ESCUTA... arte desconhecida
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ESCUTA... arte desconhecida
Olà,

vou iniciar um novo topico que pode interessar alguns de voçês, trata-se de uma iniciaçao à escuta analitica. Do que é que se trata ??? Bom, da mesma maneira que os oénologos tém um método para a prova justa dos vinhos, os designeres audio (e alguns jornalistas) tém um método para a anàlise justa de um elemento ou de um sistema. Vou através de alguns capitulos vos comunicar as bases dessa anàlise, afim que as coisas que voçês sentem à escuta se tornem mais claras e que a linguagem de troca com os outros seja a mais justa e standart possivel.
Os sentimentos de escuta desdobram-se em 10 elementos primarios, cinco objectivos e cinco subjectivos. O modelo apresenta-se sobre a forma de duas estrelas sobrepostas. A primeira estrela representa os elementos objectivos e esconde a segunda que possede os elementos subjectivos. Aqui vai a representaçao grafica da coisa, e as primeiras dicas de compreensao:
Os sentimentos de escuta desdobram-se em 10 elementos primarios, cinco objectivos e cinco subjectivos. O modelo apresenta-se sobre a forma de duas estrelas sobrepostas. A primeira estrela representa os elementos objectivos e esconde a segunda que possede os elementos subjectivos. Aqui vai a representaçao grafica da coisa, e as primeiras dicas de compreensao:

Os elementos objectivos: Sao os parametros que podem ser medidos (cientificos) e / ou que nao tém necessidade de um conhecimento particular para serem analisados. Os elementos objectivos sao instinctivos e tém uma relaçao com os sons e nao com a musica. Sao os elementos que mesmo um leigo vai ser sensivel deste a primeira escuta de um sistema...
Os elementos subjectivos: Sao os parametros que nao sao mesuraveis e que dependem da cultura musical e audio do auditor. Alguém que nunca ouviu um violino, nao pode analisar o timbre de uma gravaçao de violino !!! Os parametros subjectivos sao entao dependentes da experiênçia do auditor e da sua capacidade a relativisar os resultados actuais com o seu patrimonio de memoria.
Os elementos subjectivos: Sao os parametros que nao sao mesuraveis e que dependem da cultura musical e audio do auditor. Alguém que nunca ouviu um violino, nao pode analisar o timbre de uma gravaçao de violino !!! Os parametros subjectivos sao entao dependentes da experiênçia do auditor e da sua capacidade a relativisar os resultados actuais com o seu patrimonio de memoria.
A escuta funciona em binomio, ou seja, cada elemento tém o seu gémeo do outro lado e saber diferencia-los é começar a ver a luz no meio da penumbra. Hà cinco binomios, vamos là entao compreendê-los:
Dinamica / Rapidez: A dinamica é um elemento objectivo e é a diferença entre o som mais fraco (audivel justamente) e o mais forte (sem distorçao audivel) reproduzidos por um aparelho. A rapidez é a velocidade subjectiva com que se passa do mais fraco ao mais forte.
Definiçao / Transparência: A definiçao é a quantidade de microinformaçoes (detalhes) extraidas pelo aparelho e perfeitamente diferenciadas e audiveis. A transparência é mais complexo pois, é a capacidade de um aparelho a diferenciar notas, timbres, vozes etc proximas sém alguma ambiguidade nem confusao.
Palco / Relevo: O Palco é a posiçao no espaço dos interpretes, largura, altura e profundez assim que a estabilidade da posiçao durante toda a gravaçao. O relevo é a materializaçao do Palco, e implica por ex: o sentimento que um violino é mais pequeno que um violoncelo...
Banda / Timbres: A banda é a capacidade de um aparelho a descer muito no grave e subir muito nos agudos, ou seja, a extençao de frequências que ele cobre e reproduz bem. O Timbre é a desmultiplicaçao harmonica dessas frequências e é medido pela justeza em relaçao à memoria do som original do instrumento ou das vozes.
Linearidade / Coerência: A linearidade é a capacidade de um aparelho a reproduzir a banda sem altos nem baixos no nivel sonoro ou noutro parametro técnico. A coerêcia é diferente, é um equilibrio de qualidade em toda a banda, com o sentimento que os agudos, médios e graves se fondem num equilibrio perfeito e sem discontinuidade.
Pelo momento vamos ficar por aqui, digam-me o que pensao e...
Como sempre Até+
Dinamica / Rapidez: A dinamica é um elemento objectivo e é a diferença entre o som mais fraco (audivel justamente) e o mais forte (sem distorçao audivel) reproduzidos por um aparelho. A rapidez é a velocidade subjectiva com que se passa do mais fraco ao mais forte.
Definiçao / Transparência: A definiçao é a quantidade de microinformaçoes (detalhes) extraidas pelo aparelho e perfeitamente diferenciadas e audiveis. A transparência é mais complexo pois, é a capacidade de um aparelho a diferenciar notas, timbres, vozes etc proximas sém alguma ambiguidade nem confusao.
Palco / Relevo: O Palco é a posiçao no espaço dos interpretes, largura, altura e profundez assim que a estabilidade da posiçao durante toda a gravaçao. O relevo é a materializaçao do Palco, e implica por ex: o sentimento que um violino é mais pequeno que um violoncelo...
Banda / Timbres: A banda é a capacidade de um aparelho a descer muito no grave e subir muito nos agudos, ou seja, a extençao de frequências que ele cobre e reproduz bem. O Timbre é a desmultiplicaçao harmonica dessas frequências e é medido pela justeza em relaçao à memoria do som original do instrumento ou das vozes.
Linearidade / Coerência: A linearidade é a capacidade de um aparelho a reproduzir a banda sem altos nem baixos no nivel sonoro ou noutro parametro técnico. A coerêcia é diferente, é um equilibrio de qualidade em toda a banda, com o sentimento que os agudos, médios e graves se fondem num equilibrio perfeito e sem discontinuidade.
Pelo momento vamos ficar por aqui, digam-me o que pensao e...
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td124- Membro Audiopt

