Aparelhagem do Cobola

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  enxuto em 10/12/2011, 16:08

cobola escreveu:
enxuto escreveu:Se houver sala para isso, uns painéis dão um som muito especial. Ou seja, Magnepan.
Pode-se gostar ou não. Eu gosto, e muito. É outra coisa.

Repito: se a sala (e a esposa, caso haja) deixar. A minha, por exemplo, está difícil.

O VilaSound sabe muito mais disto do que eu, mas as minhas dispensam o sub-woofer.

Cumprimentos,
Ouvi as Magnepan no VilaSound, precisamente. São muito interessantes, detalhadas, com um palco sonoro impressionante, mas falta-lhes baixo a descer à cave. OK, pode-se acrescentar o subwoofer, que não deixa de ser um extra e uma despesa adicional. De todas as pessoas que conheço na vida, nenhuma delas tem sala para aquilo!! É preciso espaço em volta, pois também emitem som pela traseira do painel. Nem se equaciona o factor WAF, pois nem cabem na minha sala. Fácil de resolver, portanto...

Sim, é preciso algum espaço mas não muito. Há quem as pendure na parede...
Quanto ao baixo, é uma questão de gosto. Para mim chega bem, para outros não chega, para outros é demais.

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  99112 em 10/12/2011, 16:23

boas

também tenho curiosidade em ouvir as PMC, mas só existem em Lisboa.

partilho da opinião que as PROAC 140 são um pouco estridentes, principalmente quando elevamos o volume de amplificação a transístores. com válvulas e som mais doce tocam maravilhosamente.

também conheço as D18 e achei-as fantásticas, a valer a diferença de preço para as 140.
tem uma riqueza de detalhe e controlo excepcional, mas esta é a minha opinião.

não me pareceram é ter escala tão grande como as 140, mas, se fosse eu, entre as duas, não hesitava...

as novas Magnepan possuem uma espacialidade excepcional, para a gama de preços, embora não aprecie os painéis (faltam graves), embora estas se não as estivermos a visualizar, por vezes esquecemos que são painéis.

agora, a grande verdade do som é que por vezes o que apreciamos, não é o apreciado pelos outros, portanto convém ouvir primeiro para não se meter argoladas.

cumprimentos



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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  ricardo onga-ku em 10/12/2011, 19:47

enxuto escreveu:
cobola escreveu:
enxuto escreveu:Se houver sala para isso, uns painéis dão um som muito especial. Ou seja, Magnepan.
Pode-se gostar ou não. Eu gosto, e muito. É outra coisa.

Repito: se a sala (e a esposa, caso haja) deixar. A minha, por exemplo, está difícil.

O VilaSound sabe muito mais disto do que eu, mas as minhas dispensam o sub-woofer.

Cumprimentos,
Ouvi as Magnepan no VilaSound, precisamente. São muito interessantes, detalhadas, com um palco sonoro impressionante, mas falta-lhes baixo a descer à cave. OK, pode-se acrescentar o subwoofer, que não deixa de ser um extra e uma despesa adicional. De todas as pessoas que conheço na vida, nenhuma delas tem sala para aquilo!! É preciso espaço em volta, pois também emitem som pela traseira do painel. Nem se equaciona o factor WAF, pois nem cabem na minha sala. Fácil de resolver, portanto...

Sim, é preciso algum espaço mas não muito. Há quem as pendure na parede...
Quanto ao baixo, é uma questão de gosto. Para mim chega bem, para outros não chega, para outros é demais.

Quem as pendura na parede não "pesca" muito do assunto... Será uma ideia da espoisa? Suspect

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  enxuto em 10/12/2011, 21:25

Provavelmente.

Nunca as ouvi numa instalação desse tipo.

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  VilaSound em 11/12/2011, 00:20

99112 escreveu:boas

também tenho curiosidade em ouvir as PMC, mas só existem em Lisboa.


