A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
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Tal qual.
MCA.hifi - "... A técnica andou para trás, só evoluiu o lucro fabuloso dos industriais da treta que fazem para aí todo o tipo de socata para audio, compram os criticos os donos das revistas e estes é que vendem as caixas cheias de circuitos integrados a que chamam amplificadores de audio."
Não é que a técnica tenha andado para trás, a ganância é que correu na frente. A técnica em laboratórios, como pode atestar o nosso td124, tem evoluído no sentido de reduzir quase ao mínimo as distorções inerentes a aparelho amplificadores, eliminar os zumbidos de microfonia, optimizar ao extremo a qualidades dos componentes... (e pensar que os QUAD II tinham capacitores de cerâmica como acopladores dos seus circuitos, resitores de carvão com tolerância de + ou - 10% (?), fios ordinário com capa de plástico entre os pontos dos circuitos, eletrolíticos da fonte de poucos microFarrads etc.)
Quatro quintos de minha atividade jornalística em áudio foram dedicados a combater "os vendilhões do templo". Embalde. Os mercadores, tal os traficantes de drogas, apoiam-se na ingenuidade dos audiófilos e exploram o nosso narcisismo.
Infelizmente.
Holbein.
Não é que a técnica tenha andado para trás, a ganância é que correu na frente. A técnica em laboratórios, como pode atestar o nosso td124, tem evoluído no sentido de reduzir quase ao mínimo as distorções inerentes a aparelho amplificadores, eliminar os zumbidos de microfonia, optimizar ao extremo a qualidades dos componentes... (e pensar que os QUAD II tinham capacitores de cerâmica como acopladores dos seus circuitos, resitores de carvão com tolerância de + ou - 10% (?), fios ordinário com capa de plástico entre os pontos dos circuitos, eletrolíticos da fonte de poucos microFarrads etc.)
Quatro quintos de minha atividade jornalística em áudio foram dedicados a combater "os vendilhões do templo". Embalde. Os mercadores, tal os traficantes de drogas, apoiam-se na ingenuidade dos audiófilos e exploram o nosso narcisismo.
Infelizmente.
Holbein.
holbein menezes- utilizador dedicado

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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
holbein menezes
Quando me referia á ..Técnica... fi-lo no sentido pejurativo da indisposição que me criam os referidos vendilhões, ao classificarem de técnica os barretes que enfiam há longos anos ao pessoal. Talvez não me tivesse expressado bém, mas as suas palavras vão de encontro ao sentido que queria imprimir ao texto.
MCA
Quando me referia á ..Técnica... fi-lo no sentido pejurativo da indisposição que me criam os referidos vendilhões, ao classificarem de técnica os barretes que enfiam há longos anos ao pessoal. Talvez não me tivesse expressado bém, mas as suas palavras vão de encontro ao sentido que queria imprimir ao texto.
MCA