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
Mais um excelente tópico, obrigado Paulo
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Cumprimentos
Paulo André
Sistema
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Paulo André- Equipa Audiopt - Admin.

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
Vamos là continuar isto:
Para os que leram entre as linhas, os elementos objectivos sao de ordem da quantidade (mesuraveis) e os subjectivos de ordem da qualidade (sensiveis). Podemos ir mais longe: os primeiros sao analisados pela cabeça e os segundos pelo coraçao, mas logo iremos mais longe...
O que è importante a compreender neste estado é que TODOS TEM O MESMO VALOR. A qualidade da escuta é a soma deles e nao a escolha sensivel dos que nos tocam mais na nossa sensibilidade...
Visto que o funcionamento é por binomio (fazendo pensar ao Yin e Yang chinêz) e que tudo se desmultiplica vamos là entao cortar espiritualmente o nosso modelo horizontalmente. O resultado é que vamos ter cinco elementos em cima e cinco em baixo como podem ver:
Para os que leram entre as linhas, os elementos objectivos sao de ordem da quantidade (mesuraveis) e os subjectivos de ordem da qualidade (sensiveis). Podemos ir mais longe: os primeiros sao analisados pela cabeça e os segundos pelo coraçao, mas logo iremos mais longe...
O que è importante a compreender neste estado é que TODOS TEM O MESMO VALOR. A qualidade da escuta é a soma deles e nao a escolha sensivel dos que nos tocam mais na nossa sensibilidade...
Visto que o funcionamento é por binomio (fazendo pensar ao Yin e Yang chinêz) e que tudo se desmultiplica vamos là entao cortar espiritualmente o nosso modelo horizontalmente. O resultado é que vamos ter cinco elementos em cima e cinco em baixo como podem ver:

