Breve historia dos GD...
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27042009
Breve historia dos GD...

Olà,
Afim de alimentar a secçao analogico do Forum e de ajudar « modestamente » a formaçao dos jovens interessados pelo vinilo, vou escrever uma especie de saga sobre a evoluçao das maquinas de leitura. No fim de semana Pascoal fiz uma experiencia interessante. Comparei a Garrard 301 dum amigo meu com a Thorens TD124 no mesmo sistema. O objectivo nao era de saber a qual das duas soa melhor, mas de tentar compreender o interesse actual por esses modelos de gira discos em todos os lados do mundo e aqui em França em particular. Como animo um clube de audiophilos/melomanos aqui, eles pediram-me para que faça uma apresentaçao dos Giras que marcaram a evoluçao do analogico e que representam uma evoluçao « flagrante » na qualidade de reproduçao. Dividi esta historia em 5 episodios. Os membros teém direito a duas horas de apresentaçao do GD, escuta do mesmo, petisco e vinho e discussao sobre o assunto acompanhado de escutas tranquilas. Ou seja um total de 5 horas de gozo. Aqui vou ter que fazer um resumo da apresentaçao das maquinas. Se tiverem perguntas ponham, eu tentarei responder. Se acharem o topico inutil digam porque assim economiso em escritura. Certos termos tecnicos nao vao ser exactos pois fiz os meus estudos aqui e nao conhéço todos os termos em português. A voçês o trabalho de corrigir esses mesmos erros.
O GARRARD 301
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[/img]Apresentaçao : Primeiro GD considerado verdadeiramente de alta-fidelidade o G301 é um mito absoluto e a sua procura continua actualmente e os preços continuam elevados para uma maquina que tém mais de cinquenta anos. E um « idler drive » o que quer dizer que o prato é movido por uma roldana em borracha. O motor possede 3 polias, que em contacto com a roldana (que esta em contacto com o interior do prato) permetem de obter as velocidades de 78, 45, e 33 voltas por minuto. Um travao magnetico permete de variar a velocidade de +/- 3%. Nao é um GD no sentido proprio mas um motor de reproduçao « transcription motor », pois de origem nao tem braço nem base, é feito para ser encastrado num movel e ligado ao braço que se quizer. Cerca de 100000 foram produzidos entre 1944 e 1966. Existem dois tipos o « grease bearing » e o « oil bearing » que corresponde à lubrificaçao do eixo central por massa “grease” e a oleo “oil”. Os mais antigos sao de cor cinzenta martelada, pois eram feitos com os restos do armamento da segunda grande guerra, depois a cor ficou a ser creme branqueado. O motor de 16 Watts é potente e uma das suas maiores qualidades e defeitos. O pai desta linda maquina é o E.W.Mortimer.
Avantagens : A trilogia motor potente, mecanica simples e pragmatismo concetual inglês, fazem da G301 um verdadeiro camiao. Isto nunca avaria e roda sempre a uma velocidade relativamente justa. O sistema de roldana impede as micro-travagens quando os sulcos sao profundos ou com celulas com força de apoio elevadas. O sistema de roldana permete tambem de auto-amortecer o prato que permete um grave profundo e uma frequencia de resonancia estavel. A escolha de um braço de 9 a 12 polegadas é mais facil e a base pode ter a estetica que se deseja. O gira pode ser facilmente amelhorado com varios « tweeks » disponiveis. Tudo ou quase é metalico e se desmonta com uma chave de fendas o que permete de reparar facilmente um problema qualquer.
Inconvenientes : Muitos !!! A sagrada rigidez braço/prato nao é optimal (é mesmo muito mà) neste GD, o motor « polui » magneticamente as celulas com resultados estranhos (é o unico ponto em que o G401 é superior), e vibra muito devido a potencia e a equilibragem que nao é muito precisa, a polia de pequeno diametro que roda a 1500 vpm, derrapa (micro-derrapagem) sobre a roldana e faz variar a velocidade do prato, a ausencia de suspensao e as vibraçoes do motor conferem-lhe um rumble importante. A simplicidade de fabricaçao e as toleranças largas do eixo principal fazem com que a precisao de leitura dos micro-sulcos nao seja ideal. Ultimo ponto, o barulho de ferro-velho dos cardans de comando, dao uma sensaçao de rafeiro ao GD, mas os aficionados (como eu) adoram, pois faz parte do objeto.
Escuta : O G301 é um aparelho magico. A soma dos seus defeitos daria em todo outro GD um lamentavel fiasco. No G301 esses defeitos se tornam em qualidades hipnoticas. A dinamica do 301 é fantastica, quase selvagem. A musica tem vida, ritmo e abertura. As vozes teem uma materia e uma espessura unica, devido ao braço separado do suporte do prato. A ausencia de rigor fina (devido entre outras, às tolerancias largas de fabricaçao) produz um som aveludado nas vozes, e nos saxophones que nao existem em nenhum outro GD. O 301 transforma a ausencia de justeza e rigor, num som humano que enfeitiça o auditor. E um dos raros giras que marca o som da mesma maneira, qualquer que seja o braço, célula, ou phono associados. Em resumo o G301 brilha pela dinamica e pela vida que confere à musica, a subtilidade, a elegancia e a justesa ele deixa aos outros colegas que fazem melhor. Um gira de raça, um pouco rock, que quando se ama nao hà equivalente. Um mito justo ...