Estão umas PMC GB1i em demonstração na VilaSound.
http://www.vilasound.com.pt/demo.html

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  ricardo onga-ku em 11/12/2011, 09:00

Aproveite a oferta e escute também as PSB (Image) e umas Xavian.
Destas últimas só conheço as de caixa selada e vivia perfeitamente com elas.

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  cobola em 16/12/2011, 15:14

onga-ku escreveu:Algumas notas soltas sobre colunas:
(...)
Importa saber que se decidirmos emparceirar um amplificador a válvulas de impedância de saída elevada com umas colunas "difíceis" a carga muito irregular apresentada por estas últimas irá afectar (ou desequilibrar) de forma notável a resposta de frequências do amplificador, como é possível observar no gráfico que se segue (resposta plana quando a carga é uniforme e muito acidentada quando a carga apresenta variações):
(...)
Acima de tudo convém ter em mente que colunas "difíceis" implicam amplificadores capazes de produzir muita corrente.
(...)
A curva de resposta de frequências é outra característica omissa nas especificações dos fabricantes; os mais sérios dão-nos uma ideia da variação para uma dada gama de frequências medida ao eixo (p.ex. 38Hz - 22kHz ±3dB) e por vezes até a extensão das baixas frequências (p.ex. -6dB at 30Hz) mas infelizmente não se trata da maioria.
(...)
Cumprimentos,
Ricardo
Obrigado, Ricardo, por algumas destas "notas soltas".
Tenho duas questões:
* o que é uma "coluna difícil"? Tem exemplos destas e das "outras", as fáceis?
* até que ponto as especificações das colunas não nos "mentem"? Eu desconfio que sim! Por exemplo, tenho dúvidas que as minhas actuais colunas (KEF iQ5) tenham este baixo: 43Hz - 40kHz (±3 dB, a 15º). Parece aquela história do consumo de combustível dos automóveis, os valores anunciados não têm correspondência na realidade.

cumps.

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  ricardo onga-ku em 16/12/2011, 15:45

cobola escreveu:
onga-ku escreveu:Algumas notas soltas sobre colunas:
(...)
Importa saber que se decidirmos emparceirar um amplificador a válvulas de impedância de saída elevada com umas colunas "difíceis" a carga muito irregular apresentada por estas últimas irá afectar (ou desequilibrar) de forma notável a resposta de frequências do amplificador, como é possível observar no gráfico que se segue (resposta plana quando a carga é uniforme e muito acidentada quando a carga apresenta variações):
(...)
Acima de tudo convém ter em mente que colunas "difíceis" implicam amplificadores capazes de produzir muita corrente.
(...)
A curva de resposta de frequências é outra característica omissa nas especificações dos fabricantes; os mais sérios dão-nos uma ideia da variação para uma dada gama de frequências medida ao eixo (p.ex. 38Hz - 22kHz ±3dB) e por vezes até a extensão das baixas frequências (p.ex. -6dB at 30Hz) mas infelizmente não se trata da maioria.
(...)
Cumprimentos,
Ricardo
Obrigado, Ricardo, por algumas destas "notas soltas".
Tenho duas questões:
* o que é uma "coluna difícil"? Tem exemplos destas e das "outras", as fáceis?

Uma coluna ideal representaria uma "carga" constante para o amplificador mas na realidade os altifalantes "apresentam" uma "carga" que é variável com a frequência, e irá exigir mais ou menos corrente consoante a magnitude e fase da impedância - quando o valor da impedância é baixo, ou existem variações de fase com ângulo acentuado.
Nada como estes exemplos dados pela Stereophile para melhor visualizar esta questão:


magnitude (linha sólida) e fase (linha tracejada)

Os valores de impedância estão acima dos 5 ohms até aos 2kHz,
mas descem a 1 ohm a partir dos 12kHz, numa combinação mortífera
de 2,4 ohms e -70º aos 3,3kHz


magnitude (linha sólida) e fase (linha tracejada)

neste caso temos uma amplitude de 3 ohms ou menos na maior parte
da gama de frequências mas o ângulo de fase é bastanta dócil

cobola escreveu:* até que ponto as especificações das colunas não nos "mentem"? Eu desconfio que sim! Por exemplo, tenho dúvidas que as minhas actuais colunas (KEF iQ5) tenham este baixo: 43Hz - 40kHz (±3 dB, a 15º). Parece aquela história do consumo de combustível dos automóveis, os valores anunciados não têm correspondência na realidade.

