Dac Magic
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Dac Magic
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Apenas uma pequena deixa,a quem tenha um Dac Magic da Cambridge aconselho vivamente a usarem a entrada Toslink,a diferença é grande para a coaxial ou usb!!
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castro- Membro Audiopt

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Re: Dac Magic
Segundo a avaliação técnica efectuada pela Stereophile os níveis de jitter com a ligação USB são de tal modo elevados que a mesma não tem condições para ser utilizada em audições sérias:
"its USB input is really of only utility quality and shouldn't be used for serious listening"
http://www.stereophile.com/content/cambridge-audio-azur-dacmagic-da-converter-measurements
"its USB input is really of only utility quality and shouldn't be used for serious listening"
http://www.stereophile.com/content/cambridge-audio-azur-dacmagic-da-converter-measurements
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onga-ku- Equipa Audiopt - Colaborador

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Re: Dac Magic
onga-ku escreveu:
"its USB input is really of only utility quality and shouldn't be used for serious listening"
Desde quando é que começas-te a dar importância à opinião de uma revista ?
na whathifi...
One of the best DACs we've tested
Kicking off with USB, the Cambridge proves to be an across-the-board upgrade on the sound provided by a direct laptop-to-amp connection.
http://www.whathifi.com/review/Cambridge-Audio-DacMagic/

Joao Paulo- Membro Audiopt

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Re: Dac Magic
onga-ku escreveu:Segundo a avaliação técnica efectuada pela Stereophile os níveis de jitter com a ligação USB são de tal modo elevados que a mesma não tem condições para ser utilizada em audições sérias:
"its USB input is really of only utility quality and shouldn't be used for serious listening"
http://www.stereophile.com/content/cambridge-audio-azur-dacmagic-da-converter-measurements
Joao Paulo escreveu:Desde quando é que começas-te a dar importância à opinião de uma revista ?
Ora relê lá o que eu escrevi s.f.f.
Onde é que eu falei em opinião?
Os gráficos não mentem...
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onga-ku- Equipa Audiopt - Colaborador

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Re: Dac Magic
onga-ku escreveu:
Os gráficos não mentem...
Nem dizem se os nossos ouvidos gostam ou não...

Joao Paulo- Membro Audiopt

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Re: Dac Magic
Claro que não.
Há quem goste de andar sempre de óculos escuros, ou de comer tudo com ketchup...
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Re: Dac Magic
onga-ku escreveu:Claro que não.
Há quem goste de andar sempre de óculos escuros, ou de comer tudo com ketchup...![]()