Até+

td124- Membro Audiopt

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Breve historia dos GD... :: Comentários
ccavis escreveu:Até que enfim percebi aquela coisa do buraco.....
Já tinha pensado em mudar o oleo...na norauto![]()
Sempre a aprender .
( Este deve ser uma cópia daquele outro que falou )
Obrigado
é bem giro esse gira..que marca é?
é igual ao meu na transmissão,mas difere dos thorens porque se reparares no teu(e no meu)a polie está no motor,e no 124 o motor está ligado á polie por uma correia.
abraço
ccavis escreveu:Linn Sondeck Lp 12????
é bem capaz de ser esse...porque era um clone dos thorens
Este está muito sujinho ainda..
falta o mate.....e a caixa então....nem se fala .
Pioneer PL-6A / 1970
Boa noite
falta o mate.....e a caixa então....nem se fala .
Pioneer PL-6A / 1970
Boa noite

ccavis escreveu:Linn Sondeck Lp 12????
Essa foi a minha suspeita. Se reparares, foi o que eu respondi ao td124 quando ele mandou a duvida para o ar de qual seria o próximo.
MikeF escreveu:O Linn um clone dos Thorens??
Thorens 125 (1968) Linn Sondek LP12 (1972)
MikeF escreveu:O Linn um clone dos Thorens??
E dos Ariston nomeadamente do RD 11
http://www.hi-fiworld.co.uk/hfw/oldeworldehtml/aristonturntable.html
nbunuel escreveu:MikeF escreveu:O Linn um clone dos Thorens??
E dos Ariston nomeadamente do RD 11
http://www.hi-fiworld.co.uk/hfw/oldeworldehtml/aristonturntable.html

E antes desses do Thorens 150 (1965). Aparentemente o Ariston foi mesmo desenvolvido em conjunto...
Achei este pequeno pormenor do Thorens 150, a esfera de rolamento na ponta do veio, muito familiar
embora esteja habituado a que seja doutra cor...

Achei este pequeno pormenor do Thorens 150, a esfera de rolamento na ponta do veio, muito familiar

Seria interessante terminar esta saga com um artigo do Rui Borges acerca da criaçao do seu menino .
Boas audiçoes . Rui
Boas audiçoes . Rui
MikeF escreveu:E antes desses do Thorens 150 (1965). Aparentemente o Ariston foi mesmo desenvolvido em conjunto...![]()
Achei este pequeno pormenor do Thorens 150, a esfera de rolamento na ponta do veio, muito familiarembora esteja habituado a que seja doutra cor...
Porque felizmente, estás muito mal habituado.
Abraço
Não sei se já repararam, mas o nosso amigo td124 tem-nos todos presos pelo fio da incógnita. Qual livro da Agatha Christie, aonde o criminoso nunca é o suspeito, e em que a solução está sempre na página seguinte.
Quando será que o mistério será resolvido
Só o próprio o poderá esclarecer.
Quando será que o mistério será resolvido
Só o próprio o poderá esclarecer.

Belíssimo esse RD 11
Mal posso esperar por essas e outras novidades dos 60`s e 70´s.
Depois foi o igualmente fascinante momento do DD ( Direct Drive ) com Strobo!!!
Emocionante esta coisa dos GD´s
CC
Mal posso esperar por essas e outras novidades dos 60`s e 70´s.
Depois foi o igualmente fascinante momento do DD ( Direct Drive ) com Strobo!!!
Emocionante esta coisa dos GD´s
CC
ccavis escreveu:Belíssimo esse RD 11
Mal posso esperar por essas e outras novidades dos 60`s e 70´s.
Depois foi o igualmente fascinante momento do DD ( Direct Drive ) com Strobo!!!
Emocionante esta coisa dos GD´s
CC
Tens toda a razão. E o td124 transmite a coisa de uma maneira interessante. Até parece quando se era novo e só havia dois canais e a família ficava toda a espera do próximo episódio de uma série semanal.
Abraço
No começo da década de sessenta o mundo da hifi é limpido como agua de rocha. A EMT reina no mundo profissional, a TD 124 é a maior maquina deste planeta, e os Garrard 301 continuam a ser vendidos em Inglaterra e enviados para os Estados unidos e os outros paises do « commonwealth » Canada, Australia, Nova-Zelandia e Asia… A Lenco e as marcas que estao a nascer como a Transcriptor (e outras), pelo momento sao incapazes de modificar a hierarquia estabelecida. Mas esta situaçao nao vai durar e a àgua vai-se turvar rapidamente. Vamos compreender juntos e em três fases como o futuro vai mudar radicalmente.