As coisas avançao nao ?, agora temos cinco elementos que sao os responsaveis dos sentimentos de clareza, frio, e leveza à escuta. E cinco que sao os responsaveis de escuta escura, quente e materialisada. O facto de compreender estes elementos é importante, pois vai permitir de jogar entre eles quando se constroi (ou se optimisa) um sistema, afim de obter os resultados que gostamos mais. E evidente que o equilibrio neutro é o resultado dos dez elementos com o mesmo valor.
Afim de mostrar exemplos para facilitar a compreensao e visto que actualmente o discurso tém o vento em popa vamos là utilisar a nossa nova ferramenta para analisar (o que ao nivel da deontologia é discutavel) o som do CD e o do Vinilo. Numa analise rapida e quase sem reflexao uma coisa apareçe como evidente: O CD ganha e é mais forte sobre os parametros objectivos e o vinilo ganha nos subjectivos, ou seja o CD brilha pela dinamica, definiçao, palco, banda e linearidade !!!, o vinilo na rapidez, transparencia, relevo, timbres e coerência !!!...
Nada mau hem ???, desde a segunda aula e sem preparaçao nao estamos là muito longe de fazer a paz entre os dois formatos e de dizer objectivamente: Num ponto de vista logico e analitico é empate, e a cada um de escolher segundo a sua sensibilidade e patrimonio auditivo...
Logo aprofundi-mos tudo isto...
Até+
Afim de mostrar exemplos para facilitar a compreensao e visto que actualmente o discurso tém o vento em popa vamos là utilisar a nossa nova ferramenta para analisar (o que ao nivel da deontologia é discutavel) o som do CD e o do Vinilo. Numa analise rapida e quase sem reflexao uma coisa apareçe como evidente: O CD ganha e é mais forte sobre os parametros objectivos e o vinilo ganha nos subjectivos, ou seja o CD brilha pela dinamica, definiçao, palco, banda e linearidade !!!, o vinilo na rapidez, transparencia, relevo, timbres e coerência !!!...
Nada mau hem ???, desde a segunda aula e sem preparaçao nao estamos là muito longe de fazer a paz entre os dois formatos e de dizer objectivamente: Num ponto de vista logico e analitico é empate, e a cada um de escolher segundo a sua sensibilidade e patrimonio auditivo...
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td124- Membro Audiopt

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
Cà estou de volta...
Espero que pelo momento a apresentaçao do modelo seja compreendida por todos. Visto que os parametros de escuta (como em qualquer modelo) sao uma divisao da realidade e uma reconstruçao desta mesma afim de facilitar a comprensao, vamos là redividir o nosso modelo:
Na ultima versao gràfica do modelo tinha-mos obtido o equilibrio tonal, ou seja, claro e escuro. Agora vamos cortar o nosso modelo verticalmente (em deixando o corte horizontal) e vamos obter quatro sectores de dois elementos e meio cada. Repartidos assim a associaçao de cada sector vai ser responsavel de uma sensaçao de escuta da maneira que se pode ver:
Espero que pelo momento a apresentaçao do modelo seja compreendida por todos. Visto que os parametros de escuta (como em qualquer modelo) sao uma divisao da realidade e uma reconstruçao desta mesma afim de facilitar a comprensao, vamos là redividir o nosso modelo:
Na ultima versao gràfica do modelo tinha-mos obtido o equilibrio tonal, ou seja, claro e escuro. Agora vamos cortar o nosso modelo verticalmente (em deixando o corte horizontal) e vamos obter quatro sectores de dois elementos e meio cada. Repartidos assim a associaçao de cada sector vai ser responsavel de uma sensaçao de escuta da maneira que se pode ver:

