ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
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ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Cabos ! Palavra mágica para a discórdia entre audiófilos. Mas quais são hoje em dia as palavras do consenso ? Ou perguntando de outra forma, o que é que não gera discórdia neste grupo tão pequeno mas tão dividido ? Vinil versus Cd ? Válvulas versus transístores ? Integrados versus separados; Multibit versus bitstream; Colunas de chão versus monitoras; Produtos actuais versus produtos “vintage”; Produtos comerciais versus DIY ; “queima” ou “não queima”; musica(lidade) versus som; Marca contra marca, etc etc. Haja paciência !! :damn:
E assim cá vamos andando de costas meio voltadas, com estes espaços net a serem muito mais locais de divisão e discórdia do que de verdadeira aproximação entre pessoas que partilham o mesmo gosto, e que aqui deviam sobretudo trocar conhecimentos, ideias, experiências, conselhos. Mas para isso teria de haver, na minha opinião, algum consenso básico em relação a certas matérias (a começar pelo próprio gosto pelo áudio ?
, o qual não existindo, dificulta muito a comunicação. Daí que eu tenha optado por em boa medida evitar muitos dos diálogos de surdos que a lugar nenhum conduzem, antes provocam sério desgaste, amiúde daí resultando um maior entrincheiramento de posições. Que este relato das minhas experiências aproveite a quem quiser. É que ainda por cima, no que aos cabos diz respeito, confesso que tenho um pouco o "peso na consciência" de ter aberto as hostilidades, quando, noutros tempos que parecem já tão remotos, ter sido categórico a afirmar a importância destes… acessórios
E para ser franco até me parece que tudo começou aí. Mas evoluiu claro está. Da negação da importância do equipamento que transporta o sinal, até pela afirmação de um ou dois maus exemplos, rapidamente se concluiu estarmos perante uma das maiores senão a maior fraude em áudio. No miolo dos ataques continuados, servidos em tom jocoso, eu vislumbro a indigência, mas já outros parecem ver aí a quinta essência da credibilidade. Como em tudo na vida -ainda me surpreende mas é mesmo assim -, qualquer que seja a enormidade proferida, nunca há-de faltar quem faça coro. Nesta matéria do áudio, o discurso populista facilmente encontra eco junto dos que, pouco seguros de si, e/ou com pouco poder de compra, de certa forma se comprazem no regozijo de pensar que afinal os ricos andam a ser enganados. Da paródia à volta da grossura, rapidamente se passou à indiferença pelos factores de isolamento, até chegar ao próprio menosprezo do metal condutor. E a extrapolação era óbvia: se os cabos podem ser uma fraude, com alguma razoabilidade se pode estender a suspeita a todos os equipamentos de áudio, a tudo o que respeita a áudio, a tudo o que gravita à volta do áudio, inclusive ao próprio gosto pelo áudio, algo vulgarmente chamado de audiofilia. As tentativas de ridicularização ainda hoje se sucedem, e a própria palavra audiofilia já quase esteve proscrita. No que respeita a cabos passou a ser in dizer mal. Obviamente, passou a ser perigoso dizer bem. De tal forma que até críticos da nossa praça passaram a escolher criteriosamente as palavras com que se referem a cabos. Havia/há o perigo da desacreditação pelos ataques dos que nenhuma diferença ouvem, reforçada pelos que nada detectam na análise comparativa das especificações técnicas. E o discurso técnico consegue ter muita força. Daí que a teoria unificadora para tanta diferença de opinião e tanta subjectividade de análise forçosamente teria de ser suportada nas especificações técnicas e nas medições (*). Admito perfeitamente que não produzem a mesma influência por igual em todos os sistemas, mas ainda assim não deixa de me surpreender a ligeireza com que tantos emitem opiniões sobre cabos. Tudo bem que não precisem do sinal todo
e que até os de antena possam servir (já experimentei e usei durante algum tempo), mas podiam deixar um pouco de margem para a POSSIBILIDADE desse não ser de facto o limite.
E assim, para no meio disto tudo eu voltar a falar de cabos tinha de vir a terreiro muito seguro do que pudesse ter para dizer. Ainda por cima cabos… Ortofon ?
Então mas isso não é marca de células para gira discos ? Pois, também desconhecia que existia uma linha cabos. Desta vez o meu amigo João Gouveia (www.paucasedbona.pt/) esqueceu-se do mote por detrás do nome que escolheu para a sua empresa e norteia a sua forma de estar, e disse-me: “Ouve ! É caro mas é bom”. Confesso que, fruto de tanta contra-contra-informação, não consegui evitar um esgar de suspeita quando me apercebi das dimensões impressionantes deste cabo. Na altura não chegou sequer a ser um pensamento formado dado o treino de impor a racionalidade sobre o preconceito, mas senti depois que este último tentou aparecer ! Logo de seguida a constatação que para fazer as ligações teria de mudar o pré amplificador de sítio, um trabalho extra que fez demorar um pouco mais os 1ºs sons a surgirem.
Para quem já estiver fato de me ler, afinal sou um fala barato, fica já aqui a conclusão : esqueçam tudo o que leram ou ouviram sobre cabos. Esqueçam também o preço e testem-nos. E certamente o tema dos cabos não será assunto que vos preocupe mais. Para os que têm um pouco mais de paciência então aqui ficam as minhas impressões mais em pormenor sobre o efeito destes cabos: brutal e imediato!
KO no 1º assalto aos meus espectaculares (para o preço) Oelbach. As colunas desaparecem completamente para deixar evoluir o turbilhão de som a que dão origem, o qual nos envolve até ao local de audição, colocando-nos assim, literalmente, dentro de uma enorme esfera de som. Não usei propositadamente o termo palco, na medida em que este conceito me parece encerrar maioritariamente uma dimensão bidimensional, resultante de uma melhor imagem estéreo, a qual ajuda a percepcionar este ou aquele instrumento mais à esquerda, mais ao centro ou mais à direita, criando uma sobreposição mais satisfatória com os registos da memória em relação ao posicionamento verosímel dos músicos. Aqui estou a salientar a projecção holográfica dos sons, que são insuflados e se espraiam por todo o espaço disponível à volta da origem, expandindo-se com naturalidade e abraçando-nos tanto mais, quanto mais se aumenta o volume. Depois o silêncio de fundo. Que silêncio !
