células MM versus CD: que raio de comparação?!

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  nbunuel em 28/8/2009, 15:35

António José da Silva escreveu:
Prof escreveu:



Isto sem entrar no capitulo das gravações e formatos!

um abraço

As gravações são o mais importante da questão. De nada vale equipamento da melhor qualidade quando a gravação é da pior. É claro que encontrar um cd bem gravado é bem mais dificil do que um vinil.
Não concordo... Actualmente encontra-se boas gravações em Cd e miseras em Lp.Então as reedições são de fugir. :damn:
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 28/8/2009, 15:42

nbunuel escreveu:
António José da Silva escreveu:
Prof escreveu:



Isto sem entrar no capitulo das gravações e formatos!

um abraço

As gravações são o mais importante da questão. De nada vale equipamento da melhor qualidade quando a gravação é da pior. É claro que encontrar um cd bem gravado é bem mais dificil do que um vinil.
Não concordo... Actualmente encontra-se boas gravações em Cd e miseras em Lp.Então as reedições são de fugir. :damn:

Pois, isso é verdade. Nas reedições há que ser selectivo e só escolher (dentro do possível) editoas de confiança. Mas o prazer auditivo de um bom vinil é (para mim) imensamente mais gratificante do que o ficheiro. Esses eu recuso-me a comprar e ouvir. Para mim, das coisas mais gratificantes dos últimos tempos é poder ver a cara de satisfação do Orion e nm61 quando estão a ouvir um vinil. As expressões dizem tudo.... Very Happy

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Prof em 28/8/2009, 15:50

Caro NBunuel

Não estava a indicar qual era a melhor, há boas e más masterizações em ambos os formatos!

Estava apenas a excluir essa parte na discussão...


Caro António

A questão é dizer-se, como de que uma verdade absoluta se tratasse, que o vynil é melhor que o cd!!Nada disso...

O Equipamento A ou B, na casa de A ou de B, são exemplos, que na minha opinião, tem de ser enquadrados e quantificados e de acordo com diversas sinergias e enquadramento de sistemas...não é por ai!
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Elso em 28/8/2009, 16:07

Prof escreveu:Caro NBunuel

Não estava a indicar qual era a melhor, há boas e más masterizações em ambos os formatos!

Estava apenas a excluir essa parte na discussão...


Caro António

A questão é dizer-se, como de que uma verdade absoluta se tratasse, que o vynil é melhor que o cd!!Nada disso...

O Equipamento A ou B, na casa de A ou de B, são exemplos, que na minha opinião, tem de ser enquadrados e quantificados e de acordo com diversas sinergias e enquadramento de sistemas...não é por ai!


Esta discussão torna-se recorrente, sem nunca se chegar a nenhuma conclusão, será mesmo impossivel, devido a todos os factores nela inerentes, e a comparações incomparaveis.

O que se passa em minha opinião é que muitos de nós que antes do surgimento do cd ouviam vinil, e numa atitude de novidade encostaram deliberadamente os discos, e até os substituiram por edições em cd, para passar a ouvir o supra sumo em qualidade sonora (assim foi vendido), e o ouvido começou a ficar domado ao digital.

Depois começam a ouvir falar novamente no vinil, e porque não exprimentar, e realmente o som ouve-se diferente, diria que nem melhor nem pior mas diferente, e então é a descoberta ou a redescoberta dos discos em vinil e a sua qualidade que o ouvido se tinha desabituado.
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  ricardo felisberto em 28/8/2009, 16:58

Acharia esquisito andar tanta gente enganada... Logo o vinil tem de ter algo de especial. Ter tanto trabalho, estar tão limitado em discos (poucos e caros) e depois não prestar para nada, não fazia sentido.

Por mais de uma vez ouvi sistemas com fontes dos dois lados e preferi o vinil. Também me parece que a diferença - partindo de pressuposto do vinil ser 'melhor' - não deve ser assim tãããão grande, pois ninguém precisa de dizer (continua e consecutivamente) que audi é melhor que vw Laughing

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  pbarata em 28/8/2009, 17:00

Elso escreveu:
(...)
O que se passa em minha opinião é que muitos de nós que antes do surgimento do cd ouviam vinil, e numa atitude de novidade encostaram deliberadamente os discos, e até os substituíram por edições em cd, para passar a ouvir o supra sumo em qualidade sonora (assim foi vendido), e o ouvido começou a ficar domado ao digital.

