Espaço Holbein Menezes
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Re: Espaço Holbein Menezes
Pura Maravilha.
Muito obrigado Sr. Holbein.
Muito obrigado Sr. Holbein.

Elso- Membro Audiopt

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Re: Espaço Holbein Menezes
Elso escreveu:Pura Maravilha.
Muito obrigado Sr. Holbein.
Faço das palavras do Elso as minhas!!!
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Cumprimentos
Paulo André
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Paulo André- Equipa Audiopt - Admin.

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Casos audiotas-1.
Causos audiotas-1.
Eu dissera para o colega: o melhor alto-falante do mundo são muitos e múltiplos falantes. – “Por quê? – perguntou-me. Por muitos motivos – respondi –, dois dos quais, assaz decisivos:
- o primeiro motivo decisivo diz respeito à curva de resposta de freqüências da unidade de chassi, se isolada; uma vez que por mais linear que possa vir a ser a resposta de um falante, NUNCA será a linha reta ideal, inalcançável; será, na melhor hipótese, melhor do que 5 dB, para mais ou para menos. Por outro lado, como é muito difícil senão impossível que duas unidades de uma mesma marca de falante tenham idênticas curvas de freqüência, pode ocorrer, e em geral ocorre que, onde (na freqüência) de um haja um pico, nesse exato ponto (ou em torno dele) possa existir um vale na outra unidade; e a recíproca é verdadeira. Por via de cuja inter-ação a resposta dos dois, graficamente, torna-se mais linear. Assim, pois, considere esse efeito de compensação com dez, vinte, trinta falantes, inter-ligados, teremos então o sistema mais linear que alguém possa desejar;
- o segundo e fundamental motivo está na mecânica operacional de um alto-falante: a excursão da sua bobina do cone, que se desloca para frente e para trás na conformidade da amplitude do sinal recebido; em geral, um centímetro e pouco para frente e um centímetro e pouco para trás; por isso que, quando o cone desloca-se até os seus extremos cresce geometricamente o nível de distorção. O que quer significar que há uma faixa ótima de excursão dentro da qual o falante produz o seu melhor; por desventura, essa faixa é muito estreita, coisa de poucos milímetros para frente e para trás, e nenhum alto-falante, se instalado isolado, cinge-se a essa faixa uma vez que excursiona não só em razão de sua mecânica mas também na conformidade da amplitude do sinal recebido. Todavia... pois é, se a amplitude do sinal for dividida por dez, vinte, trinta falantes, aí, sim, ofereceremos a cada falante do sistema de som modo de operar dentro da faixa ótima.
Eu fizera essa preleção para o colega numa tarde em que tomávamos chope no Alcazar, na praia de Copacabana; e na quinta rodada de chope, o colega já estava para lá de Piripiri... Já engrolando a voz, prometeu-me: “- Vou experimentar isso.”
Passadas semanas recebo telefonema do referido colega: “- Pode vir até aqui? Já aprontei o sistema dos “Trinta e dois maravilhosos” (“Trinta Maravilhosos” fora o nome que uma revista de áudio estadunidense dera ao sistema dos múltiplos.)
Com efeito, a sala algo pequena e algo quadrada do colega parecia uma vitrine da Rua Santa Ifigência, havia falantes instalados até na janela do cômodo... (Brincadeira). Na verdade, eram dois grandes painéis de 1,20 m de largura por 2 m de altura, que abrigavam, cada painel, 32 unidades de falantes de seis polegadas, conforme um projeto de Brian Clarke publicado em uma revista. (Projeto que prometia as seguintes características: impedância de cada falante: 100 Ohms; ligação em paralelo, para resultar numa impedância final de 3.12 Ohms; freqüência de ressonância do sistema: entre 66 a 70 Hz; resposta de freqüência: de 70Hz a 20kHz, com mais ou menos 3 dB.) Pois meu amigo, na falta de falantes de 100 Ohms de impedância construiu os dois painéis com falantes de 3,2 Ohms, desses baratinhos, destinados aos aparelhos de TV, conectando-os em paralelo e série de forma a ter uma impedância final de 6,4 Ohms.
Os painéis de múltiplos de meu colega produziam um som divino! Suave, musical, sem estresse, ainda que direcional além do meu exigente conforto acústico.
