Está quase...
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Está quase...
Boa tarde a todos os music lovers (só soa bem em inglês...)
O meu sistema audio está quase na fase adulta. Consiste em:
Fontes: a)-Michell Gyrodec com fonte de alimentação externa, braço Origin Live Encounter, célula Grado Reference Master
b)-Shanling SCD-T200C
Préamp:-Audio Research SP16
Amplificador:-Jolida Music Envoy (monoblocos)
Colunas:- Martin Logan Summit
Filtro de sector:Nordost Thor
Cabos interconnect: Nordost valhalla (SACD-pré); Nordost valkyrja (pré-amp)
Cabos coluna: Nordost SPM
Cabos corrente: Nordost valhalla (central-Thor e SACD-Thor); Nordost Brahma (pré e powers); Martin Logan (colunas)
A minha última aquisição foi as colunas, que substituiram as Martin Logan Clarity. Logo à primeira audição de umas Martin Logan, há muitos anos, fiquei logo fã da transparência e enorme musicalidade destas coisas fantásticas! Depois desta última alteração fiquei estupefacto com o que o sistema ganhou em palco sonoro e impacto musical!
A fonte analógica também é recente e substituiu um velho Rega Planar 3 que me serviu por muitos anos. A diferença entre os GD é abissal, como seria de esperar e o Michell ressuscitou-me o prazer pelo vinyl. Mas estou com um grave e inesperado problema de incompatibilidade entre célula e braço, pois surge frequentemente um problema de ressonância que põe o braço aos saltos! (literalmente!). A solução está à vista e vai tornar a provocar um download da carteira...
Estou à beira de receber um novo prévio. Fiz algo que nunca se deve fazer (comprei à distância, sem ver o bicho e sem o ouvir, mas o que é pior: não sei como vai soar no sistema!...), mas a oportunidade não se podia perder. Darei notícias, se alguém estiver interessado.
Com esta nova aquisição, vou perder o andar de phono do Audio Research, pelo que vou comprar um ASR minibasis, quando os fundos o permitirem. Até lá não haverá vinyl para ninguém...
Uma última palavra para os cabos/filtro de sector: só ouvindo, preferencialmente desde o início e após cada nova introdução no sistema, é que dá para perceber a enorme influência que estes tiveram no som final. Inacreditável!
PS-se alguém estiver interessado num Audio Research SP16 e/ou numas Martin Logan Clarity, é favor comunicar (estão impecs e com as caixas e acessórios). O prévio ainda pode, inclusivé ser ouvido, pois ainda está residente.
Cumprimentos
O meu sistema audio está quase na fase adulta. Consiste em:
Fontes: a)-Michell Gyrodec com fonte de alimentação externa, braço Origin Live Encounter, célula Grado Reference Master
b)-Shanling SCD-T200C
Préamp:-Audio Research SP16
Amplificador:-Jolida Music Envoy (monoblocos)
Colunas:- Martin Logan Summit
Filtro de sector:Nordost Thor
Cabos interconnect: Nordost valhalla (SACD-pré); Nordost valkyrja (pré-amp)
Cabos coluna: Nordost SPM
Cabos corrente: Nordost valhalla (central-Thor e SACD-Thor); Nordost Brahma (pré e powers); Martin Logan (colunas)
A minha última aquisição foi as colunas, que substituiram as Martin Logan Clarity. Logo à primeira audição de umas Martin Logan, há muitos anos, fiquei logo fã da transparência e enorme musicalidade destas coisas fantásticas! Depois desta última alteração fiquei estupefacto com o que o sistema ganhou em palco sonoro e impacto musical!
A fonte analógica também é recente e substituiu um velho Rega Planar 3 que me serviu por muitos anos. A diferença entre os GD é abissal, como seria de esperar e o Michell ressuscitou-me o prazer pelo vinyl. Mas estou com um grave e inesperado problema de incompatibilidade entre célula e braço, pois surge frequentemente um problema de ressonância que põe o braço aos saltos! (literalmente!). A solução está à vista e vai tornar a provocar um download da carteira...