1960 / 1963 : Apesar do que vem de ser dito, a época dos GD a roldana « idler drive », esta a chegar ao fim. Dois acontecimentos sao os responsaveis disso : Em primeiro lugar o aparecimento no meio dos anos cinquenta do micro-sulco « microgroove », que possui graças aos novos diamantes muito menos fricçao de leitura que os 78 vpm antigos, e em segundo a apariçao do prensagem stereo no fim dos anos cinquenta, que obriga a ler dois micro-sulcos, e para qual; o rumble e a modificaçao do angulo horizontal e vertical de leitura é um grande problema. As traçoes a roldana e os potentes motores associados jà nao sao obrigatorios, e as marcas podem começar a pensar nas tecnologias do futuro. A Thorens trabalha num projecto novo, e a tracçao por correia (e motor sincrono de pouca potênçia) jà é utilisada, por algumas marcas. Mas uma novidade inesperada e incomoda vai chegar dos estados unidos. Uma marca desconhecida (no mundo dos GD) vém de comercialisar o primeio GD a correia e suspensao mole (contraplaca suspendida) do mundo. Trata-se do Acoustic Research XA !!!
1963 / 1966 : A equipa de pesquisa da Thorens em St Croix està furiosa, este GD americano é a copia (nas grandes linhas) do projecto deles. O que se passou ? Pesquisa paraléla, bom sentido comum, pelagiato ou verdadeiro roubo ?, nunca se saberà, ainda por cima a Thorens tém vàrios problemas internos a resolver (sao problemas de rico mas…, sao problemas na mesma). Jà faz um pouco de tempo que a EMT anda a piscar do olho e a galà-los, porquê ? Porque os americanos compram os TD124 como paposecos, e no mercado americano é impossivel de vender um sistema com um McIntosh, Marantz ou Harman Kardon, sem que nao haja um 124 (80% da produçao sera consumida pelos EUA). Mesmo no dominio profissional o 124 esmaga o veneravel Rek o Cut e os Garrard. A grande instituçao da sua majestade a BBC, vém de comprar 15, e a Decca London mais quatro. A EMT teme que a Thorens se lance no dominio profissional o que seria o fim deles (a questao nao é a qualidade, é que nesta época a lembrança da grande guerra ainda està viva e que a EMT sabe que os paises aliados (a qualidade igual), vao preferir comprar um produto Suiço en vez dum Alemao). A EMT quer casar-se com a Thorens, mas qual é o interesse dos Suiços ? Ah o interesse da Thorens é diferente mas é grande. A realidade é que a firma de St Croix é muito pequena. Mesmo se o TD124 propulsou o nome da Thorens au céu, o GD é caro a produzir (todas as peças sao sobre medida), é caro a fabricar (muitas ajustagens finas), e é pouco produzido (um 124 contra mais de dez G301), e o que eles ganham em prestigio, eles perdem em dinheiro com o TD124. A estrutura industrial da EMT pode ajudà-los a resolver esses problemas, e a produzir novos modelos. Em 1965 a firma de St Croix vai fazer sensaçao de novo em apresentando o modelo definitivo do prototipo, trata-se do TD150. Este aparelho vai de novo escrever o futuro e o prestigio da Thorens no marmore. Mas também vai ser o fim da firma ao firmamento da hifi. O TD124 nunca pode ser copiado nem ultrapassado, o TD124 vai ser copiado até aos dias de hoje, e melhor que o original (às vezes), mas paciência. A Garrard reagi em parando a produçao do G301 (snif, snif, ), que se torna em G401, mais moderno no estilo, mas que vai ser mal recebido, no entanto vai ser produzido até 1977 (50000 unidades). Em 1966 a Thorens casa-se com a EMT, decide de passar o TD124 em MKII, e algumas peças vao ser feitas na fabrica comuna da floresta negra na Baviéra (RFA).