A partir dessa extraordinária aventura, fizemos ele e eu ao longo dos meses seguintes uma pá de experiências com vistas a quebrar a direcionalidade; e logramos algum sucesso. Meu colega conviveu com esse “sistema absurdo” por muitos anos, feliz da vida!
Eu dissera para o colega: o melhor alto-falante do mundo são muitos e múltiplos falantes. – “Por quê? – perguntou-me. Por muitos motivos – respondi –, dois dos quais, assaz decisivos:
- o primeiro motivo decisivo diz respeito à curva de resposta de freqüências da unidade de chassi, se isolada; uma vez que por mais linear que possa vir a ser a resposta de um falante, NUNCA será a linha reta ideal, inalcançável; será, na melhor hipótese, melhor do que 5 dB, para mais ou para menos. Por outro lado, como é muito difícil senão impossível que duas unidades de uma mesma marca de falante tenham idênticas curvas de freqüência, pode ocorrer, e em geral ocorre que, onde (na freqüência) de um haja um pico, nesse exato ponto (ou em torno dele) possa existir um vale na outra unidade; e a recíproca é verdadeira. Por via de cuja inter-ação a resposta dos dois, graficamente, torna-se mais linear. Assim, pois, considere esse efeito de compensação com dez, vinte, trinta falantes, inter-ligados, teremos então o sistema mais linear que alguém possa desejar;
- o segundo e fundamental motivo está na mecânica operacional de um alto-falante: a excursão da sua bobina do cone, que se desloca para frente e para trás na conformidade da amplitude do sinal recebido; em geral, um centímetro e pouco para frente e um centímetro e pouco para trás; por isso que, quando o cone desloca-se até os seus extremos cresce geometricamente o nível de distorção. O que quer significar que há uma faixa ótima de excursão dentro da qual o falante produz o seu melhor; por desventura, essa faixa é muito estreita, coisa de poucos milímetros para frente e para trás, e nenhum alto-falante, se instalado isolado, cinge-se a essa faixa uma vez que excursiona não só em razão de sua mecânica mas também na conformidade da amplitude do sinal recebido. Todavia... pois é, se a amplitude do sinal for dividida por dez, vinte, trinta falantes, aí, sim, ofereceremos a cada falante do sistema de som modo de operar dentro da faixa ótima.
Eu fizera essa preleção para o colega numa tarde em que tomávamos chope no Alcazar, na praia de Copacabana; e na quinta rodada de chope, o colega já estava para lá de Piripiri... Já engrolando a voz, prometeu-me: “- Vou experimentar isso.”
Passadas semanas recebo telefonema do referido colega: “- Pode vir até aqui? Já aprontei o sistema dos “Trinta e dois maravilhosos” (“Trinta Maravilhosos” fora o nome que uma revista de áudio estadunidense dera ao sistema dos múltiplos.)
Com efeito, a sala algo pequena e algo quadrada do colega parecia uma vitrine da Rua Santa Ifigência, havia falantes instalados até na janela do cômodo... (Brincadeira). Na verdade, eram dois grandes painéis de 1,20 m de largura por 2 m de altura, que abrigavam, cada painel, 32 unidades de falantes de seis polegadas, conforme um projeto de Brian Clarke publicado em uma revista. (Projeto que prometia as seguintes características: impedância de cada falante: 100 Ohms; ligação em paralelo, para resultar numa impedância final de 3.12 Ohms; freqüência de ressonância do sistema: entre 66 a 70 Hz; resposta de freqüência: de 70Hz a 20kHz, com mais ou menos 3 dB.) Pois meu amigo, na falta de falantes de 100 Ohms de impedância construiu os dois painéis com falantes de 3,2 Ohms, desses baratinhos, destinados aos aparelhos de TV, conectando-os em paralelo e série de forma a ter uma impedância final de 6,4 Ohms.
Os painéis de múltiplos de meu colega produziam um som divino! Suave, musical, sem estresse, ainda que direcional além do meu exigente conforto acústico.
A partir dessa extraordinária aventura, fizemos ele e eu ao longo dos meses seguintes uma pá de experiências com vistas a quebrar a direcionalidade; e logramos algum sucesso. Meu colega conviveu com esse “sistema absurdo” por muitos anos, feliz da vida!
holbein menezes- utilizador dedicado

