrums that would have embarrassed the most hard-bitten snake oil huckster of the late Nineteenth Century.

The unholy alliance of laissez faire capitalism and uncontrolled technological development really is threatening our spiritual and artistic values.
The rough beast is indeed slouching towards Bethlehem.
In a way it is a natural impulse to try to protect music, our last secular bastion of spiritual purity, from technology.
One does not make a video of the Elevation of the Host.
But actually in the one area of recorded music, it seems to me that science really is serving the human spirit.
Reproduced music, when the music is treated with respect, is life-enhancing.

Give the technical people of serious audio a chance.
They are on our side.

Robert Everist Greene


onga-ku escreveu:Caro td124,

A sua intervenção é muito pertinente e estimulante, e espelha a profundidade com que aborda o tema e que em muitos aspectos coincide com o meu ponto de vista.
Permita-me, portanto, que levante algumas questões que me parecem importantes de clarificar:

--

1. Como é que define Alta Fidelidade (fidelidade a quê?) e qual é a relação desta com o Audio?
A Alta fidelidade é um ramo do Audio que é um ramo da electronica. Tém como responsabilidade a reproduçao artificial em meio privado ou publico de uma gravaçao sonica, em preservando ao maximo a qualidade desta ultima. A Alta fidelidade (verdadeira, ou seja, de nivel audiofilo) deve preservar as caracteristicas originais da gravaçao no momento da reproduçao...
Será que o Audio de autor (ou chef de cuisine), digamos que "temperado", se pode classificar como fiel?
Teoricamente e objectivamente nao!!! Mas admito que possa depender do nivel de tempero, mas como fixar os limites a partir dos quais temperar é falsear, é dificil e muito, muito subjectivo...
2. Se um disco é "música em conserva", interessa-lhe saborear a conserva ou criar uma terceira natureza a partir da posta já cozida e mergulhada em óleo (uma questão de gosto, naturalmente, e não de fidelidade)?
Se tenho direito a uma escolha so, prefiro saborear a conserva como ela é, sem manipulaçao. Se tenho direito a varias escolhas, entao quero saborear todas as possibilidades afim de matar a curiosidade e de aprender mais, cada vez mais...
Ou seja, prefere que o sistema reproduza com fidelidade o registo ou, perdido por um perdido por mil, opta por alterar a linearidade da reprodução para melhor satisfazer o seu gosto?
Nao a Alta fidelidade deve ser fiel à gravaçao, senao é do audio sem interesse. O gosto pessoal é muitas vezes, o motor do consumidor e o anzol do fabricante. Mas apesar dos meus gostos pessoais, prefiro escolher a objectividade e a neutralidade...
3. Se opta por cozinhar o atum de conserva, que já não sabe ao mesmo que o atum natural, qual é a direcção que toma: tenta que o atum transformado se pareça mais com o atum natural ou parte para algo que "não é carne nem é peixe"?
As caracteristicas originais stockadas no disco, nao devem ser manipuladas, este é o meu ponto de vista...
Quais são as características (do sinal) que opta por manipular e com que objectivos?
A riqueza harmonica num aparelho barato, pois se nao pode ser nem justo nem neutro, entao que seja belo à escuta...
Como é que avalia essas manipulações, qual é a referência?
O conhecimento profundo e objectivo do meu "disco de referência"...
"Os designeres so tém uma obrigaçao, que é, reproduzir o mais fielmente possivel o disco,
e se a comparaçao deve existir, ela deve ser feita em relaçao ao Master."