1966 /1970 : Apesar de tudo o que vém de se passar o sucesso do TD124MKII nao se desmente, bem ao contrario. A Bang&Olufsen e a Tandberg passam um acordo com a Thorens para estampilhà-lo no nome deles com uma base diferente. Em 1968 o GD é acabado definitivamente e o TD125 toma o lugar dele. Entretanto o pequeno TD150 é um sucesso. Ele custa 4 vezes mais barato todo equipado que o 124, e soa muito bem. E fabricado com inspiraçao e qualidade, e o seu nivel de rumble de -68 dB é espetacular. Mas a Thorens, misturada com a EMT, perdeu o senso do génio, emburgezou-se e vai pagar caro a arrogancia. O TD150 està no espirito de todos os « designeres » como sendo o futuro, e todos tentam de o compreender e fazer melhor. Em 1970, Hamish Robertson um designer inglês um pouco alcolico (como muitos génios no reino da sua majestade), desenhou um GD que é a versao ultima do TD150. Ele compreendeu o que a Thorens/EMT nao quiz (ou nao pode ver). Utilizar um eixo tecnicamente do nivel do TD124, acompanhado de materiais para a contraplaca de muito alta qualidade. Um jovem escoçês vai apresentar ao HR o seu pai que tem uma firma de torneio de péças de precisao (a Castle Precision Engineering). Isto vai permitir à firma Ariston do HR de produzir um GD a contreplaca suspendida de muito alta qualidade, trata-se do Ariston RD11 (RD = référence deck / 11 = primeiro modelo da primeira série) que é uma maravilha esquecida. Dois anos mais tarde esse jovem escocêz que se chama Ivor Tienfenbrun vai sair a fotocopia (quase perfeita) do RD11 sobre o seu proprio nome. E o GD mais vendido e mais controversado do mundo, pois é ou adulado ou detestado. Trata-se do LINN LP12 que sera o nosso proximo GD a ser analisado. O Hamish Robertson abandonou a Ariston e morreu um ano mais tarde em condiçoes desconhecidas, suicidio ou assassinato. Para a eternidade o pai legitimo do « tipo LP12 » serà o Ivor Tienfenbrun e a LINN.
Até+
1960 / 1963 : Apesar do que vem de ser dito, a época dos GD a roldana « idler drive », esta a chegar ao fim. Dois acontecimentos sao os responsaveis disso : Em primeiro lugar o aparecimento no meio dos anos cinquenta do micro-sulco « microgroove », que possui graças aos novos diamantes muito menos fricçao de leitura que os 78 vpm antigos, e em segundo a apariçao do prensagem stereo no fim dos anos cinquenta, que obriga a ler dois micro-sulcos, e para qual; o rumble e a modificaçao do angulo horizontal e vertical de leitura é um grande problema. As traçoes a roldana e os potentes motores associados jà nao sao obrigatorios, e as marcas podem começar a pensar nas tecnologias do futuro. A Thorens trabalha num projecto novo, e a tracçao por correia (e motor sincrono de pouca potênçia) jà é utilisada, por algumas marcas. Mas uma novidade inesperada e incomoda vai chegar dos estados unidos. Uma marca desconhecida (no mundo dos GD) vém de comercialisar o primeio GD a correia e suspensao mole (contraplaca suspendida) do mundo. Trata-se do Acoustic Research XA !!!
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[/img]1963 / 1966 : A equipa de pesquisa da Thorens em St Croix està furiosa, este GD americano é a copia (nas grandes linhas) do projecto deles. O que se passou ? Pesquisa paraléla, bom sentido comum, pelagiato ou verdadeiro roubo ?, nunca se saberà, ainda por cima a Thorens tém vàrios problemas internos a resolver (sao problemas de rico mas…, sao problemas na mesma). Jà faz um pouco de tempo que a EMT anda a piscar do olho e a galà-los, porquê ? Porque os americanos compram os TD124 como paposecos, e no mercado americano é impossivel de vender um sistema com um McIntosh, Marantz ou Harman Kardon, sem que nao haja um 124 (80% da produçao sera consumida pelos EUA). Mesmo no dominio profissional o 124 esmaga o veneravel Rek o Cut e os Garrard. A grande instituçao da sua majestade a BBC, vém de comprar 15, e a Decca London mais quatro. A EMT teme que a Thorens se lance no dominio profissional o que seria o fim deles (a questao nao é a qualidade, é que nesta época a lembrança da grande guerra ainda està viva e que a EMT sabe que os paises aliados (a qualidade igual), vao preferir comprar um produto Suiço en vez dum Alemao). A EMT quer casar-se com a Thorens, mas qual é o interesse dos Suiços ? Ah o interesse da Thorens é diferente mas é grande. A realidade é que a firma de St Croix é muito pequena. Mesmo se o TD124 propulsou o nome da Thorens au céu, o GD é caro a produzir (todas as peças sao sobre medida), é caro a fabricar (muitas ajustagens finas), e é pouco produzido (um 124 contra mais de dez G301), e o que eles ganham em prestigio, eles perdem em dinheiro com o TD124. A estrutura industrial da EMT pode ajudà-los a resolver esses problemas, e a produzir novos modelos. Em 1965 a firma de St Croix vai fazer sensaçao de novo em apresentando o modelo definitivo do prototipo, trata-se do TD150. Este aparelho vai de novo escrever o futuro e o prestigio da Thorens no marmore. Mas também vai ser o fim da firma ao firmamento da hifi. O TD124 nunca pode ser copiado nem ultrapassado, o TD124 vai ser copiado até aos dias de hoje, e melhor que o original (às vezes), mas paciência. A Garrard reagi em parando a produçao do G301 (snif, snif, ), que se torna em G401, mais moderno no estilo, mas que vai ser mal recebido, no entanto vai ser produzido até 1977 (50000 unidades). Em 1966 a Thorens casa-se com a EMT, decide de passar o TD124 em MKII, e algumas peças vao ser feitas na fabrica comuna da floresta negra na Baviéra (RFA).