Depois começam a ouvir falar novamente no vinil, e porque não experimentar, e realmente o som ouve-se diferente, diria que nem melhor nem pior mas diferente, e então é a descoberta ou a redescoberta dos discos em vinil e a sua qualidade que o ouvido se tinha desabituado.
Penso que o Elso tocou na questão essencial, que levou alguns de nós, incluindo eu, a afirmarem que gostam mais da reprodução de um LP quando comparada com um CD, nas respectivas fontes.

Não houve, pelo menos da minha parte, um juízo absoluto por comparação entre o LP ser melhor que um CD, ou um GD ser melhor do que um leitor de CD. No

O que se passa é que o som que emana de um GD, mesmo numa gama de entrada como o Rega Planar 3 com uma réles MM Goldring 1006 e um pré ordinário da Pro-Ject, me permite reviver os meus antigos LP, com um imediatismo e agradabilidade, que permite concluir que a reprodução de LP se apresenta mais natural, mais fácil de ouvir e menos cansativa. Se calhar os leitores de CD, com tanta técnica de upsampling e oversampling, consequente filtragem para se livrarem as imensas harmónicas geradas nestes processos e algoritmos de correcção de erros de leitura e transmissão, acrescentam algo mais a sinal de audio, que produz um efeito de cansaço.

É assim que a liberdade no projecto de leitores de CD, torna perfeitamente infernal a escolha dessa fonte, um bocado à semelhança das imensas opções nos GD, uma vez que para o mesmo conteúdo, um determinado CD, temos centenas de leitores a tocar de modo diferente, sendo que as diferenças não são tão subtis como se poderia esperar. :damn:

Experimentam colocar o ouvido próximo da agulha de um GD, aquilo é directo, ouve-se logo ali o sinal de audio perfeitamente traduzido na nossa linguagem e o que vem a seguir é apenas amplificação, nada de conversões complexas, que dependem de processadores de sinal, de contadores digitais, equipamento que funciona com relógios de alta frequência,tudo a "poluir" o sinal de audio que há-de surgir analógico já no final desta cadeia complexa.

Isto é perfeitamente subjectivo, mas é o que sinto quando comparo o GD com o leitor de CD.

Ainda gostava de saber, por curiosidade, qual é a capacidade equivalente armazenada num LP, quando sabemos que num CD cabem 700MBytes para 80 minutos de audio.

Provavelmente é muito superior, mas se calhar num SACD ou num DVD-Audio com 8GBytes, a diferença já não será assim tanta.

Ou seja, o sinal de audio de um SACD ou DVD-Audio está virtualmente bem mais próximo do sinal analógico original, do que num CD. Mesmo assim, são poucos os leitores de SACD que conseguem mostrar de um forma inequívoca essa diferença (entre a mesma faixa layer do CD versus layer SACD). Twisted Evil

"Music is a hidden arithmetic exercise of the soul, which doesn't know that it is counting."
- Gottfried Wilhelm von Leibniz


Última edição por pbarata em 28/8/2009, 19:46, editado 4 vez(es)
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  ricardo felisberto em 28/8/2009, 18:19

[quote="pbarata"]
Elso escreveu:
(...)
...
Ainda gostava de saber, por curiosidade, qual é a capacidade equivalente armazenada num LP,
...

Não podes medir o analógico em bits. Se quiseres é infinita, pois não podes reduzir (poder podes Very Happy ) o sinal a digital. Mesmo que tivesses os sons representados em palavras de 1024bits com frequências de amostragem de Ghz, estarias sempre a reduzir o sinal (é um pouco como os 32bits de côr no PC. Dá para representar 16 milhões de cores - ou seja 2 elevado a 32 - mas o numero de cores não é 'só' esse, pois não? Com 2 elevado a 1024 tinhas mesmo muitos sons Very Happy mas não o infinito).