"Mas na minha experiência, apenas os grandes sistemas audiofilos japoneses a corneta,
do tipo Onken, Sato ou Goto ou derivados, sao capazes desta proeza, sem destruir
as qualidades proprias da gravaçao…"


4. Quais são, para si, as "qualidades proprias da gravação" e qual é a sua posição no que toca à distorção eufónica?
Aqui à erro da minha parte. Por qualidades proprias eu queria dizer caracteristicas proprias. Nao vejo o que é a distorçao eufonica, em Françês deve se dizer de outra maneira, vou me informar e respondo quando visualisar o fenomeno...
Muitos dos sistemas que refere, pelo menos aqueles cujas fotografias circulam na internet, utilizam cornetas exponenciais de secção rectangular, muito menos lineares do que as de secção circular de perfil Tractrix ou Le Cleac'h e não respeitam o alinhamento temporal dos altifalantes.
Outros utilizam colunas com uma unidade de banda larga, tecnicamente muito limitadas.
E na sua opinião, a superior qualidade de reprodução desses sistemas deve-se à amplificação ou às colunas, ou a ambas?
Ambas, mas deve sobretudo à maestria das pessoas que sabem "afinar" esses sistemas, e que sao muito raras...
Será (técnicamente) possível obter os mesmo resultados com S.E. de maior potência e sistemas acústicos de radiação frontal (cones)?
Ao nivel da pressao sonora sem stress, da rapidez, e da energia imediata nao creio, mas tudo é possivel...
"Isto explica (em grande parte), que hoje a maioria dos audiofilos experimentados
(ou jornalistas) que conheço, tém como sistema, um Singlé-ended, ou outro tipo
de amplificador de alguns Watts, com colunas de qualidade, mas de tamanho médio
Nao, nao é estranho, pois eles compreenderam que é melhor (e mais justo sobretudo…),
consumir a musica em tamanho mais pequeno mas bem, do que em grande tamanho e mal,
e que ainda por cima, o efeito da sala torna-se muito fraco ou inaudivel,
em tais condições…"


5. Será que o tamanho das colunas apenas influência a escala ou também tem (ou pode ter) alguma influência na extensão da gama de frequências e na redução de distorção de intermodulação?
O tamanho das colunas influencia muitos parametros, mas as grandes colunas classicas geralmente sao mais lentas, confusas e influenciam mais as resonâncias da sala, que os modelos mais pequenos. Mas a banda das grandes colunas é superior...
Aceito que se opte por um par de colunas cuja dimensão seja adequada à dimensão da sala mas daí a afirmar que as colunas médias são mais fiéis vai um longo caminho.
E o problema de generalisar um discurso, e as suas perguntas nao sao feitas para arranjar o problema...
Hoje em dia, com os cones de longa excursão é de facto possível obter-se uma resposta de baixas frequência com colunas de menores dimensões mas estes altifalantes são pouco eficientes e desadequados à alimentação S.E., excepto em configuração de line array, mas isso aumenta e muito as dimensões.

Talvez seja devido a esta dificuldade técnica que os sistemas com amplificação S.E. recorram a colunas médias, ou a solução em que a unidade de graves é amplificada por um power de diferentes características (como as Avantgarde, por exemplo).

--

Estou de acordo que um registo de som (ou de imagem) é uma representação (limitada em diversos aspectos) da realidade pelo que a sua comparação com a realidade não faz sentido.
O que defendo é que a avaliação da qualidade de reprodução desse registo requer o conhecimento da realidade, conforme referi anteriormente com este exemplo:
A realidade em audio é o disco, a realidade do engenheiro do som é a musica...
"Imagine que lhe dão a comparar dois refrigerantes de laranja: um trinaranjus e um oranjina.
Não lhe parece necessário conhecer o sabor da laranja para se poder determinar qual deles
tem o sabor mais fiel ao sumo natural, qual deles melhor "representa" a realidade?"
Mau exemplo, pois na realidade hà o puro sumo de laranja, depois faz-se o sumo concentrado de laranja a partir do qual vamos fazer a oranjina. A oranjina deve se aproximar do sumo concentrado que a compoe, e nao do puro sumo...

Infelizmente muitos críticos e audiofilos apenas conhecem a realidade do som reproduzido, comprando artificialidades com artificialidades sem qualquer referência, e nesse caso tudo se resume a uma questão de gosto.
O resultado é a famosa piada do audiofilo que vai pela primeira vez a um concerto ao de música não amplificada e diz "é pá, o meu som é muito melhor do que isto"...
Se um critico so conheçe o som reproduzido, aqui em França vai passar a vida no desemprego, mas sem um tostao...