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[/img]1966 /1970 : Apesar de tudo o que vém de se passar o sucesso do TD124MKII nao se desmente, bem ao contrario. A Bang&Olufsen e a Tandberg passam um acordo com a Thorens para estampilhà-lo no nome deles com uma base diferente. Em 1968 o GD é acabado definitivamente e o TD125 toma o lugar dele. Entretanto o pequeno TD150 é um sucesso. Ele custa 4 vezes mais barato todo equipado que o 124, e soa muito bem. E fabricado com inspiraçao e qualidade, e o seu nivel de rumble de -68 dB é espetacular. Mas a Thorens, misturada com a EMT, perdeu o senso do génio, emburgezou-se e vai pagar caro a arrogancia. O TD150 està no espirito de todos os « designeres » como sendo o futuro, e todos tentam de o compreender e fazer melhor. Em 1970, Hamish Robertson um designer inglês um pouco alcolico (como muitos génios no reino da sua majestade), desenhou um GD que é a versao ultima do TD150. Ele compreendeu o que a Thorens/EMT nao quiz (ou nao pode ver). Utilizar um eixo tecnicamente do nivel do TD124, acompanhado de materiais para a contraplaca de muito alta qualidade. Um jovem escoçês vai apresentar ao HR o seu pai que tem uma firma de torneio de péças de precisao (a Castle Precision Engineering). Isto vai permitir à firma Ariston do HR de produzir um GD a contreplaca suspendida de muito alta qualidade, trata-se do Ariston RD11 (RD = référence deck / 11 = primeiro modelo da primeira série) que é uma maravilha esquecida. Dois anos mais tarde esse jovem escocêz que se chama Ivor Tienfenbrun vai sair a fotocopia (quase perfeita) do RD11 sobre o seu proprio nome. E o GD mais vendido e mais controversado do mundo, pois é ou adulado ou detestado. Trata-se do LINN LP12 que sera o nosso proximo GD a ser analisado. O Hamish Robertson abandonou a Ariston e morreu um ano mais tarde em condiçoes desconhecidas, suicidio ou assassinato. Para a eternidade o pai legitimo do « tipo LP12 » serà o Ivor Tienfenbrun e a LINN.
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[/img]
[/img]Até+
Boa noite caro amigo
Agora não posso ler, mas assim que me for possível, volto a correr.
Abraço
Agora não posso ler, mas assim que me for possível, volto a correr.
Abraço
td124,
espectacular...
quando acabares gostava de trabalhar contigo para revermos o post , colocar mais fotografias dos bichos e mais um par de ideias que venham a surgir.
espectacular...
quando acabares gostava de trabalhar contigo para revermos o post , colocar mais fotografias dos bichos e mais um par de ideias que venham a surgir.
Muito bem! Assim, com história, o vinilo ainda dá mais pica...
até me apetecia estar agora a ouvir um disco. 
fm&stereo escreveu:Muito bem! Assim, com história, o vinilo ainda dá mais pica...até me apetecia estar agora a ouvir um disco.
Tudo isto é o grande hobby chamado analógico. E ainda só vamos no GD. Falta tudo o resto que é tão ou mais interessante.
António José da Silva escreveu:Será que vem aí o gira discos com o melhor marketing da história do hifi? Que nem sequer é tão bom como um td125, (segundo muitos) mas que teve uma imprensa forte e fanática a falar bem dele? Tem o numero 12 no nome?![]()
Mal posso esperar pela tua próxima história.
Que grande aquisição que me saístes
Como podes ver amigo td124, eu tinha acertado no LP 12
Mais uma vez, o meu muito obrigado por tudo o que estás a fazer por este fórum. Estou a começar a ficar sem adjectivos para descrever o que penso de ti e das tuas crónicas.
Esta absolutamente genial.
bluemonday escreveu:td124,
...
quando acabares gostava de trabalhar contigo para revermos o post , colocar mais fotografias dos bichos e mais um par de ideias que venham a surgir.
Olà bluemonday,
serà com prazer é so dizer. O que é bom para vocês é ideal para mim...
Até+
António José da Silva escreveu:António José da Silva escreveu:Será que vem aí o gira discos com o melhor marketing da história do hifi? Que nem sequer é tão bom como um td125, (segundo muitos) mas que teve uma imprensa forte e fanática a falar bem dele? Tem o numero 12 no nome?![]()
...
Como podes ver amigo td124, eu tinha acertado no LP 12...
Olà,
tinhas razao bravo. Mas bravo a todos. Parti com a mulher e o herdeiro mais pequeno de 14 meses (o que vai herdar da G301 que ainda nao tenho :damn: ) fazer a rota dos vinhos do Rhône, e qual nao foi a minha surpresa quando cheguei, de ver a maneira como voçês encheram os meus brancos
Imagino que muitos querem saber o que o TD124 pode dizer da LP12, é ou nao, um bom GD? Escepcionalmente vao ter a resposta esta noite
Sei que o Forum atravessa momentos dificeis. Estou de todo o coraçao com todos os que obram para que o Forum continue, melhor e mais forte...