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 28/8/2009, 19:05

Subscrevo o que o colega pbarata disse. Para mim não há a menor duvida da superioridade sonora e emocional do analógico. Felizmente que está de volta e em força inclusivamente editoras que estão a gravar puramente em analógico. Dá mais trabalho, menos lucro, mas é melhor.
Voltando à questão inicial, volto a referir que há MM a por sorrisos nas caras dos seus donos e isso é o mais importante.
Quem sabe um dia destes não convidamos os cépticos a ouvir e comparar uma simples MM contra um bom leitor de CD's. O que dizes Luís? Laughing

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  ricardo felisberto em 28/8/2009, 23:45

António José da Silva escreveu:Subscrevo o que o colega pbarata disse. Para mim não há a menor duvida da superioridade sonora e emocional do analógico. Felizmente que está de volta e em força inclusivamente editoras que estão a gravar puramente em analógico. Dá mais trabalho, menos lucro, mas é melhor.
Voltando à questão inicial, volto a referir que há MM a por sorrisos nas caras dos seus donos e isso é o mais importante.
Quem sabe um dia destes não convidamos os cépticos a ouvir e comparar uma simples MM contra um bom leitor de CD's. O que dizes Luís? Laughing

É verdade ... quanto ao renascimento (hype para alguns) do vinil e novas edições. Atestando isso mesmo a ECM lançou um LP ao fim de 15 anos do último lançamento (um pequeno hiato que pode ser suprido com ... CD).

A Esoteric acaba de lançar a sua "Master Sound Works" reeditando 3 LP's da Decca em vinil de 200gr - 1000 unidades de cada - ufff tantos ... devem ser em conta Very Happy. Na entrevista à Alta Fidelidad nº213 (nas bancas) o representante da Esoteric conclui com "A nossa principal preocupação foi introduzir o relógio G-0Rb (o tal com precisão atómica) e os processadores digitais monofónicos P-01 no processo de remasterização.". Sintomático da supermacia Laughing .

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 29/8/2009, 00:23

Supremacia de algo não é atestado de superioridade.

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  ricardo felisberto em 29/8/2009, 00:59

António José da Silva escreveu:Supremacia de algo não é atestado de superioridade.

Falava do analógico (não estou a brincar), que como todos já percebemos, não constitui cadeia end-to-end, isto é, o analógico e a sua tão propagada continuidade são, (quase) sem excepção, obtidos a partir da descontinuidade digital.

E esta, hem?

PS: António José, admito que, não obstante as voltas e baldrocas, o vinil possa soar melhor, até porque a minha experiência é nesse campo limitada. Apesar de tudo, e tal como referi noutro tópico, estranho a necessidade de constante sublinhar dessa superioridade, afinal de contas não é preciso apregoar-mos sistemáticamente que a Audi é melhor que a VW... Wink


Última edição por ricardo felisberto em 29/8/2009, 01:05, editado 1 vez(es)

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 29/8/2009, 01:03

ricardo felisberto escreveu:
António José da Silva escreveu:Supremacia de algo não é atestado de superioridade.

Falava do analógico (não estou a brincar), que como todos já percebemos, não constitui cadeia end-to-end, isto é, o analógico e a sua tão propagada continuidade são, (quase) sem excepção, obtidos a partir da descontinuidade digital.

E esta, hem?

PS: António José, admito que, não obstante as voltas e baldrocas, o vinil possa soar melhor, até porque a minha experiência é nesse campo limitada.

Como esta há felizmente mais.

http://www.opus3records.com/vinyl.html

Mas sei que muita coisa que hoje é produzida provem do digital (infelizmente)

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  td124 em 29/8/2009, 08:23

jdickson escreveu:Caros foristas:

Tenho lido alguns posts em que são feitas avaliações de fontes analógicas (vulgo giradiscos) em que a célula utilizada é do tipo MM (a última que li foi do Pbarata) e os comentários que regra geral posso ler, são no sentido de um som mais musical, por comparação com o CD. De resto, o tom é sempre elogioso e parece concluir-se que o som do GD não fica a perder, pelo menos em termos gerais, por comparação com o CD.
...
Cumprimentos a todos cheers

Olà,

para mim é melhor me concentrar sobre a origem do topico tal jdickson o postou. Nao se falou de analise objectiva ou subjectiva de cada um dos formatos, mas do facto que o sentimento é que um GD mesmo de entrada com uma célula de entrada: "são no sentido de um som mais musical, por comparação com o CD. De resto, o tom é sempre elogioso e parece concluir-se que o som do GD não fica a perder, pelo menos em termos gerais, por comparação com o CD". Eis a frase dita...

