O duelo de ICs
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O duelo de ICs
Resolvi criar este post porque não queria entrar em off topic para com o post dos Ortofon e também pra dar a conhecer um pouco do cabo que vou levar pra casa do forista Jdickson para um duelo amigável com os valhalla. Sendo assim, este será o local onde se poderá relatar este acontecimento e outros idênticos que entender divulgar.
Certamente que haverá quem ache descabido um comparativo entre um conceituado valhalla e um cabo desconhecido que supostamente para alguns é DIY. Pois informo que não se trata de um cabo DIY, embora não irei falar sobre suas origens ou fabricante, mas sim um pouco do que ele representa no meu sistema.
É um cabo extremamente bem construído,visualmente seria idêntico a um valkjrya se não fosse a cor azulada transparente em vez de lilás(penso eu) , deixando ver a malha que é bem mais apertada que os próprios valkjrya.
Quando obtive um par deste cabo há uma semana atrás e resolvi introduzir no meu sistema, nomeadamente do CD para o pré, mais tarde também do pré para os powers(estes em balanceado).
Pois bem, nos primeiros acordes de um disco que adquiri não faz muito tempo e que acho soberbo (Princezito "spiga") fiquei petrificado com tamanho realismo. Julgo até que tinha acabado de pôr o disco e feito o play, antes mesmo de alcançar o sofá fiquei paralizado. As notas não acabavam onde a maioria dos cabos nos (me) habituaram, a extenção quase que diria que duplicou, os timbres são muito rigorosos. Fiquei agradavelmente desconcertado quando descobri muito mais informação contida em discos que já ouço há mais de 10 anos, aliás ao 5º minuto de audição e o meu pensamento foi este: "esquece tudo o que já ouviste".
Nestas minhas experiências temo por vezes pelo exagero e pela auto sujestão, o que depressa se desvaneceu com tamanha precisão dos sons intervenientes. Com isto fiz até algumas experiências, com músicas em que algumas partes não conseguia decifrar o que o cantor ou cantora diziam, pois com estes cabos foi canja.
Tendo um rigor tímbrico a toda a prova e uma extensão de perder de vista escusado será dizer que o palco ficou tridimensional, isto tudo com uma focagem sublime de qualquer um dos intervenientes mesmo em passagens mais complexas que antes pareciam confusas.
Tendo um sistema minimamente revelador e com estes cabitos a levar o sinal torna-se fácil descobrir imperfeições (que pra mim são perfeitas) em muitos discos e quer queiramos quer não (pois pode soar estranho pra alguns), os elementos mais importantes de qualquer sistema são os discos, por isso gastamos fortunas ou não, para melhor retirar-mos deles a música.
Estou satisfeito com esta descoberta, como tal achei que deveria partilhar convosco a minha alegria. Pois é com o intuito de divulgar que me propús a um comparativo que no fundo é um convivio saudável de quem gosta destas coisas. De uma certa forma sempre aumenta a expectativa (no bom sentido) entre um produto já conceituado e outro que se quer conceituar.
Mas... atenção que este cabito não é tão inocente quanto isso, na passada Quarta Feira rebaixou drásticamente um cabo balanceado da Transparent de valor a rondar os 5000€ num sistema XPTO de valor exorbitante.