Joao Paulo- Membro Audiopt

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Re: Dac Magic
Eu tenho um Dac Magic, que muito bem se tem portado, e noto diferenças entre USB e coaxial, posso confirmar.
Nunca experimentei Toslink, visto a maioria das opiniões que li tenderem para o coaxial.
Nunca experimentei Toslink, visto a maioria das opiniões que li tenderem para o coaxial.
Horsound- utilizador iniciado
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Re: Dac Magic
A melhor ligação sempre foi a óptica, contra tudo o que diziam, é a ligação com mais potencialidades.
A Panasonic sempre esteve certa!...e a Wadia também! E um cabo para funcionar correctamente em termos digitais, não
tem que ser o mais curto possivel como os analógicos, tem de ter pelo menos 1 metro e meio.
A Panasonic sempre esteve certa!...e a Wadia também! E um cabo para funcionar correctamente em termos digitais, não
tem que ser o mais curto possivel como os analógicos, tem de ter pelo menos 1 metro e meio.
jorge campos- utilizador iniciado
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Re: Dac Magic
jorge campos escreveu:... E um cabo para funcionar correctamente em termos digitais, não
tem que ser o mais curto possivel como os analógicos, tem de ter pelo menos 1 metro e meio.
Viva
Peço desculpa mas não entendi a afirmação acima. O que é que o comprimento (dentro do razoável) influência a qualidade do sinal? Comprimento minimo porquê?
Cumprimentos
Vítor Almeida
Vítor Almeida- utilizador iniciado
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Re: Dac Magic
Horsound escreveu:Eu tenho um Dac Magic, que muito bem se tem portado, e noto diferenças entre USB e coaxial, posso confirmar.
Nunca experimentei Toslink, visto a maioria das opiniões que li tenderem para o coaxial.
Julgo que a maioria das opiniões tendem para o coaxial por duas razões:
- a primeira prende-se com a topologia de um cabo óptico que não é facilmente "enfeitado" ou "recriado" para forma a se justificar um preço "audiófilo"; é simplesmente um condutor óptico com fichas standard Toslink (ligação Toshiba) pouco atractivo para quem compra (com os olhos) e para quem produz/vende (pois não consegue encher o olho)
- a segunda deve-se ao facto de este afectar menos o sinal, indo contra a filosofia dos audiófilos "comparadores" de cabos que preferem experimentar as diferenças ou interferências produzidas por alguns cabos coaxiais de 75Ohm com fichas standard S/PDIF (interface digital Sony/Philips) menos bem concebidos
Julgo também que o duo Sony/Philips é mais poderoso e como tal conseguiu levar avante o seu interface.
Quanto ao comprimento ideal para uma ligação coaxial com ligação S/PDIF sugiro a leitura deste texto: http://www.positive-feedback.com/Issue14/spdif.htm
Cumprimentos,
onga-ku
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onga-ku- Equipa Audiopt - Colaborador