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LP versus CD.
(Dedico estes comentários ao Elso e Paulo André.)
LP versus CD.
Aliás, seria mais próprio intitular este texto de CD versus LP. Porque o “rei” atual é o CD, que desbancou o LP faz algumas décadas mas o não matou de morte matada; deixou-o agonizante. E eis que o LP, tinhoso ou manhoso tal o nosso Rio Jaguaribe no cantar de Demócrito Rocha (“... morrendo e resistindo... resistindo e morrendo...”), o LP toma fôlego e ameaça voltar.
Mas não acredito que volte a ser de novo o “rei”, nem sequer o herdeiro do trono. E há muitas razões para isso.
Antes de tudo destaco a praticidade. (O ser humano moderno está acomodando-se. Seu confortável carro pessoal para andar nas cidades, o transporte aéreo fácil para vencer longas distâncias, o abundante e invasivo uso do telefone celular... em qualquer lugar, até nos WC, e, acima de tudo, o Mundo na palma da mão via Internet estão a nos tornar entes ensimesmados.)
Acresça-se que o long playing em seu tempo foi um objeto caprichoso. Porquanto requeria espaço para ser estocado, espaço que as casas de antanho dispunham mas os “apertamentos” de hoje, não. Demandava, além disso, cuidados especiais para não contrair arranhões que prejudicavam grandemente sua boa performance. E para ser tocado carecia de estilete de diamante - também conhecido como agulha de vitrola - mas, da mesma forma como o cordeador que faz a corda com a qual será enforcado o estilete de diamante lê o disco mas arruína os sutis sinais de áudio gravados em relevos ínfimos nos sulcos dos longa duração.
É verdade que nesses sulcos dos LP eram gravados, ou podiam ser, sinais de áudio de ampla faixa de frequência – propagadas como de entre 20 a 20 mil Hertz – mas, na prática, após umas poucas leituras os sutis relevos de sinais acima de 12 mil Hertz eram “raspados” pelo estilete de diamante; pudera, o stylus era muito mais rijo e denso do que o pobre vinil. Propaganda enganosa, portanto!
O CD nasceu por motivo da produção automática em série. Um stamper ou matriz é posto na máquina de fabricar cedê na qual há um depósito com estoque de policarbonato; em movimentos automáticos a máquina molda o policarbonato no formato do CD e estampa-o com as ranhuras da matriz, após o que submete o disco estampado a controle de qualidade: de forma automática a máquina de muitos braços rejeita os com defeito e armazena em pilha os discos considerados sem defeito. Tudo isso em alta velocidade; e em nenhum momento entra a mão humana. Robótica pura.
Ora, tal automatização e autonomia versus a vagarosa mecânica manual da feitura do long playing, que é obrigado a passar por quatro estágios antes de se tornar stamper: 1) “Lacquer” original (positivo); 2) “Metal master” (negativo); 3) “Metal mother” (positivo); 4) “Metal stamper” (negativo). E em cada estágio lá está a falha mão humana para complicar as coisas...
Em resumo, o CD é pequeno, prático, não quebrável, não tem sulcos para acumular poeira, e arranhões nele não geram sinais espúrios; reproduz apenas de 50 a 12 mil Hertz. O LP, ao contrário, é grande, por isso empena fácil, arranha fácil, e acumula poeira fácil; os arranhões geram desconfortáveis zumbidos (ploqueploques). Embora dotado da capacidade para reproduzir frequências de 20 até 20 mil Hertz, na prática isso significa pouca coisa uma vez que são raras as peças musicais cujos tons e seus principais harmônicos descem abaixo dos 50 Hertz ou vão além dos 12 mil Hertz.
Já devem ter notado que não sou fã do velho LP, e não por ser “velho” por isso que velho sou eu também com meus 87 anos dos quais gastei no mínimo 20 com tentativas vãs de tentar tornar o vinil “palatável”.