Até+
"td124 escreveu:
Sei que o Forum atravessa momentos dificeis. Estou de todo o coraçao com todos os que obram para que o Forum continue, melhor e mais forte...
Até+"
Amigo td124. Ninguém precisa de se preocupar por duas razões. A primeira prende-se com o facto de termos a certeza de que vamos separar o trigo do joio. A segunda é que na remota hipótese de não o conseguirmos, já temos outra solução toda preparada.
Abraço
Sei que o Forum atravessa momentos dificeis. Estou de todo o coraçao com todos os que obram para que o Forum continue, melhor e mais forte...
Até+"
Amigo td124. Ninguém precisa de se preocupar por duas razões. A primeira prende-se com o facto de termos a certeza de que vamos separar o trigo do joio. A segunda é que na remota hipótese de não o conseguirmos, já temos outra solução toda preparada.
Abraço
Sem dúvida que está um bom tópico o que me leva de certa forma meter só um bocadinho a minha colher.
Falou-se históricamente de grandes gira-discos, passo a matáfora, fizeram história os Thorens, os LINN, e os charmosos e glamurousos Ariston. Mas faltam outros que foram marcantes no analógico, ou seja tão ou mais importantes do que os citados, destaco a Rega.
Em 1973 nasce a Rega resultado de um projecto de 2 amantes do Audio TONY RELPH e o mentor ROY GANDY que criam assim um ano mais tarde o celebérrimo gira discos Planar 2. De imediato se tornou um sucesso, a sua simplicidade e fiabilidade logo ultrapassaram fronteiras, nomeadamente e ''curisosamente'' na Alemanha, Dinamarca, etc, etc.
Enfim a isto tudo vieram a junta-se os celebérrimos braços RB 300 que foram os mais vendidos em todo mundo e começaram a equipar gira-discos do chamado High End actual.Muito haveria a dizer sobre este conceitado construtor britãnico.
Teríamos ainda os célebres Michell que foram também referências absolutas por cá e por toda a europa.
Haviam outros, não tão badalados nos circuitos comerciais em Portugal, talvez estando mais na ''penumbra'' o que em termos pessoais é sempre uma mais valia, e destaco a célebre Notthingham Analogue, cuja fábrica ''perdida'' algures no lindérrimo Country Side Britânico liderada por Tom Fletcher, um engº mecânico e mais meia dúzia de funcionários fazem as delicais do analógico desde 1972 no Reino Unido e por esse mundo fora, enfim... muito mais haveria para dizer.
Saudações Audiófilas e Melómanas e continuem o tópico que vale sempre a pena.
Falou-se históricamente de grandes gira-discos, passo a matáfora, fizeram história os Thorens, os LINN, e os charmosos e glamurousos Ariston. Mas faltam outros que foram marcantes no analógico, ou seja tão ou mais importantes do que os citados, destaco a Rega.
Em 1973 nasce a Rega resultado de um projecto de 2 amantes do Audio TONY RELPH e o mentor ROY GANDY que criam assim um ano mais tarde o celebérrimo gira discos Planar 2. De imediato se tornou um sucesso, a sua simplicidade e fiabilidade logo ultrapassaram fronteiras, nomeadamente e ''curisosamente'' na Alemanha, Dinamarca, etc, etc.
Enfim a isto tudo vieram a junta-se os celebérrimos braços RB 300 que foram os mais vendidos em todo mundo e começaram a equipar gira-discos do chamado High End actual.Muito haveria a dizer sobre este conceitado construtor britãnico.
Teríamos ainda os célebres Michell que foram também referências absolutas por cá e por toda a europa.
Haviam outros, não tão badalados nos circuitos comerciais em Portugal, talvez estando mais na ''penumbra'' o que em termos pessoais é sempre uma mais valia, e destaco a célebre Notthingham Analogue, cuja fábrica ''perdida'' algures no lindérrimo Country Side Britânico liderada por Tom Fletcher, um engº mecânico e mais meia dúzia de funcionários fazem as delicais do analógico desde 1972 no Reino Unido e por esse mundo fora, enfim... muito mais haveria para dizer.
Saudações Audiófilas e Melómanas e continuem o tópico que vale sempre a pena.
Mozarteano escreveu:Sem dúvida que está um bom tópico o que me leva de certa forma meter só um bocadinho a minha colher.
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Falou-se históricamente de grandes gira-discos, passo a matáfora, fizeram história os Thorens, os LINN, e os charmosos e glamurousos Ariston. Mas faltam outros que foram marcantes no analógico, ou seja tão ou mais importantes do que os citados, destaco a Rega.