Já disse algures que depois de se experimentarem cabos de prata não há retorno possível. A rapidez, a dinâmica e até a correcção tímbrica são tão superlativas que perdoamos, até pela habituação, o tão incomodativo “brilho” que normalmente lhes está associado. Daí que já sonhasse com os cabos que, sem perda das qualidades atrás referidas, me haviam de trazer os sons numa bandeja de silêncio. Ei-los! Mas atenção que este silêncio de fundo a que me refiro não pode nem deve em nenhum momento ser confundido com escurecimento do som, o qual normalmente implica alteração de timbres ou compressão dinâmica por arredondamento dos extremos. Os timbres mantêm a sua integridade, a descompressão é ainda maior, com os diversos sons a chegarem até nós de forma completa e independente dos demais, com mais ar entre eles (deve ser por os cabos serem tão grossos que eles lá cabem mais à vontade
. Porque controlado, nem o grave profundo que estes cabos conseguem transportar incólume, consegue manchar de negro o silêncio onde a gama média e os sons agudos evoluem de forma graciosa, pura, sem mácula. Aliás é notável a liquidez e a fluidez de todas as gamas do espectro. Uma integração desarmante. A continuidade entre graves médios e agudos é feita de tal forma que deixamos rapidamente de fazer essa análise para sentirmos apenas a música na sua plenitude. Sentir a magia da palheta que corre veloz em cima das cordas de uma viola, mas que ainda assim claramente tocou cada uma por si, é absolutamente fantástico. Os sons chegam em ondas de rebentação suave e partem deixando a sua marca por tempo infindo. De quando em vez ondas maiores surgem, espumando sons novos em discos velhos, tão novos que somos obrigados a voltar atrás, colocar os cabos de sempre e voltar a ouvir de novo para nos certificarmos se já lá estavam antes e porque nunca demos por eles. E isto apenas com os de interligação. Podia perfeitamente fazer "apenas" este up grade e desfrutar da música durante muito tempo, sem sentir necessidade de voltar a "mexer" no sistema. Mas o João fez a "malvadez" de me enviar também os de coluna, pelo que havia que experimentar…Poderia o silêncio ser ainda mais silencioso, passe o pleonasmo ? Poderia o som expandir-se ainda mais? Poderia crescer ainda mais em leveza e descompressão? Quantos instrumentos mais conseguiria "meter" nas colunas ? Toda a orquestra ? Incrivelmente sim. Só vos digo isto: com os de coluna tudo sai reforçado, incluindo a coerência, pelo que é só rodar o volume, rodar, rodar…
Estou absolutamente seguro quanto a estes cabos. Mas quem quer que pense em atirar umas atoardas sem fundamento sobre estes cabos e pensar atacá-los pelo aspecto, pelo preço, ou seja pelo que for, deverá, em abono de uma desejada honestidade intelectual, falar (escrever) depois de os ouvir, pois se falar de cor, deverá ter a coragem para aqui publicamente dar o braço a torcer no dia em que, sem complexos nem preconceitos, lhes conceder a oportunidade de uma audição. Devem ouvi-los / experimentá-los todos aqueles que têm para investir no sistema a quantia que eles custam. Os que têm equipamentos de topo e já experimentaram muitos cabos, devem ainda assim dar uma oportunidade a estes. Talvez tenham andado à procura deles sem saberem. Mas independentemente do custo dos equipamentos constituintes do v/ sistema actual, se querem um up-grade efectivo, testem estes cabos. Estavam a pensar trocar o leitor de CD´s que até custou 500 euros, porque afinal o som, ao contrário do que ouvem em vinil, é cansativo e a audição de musica em vez de ser um prazer duradouro, tem forçosamente de ser interrompida porque incomodativa ? Para além de uns apoios decentes debaixo do leitor (**) que lhe retirarão muita da agressividade que notam, experimentem estes cabos (***). Não me interessa se eles custam tanto ou mais que o v/ sistema completo. Se estavam a pensar investir verba semelhante a trocar um qualquer equipamento, esqueçam por um instante tudo o que leram de desfavorável em matéria de cabos e pensem num outro momento se não haverá alguma razão para alguns (como eu) se exprimirem desta forma em relação à mais valia que alguns destes … acessórios
podem constituir. No mínimo recomendá-los-ia a todos os possuidores de Sonus Faber(****), não fora ter tido tempo para os emprestar a um amigo possuidor de Proac, e ter testemunhado em casa dele igual transformação no desempenho do sistema. Um outro amigo, convidado a vir a minha casa testemunhar a qualidade superlativa destes cabos, possuidor de um sistema que integra umas B&W 802 D, tem focado (quase) toda a sua atenção em colunas (nota-se) e amplificação, negligenciando para um plano perfeitamente secundário o papel da fonte de sinal e, claro está, dos cabos. Após 4, 5 temas a desfrutar do mel (*****) musical que fruia através de e graças aos cabos, exclamou (espero que ele me perdoe pela inconfidência se vier a ler isto): "estou a ver que tenho andado a brincar com coisas sérias". Experimentem ! Por curiosidade cheguei a experimentá-los com o meu modesto leitor de DVD de cento e poucos euros e digo-vos que até neste a diferença foi espectacular!
Posto isto vou-vos contar um segredo : o high end existe ! Custa é uma pipa de massa e por essas e por outras é que estou bastante arrependido de ter nascido pobre.