Estou à beira de receber um novo prévio. Fiz algo que nunca se deve fazer (comprei à distância, sem ver o bicho e sem o ouvir, mas o que é pior: não sei como vai soar no sistema!...), mas a oportunidade não se podia perder. Darei notícias, se alguém estiver interessado.
Com esta nova aquisição, vou perder o andar de phono do Audio Research, pelo que vou comprar um ASR minibasis, quando os fundos o permitirem. Até lá não haverá vinyl para ninguém...
Uma última palavra para os cabos/filtro de sector: só ouvindo, preferencialmente desde o início e após cada nova introdução no sistema, é que dá para perceber a enorme influência que estes tiveram no som final. Inacreditável!
PS-se alguém estiver interessado num Audio Research SP16 e/ou numas Martin Logan Clarity, é favor comunicar (estão impecs e com as caixas e acessórios). O prévio ainda pode, inclusivé ser ouvido, pois ainda está residente.
Cumprimentos
jdickson- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
Mas que sistema.
Assim está bem. Eu como fã absoluto do som analógico reparei logo no belo do pato. É pena essa incompatibilidade que me parece um pouco estranha. Está tudo bem afinado?
Antes de grandes investimentos, convém que estejas certo de que é de incompatibilidade que se trata. Já usei células que não são supostas de harmonizar, e que mesmo assim funcionaram. Agora saltos..... :damn:
Vai-nos metendo ao corrente.
Antes de grandes investimentos, convém que estejas certo de que é de incompatibilidade que se trata. Já usei células que não são supostas de harmonizar, e que mesmo assim funcionaram. Agora saltos..... :damn:
Vai-nos metendo ao corrente.
Convidad- Convidado
Re: Está quase...
António José da Silva escreveu:Mas que sistema.Assim está bem. Eu como fã absoluto do som analógico reparei logo no belo do pato. É pena essa incompatibilidade que me parece um pouco estranha. Está tudo bem afinado?
Antes de grandes investimentos, convém que estejas certo de que é de incompatibilidade que se trata. Já usei células que não são supostas de harmonizar, e que mesmo assim funcionaram. Agora saltos..... :damn:
Vai-nos metendo ao corrente.
É, parece estranho, mas é o que acontece.
Quanto à afinação...bem, a montagem do prato, colocação e afinação do braço e da célula, foi tudo efectuado pelo Rui Borges, o que já é uma garantia. Mesmo assim, em relação ao braço e célula, verifiquei novamente o VTA, o anti-skating, peso e alinhamento da célula, enfim, o que os meus conhecimentos permitiam fazer, e estava tudo bem, impecável mesmo.
Neste momento, por exclusão de partes e pelas características do problema, não tenho dúvida que se trata de incompatibilidade no que diz respeito à ressonância de ambos os elementos, ou seja, têm pontos de ressonância demasiado próximos, quando o aconselhado é que difiram, pelo menos razoavelmente. O problema começa no cantilever da agulha que tem uma natural tendência para gerar ressonância (fenómeno universal); ora quando o braço tem um ponto de ressonância diferente do cantilever, não se chega a transmitir essa ressonância, logo não chega a haver problema. Não parece ser esse o caso comigo... neste caso, o estranho é que, do ponto de vista teórico, isto não devia acontecer, dadas as características de massa do braço e da célula. Mas o que é que pode pôr o braço a vibrar (vibração "fina", de alta frequência, não estou a falar de solavancos) desta maneira que não seja o fenómeno que descrevi?
Felizmente, isto só acontece esporádicamente e mais nuns discos que noutros, mas quando acontece...que neura!:damn:
Bom, de qualquer forma, o facto do meu "futuro novo prévio" não ter andar de phono, vai-me obrigar a investir num externo e, perdido por cem, perdido por mil (enfim, algo mais...), hei-de comprar uma MC mais exótica (provavelmente uma Lyra Helicon), cujas características no que diz respeito a ressonância são, de facto, compatíveis com o braço.