ps. esta última parte foi pra apimentar mais a coisa.eheheh
Saudações audiófilas a todos
Certamente que haverá quem ache descabido um comparativo entre um conceituado valhalla e um cabo desconhecido que supostamente para alguns é DIY. Pois informo que não se trata de um cabo DIY, embora não irei falar sobre suas origens ou fabricante, mas sim um pouco do que ele representa no meu sistema.
É um cabo extremamente bem construído,visualmente seria idêntico a um valkjrya se não fosse a cor azulada transparente em vez de lilás(penso eu) , deixando ver a malha que é bem mais apertada que os próprios valkjrya.
Quando obtive um par deste cabo há uma semana atrás e resolvi introduzir no meu sistema, nomeadamente do CD para o pré, mais tarde também do pré para os powers(estes em balanceado).
Pois bem, nos primeiros acordes de um disco que adquiri não faz muito tempo e que acho soberbo (Princezito "spiga") fiquei petrificado com tamanho realismo. Julgo até que tinha acabado de pôr o disco e feito o play, antes mesmo de alcançar o sofá fiquei paralizado. As notas não acabavam onde a maioria dos cabos nos (me) habituaram, a extenção quase que diria que duplicou, os timbres são muito rigorosos. Fiquei agradavelmente desconcertado quando descobri muito mais informação contida em discos que já ouço há mais de 10 anos, aliás ao 5º minuto de audição e o meu pensamento foi este: "esquece tudo o que já ouviste".
Nestas minhas experiências temo por vezes pelo exagero e pela auto sujestão, o que depressa se desvaneceu com tamanha precisão dos sons intervenientes. Com isto fiz até algumas experiências, com músicas em que algumas partes não conseguia decifrar o que o cantor ou cantora diziam, pois com estes cabos foi canja.
Tendo um rigor tímbrico a toda a prova e uma extensão de perder de vista escusado será dizer que o palco ficou tridimensional, isto tudo com uma focagem sublime de qualquer um dos intervenientes mesmo em passagens mais complexas que antes pareciam confusas.
Tendo um sistema minimamente revelador e com estes cabitos a levar o sinal torna-se fácil descobrir imperfeições (que pra mim são perfeitas) em muitos discos e quer queiramos quer não (pois pode soar estranho pra alguns), os elementos mais importantes de qualquer sistema são os discos, por isso gastamos fortunas ou não, para melhor retirar-mos deles a música.
Estou satisfeito com esta descoberta, como tal achei que deveria partilhar convosco a minha alegria. Pois é com o intuito de divulgar que me propús a um comparativo que no fundo é um convivio saudável de quem gosta destas coisas. De uma certa forma sempre aumenta a expectativa (no bom sentido) entre um produto já conceituado e outro que se quer conceituar.
Mas... atenção que este cabito não é tão inocente quanto isso, na passada Quarta Feira rebaixou drásticamente um cabo balanceado da Transparent de valor a rondar os 5000€ num sistema XPTO de valor exorbitante.
ps. esta última parte foi pra apimentar mais a coisa.eheheh
Saudações audiófilas a todos
Última edição por TAVARES em 13/8/2009, 10:17, editado 2 vez(es)