Ora, se o velho “rei” LP morreu, viva o novo “rei”, o portátil CD!
LP versus CD.
Aliás, seria mais próprio intitular este texto de CD versus LP. Porque o “rei” atual é o CD, que desbancou o LP faz algumas décadas mas o não matou de morte matada; deixou-o agonizante. E eis que o LP, tinhoso ou manhoso tal o nosso Rio Jaguaribe no cantar de Demócrito Rocha (“... morrendo e resistindo... resistindo e morrendo...”), o LP toma fôlego e ameaça voltar.
Mas não acredito que volte a ser de novo o “rei”, nem sequer o herdeiro do trono. E há muitas razões para isso.
Antes de tudo destaco a praticidade. (O ser humano moderno está acomodando-se. Seu confortável carro pessoal para andar nas cidades, o transporte aéreo fácil para vencer longas distâncias, o abundante e invasivo uso do telefone celular... em qualquer lugar, até nos WC, e, acima de tudo, o Mundo na palma da mão via Internet estão a nos tornar entes ensimesmados.)
Acresça-se que o long playing em seu tempo foi um objeto caprichoso. Porquanto requeria espaço para ser estocado, espaço que as casas de antanho dispunham mas os “apertamentos” de hoje, não. Demandava, além disso, cuidados especiais para não contrair arranhões que prejudicavam grandemente sua boa performance. E para ser tocado carecia de estilete de diamante - também conhecido como agulha de vitrola - mas, da mesma forma como o cordeador que faz a corda com a qual será enforcado o estilete de diamante lê o disco mas arruína os sutis sinais de áudio gravados em relevos ínfimos nos sulcos dos longa duração.
É verdade que nesses sulcos dos LP eram gravados, ou podiam ser, sinais de áudio de ampla faixa de frequência – propagadas como de entre 20 a 20 mil Hertz – mas, na prática, após umas poucas leituras os sutis relevos de sinais acima de 12 mil Hertz eram “raspados” pelo estilete de diamante; pudera, o stylus era muito mais rijo e denso do que o pobre vinil. Propaganda enganosa, portanto!
O CD nasceu por motivo da produção automática em série. Um stamper ou matriz é posto na máquina de fabricar cedê na qual há um depósito com estoque de policarbonato; em movimentos automáticos a máquina molda o policarbonato no formato do CD e estampa-o com as ranhuras da matriz, após o que submete o disco estampado a controle de qualidade: de forma automática a máquina de muitos braços rejeita os com defeito e armazena em pilha os discos considerados sem defeito. Tudo isso em alta velocidade; e em nenhum momento entra a mão humana. Robótica pura.
Ora, tal automatização e autonomia versus a vagarosa mecânica manual da feitura do long playing, que é obrigado a passar por quatro estágios antes de se tornar stamper: 1) “Lacquer” original (positivo); 2) “Metal master” (negativo); 3) “Metal mother” (positivo); 4) “Metal stamper” (negativo). E em cada estágio lá está a falha mão humana para complicar as coisas...
Em resumo, o CD é pequeno, prático, não quebrável, não tem sulcos para acumular poeira, e arranhões nele não geram sinais espúrios; reproduz apenas de 50 a 12 mil Hertz. O LP, ao contrário, é grande, por isso empena fácil, arranha fácil, e acumula poeira fácil; os arranhões geram desconfortáveis zumbidos (ploqueploques). Embora dotado da capacidade para reproduzir frequências de 20 até 20 mil Hertz, na prática isso significa pouca coisa uma vez que são raras as peças musicais cujos tons e seus principais harmônicos descem abaixo dos 50 Hertz ou vão além dos 12 mil Hertz.
Já devem ter notado que não sou fã do velho LP, e não por ser “velho” por isso que velho sou eu também com meus 87 anos dos quais gastei no mínimo 20 com tentativas vãs de tentar tornar o vinil “palatável”.
Ora, se o velho “rei” LP morreu, viva o novo “rei”, o portátil CD!
holbein menezes- utilizador dedicado