Como véem o sistéma é cada vez mais proximo das sensaçoes que a escuta da musica procura, e os termos utilisados sao cada vez mais humanos ou artisticos, o que é uma condiçao necessaria para analisar uma disciplina que lida com uma arte primeira, ou seja, a musica...
Actualmente estao em pocessao do modelo, que é apenas uma ferramenta. Vamos là aprender a utilizà-la correctamente. Antes de o fazer é importante de ver uma analogia que o modelo possede com a filosofia e que o torna perturbante. Se olhar-mos bem para os quatro sectores actuais e fizer-mos uma analogia de espirito com a filosofia vamos encontrar os quatro elementos primitivos da terra, ou seja, o ar, a agua, o fogo e a terra. Incrivel nao !!! A este estado algo se destaca também e que explica a dificuldade (às vezes) de discurso entre audiofilos. Se cada um olhar para o modelo é evidente que hà sectores que correspondem mais à sua sensibilidade que outros. Isto vai falsear a analise, pois vamos ser mais receptivos a esses elementos que aos outros e a nossa analise nao vai ser boa pois ela vai ser honesta mas nao justa. E importante de compreender os sectores que nos sensibilizao, afim de fazer uma compensaçao quando estiver-mos em face de uma escuta analitica.
Em pouco tempo jà disse muito e transmiti uma ferramenta de grande potência para analisar a paixao que nos reune. A proxima etapa vai ser como aprender a utilizar este instrumento. Até là visualizem bem o modelo e tentem fazer com que ele se torne numa mecanica automatica desde que escutarem. Vao ver voçês vao descobrir coisas que nunca tinham ouvido, ou entao de uma maneira diferente...
Actualmente estao em pocessao do modelo, que é apenas uma ferramenta. Vamos là aprender a utilizà-la correctamente. Antes de o fazer é importante de ver uma analogia que o modelo possede com a filosofia e que o torna perturbante. Se olhar-mos bem para os quatro sectores actuais e fizer-mos uma analogia de espirito com a filosofia vamos encontrar os quatro elementos primitivos da terra, ou seja, o ar, a agua, o fogo e a terra. Incrivel nao !!! A este estado algo se destaca também e que explica a dificuldade (às vezes) de discurso entre audiofilos. Se cada um olhar para o modelo é evidente que hà sectores que correspondem mais à sua sensibilidade que outros. Isto vai falsear a analise, pois vamos ser mais receptivos a esses elementos que aos outros e a nossa analise nao vai ser boa pois ela vai ser honesta mas nao justa. E importante de compreender os sectores que nos sensibilizao, afim de fazer uma compensaçao quando estiver-mos em face de uma escuta analitica.
Em pouco tempo jà disse muito e transmiti uma ferramenta de grande potência para analisar a paixao que nos reune. A proxima etapa vai ser como aprender a utilizar este instrumento. Até là visualizem bem o modelo e tentem fazer com que ele se torne numa mecanica automatica desde que escutarem. Vao ver voçês vao descobrir coisas que nunca tinham ouvido, ou entao de uma maneira diferente...
Até+

td124- Membro Audiopt

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
bom post
Nox- Membro Audiopt

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
Modelo interessante para quem pretenda enveredar por um processo descritivo do resultado da audição de sistemas de áudio ou até várias gravações distintas do mesmo disco.
Não parece, contudo, responder a uma questão muito relevante e com peso no dominio da subjectividade: hierarquização.
Sem querer discutir a "quantidade" de parametros a medir, é indiscutível que para uns o "palco" terá mais importancia do que a "dinamica", por exemplo. Esta hierarquização é fundamental na tomada de decisão.
Abraço
Não parece, contudo, responder a uma questão muito relevante e com peso no dominio da subjectividade: hierarquização.
Sem querer discutir a "quantidade" de parametros a medir, é indiscutível que para uns o "palco" terá mais importancia do que a "dinamica", por exemplo. Esta hierarquização é fundamental na tomada de decisão.
Abraço
LM- utilizador iniciado
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Re: ESCUTA... arte desconhecida
Belo tópico 
_________________
Abraços, Luke
http://www.youtube.com/user/MrSkywalker23
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Re: ESCUTA... arte desconhecida
LM escreveu:Modelo interessante para quem pretenda enveredar por um processo descritivo do resultado da audição de sistemas de áudio ou até várias gravações distintas do mesmo disco.
Não parece, contudo, responder a uma questão muito relevante e com peso no dominio da subjectividade: hierarquização.
Sem querer discutir a "quantidade" de parametros a medir, é indiscutível que para uns o "palco" terá mais importancia do que a "dinamica", por exemplo. Esta hierarquização é fundamental na tomada de decisão.
Abraço
Nao confundir norma e gosto pessoal. A hierarquia é definida sem intervençao da sensibilidade. Um bom aparelho, continua a ser bom mesmo se nao gostamos do som dele. O gosto pessoal nao define hierarquia alguma, mas a analise objectiva de um aparelho sim. Este modelo serve a ter certezas e nao crenças. A cada um de o exerçer no dominio que queira, para uma compra futura (mas é inadaptado) ou para progredir na compreensao dos fenomenos da escuta e se tornar num audiofilo mais completo, e ai é muito potente...
Até+