TAVARES- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Cá vai umas fotos do cabito:





TAVARES- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Caro Tavares,
Mas apos o "duelo" partilhará connosco o dito cujo (marca/faricante) ou nao? Espero que siom, pois aguçou-me o apetite!!!
Cumps
Sergio Antas
Mas apos o "duelo" partilhará connosco o dito cujo (marca/faricante) ou nao? Espero que siom, pois aguçou-me o apetite!!!
Cumps
Sergio Antas

Antas- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Tenho estado em pesquisa e negociações para uma possível comercialização. Consequentemente devem compreender a minha posição de resguardo.

TAVARES- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Entao cá aguardaremos o resultado do "confronto" e esses desenvolvimentos comerciais.

Antas- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Não era ontem o combate 
Mr.Spock- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Se calhar morreram os 2


Brás- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Amigo Bras,
Neste combate so pode haver feridos ...no orgulho eh eh eh
Mas acho que um e outro sao superiores a isso !
Um abraco
Neste combate so pode haver feridos ...no orgulho eh eh eh
Mas acho que um e outro sao superiores a isso !
Um abraco
Mr.Spock- Membro Audiopt

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Data de inscrição: 06/04/2008
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Re: O duelo de ICs
Brás escreveu:Se calhar morreram os 2![]()
![]()
Caros amigos:
Houve muita luta e muito sangue, mas ninguém morreu, excepto o mau som...
Ao duelo só compareceu o Tavares, por problemas logísticos vários dos restantes duelistas.
Antes de mais quero referir que designar o cabo do tavares como DIY e pronto, sendo verdade, é o mesmo que dizer que a Gisele Bundchen é uma miúda magra que sabe andar de saltos altos, o que, reconhecidamente, também é verdade...
E o resto é:
Começando pelo fim: após várias horas, vários discos com diversos tipos de música e pequenas alterações no sistema por forma a melhorar o nível das conclusões, digo o seguinte, SEM QUALQUER TIPO DE DÚVIDA: o cabo "so called DIY" do Tavares é, PELO MENOS, tão bom como o Valhalla!!!!!!!
E, por favor, compreendam que eu, feliz possuidor de uns valhalla, serei a pessoa com menos vontade de o afirmar alto e bom som...
Por partes. Parte A-Da qualidade do som:
-Os "so called DIY" são, simplesmente os cabos mais rápidos e dinâmicos que já ouvi. Ponto. (nota: não sou, garantidamente, especialista em cabos, pelo que a afirmação vale o que vale; no entanto, não esquecer que esta, tal como todas as afirmações que se seguem, têm como referência o valhalla, tido por boa parte do mundo audiófilo, como a referência, atrás dos Odin, quer dizer). A música através deles, sai com uma facilidade, uma simplicidade estonteante, o que imprime uma enorme vontade de bater o pé. Depreende-se que é em músicas com mais batida que esta qualidade é mais evidente.
Neste aspecto, são superiores aos valhalla.
- Em relação á focagem dos instrumentos e capacidade de localização espacial, com capacidade de recriação do palco sonoro por parte do ouvinte, são talvez marginalmente superiores aos valhalla, sendo que estes aspectos são igualmente de elevado gabarito no valhalla. Por uma nesga, considero que ganham.
- Em termos tímbricos, são muito correctos, tendo tendência, assim como os valhalla, a enfatisar as altas e médias frequências, mas de forma muito agradável, nada agressiva. No entanto, neste aspecto, prefiro os valhalla. Mas este é um aspecto subjectivo, entenda-se.
-Na transparência e capacidade de descobrir todos os detalhes da música, considero-os semelhantes. Empate técnico neste aspecto.
-Em relação ao controle dos graves, controla-os muito melhor que os valhalla, obtendo-se um grave mais seco, mais tenso e recortado. No entanto, este aspecto, ou melhor, o efeito final que este facto tem no som final pode ser positivo ou negativo, dependendo de outros factores. Num sistema que tenda para "poucos graves", o resultado final pode ser algo seco demais, com pouca textura da música. Mas como se está avaliar a qualidade intrínseca e não o efeito de eventual sinergia num sistema, parece-me que não terei outro remédio que não dar novamente a vantagem ao "challenger"