Os meus amigos mais atentos, que são aqueles que por serem amigos fazem o favor de me ler com paciência até ao fim e atentar um pouco no que escrevo, terão dado conta que no relato da minha experiência com o Lyngdfor CD1, reflectindo sobre o conceito de high end, ter considerado que faz de facto mais sentido considerar o mesmo enquanto tentativa de representação do real. Perguntar-me-ão então se estes cabos nos aproximam mais dessa representação do real, da música tal qual ela é, da música ao vivo. Da música tal qual ela é e da emoção que nos aporta, digo-vos de caras que sim. Já em relação a serem o melhor passaporte para a representação da musica ao vivo, não os rotularia com essa limitação !!!!
E agora com licença, vou ouvir musica ! Um dia destes volto a dar notícias. Material para testar não falta. Para além de um amplificador, só cabos tenho ali mais 3 de marcas diferentes para ouvir. Mas depois destes Ortofon já nem tenho vontade. E que vos ia dizer ? Afinal só vos falo do que gosto mesmo.
Fiquem bem.
(*) No ano passado ainda experimentei comprar 3 números da Revue du Son (& du Home Cinema). Parei por ali. Demasiada objectividade para o meu gosto. Depois da descrição incontornável da aparência (para quê se uma foto faz tudo ?), a explicação exaustiva sobre a construção, funcionalidades e medições !, para finalmente, deixarem a apreciação subjectiva a dois (os testes são feitos por 2 indivíduos) pequenos resumos em “caixa”, feitos de um discurso em sintonia com a análise fria porque objectiva, assentes numa linguagem estéril de adjectivos, onde não se lia nem o desencanto nem o entusiasmo, pelo que a qualidade ou falta dela do equipamento em análise era remetida para um quadro tão do agrado de tantos mas nem tanto do meu, com valoração até 5 pontos de outros tantos 5 aspectos, sendo um deles a relação qualidade preço.
(**) Quer dizer, nos gira discos é consensual que a melhor qualidade dos apoios reflecte-se na qualidade do som, e nos leitores de CD não tem importância nenhuma ?
(***) Não desistam deles quando souberem o preço. Releiam o que agora vos digo e avancem para a experiência, mesmo que o v/ sistema até ao momento tenha custado tanto como estes cabos. Para além do up grade na prestação do sistema, terão ainda uma outra mais valia: podem a partir daqui ir evoluindo nos demais equipamentos com grande grau de fiabilidade em relação ao seu real valor, já que estes cabos são como o algodão, não enganam!
(****) Os mais atentos sabem que as minhas colunas são umas Sonus Faber Grand Piano Home. Digam o que disserem os detractores da marca, ou da sua sonoridade se preferirem, continuam a merecer a minha total confiança por serem incrivelmente reveladoras de todas as alterações feitas a montante.
(*****) Com este adjectivo apenas vos quero transportar para a doçura dos sons produzidos, sem a conotação algo pejorativa por vezes associadas a este termo, isto é, não pretendo que se associe ao som dito quente, com proeminência da gama média por arredondamento dos extremos de frequência. Nada disso.
Agente : A Pauca Sed Bona http://www.paucasedbona.pt/
Representante : SupportView http://www.supportview.pt/
E assim cá vamos andando de costas meio voltadas, com estes espaços net a serem muito mais locais de divisão e discórdia do que de verdadeira aproximação entre pessoas que partilham o mesmo gosto, e que aqui deviam sobretudo trocar conhecimentos, ideias, experiências, conselhos. Mas para isso teria de haver, na minha opinião, algum consenso básico em relação a certas matérias (a começar pelo próprio gosto pelo áudio ?
E assim, para no meio disto tudo eu voltar a falar de cabos tinha de vir a terreiro muito seguro do que pudesse ter para dizer. Ainda por cima cabos… Ortofon ?
Para quem já estiver fato de me ler, afinal sou um fala barato, fica já aqui a conclusão : esqueçam tudo o que leram ou ouviram sobre cabos. Esqueçam também o preço e testem-nos. E certamente o tema dos cabos não será assunto que vos preocupe mais. Para os que têm um pouco mais de paciência então aqui ficam as minhas impressões mais em pormenor sobre o efeito destes cabos: brutal e imediato!
Estou absolutamente seguro quanto a estes cabos. Mas quem quer que pense em atirar umas atoardas sem fundamento sobre estes cabos e pensar atacá-los pelo aspecto, pelo preço, ou seja pelo que for, deverá, em abono de uma desejada honestidade intelectual, falar (escrever) depois de os ouvir, pois se falar de cor, deverá ter a coragem para aqui publicamente dar o braço a torcer no dia em que, sem complexos nem preconceitos, lhes conceder a oportunidade de uma audição. Devem ouvi-los / experimentá-los todos aqueles que têm para investir no sistema a quantia que eles custam. Os que têm equipamentos de topo e já experimentaram muitos cabos, devem ainda assim dar uma oportunidade a estes. Talvez tenham andado à procura deles sem saberem. Mas independentemente do custo dos equipamentos constituintes do v/ sistema actual, se querem um up-grade efectivo, testem estes cabos. Estavam a pensar trocar o leitor de CD´s que até custou 500 euros, porque afinal o som, ao contrário do que ouvem em vinil, é cansativo e a audição de musica em vez de ser um prazer duradouro, tem forçosamente de ser interrompida porque incomodativa ? Para além de uns apoios decentes debaixo do leitor (**) que lhe retirarão muita da agressividade que notam, experimentem estes cabos (***). Não me interessa se eles custam tanto ou mais que o v/ sistema completo. Se estavam a pensar investir verba semelhante a trocar um qualquer equipamento, esqueçam por um instante tudo o que leram de desfavorável em matéria de cabos e pensem num outro momento se não haverá alguma razão para alguns (como eu) se exprimirem desta forma em relação à mais valia que alguns destes … acessórios
Posto isto vou-vos contar um segredo : o high end existe ! Custa é uma pipa de massa e por essas e por outras é que estou bastante arrependido de ter nascido pobre.