td124- Membro Audiopt

- Número de Mensagens: 585
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Re: ESCUTA... arte desconhecida
td124 escreveu:
Afim de mostrar exemplos para facilitar a compreensao e visto que actualmente o discurso tém o vento em popa vamos là utilisar a nossa nova ferramenta para analisar (o que ao nivel da deontologia é discutavel) o som do CD e o do Vinilo. Numa analise rapida e quase sem reflexao uma coisa apareçe como evidente: O CD ganha e é mais forte sobre os parametros objectivos e o vinilo ganha nos subjectivos, ou seja o CD brilha pela dinamica, definiçao, palco, banda e linearidade !!!, o vinilo na rapidez, transparencia, relevo, timbres e coerência !!!...
Parabéns, mais uma vez, td124! Belo tópico!
Apenas quero deixar a impressão que experimento e que é a de no vinilo encontrar maior banda que no CD. De resto, é realmente esta a minha preocupação: procurar ser neutro na escuta, para que possa saborear verdadeiramente aquilo que ouço.

fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
fm&stereo escreveu:td124 escreveu:
Afim de mostrar exemplos para facilitar a compreensao e visto que actualmente o discurso tém o vento em popa vamos là utilisar a nossa nova ferramenta para analisar (o que ao nivel da deontologia é discutavel) o som do CD e o do Vinilo. Numa analise rapida e quase sem reflexao uma coisa apareçe como evidente: O CD ganha e é mais forte sobre os parametros objectivos e o vinilo ganha nos subjectivos, ou seja o CD brilha pela dinamica, definiçao, palco, banda e linearidade !!!, o vinilo na rapidez, transparencia, relevo, timbres e coerência !!!...
Parabéns, mais uma vez, td124! Belo tópico!![]()
Apenas quero deixar a impressão que experimento e que é a de no vinilo encontrar maior banda que no CD. De resto, é realmente esta a minha preocupação: procurar ser neutro na escuta, para que possa saborear verdadeiramente aquilo que ouço.
E possivel que tenhas razao
Logo analisamos tudo isso no detalhe. Jà estas melhor ?
Até+

td124- Membro Audiopt

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
td124 escreveu:
Logo analisamos tudo isso no detalhe. Jà estas melhor ?
Até+
Já, obrigado!
Este é um tópico que vai dar que falar.

fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
fm&stereo escreveu:
Apenas quero deixar a impressão que experimento e que é a de no vinilo encontrar maior banda que no CD.
É interessante que foi exactamente esta a minha primeira questão ao analisar as estrelas.
De resto, quero dar os parabéns ao td124 por mais este excelente tópico que nos vai enriquecer a todos. (os interessados) Mas ainda vou ter que estudar e digerir melhor a coisa.
Abraço e as melhoras para o amigo Fernando.
Convidad- Convidado
Re: ESCUTA... arte desconhecida
António José da Silva escreveu:fm&stereo escreveu:
Apenas quero deixar a impressão que experimento e que é a de no vinilo encontrar maior banda que no CD.
É interessante que foi exactamente esta a minha primeira questão ao analisar as estrelas.![]()
De resto, quero dar os parabéns ao td124 por mais este excelente tópico que nos vai enriquecer a todos. (os interessados) Mas ainda vou ter que estudar e digerir melhor a coisa.![]()
Abraço e as melhoras para o amigo Fernando.
Obrigado. Digere bem isto que, em princípio, na quarta-feira vais digerir outra coisa - um peixinho.


fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: ESCUTA... arte desconhecida
Sem dúvida um deleite para o nosso conhecimento, com tanta sapiência partilhada e aqui solidariamente disponibilizada. O meu grande obrigado também, ao caro td124. Brilhante uma vez mais.
Fernando, poe-te fino para poderes vir na 4.ª.
Fernando, poe-te fino para poderes vir na 4.ª.
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Re: ESCUTA... arte desconhecida
[quote="António José da Silva"]
É interessante que foi exactamente esta a minha primeira questão ao analisar as estrelas.
De resto, quero dar os parabéns ao td124 por mais este excelente tópico que nos vai enriquecer a todos. (os interessados) Mas ainda vou ter que estudar e digerir melhor a coisa.
Abraço e as melhoras para o amigo Fernando.
Caro José António,
Ontem tive mais uma experiência analógico vs digital na casa de um verdadeiro audiófilo cá do norte.
Fontes digitais: Theta Data 3 + Generation V (valor de novo à época, 15.000 €, mais euro, menos euro...)
Fontes analógicas: Audio Innovations P2 MC + Pink Triangle Anniversary, alimentação a baterias + SME V + Benz Ref. (valor aprox, equipamento novo 8.000 €)
Não digo o resto do equipamento (os aparelhos são com nomes a terminar em Reference, etc, etc) pois foi o mesmo para as fontes digitais e analógicas, cablagens de nivel idêntico.
Começamos (eram 6 ouvidos já experimentados) por ouvir as fontes digitais: muito, muito bom! Acho que o Generation V deve ter sido um dos melhores conversores independentemente do preço que alguma vez se produziu!
Mudamos para o analógico e olhamos uns para os outros e dissemos: já não queremos digital!!!!!!!!!!!!!! O som das fontes analógicas acima era SOBERBO!!!!!!!!!!!!
Conclusão: a única objectividade são os nossos ouvidos, tudo o resto é patetice. De resto até comprei um cd hoje, acho que a única vantagem que tem sobre o vinil é resultante do nosso comodismo.MAIS NADA!!!!
Obrigado ao TD124, fiquei a saber mais uma teoria, mas na prática....
fm&stereo escreveu:
Apenas quero deixar a impressão que experimento e que é a de no vinilo encontrar maior banda que no CD.
É interessante que foi exactamente esta a minha primeira questão ao analisar as estrelas.
De resto, quero dar os parabéns ao td124 por mais este excelente tópico que nos vai enriquecer a todos. (os interessados) Mas ainda vou ter que estudar e digerir melhor a coisa.
Abraço e as melhoras para o amigo Fernando.
Caro José António,
Ontem tive mais uma experiência analógico vs digital na casa de um verdadeiro audiófilo cá do norte.
Fontes digitais: Theta Data 3 + Generation V (valor de novo à época, 15.000 €, mais euro, menos euro...)
Fontes analógicas: Audio Innovations P2 MC + Pink Triangle Anniversary, alimentação a baterias + SME V + Benz Ref. (valor aprox, equipamento novo 8.000 €)
Não digo o resto do equipamento (os aparelhos são com nomes a terminar em Reference, etc, etc) pois foi o mesmo para as fontes digitais e analógicas, cablagens de nivel idêntico.
Começamos (eram 6 ouvidos já experimentados) por ouvir as fontes digitais: muito, muito bom! Acho que o Generation V deve ter sido um dos melhores conversores independentemente do preço que alguma vez se produziu!
Mudamos para o analógico e olhamos uns para os outros e dissemos: já não queremos digital!!!!!!!!!!!!!! O som das fontes analógicas acima era SOBERBO!!!!!!!!!!!!
Conclusão: a única objectividade são os nossos ouvidos, tudo o resto é patetice. De resto até comprei um cd hoje, acho que a única vantagem que tem sobre o vinil é resultante do nosso comodismo.MAIS NADA!!!!
Obrigado ao TD124, fiquei a saber mais uma teoria, mas na prática....

mr_niceguy- Membro Audiopt

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