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Re: Espaço Holbein Menezes
holbein menezes escreveu:
...
Uma loucura! E para não me tornar mais louco do que já era, abandonei toca-discos, cápsulas e discos! O "compact disc" é pobre de resposta de frequência mas acarreta menos problemas de instalação. E a automaticidade de sua feitura torna-os menos variáveis do que os manufaturados LP, em cujo processo de fabricação os Srs. Engenheiros interferem.)
...
Holbein.
Finalmente alguém com juízo
PS: Ainda bem que fala alguém com um estatuto inquestionável e conhecimento dificilmente igualavel, pois de outra forma seria 'crucificado' (forma de falar)
ricardo felisberto- Membro Audiopt

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Re: Espaço Holbein Menezes
Todas as opiniões neste espaço são válidas, e é mais uma opinião que tanto nos apraz, não vai ser crucificado no bom sentido da palavra porque é um tema já bastante discutido e terá óbviamente os que aplaudem, os que não aplaudem e os indecisos, é quase como nas eleições. Sou um indeciso porque ouço praticamente metade vinil e metade CD.

Blink- Equipa Audiopt - Admin.

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Re: Espaço Holbein Menezes
Caro Holbein, os meus sinceros agradecimentos pela deditatória 
_________________
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Paulo André
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Paulo André- Equipa Audiopt - Admin.

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"... todas as opiniões..."
Sim, blink, "... todas as opiniões neste espaço são válidas...", principalmente as minhas que sou o dono do espaço. (Releve-me a brincadeira.) E não tome minhas opiniões como "sentenças" do tipo jurídico, isto é, sem a sabedoria do mutatis mutandis. Já escrevi em outro comentário, que não sou adepto do magister dixit porque nem me considero magister e o que digo tem como base minha experiência pessoal. Portanto, sou camaleônico, no sentido dado pelo Caetano Veloso.
E atente que teci os comentários sobre a "ficha" do António José, que é, ainda, adepto do vinil. Ora, o que seria da cor amarela não fosse o mau gosto... ou, em outras palavras, o que seria do longa duração não fossem os saudosistas...
Holbein, o dialético.
E atente que teci os comentários sobre a "ficha" do António José, que é, ainda, adepto do vinil. Ora, o que seria da cor amarela não fosse o mau gosto... ou, em outras palavras, o que seria do longa duração não fossem os saudosistas...
Holbein, o dialético.
holbein menezes- utilizador dedicado

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Re: Espaço Holbein Menezes
Ái valha-me Sta Efigénia
fosse o ilustre um Luso
e diria com a devida vènia
que habitava no Restelo
já hesiste coisa melhor
estão caducos o cêdês
então não sabe o senhor
que esta é a era dos MPtrês?
coisinha bem prática
c/uma boa gama dinâmica
faz da musica mais complexa
um simples exercicio de matemática
muitissimo portátil
e tambem fácil de usar
por quem tem alzheimer
ou ouve por um funil
grande abraço
e continue abençoando este fórum com suas viciantes crónicas
Milton
fosse o ilustre um Luso
e diria com a devida vènia
que habitava no Restelo
já hesiste coisa melhor
estão caducos o cêdês
então não sabe o senhor
que esta é a era dos MPtrês?
coisinha bem prática
c/uma boa gama dinâmica
faz da musica mais complexa
um simples exercicio de matemática
muitissimo portátil
e tambem fácil de usar
por quem tem alzheimer
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grande abraço
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Milton
Última edição por milton em 19/9/2009, 17:49, editado 1 vez(es)
Convidad- Convidado
Re: Espaço Holbein Menezes
Caro Milton está simplesmente maravilhoso. Parabéns
Será que deveriamos abrir um espaço para os Poetas do som?
Será que deveriamos abrir um espaço para os Poetas do som?

Blink- Equipa Audiopt - Admin.