Última edição por onga-ku em 15/3/2010, 20:26, editado 2 vez(es) (Razão : adicionei o autor do 1º texto)

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  Convidad em 15/3/2010, 22:50

milton escreveu:
onga-ku escreveu:
milton escreveu:
onga-ku escreveu:[

Que os BlackGates são os mais caros não restam dúvidas agora são os melhores em quê?
Qualquer condensador com as mesmas especificações é igualmente bom.
Tal como as fichas XPTO e as frentes em alumínio de 10cm de espessura, os BlackGates são usados nos equipamentos de topo numa tentativa ridícula de justificar os preços escandalosos a que o high-end é vendido; não tem qualquer relação com o desempenho.

Cumprimentos,
onga-ku

caro onga-ku
pergunto se esta afirmação se aplica a qualquer outro componente da cadeia hifi.
obrigado


Caro Milton,

Imagine que o seu velho Swatch necessita de substituir a bateria.
Não lhe parece que usando qualquer bateria que cumpra as especificações necessárias o desempenho do relógio será o mesmo?

Cumprimentos,
onga-ku

Caro Onga-ku
parece-me que os seus conhecimentos no campo da relojoaria superam largamente os que tem neste campo (alta fidelidade) e se baseiam apenas naquilo que lê ou ouve dizer,e não naquilo que esperenciou ou viu acontecer.
as afirmações que tem proferido neste e noutros tópicos espelham isso mesmo.
corriga-me se estiver errado.
cumprimentos.


Caro Onga-ku, sinceramente penso que o seu nick aqui no Forum é uma ofensa aos soberbos Audio Note Ongaku, que para sí nem devem de ser melhores do que qualquer outro amplificador, pois desde que tenha a mesma potência ou especificação faz o mesmo efeito

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  pjaires em 16/3/2010, 00:27

<

Existem no mundo do audio duas correntes
distintas: a dos subjectivistas (que se regem pelos seus ouvidos, por
vezes influenciados pela opinião das revistas) e a corrente dos
objectivistas (que recorrem às leis da física para determinarem a
eficiência de um componente e aos seus ouvidos para o julgamento final).
Na
minha opinião, se o audio é um passatempo que tanto nos entusiasma
parece-me lógico que dediquemos algum tempo a investigar como os
equipamentos funcionam pois é esse o caminho para uma reprodução de
qualidade, tal como se estivéssemos a praticar vela necessitaríamos de
aprender alguma coisa sobre nós, velas, ventos e marés.
Não nos
podemos esquecer que é graças à ciência que existem os sistemas de
reprodução doméstica, que começaram com o fonógrafo e evoluiram até ao
estéreo dos dias de hoje.>>


Caro amigo,
creio que, como em muitas coisas na vida, se calhar não devemos ser, nem fanaticamente subjectivistas, nem ostensivamente objectivistas.No meu caso é sempre mais fácil ser subjectivista, pois ouvidos tenho e ouço, já conhecimentos científicos que me permitam ser objectivo....
Concordo 100 por cento consigo quando diz:
parece-me lógico que dediquemos algum tempo a investigar como os
equipamentos funcionam...
Há uma semana atrás comprei um livro que estou a ler: Introductory guide to High-Performance Audio Systems de Robert Harley.

Trata-se de um livro escrito de forma simples, que aborda um conjunto de temáticas de forma clara, e que me permitirá ter um ponto de partida para outros aprofundamentos.

Por exemplo gostaria de saber melhor as vantagens e desvantagens do amps single ended de baixa potencia (o miniwatt tem 2x 2,5 w), os méritos e limitações da colunas de maior eficiência baseadas num single drive, full range (as tekton), as inerentes limitações e benefícios dos dacs nos (o moodlab), etc...