Os meus amigos mais atentos, que são aqueles que por serem amigos fazem o favor de me ler com paciência até ao fim e atentar um pouco no que escrevo, terão dado conta que no relato da minha experiência com o Lyngdfor CD1, reflectindo sobre o conceito de high end, ter considerado que faz de facto mais sentido considerar o mesmo enquanto tentativa de representação do real. Perguntar-me-ão então se estes cabos nos aproximam mais dessa representação do real, da música tal qual ela é, da música ao vivo. Da música tal qual ela é e da emoção que nos aporta, digo-vos de caras que sim. Já em relação a serem o melhor passaporte para a representação da musica ao vivo, não os rotularia com essa limitação !!!!
Fiquem bem.
(*) No ano passado ainda experimentei comprar 3 números da Revue du Son (& du Home Cinema). Parei por ali. Demasiada objectividade para o meu gosto. Depois da descrição incontornável da aparência (para quê se uma foto faz tudo ?), a explicação exaustiva sobre a construção, funcionalidades e medições !, para finalmente, deixarem a apreciação subjectiva a dois (os testes são feitos por 2 indivíduos) pequenos resumos em “caixa”, feitos de um discurso em sintonia com a análise fria porque objectiva, assentes numa linguagem estéril de adjectivos, onde não se lia nem o desencanto nem o entusiasmo, pelo que a qualidade ou falta dela do equipamento em análise era remetida para um quadro tão do agrado de tantos mas nem tanto do meu, com valoração até 5 pontos de outros tantos 5 aspectos, sendo um deles a relação qualidade preço.
(**) Quer dizer, nos gira discos é consensual que a melhor qualidade dos apoios reflecte-se na qualidade do som, e nos leitores de CD não tem importância nenhuma ?
(***) Não desistam deles quando souberem o preço. Releiam o que agora vos digo e avancem para a experiência, mesmo que o v/ sistema até ao momento tenha custado tanto como estes cabos. Para além do up grade na prestação do sistema, terão ainda uma outra mais valia: podem a partir daqui ir evoluindo nos demais equipamentos com grande grau de fiabilidade em relação ao seu real valor, já que estes cabos são como o algodão, não enganam!
(****) Os mais atentos sabem que as minhas colunas são umas Sonus Faber Grand Piano Home. Digam o que disserem os detractores da marca, ou da sua sonoridade se preferirem, continuam a merecer a minha total confiança por serem incrivelmente reveladoras de todas as alterações feitas a montante.
(*****) Com este adjectivo apenas vos quero transportar para a doçura dos sons produzidos, sem a conotação algo pejorativa por vezes associadas a este termo, isto é, não pretendo que se associe ao som dito quente, com proeminência da gama média por arredondamento dos extremos de frequência. Nada disso.
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Mr.Spock- Membro Audiopt

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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Excelente análise Mr Spock.
Já estava com saudades de ler uma das suas experiencias pois de facto elas ajudam bastante para se ter uma ideia do real valor das coisas e nesta demanda dos cabos é importante ouvir e decidir depois,pois num sistema podem funcionar bem e noutro nem por isso. Eu estou esperando umas colunas novas e depois então vou experimentar uns quantos cabos de coluna biwire de maneira a escolher o melhor, mas como elas têm o crossover externo terei que ter em conta que irei precisar de 2 pares, 1 do Amp até ao crossover e outro deste até às colunas.Eu comprei uns Cyrus solid core com 3m que pretendo cortar e desenrascar para agora e depois então a partir daqui estabelecer um ponto de refer~encia para as várias hipóteses existentes no mercado. O que me disseram é que estas colunas gostam bastante de cabos de prata,mas vamos ver no que dá com estes Cyrus, e depois já tenho em vista experimentar uns Chord carnival Biwire e depois sei que há uns Qed,opções não faltam faltam é os €€
Um abraço
Um abraço

Brás- Membro Audiopt

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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Alô Mr. Spock,
Pela parte que me toca, obrigado pela partilha da experiência.
É precisamente dessa experiência que procuro. Só receio ser algo um tanto puxado para a minha carteira. Não sei o preço desses cabos, mas estou à espera de um cabo para construir que não me vai ficar em nenhuma fortuna e é precisamente aquilo que procuro - o «céu».
Trata-se também de cabo de prata.
Depois conto.
Boas audições.
Pela parte que me toca, obrigado pela partilha da experiência.
É precisamente dessa experiência que procuro. Só receio ser algo um tanto puxado para a minha carteira. Não sei o preço desses cabos, mas estou à espera de um cabo para construir que não me vai ficar em nenhuma fortuna e é precisamente aquilo que procuro - o «céu».
Depois conto.
Boas audições.

fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Vou ouvi-los amanhã, no sistema do João Gouveia, a quem agradeço desde já esta oportunidade, bem como toda a sua forma de estar neste mundo do som e imagem. Tais cabos impressionaram-me logo, em termos de aspecto, no Hi-Fi show do Hotel Villarica, mas infelizmente não estavam instalados no sistema, pelo que são totalmente desconhecidos para mim... o que só traz vantagens.
Um grande abraço para ti, João, e confirmo desde já a minha presença.
Para todos um abraço e boas audições,
Francisgr
Um grande abraço para ti, João, e confirmo desde já a minha presença.
Para todos um abraço e boas audições,
Francisgr
Convidad- Convidado
Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Francisgr escreveu:Vou ouvi-los amanhã, no sistema do João Gouveia, a quem agradeço desde já esta oportunidade, bem como toda a sua forma de estar neste mundo do som e imagem. Tais cabos impressionaram-me logo, em termos de aspecto, no Hi-Fi show do Hotel Villarica, mas infelizmente não estavam instalados no sistema, pelo que são totalmente desconhecidos para mim... o que só traz vantagens.
Um grande abraço para ti, João, e confirmo desde já a minha presença.
Para todos um abraço e boas audições,
Francisgr
Já aora aproveito para tentar apanhar bolei, pois estou de férias e ficaria muito contente em poder ouvir esses cabos...