Julgo que a maior parte dos fabricantes mais reputados demonstra alguma seriedade nas especificações que apresenta, pode é omitir/não facultar informações importantes como a impedância mínima ou a oscilação em dB para uma dada gama de frequências.
Daí que seja preferível recorrer a medições ou avaliações técnicas efectuadas por terceiros, desde que fiáveis e tendo sempre em conta que a interpretação dos resultados é muitas vezes subjectiva e temperada por interesses comerciais.

Cumprimentos,
Ricardo

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  cobola em 16/12/2011, 16:13

Por exemplo, de tudo o que experimentei (vide acima), onde encontrei melhor compromisso foi no conjunto Atoll IN200 + Vandersteen 1Ci.
Olhando para as características do integrado e das colunas (vide abaixo), haveria alguma forma de alguém entendido na matéria saber, com antecedência e lendo no papel, que esse 'casamento' seria tão bom?
(obrigado pela 'consulta')

Estas são as características das colunas Vandersteen 1Ci:
IMPEDANCE: 6.8 ohms 2 ohms
EFFICIENCY: 90dB with 2.83 volts of pink noise input at 1 meter on axis.
RECOMMENDED AMPLIFICATION: 20 to 100 watts per channel
FREQUENCY RESPONSE: 38Hz to 22,500Hz +or- 3dB
DISPERSION: 38Hz to 15,800Hz 3dB at 30 degrees off axis
CROSSOVER FREQUENCY: 2800Hz, 6dB per octave

E estas as do integrado Atoll IN200:
Power Wrms / ch. / 8 ohms (230v): 120 W
Power Wrms / ch. / 4 ohms (230v): 200 W
Alimentation: 660 VA
Total of capacitors: 62 000 µF
Input Impedance : 220 kohms
Sensitivity: 100 mV
Rate Signal/Noise: 100 dB
Distorsion at 1kHz: 0,05%
Frequency Response: 5Hz-100kHz
Rise Time: 2,5µs
Weight: 13 Kg

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  ricardo onga-ku em 19/12/2011, 21:37

Estive a ler a avaliação técnica das PMC IB-1S no site da Stereophile e fiquei muito mal impressionado com o desempenho do sistema Transmission Line; não sei se isso se deve uma má implementação do sistema ou se é uma característica do mesmo:

JA@Stereophile escreveu:The individual responses of the three drive-units, along with that of the tunnel mouth, are shown in fig.2. (Measurement system was a DRA Labs MLSSA with a calibrated B&K 4006 microphone.) The crossover frequencies are basically as specified, with very steep acoustic slopes apparent. The drivers all roll out smoothly enough, though the midrange dome is a bit ragged-looking at the top of its passband. The tweeter looks to be balanced slightly hot, at least on its axis.




Fig.2 PMC IB-1S, acoustic crossover on tweeter axis at 50",
corrected for microphone response, with the nearfield midrange,
woofer, and port responses plotted below 500Hz, 300Hz,
and 1kHz, respectively.

The woofer extends down to 60Hz, below which it rolls off quite quickly to reach a minimum-motion point at 30Hz. This is the frequency where the back pressure from the internal resonance prevents the woofer cone from moving, all the acoustic output coming from the port in a reflex design, or the mouth in a TL. But you can see from fig.2 that the line's mouth output actually reaches a maximum a little above that frequency and extends almost two octaves higher.