Claro que depois lá no fundo o que conta é a nossa avaliação, se gostamos ou não do que ouvimos. Mas a grande vantagem de saber, de conhecer, de sermos sapientes, é podermos diminuir drasticamente a possibilidade de erramos, na compra ou evolução de um sistema...

A título de exemplo: qdo comprei o meu amp não sabia quais as limitações que a baixa potencia tinha na escolha de umas colunas. Então estudei, e dps de muito queimar as pestanas percebi que precisava de algo com pelo menos 93/95dB. Mas encontrar nos fabricantes correntes, mesmo os mais conceituados, a preços aceitáveis... é impossível. Cheguei então às Tekton. E fiquei satisfeito. Em relação às minhas BW CM1, as Tekton rendiam muito mais e melhor com o miniwatt, mesmo sendo as CM umas boas colunas (pelo menos qdo as comprei em 1997 eram tidas como umas boas colunas da gama de entrada da BW)

Por isso, digo...vivendo e aprendendo...é tb para isso que frequento estes foruns... apesar de tudo aprendo muito... Hoje sei incomparavelmente mais do que sabia antes de iniciar o meu post... até sei que os condensadores blackgates são os mais caros do mundo, mas para alguns, isso não serve para nada
Basicamente a ser assim, se tivessemos 3 dacs com o tda 1543, soariam exactamente iguais, pois se se trata de um dac, é o chip que conta...?!

Cumprimentos

PS- quanto aos textos que envia irei ler com atenção e cá direi da minha justiça
Paulo


Última edição por pjaires em 16/3/2010, 01:04, editado 1 vez(es)

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  pjaires em 16/3/2010, 00:49

Agora os textos, o primeiro de Robert Everist Greene.
É engraçado eu ter escrito o que escrevi na resposta anterior sem ler este texto...porque no fundo acertei

É preciso conhecer, estudar, ouvir os técnicos, estudar as medições, trazer a matemática para o audio...MAS... é tb preciso perceber que o ouvido... cada um tem o seu...e tb a ele devemos dar a devida atenção e respeito!

Basicamente como supra dissera em outra resposta a musica é uma arte, ouvi-la é mais do que interpretar a arte, é tb ela, a audição, parte integrante da arte...eis-nos pois condenados, enjaulados no subjectismo de que fala...

Mas tb a arte pode ser apreciada, tb a arte pode ser quantificada e avaliada, e no audio se temos aparelhos capazes de medir até o que não ouvimos...seria uma estupidez deitar ao lixo, os resultados dessa quantificação.

Uma nota final, no teste (review) que referi acerca das colunas Audioengine A2, o seu autor, dá a sua opinião baseada na sua audição, mas acompanha tudo com medições do som juntando um conjunto de quadros e esquemas que demonstram o seu ponto de vista...enfim a ciência ao serviço da arte: E ESTA HEIM?

Cumprimentos
Paulo

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  pjaires em 16/3/2010, 01:04

O segundo texto, confesso que é areia demais para a minha camioneta...

Será melhor não me alargar sob pena de dizer alguma asneira...daquelas que nem um lol me salvaria.

De qq das formas guardei esta passagem:

"Isto explica (em grande parte), que hoje a maioria dos
audiofilos experimentados
(ou jornalistas) que conheço, tém como
sistema, um Singlé-ended, ou outro tipo
de amplificador de alguns
Watts, com colunas de qualidade, mas de tamanho médio
Nao, nao é
estranho, pois eles compreenderam que é melhor (e mais justo
sobretudo…),
consumir a musica em tamanho mais pequeno mas bem, do
que em grande tamanho e mal,
e que ainda por cima, o efeito da sala
torna-se muito fraco ou inaudivel,
em tais condições…"


Ao ler isto fiquei contente... é no fundo algo que já lera e até citara neste meu post: a teoria defendida pelo SR Luis Ambrósio da imaginaria hifi...e por muitos outros estudiosos e amantes dos SE

Sinceramente do alto da minha ignorância proclamo: a pureza do som que resulta do meu single end, das minhas full range, single drive, sem crossover, e do meu nos dac, agrada-me mesmo que muitas vezes me pareça que falta qualquer coisa...não sei explicar...