MCA.hifi- Equipa Audiopt - Colaborador

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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
Holbein, adoro ler seus post, de grandes sabedoria e experiência.
Obrigado
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Abraços, Luke
http://www.youtube.com/user/MrSkywalker23
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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
Tenho lido todos os vossos textos com admiração e orgulho pelos mesmos estarem acessíveis neste espaço, contudo e em relação aos vendilhões do templo é verdade que isto já dura á largos anos, mas vamos ao pragamatismo das coisas, os entusiastas do audio que querem comprar ou fazer um upgrade ao sistema de som a única coisa que podem fazer é ouvir nas poucas lojas que os vendem, ouvem uns e ouvem outros, mas não ouvem os melhores e mais baratos porque as lojas não os têm...
E não os têm por razões que eu acho que serão também por falta de cultura do audio, os compradores estão totalmente indefesos hoje em dia face ao acumulado de centenas de marcas e modelos e todas elas a oferecerem o maná do som.
Muitas das vezes tentamos acreditar que lendo aquela ou a outra revista da especilalidade sempre nos vai dar uma maior ajuda na escolha, mas mais uma vez mal abrimos a revista deparamo-nos com um escaparate de belas fotografias com aparelhos muito bem defenidos e desenhados e até uma bela mulher ao lado e em baixo até tem 5 estrelas, e depois viramos a folha e mais outro com mais 5 estrelas e desistimos de lêr porque quase tudo tem 5 estrelas e vamos descansar a cabeça porque esta escolha já nos está a baralhar e o dinheiro não abunda.
E no dia seguinte já não nos importa tanto a marca e como são todos bons então vamos escolher o mais bonito estéticamente, afinal até sabemos no nosso íntimo que dali a um ano ou menos vamos trocá-lo por outro, e por vezes por razões do acaso e depois de tanto teimar e trocar esse outro até pode ser o tal que nos traga a felicidade tanto procurada.
Melhor seria que houvesse menos quantidade e mais qualidade como antigamente e facilmente nos sujeitava-mos a comprar o que existia e que por sinal era feito para se ouvir música e não como agora que é feito para o ganho fácil.
E não os têm por razões que eu acho que serão também por falta de cultura do audio, os compradores estão totalmente indefesos hoje em dia face ao acumulado de centenas de marcas e modelos e todas elas a oferecerem o maná do som.
Muitas das vezes tentamos acreditar que lendo aquela ou a outra revista da especilalidade sempre nos vai dar uma maior ajuda na escolha, mas mais uma vez mal abrimos a revista deparamo-nos com um escaparate de belas fotografias com aparelhos muito bem defenidos e desenhados e até uma bela mulher ao lado e em baixo até tem 5 estrelas, e depois viramos a folha e mais outro com mais 5 estrelas e desistimos de lêr porque quase tudo tem 5 estrelas e vamos descansar a cabeça porque esta escolha já nos está a baralhar e o dinheiro não abunda.
E no dia seguinte já não nos importa tanto a marca e como são todos bons então vamos escolher o mais bonito estéticamente, afinal até sabemos no nosso íntimo que dali a um ano ou menos vamos trocá-lo por outro, e por vezes por razões do acaso e depois de tanto teimar e trocar esse outro até pode ser o tal que nos traga a felicidade tanto procurada.
Melhor seria que houvesse menos quantidade e mais qualidade como antigamente e facilmente nos sujeitava-mos a comprar o que existia e que por sinal era feito para se ouvir música e não como agora que é feito para o ganho fácil.

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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
Ao td124
Deixo aqui meu Muitíssimo obrigado pelas aulas proferidas

