O «MEU SISTEMA»?...
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Re: O «MEU SISTEMA»?...
"...diria que no estrangeiro tudo é mais dificil por varias razoes:...."
Bom dia TD 124 (Como eu gosto do nome
)
Não discordo de todo contigo. A vantagem de se estar em França, Inglaterra, Alemanha ou América, é estar-se no meio em vez de à volta
Bom dia TD 124 (Como eu gosto do nome
Não discordo de todo contigo. A vantagem de se estar em França, Inglaterra, Alemanha ou América, é estar-se no meio em vez de à volta
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Re: O «MEU SISTEMA»?...
td124 escreveu:Mozarteano escreveu:Amigo Tavares,
Tenho aconpanado com sabe desenvolvimento deste tópico e designadamente no que refere ao seu tarbalho de DIY de colunas, etc, etc.
Eu já em outras paragens escevei muito sobre o DIY que se faz em Portugal. Eo problema é precisamente esse, o DIY de qualidade que se vai fazendo por cá. Ou seja se o meu caro Tavares fizesse essas suas colunas numa Inglaterra, numa Alemanha, ou um pouco mais longe até, no outro lado do atlântico, o seu trabalho fácilmente seria reconhecido como sendo um belo trabalho, e oportunidade de fazer mais e melhores colunas não iriam faltar.
Disse isto a um outro forista que também constrói colunas por cá, e a resposta foi precisamente a que eu acabei de dizer anteriormente. Estou em Portugal, onde tudo é dificil.
E eu digo e repito numa das minhas achegas humuristicas mas com muita verdade á mistura o seguinte:
O mal de portugal e ter Portugueses
Um grande abraço e o caminho é sempre em frente. :partyman:
Ola a todos,
permita-me de nao estar completamente de accordo com o que disse. Eu que trabalho em França na alta fidelidade desde 1995 (e que fiz os meus estudos e formaçao de designer audio aqui) diria que no estrangeiro tudo é mais dificil por varias razoes:
1) O nivel é muito elevado aqui, e os unicos que conseguem vingar é porque sao muito bons.
2) O dinheiro necessario para fazer vingar uma empresa aqui é muito superior e paradoxalmente muito mais dificil a encontrar, porque a hifi é um microcosmos e ja faz 20 anos que nimguem enriquece aqui com a hifi que é uma das mais caras de europa.
3) Para um portugues em França ou (EUA, Alemanha ou Suiça que sao paises que conheco e que trabalho) é ainda pior, prque nao chega de ser muito bom, é preciso ser o melhor (e de longe) para ter direito au seu lugar.
Como vê nao é verdadeiramente mais simples la fora.
@+
Acho que não se percebeu o que eu quis dizer. O ser mais fácil ou dificil não é a questão de fundo, aliás, desde que se nasce até que se morre é tudo dificil aqui, ou além fronteiras, seja em Portugal ou em Inglaterra, Alemanha, etc, o que eu quis tentar fazer explicar é que as oportunidades e meios ao dispôr de um qualquer DIY além fronteiras, independemente do valor, e da qualidade da sua obra, estão mais disponiveis e mais ao alcance do que por cá, isso meu caro amigo é indiscutível. Aliás a França não sei se será um bom exemplo, mas continuemos, como tal os projectos DIY como é óbvio têm que ter algum sustento e alguma credibilidade se se quiser entrar já num circuito comercial, mas se fôrem só para uso do próprio não fará muita diferença, todavia sabemos que existem projectos DIY de grande qualidade, em que os seus autores os expôem em eventos de audio, e Portugal existem alguns muito poucos, mas com muita sustentabilidade e qualidade, agora a questão é se esses projectos não passam só de projectos por condicionantes de varia ordem inerentes ao pais de origem, neste caso de Portugal, um país muito pouco receptivo a este tipo projectos, e o que eu quiz dizer foi precisamente isso, se estes projectos fossem oriundos de uma Inglaterra, Alemanha, ou outro país com toda a certeza teriam uma outra aceitação, e não seriam projectos olhados com desconfiança.
Os DIY em qualquer lado têm que fazer valer os seu créditos, isso é inquestionável, mas o país onde estão inseridos também tem que lhes dar oportunidade, é disso que falo e tentei explicar, como vê caro amaigo ambos temos razão.
O facto de
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Re: O «MEU SISTEMA»?...
O problema em questão não conhece fronteiras. Trata-se da estenção da mente, que tende a ser curta.
Normalmente o ser humano só consegue enchergar até ao próprio umbigo
(ego), pelo que tudo o que está além disso é «areia demais para a sua camioneta».
Confusos?
A diferênça que se vê entre as regiões e «povos» (países) é o resultado de uma série de factores que constituem um fenómeno chamado cultura. Não faz qualquer sentido fazer comparações, mas antes procurar compreender as razões, ou seja, compreender o fenómeno.
Por outro lado, as coisas não são (neste caso), estão. Quer isto dizer que tudo depende ecenssialmente da nossa postura. Por isso, a questão é antes, qual a posição que adoptamos diante de uma situação? Ignoramos? fazemos de conta que não temos nada com o assunto?... Ou será que devemos uma - independentemente da nossa vontade - uma determinada postura seja com o que for?
Infelizmente a coisa não é fácil... ou será antes felizmente?
(ego), pelo que tudo o que está além disso é «areia demais para a sua camioneta».
Confusos?A diferênça que se vê entre as regiões e «povos» (países) é o resultado de uma série de factores que constituem um fenómeno chamado cultura. Não faz qualquer sentido fazer comparações, mas antes procurar compreender as razões, ou seja, compreender o fenómeno.
Por outro lado, as coisas não são (neste caso), estão. Quer isto dizer que tudo depende ecenssialmente da nossa postura. Por isso, a questão é antes, qual a posição que adoptamos diante de uma situação? Ignoramos? fazemos de conta que não temos nada com o assunto?... Ou será que devemos uma - independentemente da nossa vontade - uma determinada postura seja com o que for?
Infelizmente a coisa não é fácil... ou será antes felizmente?