Partindo desta frase estou de acordo com os que sentem a escuta assim...
E evidente que em muitos criterios objectivos, estabilidade da imagem, distorçao, fase nos baixos, estabilidade da nota, banda reproduzida, etc o CD é muito superior ao vinilo, e isto desde a sua nascença... Mas infelizmente os critérios que venho de falar sao insuficientes para abordar a musicalidade de um formato. Sim !!! (25 anos apos ter nascido) o CD perdeu a guerra da musica...
O retorno ao vinilo, as novas ediçoes e o discurso publico das empresas que o criaram (A SONY admitiu que no natural o CD nunca igualou o vinilo, razao da nascença do SACD), sao provas do que avanço.

Vamos entao dizer as coisas como elas sao :

NAO, um gira de entrada ou mesmo de topo de gamma NAO CILINDRA um CD sobre todos os critérios da escuta, esta mesmo longe de o fazer... Evil or Very Mad

SIM, um gira mesmo de entrada tipo Project début III com Ortofon OM5 (nem falo de um P3) pode pareçer ao auditor, mais natural e equilibrado (musical ???) que um CD num mesmo disco...

Se é isto a base da discussao, esta feito e pode-se fechar o topico... Laughing Laughing Laughing

Até+ Basketball


Última edição por td124 em 29/8/2009, 08:35, editado 1 vez(es)
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 29/8/2009, 08:33

Foi isso que eu já frisei num post anterior. E muitas vezes se comparar-mos valor por calor (cd/vinil) nota-se claramente um maior realismo na escuta a favor do vinil como, e volto a frisar, o pude assistir na casa do Orion que com a chegada do novo amp a válvulas, o salto qualitativo do sistema analógico (Rega P5/Goldring MM/Bellari híbrido)
foi imenso, sendo a musicalidade desta cadeia de tal forma espantosa, que fez ganhar um novo adepto à causa.
Não que o cd toque mal de todo Very Happy mas a diferença é considerável.

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  vinyl33 em 29/8/2009, 08:41

ricardo felisberto escreveu:É verdade ... quanto ao renascimento (hype para alguns) do vinil e novas edições. Atestando isso mesmo a ECM lançou um LP ao fim de 15 anos do último lançamento (um pequeno hiato que pode ser suprido com ... CD).

A Esoteric acaba de lançar a sua "Master Sound Works" reeditando 3 LP's da Decca em vinil de 200gr - 1000 unidades de cada - ufff tantos ... devem ser em conta Very Happy. Na entrevista à Alta Fidelidad nº213 (nas bancas) o representante da Esoteric conclui com "A nossa principal preocupação foi introduzir o relógio G-0Rb (o tal com precisão atómica) e os processadores digitais monofónicos P-01 no processo de remasterização.". Sintomático da supermacia Laughing .

E a edição comemorativa dos 125 anos da Thorens ?? São 3 LP's com gravações fabulosas....

http://www.thorens.com/music/125th-anniversary-lp.html
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  jdickson em 29/8/2009, 11:24

Caros amigos:

Tem sido com verdadeiro prazer que tenho lido o conjunto dos posts sobre este tema Very Happy . Eis a prova de que se pode discutir um tema polémico, que desencadeia verdadeiras paixões, com todos os ingredientes para "descambar" no insulto (é só dar uma espreitadela noutros fórums audiófilos...) mas, mesmo assim, manter a discussão num nível verdadeiramente adequado e construtivo ("alfinetadas" incluídas, que só dão sabor à coisa...).