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Abraços, Luke
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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
o povo diz e com razão "com papas e bolos se enganam os tolos".
o blink lembra-se certamente dos gloriosos dias da "Rádio Popular" ao cimo da Rua do Loureiro no Porto onde os que gostavam de ouvir música com alguma qualidade iam em peregrinação 1 vez por semana (ou)ver as "novidades". Naquela época o que estava a dar eram os cyrus II + psx, o musical fidelity B1, as Rogers LS4, as MA Studio, os decks da Denon, os cds da marantz entre outras jóias da época. A imacustica estava a começar mas era tudo muito caro (exceptuando os audiolab e o beard, os systemdeck) para o trabalhador normal que eu era (e sempre fui). Havia ainda discoteca santo antónio com os célebres "scott" e "cec" e "nikko", lindos de morrer, com aqueles cromados mas a preços incomportáveis.
Havia pouca variedade de escolha mas eramos felizes com tão pouco. Depois veio o advento da internet, alargou-se o leque de escolha, prometeram-nos o som perfeito com o advento do cd, veio a tentação do lucro fácil, mudou-se a fabricação de equipamentos para países onde o custo da mão de obra é quase igual à dos escravos, mas a qualidade que podia ser optimizada veio por aí abaixo. É certo que a Net acabou com muitos tabus e mitos do audio, mas entretanto o "hype" criou outros. como diz o blink é tudo 4 e 5 estrelas nas apreciações das "audio" (que saudades dos testes que a revista trazia nas primeiras edições) e de outras publicações da especialidade. amplificadores de 2500 euros são eleitos a "pechincha audiófila do ano" e depois vamos ouvir o bicho e ele não se aguenta nas curvas e damos por nós a pensar na publicidade enganosa (o pai da noiva não diz mal da filha, digo eu).
O consumidor de audio está prisioneiro de algumas poucas marcas, tirando lisboa e porto o consumidor da provincia quase não tem escolha, não tem onde poder ouvir equipamentos de média qualidade e por isso tem de se socorrer dos amigos, dos foruns para poder comparar equipamentos e assim poder evoluir minimamente.
são os tempos, diz um amigo meu, é a crise digo eu.....
o blink lembra-se certamente dos gloriosos dias da "Rádio Popular" ao cimo da Rua do Loureiro no Porto onde os que gostavam de ouvir música com alguma qualidade iam em peregrinação 1 vez por semana (ou)ver as "novidades". Naquela época o que estava a dar eram os cyrus II + psx, o musical fidelity B1, as Rogers LS4, as MA Studio, os decks da Denon, os cds da marantz entre outras jóias da época. A imacustica estava a começar mas era tudo muito caro (exceptuando os audiolab e o beard, os systemdeck) para o trabalhador normal que eu era (e sempre fui). Havia ainda discoteca santo antónio com os célebres "scott" e "cec" e "nikko", lindos de morrer, com aqueles cromados mas a preços incomportáveis.
Havia pouca variedade de escolha mas eramos felizes com tão pouco. Depois veio o advento da internet, alargou-se o leque de escolha, prometeram-nos o som perfeito com o advento do cd, veio a tentação do lucro fácil, mudou-se a fabricação de equipamentos para países onde o custo da mão de obra é quase igual à dos escravos, mas a qualidade que podia ser optimizada veio por aí abaixo. É certo que a Net acabou com muitos tabus e mitos do audio, mas entretanto o "hype" criou outros. como diz o blink é tudo 4 e 5 estrelas nas apreciações das "audio" (que saudades dos testes que a revista trazia nas primeiras edições) e de outras publicações da especialidade. amplificadores de 2500 euros são eleitos a "pechincha audiófila do ano" e depois vamos ouvir o bicho e ele não se aguenta nas curvas e damos por nós a pensar na publicidade enganosa (o pai da noiva não diz mal da filha, digo eu).
O consumidor de audio está prisioneiro de algumas poucas marcas, tirando lisboa e porto o consumidor da provincia quase não tem escolha, não tem onde poder ouvir equipamentos de média qualidade e por isso tem de se socorrer dos amigos, dos foruns para poder comparar equipamentos e assim poder evoluir minimamente.
são os tempos, diz um amigo meu, é a crise digo eu.....
Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
Lembro-me muito bem da Rádio Popular foi lá que comprei os meus primeiros sistemas, era tanta gente ao sábado que até tinham um porteiro (por ironia do destino era pai de uma vizinha minha) que vedava a porta e só entravam alguns magotes quando saissem outros tantos, foi aí que comprei os meus 1ºs aparelhos, Technics e Luxman entre outros. Muitas vezes viamos aí os preços e íamos a correr a Matosinhos ao Perdigão vêr se os tinha a preço menor.
Na discoteca Stº Antonio comprava kits de colunas da Perless que era só montar em casa, e mais abaixo havia a Heat-Kit americana que também tinha ampl. em kit de montagem.
Nesse ponto de vista foram bons tempos e a época de ouro do audio, vinha gente de todo o Norte do País comprar o seu sistemazito, e é engraçado que ninguem se importava com cabos de sector nem de colunas, nem os ics, vinha tudo nas embalagens e tudo funciona bem, ou nós é que não eramos tão exigentes...
As desculpas por este off ao td124, mas é tão bom recordar estes velhos tempos.
Na discoteca Stº Antonio comprava kits de colunas da Perless que era só montar em casa, e mais abaixo havia a Heat-Kit americana que também tinha ampl. em kit de montagem.
Nesse ponto de vista foram bons tempos e a época de ouro do audio, vinha gente de todo o Norte do País comprar o seu sistemazito, e é engraçado que ninguem se importava com cabos de sector nem de colunas, nem os ics, vinha tudo nas embalagens e tudo funciona bem, ou nós é que não eramos tão exigentes...
As desculpas por este off ao td124, mas é tão bom recordar estes velhos tempos.