Um abraço e obrigado pelo interesse
jdickson- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
Se foi o Rui, nem vale a pena por em causa a afinação. Todavia, passa-se algo de estranho. Pode bem ser que a suspensão do cantilever esteja ressequida ou danificada e daí o fenómeno em modelações mais exigentes para a célula.
Vou-te mandar um site para poderes fazer os cálculos de ressonância. (se é que já não os fizestes)
http://www.mh-audio.nl/MySystem/RF.asp
É só desceres na página e introduzires os valores. Mas realmente duvido que seja falta de compatibilidade. Há algo mais. Os valores ideais situam-se entre os 8 e os 12 Hz. O que não quer dizer que um pouco mais ou um pouco menos seja fatal.
O peso está correcto? Já verificastes com uma balança?
Abraço
Vou-te mandar um site para poderes fazer os cálculos de ressonância. (se é que já não os fizestes)
http://www.mh-audio.nl/MySystem/RF.asp
É só desceres na página e introduzires os valores. Mas realmente duvido que seja falta de compatibilidade. Há algo mais. Os valores ideais situam-se entre os 8 e os 12 Hz. O que não quer dizer que um pouco mais ou um pouco menos seja fatal.
O peso está correcto? Já verificastes com uma balança?
Abraço
Convidad- Convidado
Re: Está quase...
Boas , pudera a celula necessitar de uma carga que o braço nao lhe de .
casos de celulas duras com braços leves podem ter esses efeitos .
durante o transporte pode ter havido alguma variaçao ( se foi afinado na oficina e levado para onde esta )
casos de celulas duras com braços leves podem ter esses efeitos .
durante o transporte pode ter havido alguma variaçao ( se foi afinado na oficina e levado para onde esta )

lore- utilizador dedicado

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Re: Está quase...
Eu penso que seja mesmo um problema de incompatibilidade. Acontece que esse efeito tende a surgir nas zonas de más prensagens, mesmo que noutras circunstâncias não revelasse nenhuma distorção, ela surge nestes termos.

fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
António José da Silva escreveu:Se foi o Rui, nem vale a pena por em causa a afinação. Todavia, passa-se algo de estranho. Pode bem ser que a suspensão do cantilever esteja ressequida ou danificada e daí o fenómeno em modelações mais exigentes para a célula.
Vou-te mandar um site para poderes fazer os cálculos de ressonância. (se é que já não os fizestes)
http://www.mh-audio.nl/MySystem/RF.asp
É só desceres na página e introduzires os valores. Mas realmente duvido que seja falta de compatibilidade. Há algo mais. Os valores ideais situam-se entre os 8 e os 12 Hz. O que não quer dizer que um pouco mais ou um pouco menos seja fatal.
O peso está correcto? Já verificastes com uma balança?
Abraço
Muito obrigado pelo link.
Na realidade, não cheguei a fazer o teste, graças à minha impulsividade na aquisição (ok, ok, e também graças à minha ignorância sobre esta questão, da qual só tomei conhecimento depois da aquisição), mas já tinha chegado à conclusão que o meu braço era de massa média e a célula de compliance média/alta, aquém do ideal, portanto, mas sem grandes razões para preocupação, até porque tive conhecimento de conjuntos destes a tocar sem problemas.
O que te parece dar razão quando referes que há mais qualquer coisa por detrás deste problema.
Quanto ao teste: devo ser mesmo burro, porque a coisa sai-me demasiado estranha.
Quanto ao peso, está certo, ao quase miligrama (1,508 gr, para um ideal de 1,5)
Um abraço
jdickson- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
fm&stereo escreveu:Eu penso que seja mesmo um problema de incompatibilidade. Acontece que esse efeito tende a surgir nas zonas de más prensagens, mesmo que noutras circunstâncias não revelasse nenhuma distorção, ela surge nestes termos.
É isso que eu penso também. "A ver vamos", já dizia o cego...
jdickson- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
jdickson escreveu:fm&stereo escreveu:Eu penso que seja mesmo um problema de incompatibilidade. Acontece que esse efeito tende a surgir nas zonas de más prensagens, mesmo que noutras circunstâncias não revelasse nenhuma distorção, ela surge nestes termos.