As últimas inclusões na discussão vão no sentido de tirar algumas conclusões, "parece-me a mim de que:" (perguntar, apesar de tudo, ao td124 se já se pode fechar o tópico... Twisted Evil )

1. Nenhum formato pode reinvidicar a superioridade absoluta sobre o outro, tantas são as variáveis incluídas. No entanto, quando a comparação é feita em bases equilibradas, em cada escalão de qualidade, o analógico soa melhor, logo, é melhor. I love you
2. Mesmo quando se está a lidar com elevados níveis de qualidade, o analógico não é superior em todos os parâmetros que se possam razoavelmente objectivar, por comparação com o digital, mas é, provavelmente superior na maior parte deles e, sobretudo, naqueles que mais interessam: os que dão mais prazer (não há dúvida, sou mesmo onanista...) Razz
3. Todas as comparações estão muitíssimo prejudicadas pela enorme variabilidade na qualidade das gravações, seja qual for o formato em questão (a nível de exemplo, tenho obras que soam muitíssimo melhor em CD e outras que soam muitíssimo melhor em LP, nas quais é possível perceber que as diferenças fundamentais para essa diferente percepção de qualidade, está na gravação/edição das mesmas, e não nas qualidades intrínsecas ao formato) Neutral
4. E estou a deixar para o fim a mais polémica, aquela que deu origem ao tópico e que é mais subjectiva, logo mais pessoal: é evidente que é possível que um sistema analógico relativamente modesto dê "mais prazer" auditivo por comparação com um sistema digital de qualidade teóricamente francamente superior; basta ler o que tantos foristas têm escrito. Se eu mantiver a mesma lógica da conclusão 1, então "mais prazer=melhor". Ora a noção de prazer é das mais subjectivas e individuais que existe e é, muitas vezes, definida no capítulo sonoro como a percepção de "musicalidade". Quantas vezes não se leu coisas como "não tem o mesmo detalhe, não se ouve com a mesma transparência, mas é mais musical...".
Penso que o cerne da questão tem a ver com esta noção da musicalidade, que é quase universalmente considerada como sendo superior no analógico e que se traduz numa sensação de fluidez e facilidade de audição, que leva mais facilmente a aparecer um sorriso de satisfação na cara do ouvinte. Isto é altamente subjectivo, como é óbvio e é "melhor"? Depende do que se abdica em troca...
É que, tal como já anteriormente afirmei, não me esqueço quando o Jorge Alves (não sei se é o mesmo actualmente ligado à Audioteam), na altura representante da Rega em Portugal, afirmava que uma Rega Elys era melhor, porque mais "musical", quando comparada com uma Goldring Eroica (também representada por ele, nada de insinuações), quando o que eu ouvia era uma superioridade es-ma-ga-do-ra da Goldring...
Aliás, é relativamente fácil perceber que esta famosa musicalidade se obtem aumentando a profundidade de palco, enfatisando algo mais as frequências do grave médio e "arredondando" o som, limando as arestas, nas quais vão algum detalhe (tipo deitar fora a àgua do banho com o bébé junto Laughing )e aqui está o busílis: quanto detalhe se está disposto a sacrificar?
Assim, a minha noção de prazer auditivo não é, seguramente, a mesma do forista que está a ler estas palavras. No entanto, uma vez que nenhum de nós vem de Marte (pressupuesto...), existem certamente pontos de contacto, que nos leva a falar, se não a mesma linguagem, linguagens parecidas. E é por isso que eu reconheço a tal musicalidade e, até me identifico com essa noção! sunny

O que eu digo e acaba por sintetizar esta minha pseudo-conclusão (porque como já perceberam é uma opinião e não uma conclusão) é que a "minha musicalidade acaba onde começa a dos outros".
Logo, não a posso impor, com afirmações do género "é mais musical, é muito melhor do que..."
Saudações audiófilas! cheers

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  td124 em 29/8/2009, 11:39

jdickson escreveu:Caros amigos:

...

As últimas inclusões na discussão vão no sentido de tirar algumas conclusões, "parece-me a mim de que:" (perguntar, apesar de tudo, ao td124 se já se pode fechar o tópico... Twisted Evil )
...