Blink- Equipa Audiopt - Admin.

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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
blink escreveu:Tenho lido todos os vossos textos com admiração e orgulho pelos mesmos estarem acessíveis neste espaço, contudo e em relação aos vendilhões do templo é verdade que isto já dura á largos anos, mas vamos ao pragamatismo das coisas, os entusiastas do audio que querem comprar ou fazer um upgrade ao sistema de som a única coisa que podem fazer é ouvir nas poucas lojas que os vendem, ouvem uns e ouvem outros, mas não ouvem os melhores e mais baratos porque as lojas não os têm...
Melhor seria que houvesse menos quantidade e mais qualidade como antigamente e facilmente nos sujeitava-mos a comprar o que existia e que por sinal era feito para se ouvir música e não como agora que é feito para o ganho fácil.
A verdade é que quando têm, o pessoal nem se dá ao trabalho de ir ouvir. Nem que não seja pelo benefício da dúvida. A desculpa da distância não serve pois quantos não se deslocam bem longe para ir à "bola" ou a um dado concerto ou cerimónia religiosa?. Será que para gastar o dinheiro ganho a custo os mesmos esforços não se aplicam? Ainda há bem pouco tempo tive um exemplo de que quando se quer nem a distância serve de obstáculo. Tantas vezes que desafio as pessoas a pura e simplesmente deixarem-se de teorias e passarem à prática indo ouvir as alternativas antes de decidirem. Claro está que esta postura vale-me o apelido de "vendilhão" ,mas quase sempre por quem não levanta o traseiro do sofá ( ou quando o faz passa sempre nas mesmas ruas) e prefere ficar na teoria.Já cá tem estado pessoal que gosta daquilo que ouve mas eu peço-lhes que vão ouvir outras coisas e depois voltem para confirmar se as primeiras impressões se mantêm.
Curioso é que quando chega a hora de comprar pela net, às cegas, coisas que nunca se ouviram os níveis de exigência baixam. Vai-se pela beleza da "caixa" e pelo preço atractivo.
Quantas vezes não oiço dizerem " pelo preço deste novo compro o outro usado que custava o dobro ou triplo". É verdade sim, mas pergunto; e esse novo, mais caro,valia o que se pedia por ele? ou seria dos tais embustes de que o pessoal tanto se queixa? A única maneira de tirar isso a limpo é despir-nos de preconceitos e ouvirmos, não?
Outra queixa frequente é que num mesmo sítio não é possível ouvir 3, 5, ou 10 alternativas diferentes. Claro que não, quando vamos comprar um carro novo e nos dirigimos ao STAND ( e não standart nem standard) de marca não encontramos lá os modelos todos das outras marcas para experimentarmos um e logo de seguida nos enfiarmos noutro, pois não?. O melhor que nos fazem é proporcionar um test drive naquele.
O importante é que quem lá está para nos atender ( neste caso no audio) nos dê apoio e nos ajude de forma continuada e encontrar a solução que mais se adequa às nossas necessidades e condicionantes de forma a ficarmos satisfeitos, não gastando própriamente o menos possível, mas isso sim, não desperdiçando. O desperdício não resulta de optar por vezes pelo produto acima ou auferir menos desconto. Ao comprarmos a solução que manteremos por mais tempo com maior satisfação, evitaremos perder dinheiro, superior ao dito desconto, a vender o que acabámos de comprar.
Apenas a minha opinião. Há quase 45 anos como consumidor e trabalhador, dos quais cinco também como prestador directo de serviços. Tenho mais experiência como consumidor do que como vendedor e apoio-me na primeira para desenvolver a segunda.
Um Abraço
João Gouveia
PS: as minhas desculpas também, pelo off topic.
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PAUCA SED BONA,Lda Importador oficial exclusivo para Portugal, das marcas PURE SOUND, AVID HIFI e BORDER PATROL. Reparação e restauro de gira-discos e colunas de som. Home Cinema, amplificação a válvulas e solid state.
www.paucasedbona.pt
Sala de Audições: Rua D. Afonso Henriques Nº 1A 2605-701 Casal de Cambra
Nota: a 5 minutos do Dolce Vita Tejo
Tlm:91 231 5200 contacto:João Gouveia
email: psb@paucasedbona.pt