Uma coisa sei...ouvir musica no "meu set" é relaxante...um exercício de deleite, não pq ele seja o melhor, ou nada que se pareça, mas pq em relação ao meu outro sistema estereo (amp e cd NAD, e colunas BW) tb ele simples e barato...o som é particularmente mais neutral...menos cansativo...mais honesto?! Será?!

Cumprimentos
E muito obrigado Onga-Ku
Paulo

PS- não sei por esta cena sem negrito, desculpem

pjaires
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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  onga-ku em 16/3/2010, 08:59

Vodoo escreveu:Caro Onga-ku, sinceramente penso que o seu nick aqui no Forum é uma ofensa aos soberbos Audio Note Ongaku, que para sí nem devem de ser melhores do que qualquer outro amplificador, pois desde que tenha a mesma potência ou especificação faz o mesmo efeito


Caro Vodoo,

O meu filho mais velho que vai fazer 5 anos têm uma capacidade de argumentação superior à sua. Rolling Eyes

Cumprimentos,
onga-ku

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  Convidad em 16/3/2010, 09:07

onga-ku escreveu:
Vodoo escreveu:Caro Onga-ku, sinceramente penso que o seu nick aqui no Forum é uma ofensa aos soberbos Audio Note Ongaku, que para sí nem devem de ser melhores do que qualquer outro amplificador, pois desde que tenha a mesma potência ou especificação faz o mesmo efeito


Caro Vodoo,

O meu filho mais velho que vai fazer 5 anos têm uma capacidade de argumentação superior à sua. Rolling Eyes

Cumprimentos,
onga-ku



Vamos tentar manter a conversação longe de ataques pessoais. Isto é para todos os intervenientes.

Obrigado.

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  onga-ku em 16/3/2010, 11:20

pjaires escreveu:O segundo texto, confesso que é areia demais para a minha camioneta...

Será melhor não me alargar sob pena de dizer alguma asneira...daquelas que nem um lol me salvaria.

De qq das formas guardei esta passagem:

"Isto explica (em grande parte), que hoje a maioria dos
audiofilos experimentados
(ou jornalistas) que conheço, tém como
sistema, um Singlé-ended, ou outro tipo
de amplificador de alguns
Watts, com colunas de qualidade, mas de tamanho médio
Nao, nao é
estranho, pois eles compreenderam que é melhor (e mais justo
sobretudo…),
consumir a musica em tamanho mais pequeno mas bem, do
que em grande tamanho e mal,
e que ainda por cima, o efeito da sala
torna-se muito fraco ou inaudivel,
em tais condições…"


Ao ler isto fiquei contente... é no fundo algo que já lera e até citara neste meu post: a teoria defendida pelo SR Luis Ambrósio da imaginaria hifi...e por muitos outros estudiosos e amantes dos SE

Sinceramente do alto da minha ignorância proclamo: a pureza do som que resulta do meu single end, das minhas full range, single drive, sem crossover, e do meu nos dac, agrada-me mesmo que muitas vezes me pareça que falta qualquer coisa...não sei explicar...

Uma coisa sei...ouvir musica no "meu set" é relaxante...um exercício de deleite, não pq ele seja o melhor, ou nada que se pareça, mas pq em relação ao meu outro sistema estereo (amp e cd NAD, e colunas BW) tb ele simples e barato...o som é particularmente mais neutral...menos cansativo...mais honesto?! Será?!
[/b]


Caro pjaires,

Espero que não leve a mal estes meus posts cuja intenção é unicamente a lançar algumas lebres para que possa aprofundar os seus conhecimentos sobre SETs e colunas de elevada sensibilidade.
No meu ponto de vista esta prática do audio merece algum investimento e dedicação, através da aquisição de conhecimentos técnicos básicos e da educação do ouvido (ouvindo música acústica ao vivo), que não só permitirá encontrar o caminho para uma franca evolução no desempenho do nosso sistema como nos fará poupar umas boas massas: o conhecimento é uma arma fenomenal.