Saudações audiófilas! cheers

Olà,

espero que a historia de fechar o topico tenha ficado clara que era uma brincadeira ... Embarassed

nao sou moderador e nao hà razao nenhuma para o fazer, a menos que o que iniciou o topico o queira. Era uma maneira de fazer humor e de dizer que começava-mos a estar de acordo todos, o que no meio audiofilo de forum é um caso unico em relaçao a este tema... nada mais... Cool

Até+
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  jdickson em 29/8/2009, 11:51

td124 escreveu:
jdickson escreveu:Caros amigos:

...

As últimas inclusões na discussão vão no sentido de tirar algumas conclusões, "parece-me a mim de que:" (perguntar, apesar de tudo, ao td124 se já se pode fechar o tópico... Twisted Evil )
...

Saudações audiófilas! cheers

Olà,

espero que a historia de fechar o topico tenha ficado clara que era uma brincadeira ... Embarassed

nao sou moderador e nao hà razao nenhuma para o fazer, a menos que o que iniciou o topico o queira. Era uma maneira de fazer humor e de dizer que começava-mos a estar de acordo todos, o que no meio audiofilo de forum é um caso unico em relaçao a este tema... nada mais... Cool

Até+

Caríssimo:
Percebi perfeitamente que se tratava de uma brincadeira e foi no mesmo tom jocoso que fiz aquela observação. clown
Parece-me que estamos no mesmo comprimento de onda...
Um abraço

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 29/8/2009, 12:56

jdickson escreveu:
Parece-me que estamos no mesmo comprimento de onda...
Um abraço

Já estamos a sair das células MM e dos leitores de CD para a rádio.... lol!

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  td124 em 29/8/2009, 13:37

jdickson escreveu:Caros amigos:

...
4. E estou a deixar para o fim a mais polémica, aquela que deu origem ao tópico e que é mais subjectiva, logo mais pessoal: é evidente que é possível que um sistema analógico relativamente modesto dê "mais prazer" auditivo por comparação com um sistema digital de qualidade teóricamente francamente superior; basta ler o que tantos foristas têm escrito. Se eu mantiver a mesma lógica da conclusão 1, então "mais prazer=melhor". Ora a noção de prazer é das mais subjectivas e individuais que existe e é, muitas vezes, definida no capítulo sonoro como a percepção de "musicalidade". Quantas vezes não se leu coisas como "não tem o mesmo detalhe, não se ouve com a mesma transparência, mas é mais musical...".Penso que o cerne da questão tem a ver com esta noção da musicalidade, que é quase universalmente considerada como sendo superior no analógico e que se traduz numa sensação de fluidez e facilidade de audição, que leva mais facilmente a aparecer um sorriso de satisfação na cara do ouvinte. Isto é altamente subjectivo, como é óbvio e é "melhor"? Depende do que se abdica em troca......
...Aliás, é relativamente fácil perceber que esta famosa musicalidade se obtem aumentando a profundidade de palco, enfatisando algo mais as frequências do grave médio e "arredondando" o som, limando as arestas, nas quais vão algum detalhe (tipo deitar fora a àgua do banho com o bébé junto Laughing )e aqui está o busílis: quanto detalhe se está disposto a sacrificar?
Assim, a minha noção de prazer auditivo não é, seguramente, a mesma do forista que está a ler estas palavras. No entanto, uma vez que nenhum de nós vem de Marte (pressupuesto...), existem certamente pontos de contacto, que nos leva a falar, se não a mesma linguagem, linguagens parecidas. E é por isso que eu reconheço a tal musicalidade e, até me identifico com essa noção! sunny

O que eu digo e acaba por sintetizar esta minha pseudo-conclusão (porque como já perceberam é uma opinião e não uma conclusão) é que a "minha musicalidade acaba onde começa a dos outros".
Logo, não a posso impor, com afirmações do género "é mais musical, é muito melhor do que..."
Saudações audiófilas! cheers

Sim a noçao de musicalidade é o caroço da coisa !!! Very Happy

Hà vinte anos atràs o critério de musicalide era recusado e ignorado nos meios técnicos (designeres sérios e jornalistas sérios... Shocked ), pois ele nao correspondia a nada de analizavel técnicamente ou subjectivamente. Era um concepto para descrever um prazer proprio...