A Pauca Sed Bona- Profissional
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Nosso papel nos fórum independentes.
blink: "... mas mais uma vez mal abrimos a revista deparamo-nos com um escaparate de belas fotografias com aparelhos muito bem defenidos e desenhados e até uma bela mulher ao lado e em baixo até tem 5 estrelas, e depois viramos a folha e mais outro com mais 5 estrelas e desistimos de lêr porque quase tudo tem 5 estrelas e vamos descansar a cabeça porque esta escolha já nos está a baralhar e o dinheiro não abunda."
Este o nosso papel, blink, de jornalistas e fóruns independentes: de "pelejar o bom combate", como nos ensinou Paulo de Tarso; desmisticando os "vendilhões do templo" dando-lhe os nomes, e, tal Jesus, algumas chicotadas verbais porque são renitentes, e ganham muito dinheiro com a enganação.
Mas não basta isso, há que mostrar por quê. Que é o que estamos a fazer aqui no Audiopt. Indicar os caminhos, transmitir nossas experiências. Relatos como os que o td124 está a fazer aqui com suas "pequenas histórias" evidenciam que na "casa do Senhor há muitas moradas". A História diz que há.
Minha longa vida audiófila me tem ensinado que o caminho mais curto para o bom é a simplicidade. Que, em relação à replicação fiel do evento original, o bom é a meta uma vez que o ótimo não existe ainda que venha a custar caro, muito caro. Infelizmente, ainda não há clone para a música ao vivo.
Holbein.
Este o nosso papel, blink, de jornalistas e fóruns independentes: de "pelejar o bom combate", como nos ensinou Paulo de Tarso; desmisticando os "vendilhões do templo" dando-lhe os nomes, e, tal Jesus, algumas chicotadas verbais porque são renitentes, e ganham muito dinheiro com a enganação.
Mas não basta isso, há que mostrar por quê. Que é o que estamos a fazer aqui no Audiopt. Indicar os caminhos, transmitir nossas experiências. Relatos como os que o td124 está a fazer aqui com suas "pequenas histórias" evidenciam que na "casa do Senhor há muitas moradas". A História diz que há.
Minha longa vida audiófila me tem ensinado que o caminho mais curto para o bom é a simplicidade. Que, em relação à replicação fiel do evento original, o bom é a meta uma vez que o ótimo não existe ainda que venha a custar caro, muito caro. Infelizmente, ainda não há clone para a música ao vivo.
Holbein.
holbein menezes- utilizador dedicado