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Re: Dac Magic
Viva
Muito obrigado Onga-ku pelo link para o artigo sobre o comprimento minimo de cabos digitais (não ópticos).
Para mim isto do áudio e do vídeo é um hobby e o que me dá algum gozo e me faz voltar é, sobretudo, o poder aprender sempre mais alguma coisa inclusive com as perguntas que às vezes são feitas e me fazem reflectir mais sobre este ou aquele assunto.
Quanto ao comprimento minimo dos cabos digitais ser de 1,5 metros ainda estou a digerir o artigo que indicou no post anterior. Concordo com a maioria do artigo pois, quando se fala de tempo de subida e descida do sinal, está a falar-se de frequências mais ou menos elevadas (quanto menor o tempo de subida e descida mais altas são as frequências envolvidas - um sinal quadrado pode ser descomposto num número infinito de frequência); quando se fala do facto da adaptação de impedâncias evitar as reflexões e maximizar a transferência de potência (dai, por exemplo, um amplificador com saída com 8 ohms de impedância dever ser ligado a colunas com 8 ohms de impedância de entrada, etc.) não posso fazer outra coisa senão concordar. Logo como as impedâncias variam com as frequências e a variação da impedância com a frequência é um facto, podem acontecer reflexões se houver desadaptação de impedância (as reflexões comportam-se mais ou menos como as ondas numa banheira em que batem num dos lados e recuam até ao outro e assim sucessivamente até se atenuarem completamente, se a adaptação for perfeita, é como se as paredes não existissem e a onda continua a propagar-se infinitamente sem nunca retornar - a onda só irá morrer devido à atenuação). Até aqui, concordo com tudo no artigo embora dito de forma ligeiramente diferente!
Sobre o comprimento minimo de um cabo digital é que eu nunca tinha pensado no assunto! As relexões prejudicarem a amostragem dos sinais pode realmente ser um facto mas, se bem me lembro, do lado do receptor os sinais são amostrados a meio do bit time (não no inicio ou no fim) e o meio do bit depende do bit rate. O inicio da transição do sinal digital e logo os tempos de subida e descida são importantes para o receptor ajustar a frequência de relógio (clock) e a fase com que realiza a amostragem. Pode haver algum deslizamento do relógio usado na amostragem e isso vir a causar algum jitter. Ainda vou digerir este assunto com algum cuidado antes de me pronunciar mais, sobretudo dado o artigo ter sido escrito por alguém que se dedica a este assunto quase em exclusivo há longos anos e que por isso deve merecer respeito (o artigo parece-me bem escrito) mas, apesar disso, não mostra dados comparativos, medidas, etc.. Temos de nos fiar apenas na palavra do autor.
Apesar de concordar, ou não, com o artigo penso que o facto de se utilizarem cabos electricos para sinais digitais com pelo menos 1,5 metros não vai trazer grande mal ao mundo, penso eu, dado que a atenuação envolvida num cabo normal ser baixa e a impedância não se alterar muito com mais alguns centimetros de cabo.
Cumprimentos
Vítor Almeida
Muito obrigado Onga-ku pelo link para o artigo sobre o comprimento minimo de cabos digitais (não ópticos).
Para mim isto do áudio e do vídeo é um hobby e o que me dá algum gozo e me faz voltar é, sobretudo, o poder aprender sempre mais alguma coisa inclusive com as perguntas que às vezes são feitas e me fazem reflectir mais sobre este ou aquele assunto.
Quanto ao comprimento minimo dos cabos digitais ser de 1,5 metros ainda estou a digerir o artigo que indicou no post anterior. Concordo com a maioria do artigo pois, quando se fala de tempo de subida e descida do sinal, está a falar-se de frequências mais ou menos elevadas (quanto menor o tempo de subida e descida mais altas são as frequências envolvidas - um sinal quadrado pode ser descomposto num número infinito de frequência); quando se fala do facto da adaptação de impedâncias evitar as reflexões e maximizar a transferência de potência (dai, por exemplo, um amplificador com saída com 8 ohms de impedância dever ser ligado a colunas com 8 ohms de impedância de entrada, etc.) não posso fazer outra coisa senão concordar. Logo como as impedâncias variam com as frequências e a variação da impedância com a frequência é um facto, podem acontecer reflexões se houver desadaptação de impedância (as reflexões comportam-se mais ou menos como as ondas numa banheira em que batem num dos lados e recuam até ao outro e assim sucessivamente até se atenuarem completamente, se a adaptação for perfeita, é como se as paredes não existissem e a onda continua a propagar-se infinitamente sem nunca retornar - a onda só irá morrer devido à atenuação). Até aqui, concordo com tudo no artigo embora dito de forma ligeiramente diferente!