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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Francisgr escreveu:Vou ouvi-los amanhã, no sistema do João Gouveia, a quem agradeço desde já esta oportunidade, bem como toda a sua forma de estar neste mundo do som e imagem. Tais cabos impressionaram-me logo, em termos de aspecto, no Hi-Fi show do Hotel Villarica, mas infelizmente não estavam instalados no sistema, pelo que são totalmente desconhecidos para mim... o que só traz vantagens.
Um grande abraço para ti, João, e confirmo desde já a minha presença.
Para todos um abraço e boas audições,
Francisgr
Obrigado Fransisco, amanhã cá te espero.
Um Abraço
João
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PAUCA SED BONA,Lda Importador oficial exclusivo para Portugal, das marcas PURE SOUND, AVID HIFI e BORDER PATROL. Reparação e restauro de gira-discos e colunas de som. Home Cinema, amplificação a válvulas e solid state.
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Sala de Audições: Rua D. Afonso Henriques Nº 1A 2605-701 Casal de Cambra
Nota: a 5 minutos do Dolce Vita Tejo
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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
fm&stereo escreveu:
Já aora aproveito para tentar apanhar bolei, pois estou de férias e ficaria muito contente em poder ouvir esses cabos...
Amigo fm&estereo, tu como toda a gente és bem vindo na nossa casa porém amanhã será só para o Fransisco, isto porque é uma audição continuada que vem no seguimento de outra.
Se quiseres marcar já para 5ª feira de manhã às 09.30, terás a minha atenção exclusiva e poderás conhecer os ditos cabos e os Pure Sound também.
Espero que compreendas.
Um Abraço
João Gouveia
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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Mr.Spock,
Boa abordagem do problema sem dúvida, estou mais descansado, não sou sou eu que escreve muito e bem, perdoem-me a jactância
, mas sigamos para bingo :cool: .
O que o nosso caro amigo Spock diz é uma área para aprofundar o tema de uma forma mais complexa.
Dos meus quase 46 aninhos, 35 foram e são vividos até que tenha descernimento mental e fisico a ouvir música, e ao longo dos anos o grau de exigência foi-se apoderando de mim, mas note-se é um grau q.b, coerente e comedido como é óbvio faz-me cada vez mais parar e olhar em meu redor como muitos estão tão enganados como o Santo Ofício/Inquisição fazia querer que seria o sol a girar em volta da terra e não contrário, mandando uns quantos donos da verdade para a fogueira.
No audio não se manda ninguém para a fogueira, há é alguns equipamentos que deitam fumo
quando a eles se lhes colocam supostos cabos milagrosos que mais não são verdadeiros embustes de algumas centenas de €€€€€, e ''passamos nós a vida'' a ser enganados, nós, os nossos ouvidos e alguns dos restantes sentidos, naturalmente.
Pergunta a minha curiosidade:
- Um cabo milagroso fará milagres num qualquer sistema de audio que esteja em profunda ''disfunção sónica'', mesmo sendo esse sistema de milhares?
- Será que o tal ou tais cabos milagrosos que tanto se apregoa, fará ou farão milagres num qualquer sistema de audio da treta? Ou como já é da treta, o resultado final também será da treta?
Então em que ficamos? Se é um cabo bom terá que o ser incondicionalmente. Correcto ou não? Esta é a questão fulcral caros amigos.
Sim eu sei, quanto melhor fôr o cabo e as suas respectivas terminações melhor será o sinal, até aqui trés bien, mas o resto? Sim o resto! Milagres, nem Nª Srª, quanto mais cablagem de milhares. Recordam-se da filisofia do Design, muitos não saberão, outros com toda a certeza, então eu digo: O Simples é o Melhor. O SOM NÃO TEM FORMA, MAS SENTIMO-LO, sobre vários timbres, ou ''tonalidades'', grave, agudo, médio, etc, etc, e é resultante de uma harmonia, ou de um casamento quase perfeito em termos paramétricos.
Poderá parecer uma abordagem ou uma dedução muito ''matemática'', talvez o seja, embora eu não pense assim, mas tenho dois grandes amigos, OS MEUS OUVIDOS, E O MEU INSTINTO SÓNICO, que raramente me deixa ficar mal.
Afinal de contas, na música, na Hi-Fi e nas suas vertentes bastante discutiveis (High End, e até já houve quem chamasse de Ultra High End), o que se pretende é tão somente isto:
Escutar música sendo a sua reprodução o mais natural possível Isto para mim é o verdadeiro HiFi, e a tudo a ele que está implicítamente associado.
Boa abordagem do problema sem dúvida, estou mais descansado, não sou sou eu que escreve muito e bem, perdoem-me a jactância
, mas sigamos para bingo :cool: .O que o nosso caro amigo Spock diz é uma área para aprofundar o tema de uma forma mais complexa.
Dos meus quase 46 aninhos, 35 foram e são vividos até que tenha descernimento mental e fisico a ouvir música, e ao longo dos anos o grau de exigência foi-se apoderando de mim, mas note-se é um grau q.b, coerente e comedido como é óbvio faz-me cada vez mais parar e olhar em meu redor como muitos estão tão enganados como o Santo Ofício/Inquisição fazia querer que seria o sol a girar em volta da terra e não contrário, mandando uns quantos donos da verdade para a fogueira.
No audio não se manda ninguém para a fogueira, há é alguns equipamentos que deitam fumo
quando a eles se lhes colocam supostos cabos milagrosos que mais não são verdadeiros embustes de algumas centenas de €€€€€, e ''passamos nós a vida'' a ser enganados, nós, os nossos ouvidos e alguns dos restantes sentidos, naturalmente.Pergunta a minha curiosidade:
- Um cabo milagroso fará milagres num qualquer sistema de audio que esteja em profunda ''disfunção sónica'', mesmo sendo esse sistema de milhares?
- Será que o tal ou tais cabos milagrosos que tanto se apregoa, fará ou farão milagres num qualquer sistema de audio da treta? Ou como já é da treta, o resultado final também será da treta?