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Revistas de áudio.
blink (num post anterior): "... mas mais uma vez mal abrimos a revista deparamo-nos com um escaparate de belas fotografias com aparelhos muito bem defenidos e desenhados e até uma bela mulher ao lado e em baixo até tem 5 estrelas, e depois viramos a folha e mais outro com mais 5 estrelas e desistimos de lêr porque quase tudo tem 5 estrelas e vamos descansar a cabeça porque esta escolha já nos está a baralhar e o dinheiro não abunda."
Pois. Acaba de sair o nº 150 da única revista brasileira dedicada as coisas do áudio, proclamando-se num nova fase. Para mim, que fui um dos seus pilares deste o nº 1 e até o 36 (mais de três anos!), a escrever nela o texto central, e mensal, "Opinião" (livre e liberto e libertário como sói ser meus textos), para mim foi uma decepção: trocou-se seis euros de cobre por meia dúzia de euros de ouro; um luxo gráfico desnecessário... com certeza para encobrir a pobreza dos conteúdos das matérias; como mui bem disse o blink, "'... belas fotografias com aparelhos muito bem defenidos e desenhados e até uma bela mulher ao lado e em baixo até tem 5 estrelas, e depois viramos a folha e mais outro com mais 5 estrelas e desistimos de lêr porque quase tudo tem 5 estrelas e vamos descansar a cabeça porque esta escolha já nos está a baralhar e o dinheiro não abunda."
Parece que não há salvação à vista...
Dormi triste, dormi mal, dormi culposo: mer&#! eu ajudara a criar esse mostro! Fi-lo crescer das doze páginas iniciais para mais de 100; neste nº 150, ostenta 80 e tantas em papel especial, opaco para não ofuscar os belos olhos azuis dos seus atuais leitores...
Holbein.
Pois. Acaba de sair o nº 150 da única revista brasileira dedicada as coisas do áudio, proclamando-se num nova fase. Para mim, que fui um dos seus pilares deste o nº 1 e até o 36 (mais de três anos!), a escrever nela o texto central, e mensal, "Opinião" (livre e liberto e libertário como sói ser meus textos), para mim foi uma decepção: trocou-se seis euros de cobre por meia dúzia de euros de ouro; um luxo gráfico desnecessário... com certeza para encobrir a pobreza dos conteúdos das matérias; como mui bem disse o blink, "'... belas fotografias com aparelhos muito bem defenidos e desenhados e até uma bela mulher ao lado e em baixo até tem 5 estrelas, e depois viramos a folha e mais outro com mais 5 estrelas e desistimos de lêr porque quase tudo tem 5 estrelas e vamos descansar a cabeça porque esta escolha já nos está a baralhar e o dinheiro não abunda."
Parece que não há salvação à vista...
Dormi triste, dormi mal, dormi culposo: mer&#! eu ajudara a criar esse mostro! Fi-lo crescer das doze páginas iniciais para mais de 100; neste nº 150, ostenta 80 e tantas em papel especial, opaco para não ofuscar os belos olhos azuis dos seus atuais leitores...
Holbein.
holbein menezes- utilizador dedicado

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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
Diria que as revistas viraram cardápios chiques.
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Abraços, Luke
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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
Luke Skywalker escreveu:Diria que as revistas viraram cardápios chiques.
Acontece que vivemos no mundo do consumo em que a lógica é a do capitalismo e cuja lei se fundamenta através da ideia de liberdade e de competividade, como se aqui houvesse alguma consistência de legitimidade. Pois nada fica intacto nem protegido: seja a qualidade de um produto ou a de vida do ser humano, está logo à partida comprometida por um interesse maior, chamado capitalismo. E quem pensa que a solução deste problema passa por uma dependência ideológica, engana-se!
Veja-se, por exemplo, a televisão. Esta, em nome de uma espécie de democratização, utiliza sem qualquer escrúpulo, a fraqueza e a sensibilidade do espectador, para fazer face a aquilo que aparentemente é a forma mais legítima de organização - a competividade, neste caso, a «gerra das audiências». É assim, o absurdo em que o ser humano vive, como se fosse este o deu destino.
Esta não é a história dos amplificadores, mas estes estão inequivocamente implícitos.