Sobre o comprimento minimo de um cabo digital é que eu nunca tinha pensado no assunto! As relexões prejudicarem a amostragem dos sinais pode realmente ser um facto mas, se bem me lembro, do lado do receptor os sinais são amostrados a meio do bit time (não no inicio ou no fim) e o meio do bit depende do bit rate. O inicio da transição do sinal digital e logo os tempos de subida e descida são importantes para o receptor ajustar a frequência de relógio (clock) e a fase com que realiza a amostragem. Pode haver algum deslizamento do relógio usado na amostragem e isso vir a causar algum jitter. Ainda vou digerir este assunto com algum cuidado antes de me pronunciar mais, sobretudo dado o artigo ter sido escrito por alguém que se dedica a este assunto quase em exclusivo há longos anos e que por isso deve merecer respeito (o artigo parece-me bem escrito) mas, apesar disso, não mostra dados comparativos, medidas, etc.. Temos de nos fiar apenas na palavra do autor.
Apesar de concordar, ou não, com o artigo penso que o facto de se utilizarem cabos electricos para sinais digitais com pelo menos 1,5 metros não vai trazer grande mal ao mundo, penso eu, dado que a atenuação envolvida num cabo normal ser baixa e a impedância não se alterar muito com mais alguns centimetros de cabo.
Cumprimentos
Vítor Almeida
Vítor Almeida- utilizador iniciado
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Re: Dac Magic
Caro Vítor,
Falta ainda acrescentar que certos DAC efectuam reclocking de dados e nesse caso o cabo deixa de entrar na equação.
Este reviewer experimentou usar um cabide entre o leitor e o DAC e não notou diferenças na escuta:
Of course, one of the great strengths of the DAC1 PRE and it's much-lauded jitter-rejection circuitry is not how great it sounds when used with a $1000 transport, but how great it sounds with a $100 (or less) transport.
To test this, I connected the DAC1 PRE to a 15-year-old CD-ROM drive that I picked up on eBay for around $7 (an NEC MultiSpin 6xe, which happens to have a coaxial digital output built-in), and used a coat hanger for a digital interconnect.
Seriously...a coat hanger.
Anyway, I settled in for an afternoon of comparing this rather Mickey-Mouse setup to the Marantz/DAC1 combo.
It only took a few tracks to realize that trying to find audible differences here was going to be as pointless as it was trying find them between the DAC1 PRE and the solo Marantz.
I opted instead to spend the day enjoying a broad range of gorgeous, non-fatiguing, compellingly presented music, courtesy my $7 transport/coat hanger/DAC1 PRE combo, with all the dynamics, clarity of focus and inner detail that I had grown to expect from the Benchmark.
Due to the unscientific nature of this "test", I can't guarantee that transport quality makes no difference to the sound of the DAC1 PRE, but I can say that it makes perfectly enjoyable, engaging music being driven by just about anything.
http://www.enjoythemusic.com/magazine/equipment/0309/benchmark_dac1_pre.htm
Claro que se trata de uma avaliação subjectiva, nada científica, e com um tom jocoso mas que não deixa de ser interessante.
Cumprimentos,
Ricardo
Falta ainda acrescentar que certos DAC efectuam reclocking de dados e nesse caso o cabo deixa de entrar na equação.
Este reviewer experimentou usar um cabide entre o leitor e o DAC e não notou diferenças na escuta:
Of course, one of the great strengths of the DAC1 PRE and it's much-lauded jitter-rejection circuitry is not how great it sounds when used with a $1000 transport, but how great it sounds with a $100 (or less) transport.
To test this, I connected the DAC1 PRE to a 15-year-old CD-ROM drive that I picked up on eBay for around $7 (an NEC MultiSpin 6xe, which happens to have a coaxial digital output built-in), and used a coat hanger for a digital interconnect.
Seriously...a coat hanger.
Anyway, I settled in for an afternoon of comparing this rather Mickey-Mouse setup to the Marantz/DAC1 combo.
It only took a few tracks to realize that trying to find audible differences here was going to be as pointless as it was trying find them between the DAC1 PRE and the solo Marantz.
I opted instead to spend the day enjoying a broad range of gorgeous, non-fatiguing, compellingly presented music, courtesy my $7 transport/coat hanger/DAC1 PRE combo, with all the dynamics, clarity of focus and inner detail that I had grown to expect from the Benchmark.
Due to the unscientific nature of this "test", I can't guarantee that transport quality makes no difference to the sound of the DAC1 PRE, but I can say that it makes perfectly enjoyable, engaging music being driven by just about anything.
http://www.enjoythemusic.com/magazine/equipment/0309/benchmark_dac1_pre.htm
Claro que se trata de uma avaliação subjectiva, nada científica, e com um tom jocoso mas que não deixa de ser interessante.
Cumprimentos,
Ricardo
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NB: o autor desta mensagem não escreve segundo o "novo acordo ortográfico"

