Hifishow Lisboa 2010

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Re: Hifishow Lisboa 2010

Mensagem  onga-ku em 31/10/2010, 08:48

Eu acho que a salvação passa pelo Conhecimento, é este que nos permite desmascarar os embustes da indústria.

Por isso, e para voltar ao tópico do xô, os sistemas apresentados podem não dispor das melhores condições mas o desempenho no certame não andará assim tão longe das suas "verdadeiras" capacidades...
Ou então, como dizem e bem os reviewers, é tudo uma questão de habituação (está na nossa natureza)... Very Happy

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Re: Hifishow Lisboa 2010

Mensagem  SergioRZ em 31/10/2010, 10:00

onga-ku escreveu:Um sistema neutro tem obrigatoriamente de discriminar as boas das más gravações, as boas das más prensagens, as boas das más masterizações; é imperativo que o faça pois a música é composta de diferentes frequências tocadas com diferentes intensidades.


Certo. Vou mais longe... mesmo um sistema menos bom em condições normais o faz, pois a influência da fonte sobre o resultado final é demasiado grande para desaparecer assim "sem mais nem menos".

onga-ku escreveu:Numa das salas escutei um LP de um concerto para clarinete ao qual faltava dinâmica e não foi preciso conhecer a qualidade da fonte para o perceber - bastou ouvir - e ainda assim consegui identificar algumas deficiências.


Lá está... como sabias que não era um problema da fonte? Como sabias que estavas a ouvir algo provocado pelo sistema e não algo que a própria fonte já tinha?

onga-ku escreveu:Em seguida pedi que tocassem o CD que levava comigo e sem dúvida que esta gravação foi mais reveladora; aliás isto passou-se em três salas o que permitiu, tendo em conta a semelhança entre os espaços, que fosse possível comparar o desempenho entre os sistemas aí instalados (piso dos quartos).


É uma boa estratégia. Mas também terá tanta mais validade quanto maior for a nossa confiança na qualidade da fonte, seja por via de audição e/ou também através de pesquisa cujo resultado demonstre tratar-se de uma fonte credível em termos de fidelidade sonora.

onga-ku escreveu:Quanto às avaliações de curta duração, lembras-te de quanto tempo precisaste para determinar a qualidade de desempenho do sistema do Tube Dude (se é que o ouviste); levaste masterizações high end?


Bastaram 15 segundos para perceber o tipo de som/performance desse sistema. Por acaso tudo o que tocou é o que eu considero "masterização audiófila". Bons CD's quase todos dos anos 80, sem compressão e com transferências "flat"... um que me lembro em particular era do Bob Marley famoso com masterização soberba do Barry Diament, um CD usado em demonstrações "sérias" em todo o mundo há muitos anos. Aliás, dos CD's que vi em casa dele, vi muita coisa com boa qualidade... ou achas que alguém como o Tube Dude não sabe bem qual a importância dos conteúdos que toca para fazer justiça à transparência do seu sistema? O homem não é tolo Smile

onga-ku escreveu:Há quanto tempo é que convives com o teu actual sistema? Se não estou em erro a fonte de vinil é recente, assim como as colunas.


Bom, com a sala, há 7 anos... O meu sistema terá menos de dois anos mas já ouvi ali tanta música que nem dá para contabilizar (além de que os componentes que o formam não me eram desconhecidos antes de os comprar). O gira-discos já tocou mais de 500 LP's. Acho que já estou qualificado como conhecedor do meu sistema/espaço. Na verdade bastava 1 mês... porque ouço música de forma dedicada todos os dias. Seria mais do que suficiente para conhecer bem o sistema...

onga-ku escreveu:Quanto tempo é que levaste a perceber que as YG estavam a tocar mal (naquela posição, naquela sala)?


10 segundos... naquela posição, naquela sala, com aqueles componentes e aquela fonte/conteúdo que ouvi! Foi uma decepção, depois explico porquê Wink

onga-ku escreveu:Continuo a frisar que o mais importante é o tipo de música que se utiliza para avaliar as características sonoras; para que se perceba se a resposta de frequências está linear é necessário o recurso a música com som contínuo que cubra todo o espectro, muitos instrumentos a tocar em simultâneo para determinar deficiências ao nível da intermodulação, gravações não amplificadas de instrumentos acústicos para determinar a "naturalidade" ou "verosimilhança", e gravações de vozes com uma sonoridade natural...