fm&stereo- Membro Audiopt

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A mais triste matéria que já divulguei, em 60 anos.
MORRE o inventor do QUAD!
O necrológio assinado por John Atkinson, da Stereophile, começa assim:
“É com profundo pesar que informo que Peter James Walker, o fundador da quinta-essencial companhia de áudio inglesa, QUAD, faleceu em 10 de dezembro, aos 87 anos, após longa enfermidade. Peter foi casado por duas vezes, e ambas as esposas faleceram antes dele. Peter deixa uma filha, Vitória, e o filho, Ross, o qual exerceu um papel importante na administração da QUAD durante as décadas de 70 e 80.”
“Antes da Segunda Guerra mundial, Peter sediou sua Acoustical Manufacturing Co. (na época, chamava-se SP Fidelity Sound System), em Londres; então fabricava P.A.s. Depois que as instalações da fábrica foram destruídas em um bombardeio, mudou-se para Huntingdon, próximo de Cambridge; só após a guerra Peter decidiu ingressar no crescente mercado de equipamentos de alta-fidelidade. Para distinguir os equipamentos hi-fi dos demais, criou o "Quality Unit Amplifier Domestic" ou "QUality Amplifier Domestic", com a abreviatura “QUAD”,.
“O Primeiro equipamento de alta-fidelidade de Peter foi o pré QA12 (1940), seguido pelo amplificador valvulado QUAD (1951) - o clássico power QUAD-II, de 15W (1953) -, e depois, por uma caixa com falantes ribbon; e, por fim mas não por último, pelos painéis eletrostáticos QUAD, em 1957. Esses painéis ficaram em produção durante 25 anos até serem substituídos pelo revolucionário ESL-63, em 1982.”
Holbein: - Tenho cá comigo, aqui a minha frente o original de uma carta de Peter Walker, datada de 21 de novembro de 1979, escrita para o amigo comum dele e meu, o Engenheiro da M-O Valve, Graham Woodville, inventor da válvula KT 66; entre outras coisas escreveu Peter:
“Tenho muitas e felizes lembranças daqueles dias quando você, com paciência infinita, despendia muitas horas instruindo-me sobre o uso da KT-66; a despeito de que só adquiri não mais do que uma dúzia delas – e se não me falha a memória – ao custo de quatro shillings a unidade. É uma pena que as coisas não sejam mais assim.”
Holbein: - Nessa citada carta, sobre a situação no Brasil de então (1979) escreveu Peter:
“Com os impostos de importação no Brasil em redor de 180%, somado a problemas com o nosso Agente Importador, qualquer negócio com o Brasil
tornou-se difícil para nós, situação que deixou nossos inúmeros clientes brasileiros com dificuldades. Ainda assim, apesar de tais circunstâncias, nos sentiremos felizes em prestar qualquer ajuda ao Senhor Holbein...”
Ross Walker, seu filho e seu substituto na The Acoustical Manufacturing Co. Ltd., um ano mais tarde escreveria a mim (carta de 12.3.1980):
“Obrigado por nos ajudar a manter a bandeira do QUAD tremulando nos céus do Brasil.”
Atkinson: – “Peter também era músico - um tocador de sax em uma banda de ritmos dançantes -; e depois adotou a flauta. Chegou a tocar em orquestras locais. Dedicou a vida a serviço da música.”
Holbein: - A serviço da música será a página que estarei a inaugurar em 1º de janeiro, www.somusical.com.br. Em memória de Peter Walker.
O necrológio assinado por John Atkinson, da Stereophile, começa assim:
“É com profundo pesar que informo que Peter James Walker, o fundador da quinta-essencial companhia de áudio inglesa, QUAD, faleceu em 10 de dezembro, aos 87 anos, após longa enfermidade. Peter foi casado por duas vezes, e ambas as esposas faleceram antes dele. Peter deixa uma filha, Vitória, e o filho, Ross, o qual exerceu um papel importante na administração da QUAD durante as décadas de 70 e 80.”
“Antes da Segunda Guerra mundial, Peter sediou sua Acoustical Manufacturing Co. (na época, chamava-se SP Fidelity Sound System), em Londres; então fabricava P.A.s. Depois que as instalações da fábrica foram destruídas em um bombardeio, mudou-se para Huntingdon, próximo de Cambridge; só após a guerra Peter decidiu ingressar no crescente mercado de equipamentos de alta-fidelidade. Para distinguir os equipamentos hi-fi dos demais, criou o "Quality Unit Amplifier Domestic" ou "QUality Amplifier Domestic", com a abreviatura “QUAD”,.
“O Primeiro equipamento de alta-fidelidade de Peter foi o pré QA12 (1940), seguido pelo amplificador valvulado QUAD (1951) - o clássico power QUAD-II, de 15W (1953) -, e depois, por uma caixa com falantes ribbon; e, por fim mas não por último, pelos painéis eletrostáticos QUAD, em 1957. Esses painéis ficaram em produção durante 25 anos até serem substituídos pelo revolucionário ESL-63, em 1982.”
Holbein: - Tenho cá comigo, aqui a minha frente o original de uma carta de Peter Walker, datada de 21 de novembro de 1979, escrita para o amigo comum dele e meu, o Engenheiro da M-O Valve, Graham Woodville, inventor da válvula KT 66; entre outras coisas escreveu Peter:
“Tenho muitas e felizes lembranças daqueles dias quando você, com paciência infinita, despendia muitas horas instruindo-me sobre o uso da KT-66; a despeito de que só adquiri não mais do que uma dúzia delas – e se não me falha a memória – ao custo de quatro shillings a unidade. É uma pena que as coisas não sejam mais assim.”
Holbein: - Nessa citada carta, sobre a situação no Brasil de então (1979) escreveu Peter:
“Com os impostos de importação no Brasil em redor de 180%, somado a problemas com o nosso Agente Importador, qualquer negócio com o Brasil
tornou-se difícil para nós, situação que deixou nossos inúmeros clientes brasileiros com dificuldades. Ainda assim, apesar de tais circunstâncias, nos sentiremos felizes em prestar qualquer ajuda ao Senhor Holbein...”
Ross Walker, seu filho e seu substituto na The Acoustical Manufacturing Co. Ltd., um ano mais tarde escreveria a mim (carta de 12.3.1980):
“Obrigado por nos ajudar a manter a bandeira do QUAD tremulando nos céus do Brasil.”
Atkinson: – “Peter também era músico - um tocador de sax em uma banda de ritmos dançantes -; e depois adotou a flauta. Chegou a tocar em orquestras locais. Dedicou a vida a serviço da música.”
Holbein: - A serviço da música será a página que estarei a inaugurar em 1º de janeiro, www.somusical.com.br. Em memória de Peter Walker.
holbein menezes- utilizador dedicado