Então em que ficamos? Se é um cabo bom terá que o ser incondicionalmente. Correcto ou não? Esta é a questão fulcral caros amigos.
Sim eu sei, quanto melhor fôr o cabo e as suas respectivas terminações melhor será o sinal, até aqui trés bien, mas o resto? Sim o resto! Milagres, nem Nª Srª, quanto mais cablagem de milhares. Recordam-se da filisofia do Design, muitos não saberão, outros com toda a certeza, então eu digo: O Simples é o Melhor. O SOM NÃO TEM FORMA, MAS SENTIMO-LO, sobre vários timbres, ou ''tonalidades'', grave, agudo, médio, etc, etc, e é resultante de uma harmonia, ou de um casamento quase perfeito em termos paramétricos.
Poderá parecer uma abordagem ou uma dedução muito ''matemática'', talvez o seja, embora eu não pense assim, mas tenho dois grandes amigos, OS MEUS OUVIDOS, E O MEU INSTINTO SÓNICO, que raramente me deixa ficar mal.
Afinal de contas, na música, na Hi-Fi e nas suas vertentes bastante discutiveis (High End, e até já houve quem chamasse de Ultra High End), o que se pretende é tão somente isto:
Escutar música sendo a sua reprodução o mais natural possível Isto para mim é o verdadeiro HiFi, e a tudo a ele que está implicítamente associado.
Última edição por Mozarteano em 18/2/2009, 10:58, editado 1 vez(es) (Razão : Correcção de erro ortográfico ''Aria'')
Convidad- Convidado
Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Mr.Spock escreveu:
Agente : A Pauca Sed Bona http://www.paucasedbona.pt/
Representante : SupportView http://www.supportview.pt/
Será aqui que reside o problema?
Do que li em parte alguma me apercebi de que o Mr. Spock tenha ofendido ou obrigado alguém a comprar.
Recomendou foi que quem estivesse comprador de cabos os experimentasse. Depois de o fazer cada um é livre de afirmar que notou ou não as qualidades. Agora afirmar que não existem? quem é que pode ter pretensões a ser dono da verdade?
Para mim, que não sou grande apreciador de vinho, o mesmo é quase todo igual. Mas se um apreciador e conhecedor dá 100,00 euros ou mais por uma garrafa, quem sou eu para dizer que o mesmo não tem qualidade? será que o facto de eu não o ser capaz de apreciar faz dele um vinho rasca? Obviamente que não. Pelo facto de ele gastar uma fortuna em vinhos eu também vou ser obrigado a fazê-lo? Claro que não.
Mesmo que o vinho só lhe saiba bem a ele e aos outros não, deverá ser recriminado por gabá-lo e bebê-lo? Também me parece que não.
Ou será que só quando se trate de determinados equipamentos a liberdade de opinião se aplica?
O facto de se ter carta de condução há muitos anos ou ter percorrido muitos kms não faz de nós necessáriamente bons condutores, ou faz? Nem o facto de termos um carro muito caro?!
Um Abraço
João Gouveia
_________________
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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Vou começar por agradecer ao João Gouveia a amabilidade com que me recebeu, como é seu hábito e costume, para fazermos uma audição aos cabos premium da Ortofon.
Tal audição decorreu nas seguintes condições:
- Sistema de A Pauca Sed Bona, constituído por amp integrado da Pure Sound (uma maravilha que já tinha ouvido em outras ocasiões) e fonte digital da Pure Sound (outra maravilha, para o seu preço) e colunas de construção caseira
- Cablagem da Qed, mais concretamente Genesis Silver Spiral em ligação entre equipamentos, e penso ser a da Atlas, nas ligações às colunas
- Discos da minha colecção, nomeadamente O.S.T. de "Lord Of The Rings" (volume 1), Iced Earth "Something Wicked..." e Iced Earth "The Horror Show", em c.d. e Deep Purple "Made In Japan", edição original inglesa em vinil. Para além disto, tivemos ainda a possibilidade de ouvir trechos de alguns outros discos, como O.S.T. de "Zorro", Supertramp "Some Things Never Change"
Começou-se por substituir os interconnects da Qed pelos Ortofon e o que aconteceu imediatamente foi como que o retirar de um véu que se encontrava em cima da música. Mais silêncios, melhor definição do palco sonoro, que cresce sobretudo em altura, maior detalhe... enfim, uma riqueza a todo o nível, que faz com que os cabos da Qed (desde já informo que são os que estão instalados no meu sistema) tornem a música mais lenta, mais fechada, mais comprimida. Devo dizer que a alternância de cabos foi realizada praticamente música a música (desculpa João, a trabalheira tremenda que te dei), a fim de nos apercebermos bem das diferenças. E que diferença, meus caros. Apetece ouvir, ouvir, ouvir música, até mais não. Apetece ouvir todos os discos de uma colecção, tal é a forma soberba como a música nos é apresentada.
Claro que isto não significa que o cabo da Ortofon seja necessariamente melhor que o da Qed (que, diga-se em abono da verdade, o é, realmente); mas significa sobretudo que a forma como a música me foi apresentada foi mais de encontro ao meu gosto. Mas o que mais impressiona é a quantidade de sons que se conseguem recuperar das faixas musicais, sons esses que nunca julgámos que estivessem presentes, porque nunca os ouvimos.
Finalmente, os cabos de coluna residentes foram então substituídos pelos da Ortofon; aqui devo dizer que já não me impressionou tanto, pois o grande impacto foram os cabos de ligação. No entanto, houve uma ligeira melhoria nos silêncios e estes tornaram-se ainda mais refinados, o que nos fez parecer que a música estivesse mais lenta (não pastelosa nem melosa, nada disso), como que houvesse mais pausas entre cada frase musical. A fadiga auditiva, ou melhor, a sua ausência, levou-nos a ouvir músicas a uma maior pressão sonora, sem que nada se alterasse.