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Re: Espaço Holbein Menezes
blink escreveu:Caro Milton está simplesmente maravilhoso. Parabéns
Será que deveriamos abrir um espaço para os Poetas do som?
caro Blink,daqui o meu agradecimento
não sou poeta,apenas provocador
dêm-me apenas esse valor
e não uns sapatos de cimento!
abraço
Milton
Convidad- Convidado
APOIADO!
Tem todo meu apoio, Administrador blink, um tópico com trovas em sete pés! e o Milton a gerenciá-lo! Mote: o som musical reproduzido, suas formas passadas, presente e futuras.
Milton: até já poderá ser deveras alzheimer; quem já viveu no Nordeste brasileiro, dado o clima hostil e as terríveis condições de sobrevivência, viveu enfestado, isto é, cada ano deve ser contado por dois!; uma vez que vivi por aqui 35 anos (= a 70), somados com os 51 vividos no Sul Maravilha, devo ter portanto, agora, cento-e-vinte-e-um ...
Aqui no Brasil se diz que um homem para arrogar-se ter vivido há que ter tido no mínimo cinco filhos, escrito um livro e plantado algumas árvores. Pois, tive oito filhos, escrevi cinco livros e plantei muitas árvores!
Mas não é alzheimer não, meu Caro Milton. É consciente processo em que mergulhei de desaprender as desnessidades acumulados em tantos anos! O disco rígido da memória está prenhe e prenho de informações inuteis, que precisam ser deletadas.
Quando houver espaço no HD mnemônico, cuidarei dos MPtrês.
Um abraço em ambos do velho
Holbein.
Milton: até já poderá ser deveras alzheimer; quem já viveu no Nordeste brasileiro, dado o clima hostil e as terríveis condições de sobrevivência, viveu enfestado, isto é, cada ano deve ser contado por dois!; uma vez que vivi por aqui 35 anos (= a 70), somados com os 51 vividos no Sul Maravilha, devo ter portanto, agora, cento-e-vinte-e-um ...
Aqui no Brasil se diz que um homem para arrogar-se ter vivido há que ter tido no mínimo cinco filhos, escrito um livro e plantado algumas árvores. Pois, tive oito filhos, escrevi cinco livros e plantei muitas árvores!
Mas não é alzheimer não, meu Caro Milton. É consciente processo em que mergulhei de desaprender as desnessidades acumulados em tantos anos! O disco rígido da memória está prenhe e prenho de informações inuteis, que precisam ser deletadas.
Quando houver espaço no HD mnemônico, cuidarei dos MPtrês.
Um abraço em ambos do velho
Holbein.
holbein menezes- utilizador dedicado

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Re: Espaço Holbein Menezes
ricardo felisberto escreveu:holbein menezes escreveu:
...
Uma loucura! E para não me tornar mais louco do que já era, abandonei toca-discos, cápsulas e discos! O "compact disc" é pobre de resposta de frequência mas acarreta menos problemas de instalação. E a automaticidade de sua feitura torna-os menos variáveis do que os manufaturados LP, em cujo processo de fabricação os Srs. Engenheiros interferem.)
...
Holbein.
Finalmente alguém com juízo
PS: Ainda bem que fala alguém com um estatuto inquestionável e conhecimento dificilmente igualavel, pois de outra forma seria 'crucificado' (forma de falar).
Só espero que o amigo Ricardo tenha lido tudo com atenção.
Gostaria de mencionar a última crónica do Noel Keywood, famoso escritor da HI-FI WORLD. Na crónica que escreveu na revista de Outubro, ele afirma que o cd original deixava muito a desejar em relação ao analógico mas tinha a esperança de que com o sacd e o aparecimento do blue-ray o digital ficasse maduro e melhorasse em relação ao analógico, mas, diz ele, já não tem tanta certeza.
Nessa mesma revista, também achei interessante o editor David Price dizer que, não entendia como era possível certos reviewers fazerem testes a amplificadores e colunas com cd's. Diz ele que é a mesma coisa que testar carros desportivos numa estrada de 50km hora, e continua por perguntar, como será possível alguém atestar das capacidades de algo fornecendo-lhe um sinal mediano.
Como vê caro Ricardo, não estou só (muito pelo contrário) quando digo que o analógico é bem superior ao digita. É verdade que é mais dificil de alcançar, como diz o amigo Holbein, mas assim que se alcança é um vicio sonoro dificil de largar. Podemos compara-lo a uma droga que injecta arte nas veias e embebeda os sentidos.
O nosso amigo Holbein poderá já não ter paciência para afinar células e gira discos, mas decerto que já ouviu sistemas analógicos a tocar bem. E quando tocam bem.......meu deus.....
Convidad- Convidado
Re: Espaço Holbein Menezes
António José da Silva escreveu:
O nosso amigo Holbein poderá já não ter paciência para afinar células e gira discos, mas decerto que já ouviu sistemas analógicos a tocar bem. E quando tocam bem.......meu deus.....
Mais um crente nesta cruzada...

vinyl33- Membro Audiopt

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