Em 1973 nasce a Rega resultado de um projecto de 2 amantes do Audio TONY RELPH e o mentor ROY GANDY que criam assim um ano mais tarde o celebérrimo gira discos Planar 2.
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Olà Mozarteano,
Você tém razao, mas estamos apenas em 1972 (e vamos por ordem cronologica e de influência real...), é preciso esperar de chegar às outras datas para ver ou nao se certos GD seram abordados. Paciencia, porque assim é mais giro
E tudo isto é feito sem preferência de marca alguma. E a influência real (sobre o mercado, os outros constructores e a evoluçao da technologia...) dos GD no mundo que conta...
Até+
td124 escreveu:Mozarteano escreveu:Sem dúvida que está um bom tópico o que me leva de certa forma meter só um bocadinho a minha colher.
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Falou-se históricamente de grandes gira-discos, passo a matáfora, fizeram história os Thorens, os LINN, e os charmosos e glamurousos Ariston. Mas faltam outros que foram marcantes no analógico, ou seja tão ou mais importantes do que os citados, destaco a Rega.
Em 1973 nasce a Rega resultado de um projecto de 2 amantes do Audio TONY RELPH e o mentor ROY GANDY que criam assim um ano mais tarde o celebérrimo gira discos Planar 2.
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Olà Mozarteano,
Você tém razao, mas estamos apenas em 1972 (e vamos por ordem cronologica e de influência real...), é preciso esperar de chegar às outras datas para ver ou nao se certos GD seram abordados. Paciencia, porque assim é mais giro![]()
E tudo isto é feito sem preferência de marca alguma. E a influência real (sobre o mercado, os outros constructores e a evoluçao da technologia...) dos GD no mundo que conta...
Até+
Claro, claro, venham eles :partyguitar:
Mozarteano escreveu:td124 escreveu:Mozarteano escreveu:Sem dúvida que está um bom tópico o que me leva de certa forma meter só um bocadinho a minha colher.
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Falou-se históricamente de grandes gira-discos, passo a matáfora, fizeram história os Thorens, os LINN, e os charmosos e glamurousos Ariston. Mas faltam outros que foram marcantes no analógico, ou seja tão ou mais importantes do que os citados, destaco a Rega.
Em 1973 nasce a Rega resultado de um projecto de 2 amantes do Audio TONY RELPH e o mentor ROY GANDY que criam assim um ano mais tarde o celebérrimo gira discos Planar 2.
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Olà Mozarteano,
Você tém razao, mas estamos apenas em 1972 (e vamos por ordem cronologica e de influência real...), é preciso esperar de chegar às outras datas para ver ou nao se certos GD seram abordados. Paciencia, porque assim é mais giro![]()
E tudo isto é feito sem preferência de marca alguma. E a influência real (sobre o mercado, os outros constructores e a evoluçao da technologia...) dos GD no mundo que conta...
Até+
Claro, claro, venham eles :partyguitar:
Isto é a impaciência sadia que resulta de uma história bem contada. Calma.....meninos.....calma....
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[/img]A LINN LP12 é um caso unico de longevidade e de controversia no mundo do audio. A questao que muitos se poem (legitima quando um produto é tao célebre), é a seguinte. A LP12 é verdadeiramente um grande GD ? A resposta é sim !!!, mas (porque hà um mas), o LINN nao é tao bom quanto os seus adoradores pretendem, nem tao mau como o que os seus criticos dizem. Esta resposta ambivalente vai ser explicada atravès da analise que vai seguir. Um ultimo ponto, a LINN é regularmente criticada de ter feito um marketing intenso e genial. Nao é completamente verdade ! A marca foi recuperada desde a nascença pelos jornalistas como sendo um fenomeno, e talvez contra a sua vontade. Foram as revistas inglesas que fizeram o marketing da LINN e nao a firma de Glasgow. Mais tarde a empresa vai surfar sobre esse sucesso, mas nao podemos criticà-los de aproveitar as oportunidades. Vamos là tentar compreender juntos a razao de um tal sucesso.
Panorama : Estamos no principio dos anos setenta. Ja faz mais de dez anos que os GD ingleses, nao brilham no panorama audio internacional. O Garrard 401 ainda é produzido, mas o acolho do publico é mau. O Transcriptor aparece nos filmes do Stanley Kubrick (Laranja mecanica), mas nao consegue nem vingar na exportaçao, nem mesmo no pais. Os jornalistas ingleses téem necessidade de uma Musa, uma maquina que eles possam defender contra tudo o que existe e recuperar assim, uma parte do orgulho perdido. Eles querem um produto novo, original, diferente de tudo o que existe, o LP 12 à nascença vai ser eleito a Musa. Como é possivel que um produto que é a copia da copia seja considerado como original ??? Ora bem, a LP 12 tém uma qualidade muito inglesa e que depois do G301, nenhum aparelho do reino da sua majestade tinha possuido : a radicalidade. O LINN LP 12 nao tém NADA ! mas o pouco que tém é MUITO BOM !