De tal forma gostei da forma de apresentação musical destes cabos, que comentei com o João Gouveia, aquando da substituição dos Ortofon Premium pelos Genesis Silver Spiral da Qed, que me parecia estar a ouvir música em formato MP3.
Cabos divinais!! Recomendadíssimos. De qualquer forma, ficou já agendado um teste aos mesmos cabos, mas desta feita no meu próprio sistema. Será o tira-teimas. Mas se tudo correr como espero, ao ouvir as grandes massas dinâmicas do black-metal de alguns discos meus, tratarei de substituir já a cablagem do meu sistema. Para além do mais, são lindos, lindos de morrer, despertando um incomensurável desejo de posse.
Posso dizer a todos que Quero Estes Cabos No Meu Sistema. Penso que isto responde a tudo.
Uma hora depois de ouvir tais cabos, ainda os tenho a tocar... na minha cabeça
Abraços a todos e boas audições (um grande bem-haja para ti, João)
Francisgr
Tal audição decorreu nas seguintes condições:
- Sistema de A Pauca Sed Bona, constituído por amp integrado da Pure Sound (uma maravilha que já tinha ouvido em outras ocasiões) e fonte digital da Pure Sound (outra maravilha, para o seu preço) e colunas de construção caseira
- Cablagem da Qed, mais concretamente Genesis Silver Spiral em ligação entre equipamentos, e penso ser a da Atlas, nas ligações às colunas
- Discos da minha colecção, nomeadamente O.S.T. de "Lord Of The Rings" (volume 1), Iced Earth "Something Wicked..." e Iced Earth "The Horror Show", em c.d. e Deep Purple "Made In Japan", edição original inglesa em vinil. Para além disto, tivemos ainda a possibilidade de ouvir trechos de alguns outros discos, como O.S.T. de "Zorro", Supertramp "Some Things Never Change"
Começou-se por substituir os interconnects da Qed pelos Ortofon e o que aconteceu imediatamente foi como que o retirar de um véu que se encontrava em cima da música. Mais silêncios, melhor definição do palco sonoro, que cresce sobretudo em altura, maior detalhe... enfim, uma riqueza a todo o nível, que faz com que os cabos da Qed (desde já informo que são os que estão instalados no meu sistema) tornem a música mais lenta, mais fechada, mais comprimida. Devo dizer que a alternância de cabos foi realizada praticamente música a música (desculpa João, a trabalheira tremenda que te dei), a fim de nos apercebermos bem das diferenças. E que diferença, meus caros. Apetece ouvir, ouvir, ouvir música, até mais não. Apetece ouvir todos os discos de uma colecção, tal é a forma soberba como a música nos é apresentada.
Claro que isto não significa que o cabo da Ortofon seja necessariamente melhor que o da Qed (que, diga-se em abono da verdade, o é, realmente); mas significa sobretudo que a forma como a música me foi apresentada foi mais de encontro ao meu gosto. Mas o que mais impressiona é a quantidade de sons que se conseguem recuperar das faixas musicais, sons esses que nunca julgámos que estivessem presentes, porque nunca os ouvimos.
Finalmente, os cabos de coluna residentes foram então substituídos pelos da Ortofon; aqui devo dizer que já não me impressionou tanto, pois o grande impacto foram os cabos de ligação. No entanto, houve uma ligeira melhoria nos silêncios e estes tornaram-se ainda mais refinados, o que nos fez parecer que a música estivesse mais lenta (não pastelosa nem melosa, nada disso), como que houvesse mais pausas entre cada frase musical. A fadiga auditiva, ou melhor, a sua ausência, levou-nos a ouvir músicas a uma maior pressão sonora, sem que nada se alterasse.
De tal forma gostei da forma de apresentação musical destes cabos, que comentei com o João Gouveia, aquando da substituição dos Ortofon Premium pelos Genesis Silver Spiral da Qed, que me parecia estar a ouvir música em formato MP3.
Cabos divinais!! Recomendadíssimos. De qualquer forma, ficou já agendado um teste aos mesmos cabos, mas desta feita no meu próprio sistema. Será o tira-teimas. Mas se tudo correr como espero, ao ouvir as grandes massas dinâmicas do black-metal de alguns discos meus, tratarei de substituir já a cablagem do meu sistema. Para além do mais, são lindos, lindos de morrer, despertando um incomensurável desejo de posse.
Posso dizer a todos que Quero Estes Cabos No Meu Sistema. Penso que isto responde a tudo.
Uma hora depois de ouvir tais cabos, ainda os tenho a tocar... na minha cabeça
Abraços a todos e boas audições (um grande bem-haja para ti, João)
Francisgr
Convidad- Convidado
Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Obrigado eu, Fransisco, por mais uma vez nos teres agraciado com a tua presença. Das 10,00 às 14.45 com intervalo para um cafézito. Ainda foi uma maratona mas a música faz com que o tempo passe e nem nos dêmos conta.
Abraço e até breve
João Gouveia
Abraço e até breve
João Gouveia
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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Infelizmente, Mr. João Gouveia, só agora consegui ver isto, mas tenho férias até dia 27, por isso, quem sabe não surge outra oportunidade... Fica aqui no entanto desde já o meu agradecimento.
Os meus cumprimentos.
Os meus cumprimentos.

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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Olá João :partyman:
Eh pá, essa cablagem da Ortofon que falas será mesmo une piéce de resistence? Estou curioso, a Ortofon estou muito mais familiarizado com ela em células de leitura para vinilo, aliás recordo bem quando catraio o meu primeiro gira-discos, e isto já lá vão quase 32 anos, um dos meus Technics da altura resolvi comprar um Ortofon, ali para os lados do Campo Pequeno, no Apolo 70 / Arco Iris ( ainda ontem passei por lá ), que saudades, dizia eu que a dita até vinha em caixa de madeira, forrada a veludo, maravilha. Agora cabos, mas se tu o dizes e eu, como é óbvio não sei tudo, estou curioso.