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
O nosso grande pecado, enquanto cultura romântica, é a tendência para facilmente trocar o útil pelo acessório. Daí que, por vezes, o absurdo, ainda que nem sempre seja fácil evitar, é como que inevitável. Por exemplo, alguém se lembrou de pronunciar uma pseodo-palavra, se não me engano na rádio, que depois passou a ser repetida. Falo do termo «combatar». Ora, esta palavra pretende tomar o lugar do verbo combater. Pois então porque que é que não se atrevem a conjugar o verbo dessa forma?
É por isso que, seja o Diy ou qualquer actividade tende a ficar comprometida logo à partida. É que o resultado de uma cultura que se preocupa mais com o que pode parecer que com o que pode ser, só pode acabar no absurdo.
É por isso que, seja o Diy ou qualquer actividade tende a ficar comprometida logo à partida. É que o resultado de uma cultura que se preocupa mais com o que pode parecer que com o que pode ser, só pode acabar no absurdo.


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Re: O «MEU SISTEMA»?...
"Os DIY em qualquer lado têm que fazer valer os seu créditos, isso é inquestionável, mas o país onde estão inseridos também tem que lhes dar oportunidade"
Ora esta é uma verdade inquestionável. Aqui começa outro grande problema. É que há DIY e DIY. Em todo o lado existem pessoa que fazem o chamado DIY que não é mais do que a leitura de alguns books e umas paginas web, misturar tudo com a batedeira, copiar mais qualquer coisa e fazer algo, o que sem duvida é a grande maioria. (que como é óbvio, fazem coisas interessantes que todos nós elogiamos) Outra coisa, já muito mais difícil e mais rara, são as pessoas com profundo conhecimento (muito poucas) que sem interesse comercial e sem qualquer necessidade financeira, investigam e melhoram (e inventam) equipamento chegando ao ponto, de por muito menos (valor financeiro) conseguirem muito mais, (qualidade sonora) e no fim de tudo e por puro gozo pessoal, põem todo o seu saber e todas as conclusões à disposição de todos. Do que eu acabei de falar há muito poucos. (mas há e bons) Muitas pessoas que fazem coisas bonitas e até boas, fizeram o DIY que descrevi em primeiro lugar, que não deixa de ser louvável. Mas do que precisávamos mais, era dos verdadeiros DIY em Portugal.
Ora esta é uma verdade inquestionável. Aqui começa outro grande problema. É que há DIY e DIY. Em todo o lado existem pessoa que fazem o chamado DIY que não é mais do que a leitura de alguns books e umas paginas web, misturar tudo com a batedeira, copiar mais qualquer coisa e fazer algo, o que sem duvida é a grande maioria. (que como é óbvio, fazem coisas interessantes que todos nós elogiamos) Outra coisa, já muito mais difícil e mais rara, são as pessoas com profundo conhecimento (muito poucas) que sem interesse comercial e sem qualquer necessidade financeira, investigam e melhoram (e inventam) equipamento chegando ao ponto, de por muito menos (valor financeiro) conseguirem muito mais, (qualidade sonora) e no fim de tudo e por puro gozo pessoal, põem todo o seu saber e todas as conclusões à disposição de todos. Do que eu acabei de falar há muito poucos. (mas há e bons) Muitas pessoas que fazem coisas bonitas e até boas, fizeram o DIY que descrevi em primeiro lugar, que não deixa de ser louvável. Mas do que precisávamos mais, era dos verdadeiros DIY em Portugal.