-No que diz respeito à profundidade do palco, é mais curto que o dos valhalla (bolas , tava a ver que não conseguia ir sacar nada a apontar, pôrra!), mas ficando marginalmente aquém destes.
-E como não podia deixar que o resultado final fosse este, resolvi "inventar": os "so called DIY" são mais rápidos, mais focados e muito analíticos/descriminativos; são menos "cheios", menos profundos e disto resulta um som um tudo nada mais "seco" que o que se obtem com os valhalla. Apesar de ser possível que isto seja consequência apenas de um melhor controle dos graves e que, noutro sistema constitua uma qualidade evidente, a verdade é que, no meu caso, não o considero. E daqui resulta, que, na minha opinião, ( e friso, no meu sistema), os "so called DIY" resultem um pouco menos "musicais" que os valhalla. Ouvindo vozes femininas, com palcos sonoros profundos, o prazer que daí obtia era ligeiramente superior com os meus cabos e, tirando o caso de música para bater o pé, onde os outros seriam a escolha óbvia, esta situação era extensível aos restantes tipos de música, embora menos marcada. Tudo isto caminha, porém, no limiar da diferença, ou seja, tratam-se de diferenças mínimas.
(O TEXTO CONTINUA MAIS TARDE)
jdickson- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Bem, antes de mais agradeço a simpática e descontraida recepção por parte do forista Jdickson e a esposa, onde pude partilhar de uma saborosa refeição a intercalar as nossas audições.Foi muito agradável e espero poder retribuir com a mesma simplicidade.Um bem haja pra vocês
.
No seguimento deste tópico falemos então de coisas «sérias»(eheh). Pois que fiquem bem cientes que tudo o que ontem se passou e que aqui for debatido trata-se de puro high-end aliado a um estremo bom gosto na escolha dos intervenientes reprodutivos. Outro bem haja Jd
.
Quando entrei na sala apercebi-me que a tarefa dos cabos não iria ser nada fácil mas confesso que também não estava nada desanimado, antes pelo contrário, apercebi-me que iria ser gratificante independentemente dos resultados. Começamos por ouvir algumas músicas com os cabos residentes para nos ambientar enquanto conversava-mos de aspectos mais técnicos e descobrir pontos comuns do que realmente gostamos. Confesso que estivemos a altura dos melhores analistas de audio
. Nada como o respeito do gosto de cada qual, até porque esse campo é subjectivo.
Antes de entrar em aspectos técnicos, quero que fiquem a saber que depois de partilhar aqueles momentos sublimes de audição com direito a luzes completamente apagadas para apreciar a beleza das catedrais de luzes emanadas pelas válvulas, fiquei sem vontade de continuar a escrita deste tópico como uma mera rivalidade entre cabos, até porque não era esse o sentimento que tinha antes e muito menos agora. É claro que esta escrita vem quase como um dever moral, pelo próprio incentivar da situação
(que fui interveniente) e também pelo grande amigo forista Spock, criador ou talvez maior incentivador destes testes gratificantes (pena estares longe,um grande bem haja pra ti
).
Depois de estar-mos completamente ambientados com os sons do valhalla, passando por discos meus e do Jdickson, foi altura de substituir os cabos. Tinha chegado o momento de ouvir os acessórios que proporcionou a minha ida lá. Estáva-mos sensivelmente a meio da primeira faixa que não me recordo o nome, quado o Jd, soltou um comentário que julgo ter sido coerente "estão a aguentar-se muito bem!"não julguem que vou contar todas as conversas que tivemos,até porque perderia toda a cumplicidade daquele convivio. Por sua vez senti a necessidade de voltar as minhas atenções para os pequenos pormenores, não é que fosse difícil distingui-los (graças ao sitema deveras revelador) antes pelo contrário, eram obvios mas não grandes. Os valhalla são