Se fôres ao Estoril/ AudioShow, e se tiveres por lá representado, qui ça se esses cabos ligados aquelas MA 1200 Gold, não farão as delicias de muitos, entre eles eu, ou então como já te havia prometido, um pulinho ao teu estamiiné.
Em termos de cabos, eu como saberás tenho as minhas referências, mas naturalmente temso que estar receptivos a novas aberturas, desde que a qualidade domine óbviamente.
Abraço :partyman:
Eh pá, essa cablagem da Ortofon que falas será mesmo une piéce de resistence? Estou curioso, a Ortofon estou muito mais familiarizado com ela em células de leitura para vinilo, aliás recordo bem quando catraio o meu primeiro gira-discos, e isto já lá vão quase 32 anos, um dos meus Technics da altura resolvi comprar um Ortofon, ali para os lados do Campo Pequeno, no Apolo 70 / Arco Iris ( ainda ontem passei por lá ), que saudades, dizia eu que a dita até vinha em caixa de madeira, forrada a veludo, maravilha. Agora cabos, mas se tu o dizes e eu, como é óbvio não sei tudo, estou curioso.
Se fôres ao Estoril/ AudioShow, e se tiveres por lá representado, qui ça se esses cabos ligados aquelas MA 1200 Gold, não farão as delicias de muitos, entre eles eu, ou então como já te havia prometido, um pulinho ao teu estamiiné.
Em termos de cabos, eu como saberás tenho as minhas referências, mas naturalmente temso que estar receptivos a novas aberturas, desde que a qualidade domine óbviamente.
Abraço :partyman:
Convidad- Convidado
Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Antes de mais as minhas desculpas pela minha falta de assiduidade.
Desde já o meu obrigado e um abraço especial ao meu amigo Brás. Eu não disse que tinha amigos que me liam até ao fim ?
Amigo, no campeonato de equipamentos em que está, estes cabos são mais que justificados. Há tempos o meu amigo queixava-se de um problema qualquer nos graves. Não sei se ainda perdura mas com os Cyrus vai resolvê-lo de vez : deixa é de os ter (os graves)!
Chord nunca ouvi. Qed conheço bem.
fm&stereo
Com todo o respeito, duvido que numa construção caseira possa almejar resultados parecidos aos obtidos com estes Ortofon.
FranciscoGr
Espere até os ouvir no seu sistema. Não é “desfazer” do sistema do João, nem “fazer” do seu que não conheço. Simplesmente não tenho dúvidas que captamos melhor as diferenças no sistema e no som a que estamos habituados, por isso vai notar ainda mais.
Mozarteano,
Se a sua referência são os QED Silver Spiral (excelentes cabos na relação qualidade preço), posso dizer que são os que uso na ligação das colunas, tendo os de interligação sido vencidos e substituídos pelos Oelbach. Nem uns nem outros têm nada a ver com o preço dos Ortofon. Quanto às prestações, bem…pense na estátua do Marquês de Pombal…pois é, também não tem nada a ver !
Desde já o meu obrigado e um abraço especial ao meu amigo Brás. Eu não disse que tinha amigos que me liam até ao fim ?
Amigo, no campeonato de equipamentos em que está, estes cabos são mais que justificados. Há tempos o meu amigo queixava-se de um problema qualquer nos graves. Não sei se ainda perdura mas com os Cyrus vai resolvê-lo de vez : deixa é de os ter (os graves)!
fm&stereo
Com todo o respeito, duvido que numa construção caseira possa almejar resultados parecidos aos obtidos com estes Ortofon.
FranciscoGr
Espere até os ouvir no seu sistema. Não é “desfazer” do sistema do João, nem “fazer” do seu que não conheço. Simplesmente não tenho dúvidas que captamos melhor as diferenças no sistema e no som a que estamos habituados, por isso vai notar ainda mais.
Mozarteano,
Se a sua referência são os QED Silver Spiral (excelentes cabos na relação qualidade preço), posso dizer que são os que uso na ligação das colunas, tendo os de interligação sido vencidos e substituídos pelos Oelbach. Nem uns nem outros têm nada a ver com o preço dos Ortofon. Quanto às prestações, bem…pense na estátua do Marquês de Pombal…pois é, também não tem nada a ver !
Mr.Spock- Membro Audiopt

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Re: ORTOFON 7NX-AIC-X1 Premium (RCA) e 7NX-SPK-X1 Premium
Ora viva Spock :partyman:
De facto eu tenho algumas referêncais em termos de cabos. Os QED Genesis Spiral são de uma qualidade soberba, tanto os IC, como os de coluna.
E para mim uma outra grande referência em termos de cabos de coluna é a Japonesa Acrolink, de facto só ouvido. Pena é que sejam very, very, expensives. Se não estou em erro o Agente para Portugal era ou ainda é o Quadros e Ventura. O Augusto anda um pouco desaparecido, mas seria a pessoa para confirmar isso.
Curiosamante a alemã Ohelbach, tem belos cabos IC, pouco divulgados e ou falados por cá, mas de uma qualidade soberba, devo dizer que tenho uns a alimentar o meu pré-phono, a par óbviamente de uns QED.
Abraço e sauadações Audiófilas e Melómanas. :partyman:
De facto eu tenho algumas referêncais em termos de cabos. Os QED Genesis Spiral são de uma qualidade soberba, tanto os IC, como os de coluna.
E para mim uma outra grande referência em termos de cabos de coluna é a Japonesa Acrolink, de facto só ouvido. Pena é que sejam very, very, expensives. Se não estou em erro o Agente para Portugal era ou ainda é o Quadros e Ventura. O Augusto anda um pouco desaparecido, mas seria a pessoa para confirmar isso.
Curiosamante a alemã Ohelbach, tem belos cabos IC, pouco divulgados e ou falados por cá, mas de uma qualidade soberba, devo dizer que tenho uns a alimentar o meu pré-phono, a par óbviamente de uns QED.
Abraço e sauadações Audiófilas e Melómanas. :partyman:
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