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Re: O «MEU SISTEMA»?...
António José da Silva escreveu:"Os DIY em qualquer lado têm que fazer valer os seu créditos, isso é inquestionável, mas o país onde estão inseridos também tem que lhes dar oportunidade"
Ora esta é uma verdade inquestionável. Aqui começa outro grande problema. É que há DIY e DIY. Em todo o lado existem pessoa que fazem o chamado DIY que não é mais do que a leitura de alguns books e umas paginas web, misturar tudo com a batedeira, copiar mais qualquer coisa e fazer algo, o que sem duvida é a grande maioria. (que como é óbvio, fazem coisas interessantes que todos nós elogiamos) Outra coisa, já muito mais difícil e mais rara, são as pessoas com profundo conhecimento (muito poucas) que sem interesse comercial e sem qualquer necessidade financeira, investigam e melhoram (e inventam) equipamento chegando ao ponto, de por muito menos (valor financeiro) conseguirem muito mais, (qualidade sonora) e no fim de tudo e por puro gozo pessoal, põem todo o seu saber e todas as conclusões à disposição de todos.
Pois é António, mas começa sempre na nossa exigência, por forma a não nos ficarmos por apenas comprar aquilo que nos querem vender. Eu não sou um «conhecedor», dependo da minha vontade e da minha capacidade crítica para, por um lado superar desafios por postos, por outro para superar a questão financeira.
Relativamente a uns cabos, por exemplo, há aqui no forum um tópico que trata uns Ortofon. Ele diz também «As tentativas de ridicularização ainda hoje se sucedem, e a própria palavra audiofilia já quase esteve proscrita. No que respeita a cabos passou a ser in dizer mal. Obviamente, passou a ser perigoso dizer bem». Eu, por exemplo, vou fazer uns cabos, para alcançar o «céu» sem gastar uma fortuna.
Por isso, devemos procurar fazer a diferênça. Como tu, que construiste já umas belas peças.
Um abraço e boas audições. :cool:

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
António José da Silva escreveu: ... Mas do que precisávamos mais, era dos verdadeiros DIY em Portugal.
Olà,
infelismente nao conheço a situaçao do DIY em Portugal, mas hoje com o net as coisas sao mais simples para poder trocar ideias entre amadores de DIY. Nos anos 80 era muito mais dificil, fora a revista françesa L'Audiophile e duas revistas underground americanas Glass audio e Speaker builder, nao havia outras maneiras de cohnecer o trabalho dos outros. Hoje é possivel de aceder a muita informaçao e componentes diversos. Nao hà razao para que os DIY's portugueses de qualidade nao possam rivalisar com os estrangeiros.
@+