Voltando ao tema, a realidade é bem mais complexa do que o parágrafo por si citado deixa transparecer e tal como há graves e graves, também os SET diferem na topologia e desempenho.

Para que saiba quais os sistemas a que o td124 se refere proponho a leitura do tópico Sistema ONKEN (Escuta).

Como pode verificar, o sistema recorre a três amplificadores: um solid state para o tweeter, um amplificador Single Ended de baixa potência para alimentar uma unidade de médios verdadeiramente sensível (algo como 105dB) e uns monoblocos a válvulas (talvez push-pull) de grande potência para alimentar as unidades de graves que apesar de também serem sensíveis (eu diria entre os 95 e os 100dBs) necessitam de muita potência.
Se no futuro pretende evoluir na mesma linha, fica a nota de que este sistema interessante requer bastante espaço e um investimento financeiro considerável.

Cumprimentos,
onga-ku


Última edição por onga-ku em 16/3/2010, 11:22, editado 1 vez(es) (Razão : ortografia)

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  pjaires em 16/3/2010, 11:48

Caro Onga-Ku
Não levo a mal as suas participações, bem pelo contrário, parecem-me muito interessantes...e permitem uma "discussão" séria e instrutiva acerca de temáticas que me interessam.
A montagem do meu sistema tem-me proporcionado momentos de prazer... aliados à audição de vários CD's que tenho guardados e que à muito não ouvia... é tb interessante ouvi-los agora e notar o som mais analógico, mais próximo do vinil...de que tanto gosto

Quanto à evolução do sistema... ainda é muito cedo para isso, vou tentar disfrutar o que tenho e quem sabe num futuro possa pensar seriamente nisso...mas ANTES... preciso de facto de estudar, de aprender...qdo acabar de ler o livro que referi espero ter já mais noções das diferenças, entre os vários "tipos" de componentes, as vantagens inerentes a este ou aquele, e sobretudo uma forma simples e eficaz de evoluir sem manchar o meu princípio de tentar sempre o melhor som, no mundo do "budget audio".

Creio que a primeira coisa a alterar será a minha fonte, o Onkyo 7355, como muito bem referiu o nosso colega vinilsuporter o meu set merece uma fonte melhor. Deixo pois duas questões simples, e peço a quem me possa ajudar duas respostas o mais concretas possíveis:

1ª- A máxima de que tendo uma boa amplificação, e boas colunas, e sobretudo um bom dac, o transporte (no caso o citado Onkyo) desempenha um papel subalterno, é verdade? E a sua substituição não trará melhorias significativas a não ser que invista em algo de qualidade mto superior e preço exponencialmente superior?

2ª- Alguma sugestão de um leitor de cd para usar como transporte, a preço convidativo?

Cumprimentos e obrigado

PS- NÃO SENDO MODERADOR DO FORUM, MAS SENDO O AUTOR DESTE POST PEÇO A TODOS AQUELES QUE PARTICIPEM QUE MANTENHAM A ELEVAÇÃO, SEM ATAQUES PESSOAIS, RESPEITANDO AS OPINIÕES UNS DOS OUTROS, SEM SARCASMOS OU IRONIAS, MAS COM FAIR PLAY. A TOLERÂNCIA É ALGO A QUE TODOS DEVEMOS ASPIRAR.

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  Fernando Novais em 16/3/2010, 12:11

" PS- NÃO SENDO MODERADOR DO FORUM, MAS SENDO O AUTOR DESTE POST PEÇO A TODOS AQUELES QUE PARTICIPEM QUE MANTENHAM A ELEVAÇÃO, SEM ATAQUES PESSOAIS, RESPEITANDO AS OPINIÕES UNS DOS OUTROS, SEM SARCASMOS OU IRONIAS, MAS COM FAIR PLAY. A TOLERÂNCIA É ALGO A QUE TODOS DEVEMOS ASPIRAR. "


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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  pjaires em 16/3/2010, 13:44

Onga-KU- Já tive um NOS DAC baseado no circuito do Kusunoki e dois pares de colunas single driver, será que conta como experiência?