As shown in fig.3, the port output reinforces that of the woofer throughout the 40–120Hz region, with a very sharp rolloff below 40Hz and a lack of energy in the lower midrange before the woofer crosses over to the midrange dome. I suspect that it is this relative lack of energy in the frequency region where orchestral sounds have much of their power that bothered KR, as he indeed hypothesized. And the broad overlap between port and woofer will contribute to the bass "boom" he noted in his auditioning.





Fig.3 PMC IB-1S, anechoic response on tweeter axis at 50",
averaged across 30º horizontal window and corrected for
microphone response, with complex sum of the nearfield midrange,
woofer, and port responses plotted below 300Hz.

(...)

The PMC's measured performance in the midrange and treble are both excellent, throwing into sharp relief its relative lack of achievement in the bass. As Kal notes in his Sidebar on transmission lines, I am somewhat skeptical of the concept. Unfortunately, the PMC IB-1S doesn't mitigate my prejudice against the concept, its low-frequency idiosyncrasies being due, in my opinion, to its TL design. I feel that a more conventional reflex, or even sealed-box, alignment would have produced a better all-around speaker design.

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Mensagem  cobola em 28/1/2012, 17:26

No seguimento das audições que efectuei, acabei por escolher a solução das Vandersteen 1Ci, conjuntamente com o leitor Primare CD-32.

De tudo o que escutei, foi, sem dúvida, o melhor sistema. Por isso, tomei a melhor opção possível.

Em termos de colunas, a hesitação residia nas ProAc Response D18, que também tinham causado bom impacto. No entanto, dois detalhes fizeram pender a balança para as colunas norte-americanas: nas Vandersteen, o baixo é mais delicioso, mais encorpado e profundo, com igual detalhe e presença. Para além do mais, ainda diferem das britânicas em cerca de 800€ para menos... Poderia discutir a estética dos modelos, mas o que me interessa principalmente é o som.

Deixando uma análise detalhada para outras calendas, registo duas constatações, duas certezas:
1. As especificações das colunas no papel valem o que valem. Isto, porque, a experiência sonora na sala de audição tem, com certeza, uma assinatura sónica própria do espaço. E na minha sala, tem outra! Notei um pouco menos envolvência do som como o sentido durante a audição: aqui, tudo me pareceu mais harmonioso e integrado, mas em casa noto uma maior predominância nos médios e o baixo com um pouco mais de reverberação. Isto deve-se pela proximidade das paredes e dos móveis na minha sala, o que não ocorria na sala de audição. E, com certeza, não ocorre nas medições técnicas que aparecem nos folhetos. Mas como dificilmente conseguimos reunir essas condições em nossas casas, por isso digo que os folhetos têm um valor relativo. É claro que podemos agora atenuar com cabos de coluna, de sector, de isolamento nas paredes, com carpetes e cortinados, etc, etc, mas isto já são apêndices e que não negam a evidência.

2. É gritante a diferença de qualidade entre os CD's de música. Alguns soam que é uma delícia: instrumentos bem separados, timbres correctos, amplitude, espacialidade e tridimensionalidade, graves, médios e agudos todos no sítio. Outros há cujo som mais parece saído de um funil, sem sobressaliência alguma. Ouvi-los a meia altura é um suplício. E nem tem a ver com a idade da gravação ou com a sofisticação da produtora discográfica, mas confesso que ainda não descobri o padrão: oiçam o 'Adele 21', por exemplo, onde esperava um grande domínio vocal, sai uma massa pouco definida e ruidosa, comparativamente a outros (Joss Stone, em "Soul Sessions"). Por norma, os cd's com o epíteto 'audiófilo' são os que não desapontam, mas tenho acesso a cd's de editoras pequenas cuja gravação mete no bolso a de muitas grandes discográficas. Mas não deixa de ser frustrante investir no equipamento e a matéria-prima sonora não corresponder. Colectâneas (Best OF...) e gravações ao vivo são quase sempre uma desgraça. E depois de comprar o CD e ele não corresponder, o que fazemos? Damo-lo como presente a aniversariante pouco exigente? Vendemo-lo como recém-usado a incautos, mas com prejuízo? Ou, antes, mais vale ouvir uma versão "flac pirata" e, só depois, na certeza, comprar o original? Com certeza é matéria de grande discussão...