É isso que eu penso também. "A ver vamos", já dizia o cego...
O resultado dá 7.7 Hz. O que quer dizer que é um pouco abaixo do limite mínimo, mas como já tinha referido e suspeitava, nada que justifique o fenómeno por ti descrito.
Será que já verificastes o peso (VTF) com uma balança?
Convidad- Convidado
Re: Está quase...
Experimenta 1,650 gramas, confirma o VTA e depois conta-nos como ficou.
Um Abraço
João Gouveia
Um Abraço
João Gouveia
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Re: Está quase...
Será que não existe um problema de vibrações parasitas derivado a proximidade do gira discos com as colunas???. Ou então estar o dito apoiado numa base pouco sólida??è que esse gira não tem suspensão e como tal mais sujeito ao efeito rumble...penso eu de que.... 


nbunuel- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
nbunuel escreveu:Será que não existe um problema de vibrações parasitas derivado a proximidade do gira discos com as colunas???. Ou então estar o dito apoiado numa base pouco sólida??è que esse gira não tem suspensão e como tal mais sujeito ao efeito rumble...penso eu de que....
Penso que não será esse o problema, pois o tal efeito manifesta-se de forma muito esporádica e com tendência a ocorrer em certos discos e não noutros, independentemente do tipo de música que está a ler.
Por outro lado, o Gyrodec tem, de facto, um sistema de suspensão de molas que é um dos segredos do seu som, para além do facto do meu estar assente numa base antivibrações em duas camadas de acrílico com spikes, por sua vez colocado sobre um móvel que mandei fazer, com características de elevada massa e rigidez.
Cumprimentos
jdickson- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
jdickson escreveu:nbunuel escreveu:Será que não existe um problema de vibrações parasitas derivado a proximidade do gira discos com as colunas???. Ou então estar o dito apoiado numa base pouco sólida??è que esse gira não tem suspensão e como tal mais sujeito ao efeito rumble...penso eu de que....
Penso que não será esse o problema, pois o tal efeito manifesta-se de forma muito esporádica e com tendência a ocorrer em certos discos e não noutros, independentemente do tipo de música que está a ler.![]()
Por outro lado, o Gyrodec tem, de facto, um sistema de suspensão de molas que é um dos segredos do seu som, para além do facto do meu estar assente numa base antivibrações em duas camadas de acrílico com spikes, por sua vez colocado sobre um móvel que mandei fazer, com características de elevada massa e rigidez.Mas obrigado pela dica.
Cumprimentos
Pois... realmente é muito estranho!!!Não sei o que dizer.
Qual é o modelo Michell Gyrodec???

nbunuel- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
nbunuel escreveu:jdickson escreveu:nbunuel escreveu:Será que não existe um problema de vibrações parasitas derivado a proximidade do gira discos com as colunas???. Ou então estar o dito apoiado numa base pouco sólida??è que esse gira não tem suspensão e como tal mais sujeito ao efeito rumble...penso eu de que....
Penso que não será esse o problema, pois o tal efeito manifesta-se de forma muito esporádica e com tendência a ocorrer em certos discos e não noutros, independentemente do tipo de música que está a ler.![]()
Por outro lado, o Gyrodec tem, de facto, um sistema de suspensão de molas que é um dos segredos do seu som, para além do facto do meu estar assente numa base antivibrações em duas camadas de acrílico com spikes, por sua vez colocado sobre um móvel que mandei fazer, com características de elevada massa e rigidez.Mas obrigado pela dica.
Cumprimentos
Pois... realmente é muito estranho!!!Não sei o que dizer.
Qual é o modelo Michell Gyrodec???
É o SE mais recente, o II (corresponde ao V em versão acrílico), com fonte de alimentação externa.
jdickson- Membro Audiopt

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Re: Está quase...
Já tentaste o aumento de peso aconselhado pelo João Gouveia? Talvez ajude um pouco.
Convidad- Convidado
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