Caro amigo, Sim claro que conta como experiência!!!

Só por curiosidade qual era o seu DAC, e as suas Colunas?
Que destino lhes deu? E porque?

Creio, corriga-me se estou enganado, que não foi muito feliz com aqueles.

Que amplificador usava com eles,e que fonte?

Na sua opinião, e baseando-se na sua experiência,quais foram os principais motivos que o levaram a não gostar,ou gostar menos, do som daqueles componentes?

Desculpe o numero de questões com que o "presenteei", mas as suas respostas podem-me ser muito úteis e profiláticas.

Obrigado
Paulo

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  Convidad em 16/3/2010, 22:28

pjaires escreveu:Onga-KU- Já tive um NOS DAC baseado no circuito do Kusunoki e dois pares de colunas single driver, será que conta como experiência?

Caro amigo, Sim claro que conta como experiência!!!

Só por curiosidade qual era o seu DAC, e as suas Colunas?
Que destino lhes deu? E porque?

Creio, corriga-me se estou enganado, que não foi muito feliz com aqueles.

Que amplificador usava com eles,e que fonte?

Na sua opinião, e baseando-se na sua experiência,quais foram os principais motivos que o levaram a não gostar,ou gostar menos, do som daqueles componentes?

Desculpe o numero de questões com que o "presenteei", mas as suas respostas podem-me ser muito úteis e profiláticas.

Obrigado
Paulo




Apenas gostaria de poder expressar aqui as minhas opiniões sem ter que ser apedrejado pelo forista Onga-ku se fosse possivel ???
E continuando e gostaria de dizer que quando comento algo por aqui apenas o faço baseado em situações de conhecimento próprio e não em situações que desconheço.
E á cerca das colunas single drive eu nada tenho a dizer e penso que cabe a cada um decidir por sí, apenas deixo uma nota de valor a uns iluminados das colunas single drive com projetos de valor e muito bons que se encontram radicados na zona sul do nosso País, concretamente no Algarve, e se algum dia tiverem curiosidade em ouvir algo excelente passem por lá que vale a pena certamente.
Eu tambêm possuo um 2º sistema vintage mas que considero baste bom constituido por um DPA Renaissence ClassA de apenas 36Watts, com umas colunas não single drive mas algo sensíveis de 90db e que me dá um imenso prazer !!!


Abraço e boas audições

Convidad
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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  onga-ku em 16/3/2010, 23:03

pjaires escreveu:Caro amigo, Sim claro que conta como experiência!!!

Só por curiosidade qual era o seu DAC, e as suas Colunas?


DAC - 47labs Shigaraki
Colunas - alemãs de fabrico artesanal e altifalante 5", monitoras em torno do altifalante Mitsubishi P-610 de 6,5" feitas na China com base nas especificações do fabricante (e bastante boas, para o género)

pjaires escreveu:Que destino lhes deu? E porque?

Creio, corriga-me se estou enganado, que não foi muito feliz com aqueles.


Vendi tudo.
As colunas sofriam das limitações comuns a todas as single driver: dificuldade em reproduzir os extremos de frequência, compressão dinâmica, incapacidade de tocar a volumes elevados (sem distorcer), distorção de intermodulação que reduz a claridade quando reproduz uma grande variedade de frequências (ou instrumentos) em simultâneo.
O DAC tinha um som tipado: dificuldade em reproduzir os extremos de frequência e demasiadas "colorações".

pjaires escreveu:Que amplificador usava com eles,e que fonte?


Usei o DAC com três transportes: Audio Alchemy, Shigaraki e leitor Denon DCD1450.
Amplificadores: Audio Alchemy S300.2 (válvulas), Shigaraki (op-amp), Sonic Impact (Tripath).

pjaires escreveu:Na sua opinião, e baseando-se na sua experiência,quais foram os principais motivos que o levaram a não gostar,ou gostar menos, do som daqueles componentes?