cabos de grande equilibrio e focagem, com um grave extenso e poderoso que quanto a mim estende-se um pouco para o médio grave conferindo a gama média vocal uma ligeira doçura almejada por muitos,pois aqui é uma questão mera de gosto. A gama média alta, e alta demonstraram todo o detalhe da música e é aqui que repentinamente uma seta racha a outra. Estes cabos sem nome quase que dividiram os detalhes em dois, foram sempre muito rápidos, de grave tenso e extenso, complementaram os detalhes dos valhalla e focaram ainda mais os intervenientes no palco. Repito são diferênças obvias mas não grandes, ao ponto de quem gostar e quiser fácilmente abdica de algum detalhe em detrimento da súbtil doçura dos valhalla. Atenção que trata-se aqui da minha opinião o que certamente o forista Jdickson terá a dele, posso até adiantar que relativamente ao detalhe dos cabos a opinião foi unânime.
Mais tarde seguiu-se outras experiências com cabos de coluna que também não deixou de ser interessante,mas isso fica para outra altura
Abraço a todos
No seguimento deste tópico falemos então de coisas «sérias»(eheh). Pois que fiquem bem cientes que tudo o que ontem se passou e que aqui for debatido trata-se de puro high-end aliado a um estremo bom gosto na escolha dos intervenientes reprodutivos. Outro bem haja Jd
Quando entrei na sala apercebi-me que a tarefa dos cabos não iria ser nada fácil mas confesso que também não estava nada desanimado, antes pelo contrário, apercebi-me que iria ser gratificante independentemente dos resultados. Começamos por ouvir algumas músicas com os cabos residentes para nos ambientar enquanto conversava-mos de aspectos mais técnicos e descobrir pontos comuns do que realmente gostamos. Confesso que estivemos a altura dos melhores analistas de audio
Antes de entrar em aspectos técnicos, quero que fiquem a saber que depois de partilhar aqueles momentos sublimes de audição com direito a luzes completamente apagadas para apreciar a beleza das catedrais de luzes emanadas pelas válvulas, fiquei sem vontade de continuar a escrita deste tópico como uma mera rivalidade entre cabos, até porque não era esse o sentimento que tinha antes e muito menos agora. É claro que esta escrita vem quase como um dever moral, pelo próprio incentivar da situação
Depois de estar-mos completamente ambientados com os sons do valhalla, passando por discos meus e do Jdickson, foi altura de substituir os cabos. Tinha chegado o momento de ouvir os acessórios que proporcionou a minha ida lá. Estáva-mos sensivelmente a meio da primeira faixa que não me recordo o nome, quado o Jd, soltou um comentário que julgo ter sido coerente "estão a aguentar-se muito bem!"não julguem que vou contar todas as conversas que tivemos,até porque perderia toda a cumplicidade daquele convivio. Por sua vez senti a necessidade de voltar as minhas atenções para os pequenos pormenores, não é que fosse difícil distingui-los (graças ao sitema deveras revelador) antes pelo contrário, eram obvios mas não grandes. Os valhalla são cabos de grande equilibrio e focagem, com um grave extenso e poderoso que quanto a mim estende-se um pouco para o médio grave conferindo a gama média vocal uma ligeira doçura almejada por muitos,pois aqui é uma questão mera de gosto. A gama média alta, e alta demonstraram todo o detalhe da música e é aqui que repentinamente uma seta racha a outra. Estes cabos sem nome quase que dividiram os detalhes em dois, foram sempre muito rápidos, de grave tenso e extenso, complementaram os detalhes dos valhalla e focaram ainda mais os intervenientes no palco. Repito são diferênças obvias mas não grandes, ao ponto de quem gostar e quiser fácilmente abdica de algum detalhe em detrimento da súbtil doçura dos valhalla. Atenção que trata-se aqui da minha opinião o que certamente o forista Jdickson terá a dele, posso até adiantar que relativamente ao detalhe dos cabos a opinião foi unânime.
Mais tarde seguiu-se outras experiências com cabos de coluna que também não deixou de ser interessante,mas isso fica para outra altura
Abraço a todos