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Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
Aqui também se pode ler a homenagem da Stereophile.
http://www.stereophile.com/news/121503walker/#
http://www.stereophile.com/news/121503walker/#
Convidad- Convidado
Re: A breve historia dos Amplificadores a valvulas...
Olà,
a minha homenagem està aqui: leiam o primeiro artigo, que é sobre os QUAD II :
a minha homenagem està aqui: leiam o primeiro artigo, que é sobre os QUAD II :
"Na mesa redonda da corte real da alta fidelidade, e à direita do rei dos audiofilos, vamos encontrar o Sir Peter Walker. Este nobre cavaleiro foi o fundador de uma empresa especialisada na sonorisaçao em 1936 a “Acoustical manufactoring company”, e rebatisada QUAD “Quality unit amplified domestic” ou seja, “Elemento amplificador a utilizaçao domestica” em 1949. A alta fidelidade “civil” nasceu assim !!!, e foi das maos de um dos mais sensiveis artisaos (musico amador, e talvez um verdadeiro artista) que a hifi moderna se forjou … Toda a sua vida (até aos anos 90), este homem puxou a alta fidelidade atè aos limites da imaginaçao e da utopia, sempre no respeito da arte, ou seja da musica. E um dos maiores, e dos mais respeitàveis (e respeitados) designeres de sempre …"
Até+

td124- Membro Audiopt

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