Hoje a coisa é um bocado diferente, mesmo se o termo continua a ser um concepto. Actualmente considera-se que a musicalidade é uma reçeita equilibrada e reproductivel de certos elementos. O modelo de analise provou que a musicalidade inglesa correspondia a uma reçeita que priveligia a linearidade, coerência e timbres sobre os outros elementos, e que a musicalidade françesa priveligia a rapidez, a transparência e a definiçao sobre os outros etc...
A mesma coisa pode ser dita para o CD contra o Vinilo, mas o problema é vasto. A deontologia interdi de os comparar pois nao sao baseados sobre a mesma tecnologia. Ambos sao fontes, mas muito distantes no seu funcionamento. Antes do CD ninguém comparava o Vinilo com o Tuner (Radio) porque nao fazia sentido!!! E de mesmo para o Vinilo / CD.
Entao porque o fazemos ??? Simplesmente porque o CD nasceu em fazendo publicidade sobre o antagonismo dos formatos. O CD nasceu com a promessa de ultrapassar sobre todos os critérios o vinilo, e nao como uma fonte suplementar, e entao temos humanamente o direito de exigir ao formato a prova da promessa pela comparaçao reciproca...
Como disse antes o papel de um Forum nao é a prova, hà laboratorios e especialistas para isso. Um forum é um espaço de partilha de sensaçoes, ideias e quando ele é bom, de regulaçao dos exageros do meio em que evolui...

E o que modestamente fazemos neste topico, e com trocas respeituosas e elegantes...

Se somente pudesse ser assim em todo o lado cheers

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  ricardo felisberto em 29/8/2009, 17:06

Em seguida ter-se-ia de debater o conceito de musicalidade e sobretudo o de alta-fidelidade, pois não sei até que ponto é para alguns não estaremos a falar de conceitos dijuntos (recordam-se de alguém ter dito algures que já tipo passado pela fase de: gordura é formusura?).

No meu percurso e experiência pessoal, verdade nem sempre é coincidente com aumento de prazer. Vezes (e não são poucas) há em que 'a coisa' é crua e destemperada. O agridoce saberá melhor, mas será verdadeiro?

Além da doçura (usualmente associada às valvulas), muitas vezes se discute o grave, sabendo-se que sistemas há em que (once again) aquelas notas saem proeminentes e excessivas quando comparadas com a musica ao vivo que por comparação chega a parecer anémica.

Penso contudo que neste contexto esse debate não será querido, pois o que é relevante é que cada qual faz o seu percurso optando por aquilo que lhe dá mais prazer, sem que isso signifique em todos os casos maior fidelidade.

Boas audições

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  jdickson em 29/8/2009, 18:15

ricardo felisberto escreveu:Em seguida ter-se-ia de debater o conceito de musicalidade e sobretudo o de alta-fidelidade, pois não sei até que ponto é para alguns não estaremos a falar de conceitos dijuntos (recordam-se de alguém ter dito algures que já tipo passado pela fase de: gordura é formusura?).

No meu percurso e experiência pessoal, verdade nem sempre é coincidente com aumento de prazer.

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  td124 em 29/8/2009, 20:38

jdickson escreveu:
ricardo felisberto escreveu:Em seguida ter-se-ia de debater o conceito de musicalidade e sobretudo o de alta-fidelidade, pois não sei até que ponto é para alguns não estaremos a falar de conceitos dijuntos (recordam-se de alguém ter dito algures que já tipo passado pela fase de: gordura é formusura?).

No meu percurso e experiência pessoal, verdade nem sempre é coincidente com aumento de prazer.

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Hà um ditado françês que diz "as cores e os gostos nao se discutem..."
Visto que os argumentos acima representados, consistém a descrever sensaçoes pessoais, e que a base deste topico é a dificuldade a aceitar as sensaçoes pessoais de outros "que preferem as MM de entrada ao CD" , hà aqui uma heresia...