TAVARES- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Tenho pena de não ter ido. Mas enfim... Meus amigos, como para mim não era fácil ir para essas bandas, espero que, se eu arranjar um espaço para uma audição para o pessoal audiopt, tragam os vossos cabos, ok?! 

fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Haverá mais oportunidades além do mais aproveita estas paragens para fortalecer o cabo, porque a disputa não é fácil...
Pelos vistos já se provou que há aqui dois cabos que lideram vertentes diferentes, ou o teu terá a terceira vertente e será também um lider, ou então terá mesmo que se destacar

Pelos vistos já se provou que há aqui dois cabos que lideram vertentes diferentes, ou o teu terá a terceira vertente e será também um lider, ou então terá mesmo que se destacar

TAVARES- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
TAVARES escreveu:Haverá mais oportunidades além do mais aproveita estas paragens para fortalecer o cabo, porque a disputa não é fácil...
Pelos vistos já se provou que há aqui dois cabos que lideram vertentes diferentes, ou o teu terá a terceira vertente e será também um lider, ou então terá mesmo que se destacar![]()
O meu não pretende ser mais um, mas o cabo!
De qualquer forma, terei todo o gosto de partilhar uma experiência auditiva.

fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
Pois o tópico não morreu!
Foi pena o João Gouveia com os seus Ortofon não ter podido estar connosco aquando do "duelo" entre os DIY do Tavares e os Valhalla, pois os cuidados e a atenção nas diferenças teriam sido mais apurados, mas a verdade é que ele esteve outro dia em minha casa para ouvir o novo pré Puresound L300 e trouxe com ele os Ortofon.
Pois bem, não quero entrar em grandes pormenores, até porque a comparação não foi exaustiva e não era o principal motivo da visita, mas a verdade é que fiquei, de facto, muito bem impressionado com os cabos Ortofon.
Se estivesse a começar o meu sistema, parece-me que era para ali que iria o meu dinheiro...pelo menos em relação aos Valhalla, não tenho dúvida que os (poucos) aspectos em que este é superior não vale a diferença de preço; mais, não vale sequer que haja diferença de preço, pois não me parecem melhores (globalmente falando) que os Ortofon.
Os cabos do Tavares são um pouco mais difíceis de julgar, pois foram aqueles que mais impressionaram logo nos aspectos iniciais da audição, mas, pelo menos no meu sistema, eram um pouco analíticos demais (atenção, neste caso a palavra "demais" é excessiva, mas não encontro a palavra certa). De qualquer forma, gostei tanto deles que encomendei uns cabos de coluna ao Tavares (são parecidos na concepção) que estão a chegar da "queima" na Imacústica
.
Assim, parece-me que os Ortofon são, dos 3 em avaliação, os mais equilibrados. Não lhes encontro falhas. E pelo preço, são uma verdadeira pechincha, quando se comparam com as obscenidades pedidas por certos fabricantes...
Humildemente, curvo-me perante as opiniões anteriormente emitidas em relação a estes cabos: tinham toda a razão.
De qualquer forma, por bons que sejam (e são!), as diferenças positivas encontradas destes dois cabos em relação aos meus Valhalla residentes não justificam a sua substituição.
E, como pude ouvir os Ortofon de coluna (que, curiosamente, não impressionaram tanto como os interconnect ,embora fossem também muito bons), confirmei que os meus actuais Nordost SPM de coluna constituem o ponto fraco do meu sistema. Aguardo ansiosamente os DIY de coluna do Tavares
!!!
Foi pena o João Gouveia com os seus Ortofon não ter podido estar connosco aquando do "duelo" entre os DIY do Tavares e os Valhalla, pois os cuidados e a atenção nas diferenças teriam sido mais apurados, mas a verdade é que ele esteve outro dia em minha casa para ouvir o novo pré Puresound L300 e trouxe com ele os Ortofon.
Pois bem, não quero entrar em grandes pormenores, até porque a comparação não foi exaustiva e não era o principal motivo da visita, mas a verdade é que fiquei, de facto, muito bem impressionado com os cabos Ortofon.
Se estivesse a começar o meu sistema, parece-me que era para ali que iria o meu dinheiro...pelo menos em relação aos Valhalla, não tenho dúvida que os (poucos) aspectos em que este é superior não vale a diferença de preço; mais, não vale sequer que haja diferença de preço, pois não me parecem melhores (globalmente falando) que os Ortofon.
Os cabos do Tavares são um pouco mais difíceis de julgar, pois foram aqueles que mais impressionaram logo nos aspectos iniciais da audição, mas, pelo menos no meu sistema, eram um pouco analíticos demais (atenção, neste caso a palavra "demais" é excessiva, mas não encontro a palavra certa). De qualquer forma, gostei tanto deles que encomendei uns cabos de coluna ao Tavares (são parecidos na concepção) que estão a chegar da "queima" na Imacústica
Assim, parece-me que os Ortofon são, dos 3 em avaliação, os mais equilibrados. Não lhes encontro falhas. E pelo preço, são uma verdadeira pechincha, quando se comparam com as obscenidades pedidas por certos fabricantes...
Humildemente, curvo-me perante as opiniões anteriormente emitidas em relação a estes cabos: tinham toda a razão.
De qualquer forma, por bons que sejam (e são!), as diferenças positivas encontradas destes dois cabos em relação aos meus Valhalla residentes não justificam a sua substituição.
E, como pude ouvir os Ortofon de coluna (que, curiosamente, não impressionaram tanto como os interconnect ,embora fossem também muito bons), confirmei que os meus actuais Nordost SPM de coluna constituem o ponto fraco do meu sistema. Aguardo ansiosamente os DIY de coluna do Tavares
jdickson- Membro Audiopt

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Re: O duelo de ICs
jdickson escreveu:
Humildemente, curvo-me perante as opiniões anteriormente emitidas em relação a estes cabos: tinham toda a razão.![]()
E eu curvo-me perante tamanha honestidade intelectual !
Já agora : experimente os "entraçados" do Tavares e depois diga alguma coisa
Grande abraço
Mr.Spock- Membro Audiopt

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