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  manel1 em 29/1/2012, 07:45

Viva

Já ouvi as Vandersteen 2Ce (pelos comentários que já li as 1Ci também são muito boas) o leitor de CD da Primare e na minha opinião são excelentes produtos, certamente te aí em casa um sistema com muita qualidade, parabéns pelas aquisições e venham daíi umas fotos. cheers

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  ricardo onga-ku em 29/1/2012, 08:08

cobola escreveu:É gritante a diferença de qualidade entre os CD's de música. Alguns soam que é uma delícia: instrumentos bem separados, timbres correctos, amplitude, espacialidade e tridimensionalidade, graves, médios e agudos todos no sítio. Outros há cujo som mais parece saído de um funil, sem sobressaliência alguma. Ouvi-los a meia altura é um suplício.

Essa capacidade de expor de forma crua as diferenças entre CDs e gravações é um indicador da qualidade do sistema (pode dever-se também a um empolamento dos agudos mas não é o caso das Vandersteen).
No meu caso tenho a sorte de escutar maioritariamente música clássica onde a qualidade média de som é de facto muito boa.

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  cobola em 29/1/2012, 15:33

manel1 escreveu:Viva

Já ouvi as Vandersteen 2Ce (pelos comentários que já li as 1Ci também são muito boas) o leitor de CD da Primare e na minha opinião são excelentes produtos, certamente te aí em casa um sistema com muita qualidade, parabéns pelas aquisições e venham daíi umas fotos. cheers
Não encontrei exemplares das 2Ci para escuta, mas seguramente estariam sobredimensionadas para o meu espaço.

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  cobola em 29/1/2012, 15:37

onga-ku escreveu:Essa capacidade de expor de forma crua as diferenças entre CDs e gravações é um indicador da qualidade do sistema (pode dever-se também a um empolamento dos agudos mas não é o caso das Vandersteen).
No meu caso tenho a sorte de escutar maioritariamente música clássica onde a qualidade média de som é de facto muito boa.

Ricardo
As Vandersteen têm, na rectaguarda, um regulador de intensidade de agudos. Inicialmente coloquei-o a -3dB. Julgo que o facto de os equipamentos ainda estarem em rodagem também terá afectado esta minha percepção. Por isso, volvido um mês, já voltei a colocar o regulador no ponto zero.

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Régua de alimentação

Mensagem  cobola em 29/1/2012, 15:44

Basicamente, preciso comprar uma ficha tripla.
Acto contínuo, levou-me a ponderar a compra de uma régua de alimentação. Atendendo ao equipamento a conectar (integrado Atoll IN200 e leitor Primare cd32), o que me aconselhariam? Será imprescindível servir de filtro e de protecção contra picos de corrente?

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Re: Aparelhagem do Cobola

Mensagem  ricardo onga-ku em 29/1/2012, 16:35

cobola escreveu:Basicamente, preciso comprar uma ficha tripla.
Acto contínuo, levou-me a ponderar a compra de uma régua de alimentação. Atendendo ao equipamento a conectar (integrado Atoll IN200 e leitor Primare cd32), o que me aconselhariam? Será imprescindível servir de filtro e de protecção contra picos de corrente?

Na maioria dos equipamentos electrónicos existe na fonte de alimentação um filtro e um fusível que, se não estou em erro, protege os equipamentos dos picos de corrente.
Por isso optei por uma régua Legrand com protecções anti-dedo de criança e passei também a ter as crianças protegidas.

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