Na minha opinião as colunas single driver não são adequadas à reprodução de musica doméstica devido às limitações que atrás referi.
Quanto ao DAC, falta-lhe fidelidade.

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Re: O MEU "SET" SYSTEM

Mensagem  pjaires em 17/3/2010, 12:27

Só por curiosidade qual era o seu DAC, e as suas Colunas?
[/quote]

DAC - 47labs Shigaraki


Este seu dac deve ter custado uma fortuna, pelo que andei a ver custava cerca de 5000 dolares.... ora o meu modesto moodlab com todos os custos não chegou aos 220 euros
Creio que até por esse facto, as expectativas que teria seriam bem diferentes das minhas!? Só por curiosidade não é seu o que está à venda no miau por 700 euros? (http://www.miau.pt/leiloes/leilao.jsp?offer_id=7871642)


Colunas - alemãs de fabrico artesanal e altifalante 5", monitoras em torno do altifalante Mitsubishi P-610 de 6,5" feitas na China com base nas especificações do fabricante (e bastante boas, para o género)

As minhas Tekton são baseadas nos drives FE 167E Fostex, tendo uma sensibilidade de 94,2dB em média...por isso dão-se bem com o amp. de 2,5 w por canal. Claro que o modelo a seguir baseado nas FE207E, com 97dB de média certamente trariam outro rendimento, mas o preço já levava em cima mais de 200 euros de diferença....





Vendi tudo.
As colunas sofriam das limitações comuns a todas as single driver: dificuldade em reproduzir os extremos de frequência, compressão dinâmica, incapacidade de tocar a volumes elevados (sem distorcer), distorção de intermodulação que reduz a claridade quando reproduz uma grande variedade de frequências (ou instrumentos) em simultâneo.


As colunas single drive, têm, creio eu que é suposto ser assim, são as leis da física, algumas limitações, aliás no site da Tekton, o Mr. Eric avisa para esse facto, informando que a reprodução sonora das mesma não é para todos... é preciso saber o que se espera...um som mais analógico, e "puro", no sentido de alguma crueza que não agradará a todos...a mim...após várias horas de audição cada vez me soam melhor...talvez pq tb me esteja a habituar à sua sonoridade suave...As minhas tEkton mesmo puxando pelos incríveis 5 watts do miniwatt não distorçem nem um pouco


O DAC tinha um som tipado: dificuldade em reproduzir os extremos de frequência e demasiadas "colorações".

As colorações sinceramente não entendi!? Com todo o respeito....Segundo opinião generalizada, e que comprovei com o meu moodlab, os nós dac, primam pela não introdução de "artifícios sonoros" (colorações?!), se têm alguma vantagem será essa mesma...ao não fazerem qq upsampling, ou oversampling...tendem a ter uma sonoridade própria e afastada dos dac ditos "normais"...
Claro que qdo ligo o meu sistema sinto isso mesmo...um som bem diferente do meu outro sistema estereo mais convencional...e com uma sonoridade mais preenchida, menos crua, não sei se me faço entender. Corrigam-me se estou a dizer qq asneira.


Na minha opinião as colunas single driver não são adequadas à reprodução de musica doméstica devido às limitações que atrás referi.

Neste caso permito-me discordar... há muitas pessoas com inúmera experiência que afirmam o contrário...eu próprio posso afiançar-lhe que o meu som doméstico é bastante agradável... ouvido nas Tekton...desde que se goste!? A tal subjectividade de que falavamos....

Quanto ao DAC, falta-lhe fidelidade.


Em que sentido? Não é fiel à gravação? Não reproduz que adequação todo o espectro sonoro? Ou sendo um nos dac está fatalmente limitado a uma sonoridade própria de que gosta ou não?

Cumprimentos e obrigado pelas suas respostas...a troca de experiências e opiniões deve ser isto mesmo...ouvir, interpretar, analisar e comentar...
Nunca devemos dizer NUNCA ou SEMPRE sobretudo no mundo da arte e mormente no audio
Paulo

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