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
"Nao hà razao para que os DIY's portugueses de qualidade nao possam rivalisar com os estrangeiros."
Concordo contigo. A net é um mundo ao alcance de todos. Mas se voltares a ler vês qual a diferença a que eu me refiro. É claro que todo o DIY é bem vindo, seja ele de cópia (partilha) ou do tipo inovador. ("cientifico") Todo ele é útil , e só tenho pena de ser demasiado "burro" e pouco habilidoso para também eu o ser.
Concordo contigo. A net é um mundo ao alcance de todos. Mas se voltares a ler vês qual a diferença a que eu me refiro. É claro que todo o DIY é bem vindo, seja ele de cópia (partilha) ou do tipo inovador. ("cientifico") Todo ele é útil , e só tenho pena de ser demasiado "burro" e pouco habilidoso para também eu o ser.
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Re: O «MEU SISTEMA»?...
António José da Silva escreveu:"Nao hà razao para que os DIY's portugueses de qualidade nao possam rivalisar com os estrangeiros."
Concordo contigo. A net é um mundo ao alcance de todos. Mas se voltares a ler vês qual a diferença a que eu me refiro. É claro que todo o DIY é bem vindo, seja ele de cópia (partilha) ou do tipo inovador. ("cientifico") Todo ele é útil , e só tenho pena de ser demasiado "burro" e pouco habilidoso para também eu o ser.
Olà,
eu percebi bem o que você quis dizer. Gostaria de ver o DIY portugues ser mais pertinente, creativo ou artistico (no sentido dado pela escola audiophila japonesa). Mas todos queremos isso !!!. Você acredita que no estrangeiro seja verdadeiramente melhor ? Jà faz varios anos que nao vi (fora do Japao) um circuito ou um projecto em DIY verdadeiramente digno do termo ORIGINAL. E quase sempre do aquecido, mas de vez em quando o aquecido é melhor que o quente. Isso faz a complexidade desta disciplina e explica em parte a paixao que ela nos evoca. Muitos dos designers estranjeiros conhecidos veem das revistas DIY: JM Lab, Triangle, Goldmund, Davis, YBA, Jadis de L'audiophile, Air Tight, Shindo, Lectron, Hiraga, 47 Lab de Radio MJ (Japon) e VTL, Manley, Sonic Frontiers, BAT, LAMM escreveram muito na Glass audio e outras revistas. No dia que havera muito DIY de qualidade em Portugal sera o começo de uma pequena industria audio de qualidade como nos outros paises.
@+

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
"No dia que havera muito DIY de qualidade em Portugal sera o começo de uma pequena industria audio de qualidade como nos outros paises."
Isso é que seria bom,
mas como em quase toda a industria nacional, provavelmente pouco provável com muito poucas exepções.
Um abraço ao TD 124 (até cá tenho o livro Swiss Precision do Joachim Bung que fala do 124 e outros)
Isso é que seria bom,
Um abraço ao TD 124 (até cá tenho o livro Swiss Precision do Joachim Bung que fala do 124 e outros)
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Re: O «MEU SISTEMA»?...
António José da Silva escreveu:... Um abraço ao TD 124 (até cá tenho o livro Swiss Precision do Joachim Bung que fala do 124 e outros)
Olà,
eu tambem o tenho, paro o caso hipotetico que um dia ela nao queira arrancar ou arranque au contrario, mas com esta besta é provavel que esse dia nunca chegue
@+

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
"...mas com esta besta é..."
Uma das "bestas" mais bem desenhadas da história dos gira discos. quem já teve o privilégio de accionar os seus botões (como tu
) sabe do que estamos a falar. A maioria do que hoje se faz, é uma má aproximação.
Posso dizer que te invejo por isso. (no bom sentido)
Uma das "bestas" mais bem desenhadas da história dos gira discos. quem já teve o privilégio de accionar os seus botões (como tu
Posso dizer que te invejo por isso. (no bom sentido)
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Re: O «MEU SISTEMA»?...
Pois é meus caros, do DIY à indústria vai uma grande distância. E isto tem necessariamente que ser mais acentuado por cá, na medida em que a nossa cultura não é muito indústrial. Se por um lado se cultiva um hábito de fazer tudo «em cima do joelho», por outro, temos uma tendência para a conjectura fácil.
Veja-se o Belmiro de Azevedo. A empresa para ele não é propriamente a indústria, mas a esploração da mão de obra... Enfim, muito mais poderia dizer, mas nem sequer me vou dar ao trabalho.
Para mim o DIY insere-se numa realidade. É tão simples como isso. O japão tem a sua, os EUA outra, etc, mas o importante é compreender em que consiste essa realidade e sendo o caso, procurar alterar aquilo que está mal. Isto ultrapassa-nos, quando se olha a coisa no todo, mas podemos tomar a nossa parte.
Boas audições.
Veja-se o Belmiro de Azevedo. A empresa para ele não é propriamente a indústria, mas a esploração da mão de obra... Enfim, muito mais poderia dizer, mas nem sequer me vou dar ao trabalho.
Para mim o DIY insere-se numa realidade. É tão simples como isso. O japão tem a sua, os EUA outra, etc, mas o importante é compreender em que consiste essa realidade e sendo o caso, procurar alterar aquilo que está mal. Isto ultrapassa-nos, quando se olha a coisa no todo, mas podemos tomar a nossa parte.
Boas audições.

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
O coração do sistema!...






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