O silêncio nasce aonde os argumentos morrem... silent

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 29/8/2009, 20:45

jdickson escreveu:
ricardo felisberto escreveu:Em seguida ter-se-ia de debater o conceito de musicalidade e sobretudo o de alta-fidelidade, pois não sei até que ponto é para alguns não estaremos a falar de conceitos dijuntos (recordam-se de alguém ter dito algures que já tipo passado pela fase de: gordura é formusura?).

No meu percurso e experiência pessoal, verdade nem sempre é coincidente com aumento de prazer.

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Medições, palavras descritivas, subjectividades, sons, ouvidos e concepções diferentes, conceitos conjuntos e disjuntos.
Cada pessoa chega ás suas próprias conclusões. O que é objectivo, é que hoje estiveram três pessoas diferentes a ouvir musica e a comparar aparelhos, e onde se ouviram formatos diferentes. A conclusão foi unânime. A emoção, o realismo, o prazer, o sorriso inexplicável nos rostos só foi possível quando estávamos a ouvir vinil. E para que não haja duvidas, entre as coisas que se ouviram, estava um leitor de CD's de quase 4000 euros e um prato de 800 mais uma MM.

Nenhum dos intervenientes é faccioso do analógico (bem pelo contrário) e a conclusão é meramente baseada na escuta.

Tenho dito.


Abraço

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  fm&stereo em 29/8/2009, 22:54

Eu vou arriscar, talvez, uma vez mais, de ser acusado de pouco claro, mas não vou por isso deixar de partilhar convosco alguma impressão, que pode ajudar a desmistificar alguma ponderação que aqui se encontra.
Lembro a todos o discurso de um político a título de exemplo. Como que desapaixonadamente, o político, apela a uma perspectiva, uma ideologia, uma convicção, tentando sempre esconder os interesses, procura fazer acreditar que está na melhor das intenções e no uso do bom senso, tratanto as questões como elas devem ser tratadas. Acontece que isto é apenas para acreditar. Haja pois crédito.

Eu não me quero alongar, apenas relembrar aquilo que estou farto de escrevere que pode ser lido aqui, na minha assinatura: ANALOGICAMENTE É A FORMA DE OUVIR MÚSICA QUE OS MEUS OUVIDOS AGRADECEM

Resumindo: não é através de uma perspectiva que se analiza coisa alguma, apesar de todo o contributo possa eventualmente ser útil.

Espero não ter sido cunfuso.
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 29/8/2009, 23:25

Tenho que fazer uma pequena correcção. Hoje éramos quatro e não três. E os quatro ouvimos indubitavelmente a beleza do som analógico.

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  fm&stereo em 30/8/2009, 00:06

António José da Silva escreveu:Tenho que fazer uma pequena correcção. Hoje éramos quatro e não três. E os quatro ouvimos indubitavelmente a beleza do som analógico.

E eu aqui, a trabalhar!... :damn:
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 30/8/2009, 00:13

fm&stereo escreveu:
António José da Silva escreveu:Tenho que fazer uma pequena correcção. Hoje éramos quatro e não três. E os quatro ouvimos indubitavelmente a beleza do som analógico.

E eu aqui, a trabalhar!... :damn:

Tu a fazeres o teu melhor pelo país, e nós de boca aberta com a beleza do vinil. Num sistema com o Norbert/transformadores/MC no outro com o Norbert/MM. Em ambos os casos o resultado foi de encanto. Very Happy

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  fm&stereo em 30/8/2009, 00:16

António José da Silva escreveu:

Tu a fazeres o teu melhor pelo país, e nós de boca aberta com a beleza do vinil. Num sistema com o Norbert/transformadores/MC no outro com o Norbert/MM. Em ambos os casos o resultado foi de encanto. Very Happy

E que transformadores são esses?
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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

Mensagem  Convidad em 30/8/2009, 00:17

fm&stereo escreveu:
António José da Silva escreveu:

Tu a fazeres o teu melhor pelo país, e nós de boca aberta com a beleza do vinil. Num sistema com o Norbert/transformadores/MC no outro com o Norbert/MM. Em ambos os casos o resultado foi de encanto. Very Happy

E que transformadores são esses?

Os meus passivos.

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Re: células MM versus CD: que raio de comparação?!

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