O LINN LP 12
Apresentaçao : Como jà foi dito, o LP 12 é uma copia quase identica do Ariston RD 11, que era fabricado também pela Castle Précision Engineering, ora que este ultimo era uma copia amelhorada do Thorens TD 150. O que é entao que diferencia a LINN do resto ? TUDO e NADA !!! O LP 12 é um aparelho estranho, so tém um interruptor à esquerda, so tém uma velocidade e chega !!! (é isto a radicalidade). Mas na realidade ele é muito mais que isso. O eixo (inspirado do TD 125 e identico ao segundo RD 11) é de uma qualidade (nos primeiros fabricados) fantastica. Os primeiros eixos possedem um sistema original de micro-sulco gravado em espiral que faz subir o oleo fino e o espalha por toda a superficia. O eixo acaba quase como uma ponta o que abaixa a fricçao e o barulho de rotaçao. A contraplaca suspendida é nervurada e em aço de qualidade, rigida e neutra. A base é em cedro inglês de grande resistênçia. E o motor sincrono a 12 polos é um dos melhores da época. O prato em duas partes é em Zamac e é equilibrado com precisao. Na realidade o que faz a diferença numa Linn LP 12 nao é nem a forma nem a tecnologia, mas a fabricaçao e a qualidade em geral das peças.
Avantagens : Como todos os GD a suspensao (contraplaca suspendida neste caso) o rumble é muito pequeno. Graças às suas molas especiais e à fixaçao destas com as peças movéis, o rumble da LP 12 atinge um prodigioso -73 dB. A LP 12 foi desde sempre um trabalho na continuidade « work in progress ». Os clientes sabem que a marca vai fazer amelhoraçoes para o GD “tweeks”, e depois é so adaptar em qualquer uma das LINN o kit. A LP 12 pode evoluir pelas fontes de alimentaçao internas ou externas, mudança da contreplaca, das peças da suspensao, do braço, etc. Muitos Kit’s de evoluçao vao ser feitos paro o GD. O facto que a marca de Glasgow tenha criado braços especificos para a LP 12 (fabricados pela Gelco no Japao) é uma muito boa ideia.
Inconvenientes : A LINN copiou o bom e o mau (é sempre assim quando se copia !!!). A sustentaçao da contraplaca por molas, cria um movimento irregular e caotico (como um doce de gelatina) que vém perturbar a leitura lateral da célula e às vezes modifica num curto instante a força de apoio da célula. O suporte de braço fixado pelo meio, cria resonancias difusas entre o braço e a ponta (é por isso que a LINN utilisa braços pesados e com tubos espessos). Sem regulaçao electronica, a estabilisaçao da velocidade (wow and flutter) nao sao muito melhores que o da TD15O. Enfim para acabar, a maneira de fazer evoluir em permanência o GD, nao agradou a muitos clientes que viram ai uma receita para fazer dinheiro. E este é na minha opiniao o mais desagradavel dos inconvenientes da LP 12.
Escuta : A LINN LP 12 original tém um som diferente da actual, é mais doce, quente no baixo-médio e proxima (proxima, nao igual…) nos contornos das notas da G301 com um braço de 12 polegadas. A LP 12 marca sempre o som de matéria (talvez em excesso…), nisto as novas sao melhores. Mas uma velha LP 12, com um braço ITTOK e uma célula DL 103, é uma experiencia de doçura no médio e de fineza nos agudos que è uma experiencia a viver pelos audiophilos. Mas o GD é constantemente desiquilibrado para baixo (muita matéria) e o som tém tendencia a ser pesado. A escolha da célula e do phono sao primordiais neste GD…
P ;S . : Estao a ver !!! Com quase nada escrevi muito. E isto o paradoxo e talvez a razao do sucesso da LINN LP 12. Conheço-a muito bem, tive três (uma de primeira série), e vendi ao menos umas vinte no passado. Conheço a mecanica dela de cor, e como ajustar as suspensoes. Aproveito para dizer (caso a duvida apareça), que TODOS os GD dos quais falarei, que os conheço pessoalmente, e que a escuta corresponde a coisas que vivi (varias vezes e em boas condiçoes) e nao a um fantasma qualquer… E isto a objectividade concreta !
Mais uma vez, os meus enormes aplausos por esta bela crónica.
Uma das impressões que tenho, do muito que leio sobre o assunto, é que os braços (ittok) sempre foram melhores do que o GD.
Uma das grandes queixas que leio, é a dificuldade na afinação do mesmo. O outro grande tema é o suporte usado para o mesmo, havendo quem defenda uma certa mesa do ikea como ideal.
Abraço e obrigado
Uma das impressões que tenho, do muito que leio sobre o assunto, é que os braços (ittok) sempre foram melhores do que o GD.
Uma das grandes queixas que leio, é a dificuldade na afinação do mesmo. O outro grande tema é o suporte usado para o mesmo, havendo quem defenda uma certa mesa do ikea como ideal.
Abraço e obrigado
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