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Re: Dac Magic
Viva, Onga-ku
Em muitas das coisas que escrevo e em que ponho em causa, de certa forma, os cabos carissimos, tenho o cuidado de referir que estou a falar na alternativa de usar cabos normais com fichas normais e não de arame. Nunca me tinha lembrado de um cabide de arame.
Pode acontecer até que o cabide, para as frequências em jogo no caso em questão, até seja muito linear! Ou que o DAC em causa seja muito bom no circuito de entrada de obtenção do clock e na amostragem do sinal (pensamento: ainda tenho de ir investigar um pouco mais acerca do formato real destes sinais antes estar aqui com mais "dicas").
Concordo quando refere que a maioria dos artigos que se lêem são subjectivos e contêm muitos poucos dados em termos de algo mesurável. Os fabricantes também promovem em parte esta situação porque assim não se pode comparar sistemas de uma forma mais exacta e o marketing ajuda a vender os sistemas mais do que as suas reais qualidades. Quando é que viram um fabricante de colunas fornecer as curvas de impedância vs frequência daquilo que vende? E quanto à saída dos amplificadores? E ...? Eu sei que parte dos utilizadores não estão interessados nem sabem interpretar essas curvas mas ... Eu nem sequer consegui descobrir as caracteristicas da saída de auscultadore do meu Pioneer LX73, e não foi por não procurar!
São muito melhores para a indústria e o comércio audio e video os testes subjectivos em que se diz que soa melhor, soa mais redondo, tem mais graves, tem mais definição, tem mais ... mas baseado em quê? Apenas nos ouvidos de cada testador? No marketing? já viram a "bronca" se se demonstrasse, sem dúvidas, que um sistema de baixo custo conseguia ter o mesmo desempenho de um que custa muito mais caro.
Isto já é um problema meu antigo. Quando ando a vasculhar as revistas da especialidade para adquirir algum componente as opiniões raramente deixam de ser subjectivas e, pior, por vezes comparam apenas equipamentos da mesma gama de preços, em vez dos equipamentos todos do mesmo tipo. Como podemos saber se um mais caro é melhor do que um mais barato que ficou em primeiro lugar (ver prémios What HI Fi, por exemplo)?
Cumprimentos
Vítor Almeida
Em muitas das coisas que escrevo e em que ponho em causa, de certa forma, os cabos carissimos, tenho o cuidado de referir que estou a falar na alternativa de usar cabos normais com fichas normais e não de arame. Nunca me tinha lembrado de um cabide de arame.
Pode acontecer até que o cabide, para as frequências em jogo no caso em questão, até seja muito linear! Ou que o DAC em causa seja muito bom no circuito de entrada de obtenção do clock e na amostragem do sinal (pensamento: ainda tenho de ir investigar um pouco mais acerca do formato real destes sinais antes estar aqui com mais "dicas").
Concordo quando refere que a maioria dos artigos que se lêem são subjectivos e contêm muitos poucos dados em termos de algo mesurável. Os fabricantes também promovem em parte esta situação porque assim não se pode comparar sistemas de uma forma mais exacta e o marketing ajuda a vender os sistemas mais do que as suas reais qualidades. Quando é que viram um fabricante de colunas fornecer as curvas de impedância vs frequência daquilo que vende? E quanto à saída dos amplificadores? E ...? Eu sei que parte dos utilizadores não estão interessados nem sabem interpretar essas curvas mas ... Eu nem sequer consegui descobrir as caracteristicas da saída de auscultadore do meu Pioneer LX73, e não foi por não procurar!
São muito melhores para a indústria e o comércio audio e video os testes subjectivos em que se diz que soa melhor, soa mais redondo, tem mais graves, tem mais definição, tem mais ... mas baseado em quê? Apenas nos ouvidos de cada testador? No marketing? já viram a "bronca" se se demonstrasse, sem dúvidas, que um sistema de baixo custo conseguia ter o mesmo desempenho de um que custa muito mais caro.
Isto já é um problema meu antigo. Quando ando a vasculhar as revistas da especialidade para adquirir algum componente as opiniões raramente deixam de ser subjectivas e, pior, por vezes comparam apenas equipamentos da mesma gama de preços, em vez dos equipamentos todos do mesmo tipo. Como podemos saber se um mais caro é melhor do que um mais barato que ficou em primeiro lugar (ver prémios What HI Fi, por exemplo)?
Cumprimentos
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Re: Dac Magic
já viram a "bronca" se se demonstrasse, sem dúvidas, que um sistema de baixo custo conseguia ter o mesmo desempenho de um que custa muito mais caro.
Isso não é bronca nenhuma. Acontece frequentemente. Curiosamente, quando sugiro isso a alguns clientes meus, acham que os estou de alguma forma a tentar enganar.
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Gustavo Rosa - www.vilasound.pt

VilaSound- Profissional
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