Tudo isso ajuda a fazer uma avaliação mais rápida e com menor margem de erro. Estamos de acordo. Mas eu não podemos esquecer que esses defeitos, assim identificados, não deixam de existir com música mais "simples", que portanto também serve para avaliar o sistema, pode é dr mais trabalho ou demorar mais tempo, ou exigir outro tipo de concentração auditiva.

onga-ku escreveu:Quanto ao piano, parece-me então que estamos de acordo, que a variável não está na "afinação" do sistema mas sim na adequação das colunas ao espaço já os resultados sonoros não têm qualquer relação com o piano (que ou está afinado ou não) mas com a interacção entre este e as características acústica da sala onde está instalado.


É isso que tenho estado a tentar explicar. O que se pretende é que a fonte deixe de ser uma variável, tal como um piano afinado. Depois sim podes dizer que a variável estava no sistema/espaço etc...

Só podes tirar tal conclusão sabendo se o piano está ou não afinado. Conhecendo a fonte...

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Assemblagem de Sistema

Mensagem  Melomaníaco em 31/10/2010, 11:53

Esperando que seja este o local próprio para o fazer, gostaria de colocar ao Senhor forista João Gouveia/A Pauca Sed Bona,
as seguintes questões, relativas ao sistema nº 1 por ele apresentado no AudioShow do passado fim de semana e tendo como base o tópico "Custos",

1- Qual é a escala que utiliza para considerar um sistema de 6.000,00 Euros, um sistema de entrada?

2- No sistema 1, qual a sua justificação para investir quase a mesma quantia num par de colunas e numa régua de alimentação?

3- No mesmo sistema, qual a razão para que o investimento em IC e SC seja o mesmo que para com o gira-discos?

4- Qual a razão para que o investimento na célula deste sistema represente cerca de 2,4% do total?

Ficar-me-ia por aqui antes de passar a outras questões sobre o sistem 2 e de ordem geral.

Cumprimentos,

João

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Re: Hifishow Lisboa 2010

Mensagem  vrtavares em 31/10/2010, 13:19

No caso dos sistemas que são demontrados nos quartos (espaços mais pequenos) será que soam de forma igual, independentemente do números de pessoas presentes?

Estou em querer que existem diferenças consoante o quarto esteja cheio ou vazio... ou estarei errado?

vrtavares
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Re: Hifishow Lisboa 2010

Mensagem  manel1 em 31/10/2010, 15:32

Guilherme escreveu:Eu acho que se discute muito em fóruns e ouve-se pouca música. Desde que aqui cheguei tenho reparado nisso. Não sei se será normal neste tipo de fóruns ou em fóruns num modo geral. Fica-se com a ideia que as pessoas andam num jogo, como o do gato e do rato, tipo, o meu é melhor que o teu, não percebo isso., deve estar já na génese humana, ou então o natal já se está a aproximar e anda tudo muito tenso.

Eu gosto muito de ouvir música, se puder ouvi-la num bom sistema melhor, mas o que será um bom sistema? O que custa milhares de euros? Ou será aquele que agrada mais no seu todo enquanto o ouvimos? Ou será aquele mais simples, sem os ditos acessórios mágicos só para nos iludir e para se gastar dinheiro com o fim de fazer crescer as contas bancárias dos que vendem essas aparelhagens?

Não sei, não faço ideia, nem tão pouco do fim a atingir, mas quando se ouvem e leêm relatos em blogs e fóruns de pessoas que gastam milhares de euros em acessórios, relatos de pessoas que hoje compraram um gira-discos, e passados 3 mêses foram comprar outro, fico confuso não percebo qual o objectivo dessas pessoas. Como é que serão na sua vida profissional, pessoal. Será que também que trocam de mulher de 3 em 3 mêses, trocam também de carro assim desse modo?

deixo aqui uma pergunta, quanto tempo dedicam das suas vidas a ouvir música em casa?

Cumprimentos a todos
Guilherme


Viva

Compreendo perfeitamente o seu ponto de vista, mas já agora atente no meu:

-A finalidade principal dos shows não é ouvir música, a finalidade dos vendedores é vender, publicitar, para isso é conveniente levar algo novo, que deixe as pessoas a pensar se é este o equipamento que vai trazer melhorias ao seu sistema audio (poucas pessoas se dão ao trabalho de lá ir só para ouvir de novo o que já se conhece), portanto a motivação do público é ver algo novo (sempre numa esperança inconsciente de encontrar de algo revolucionário), é passar uns bons momentos , encontrar os amigos ou pessoas que comungam destes interesses.

-No que respeita a mudanças dos nossos sistemas, cada mudança para melhor no nosso sistema encoraja-nos para continuarmos no caminho da almejada perfeição, quanto maior for esse desejo de perfeição maior será a insatisfação e vontade de mudar, para muita gente esta procura e mudança de componentes também dá algum gozo. Acaba por ser um pouco como a conhecida expressão ''o melhor da festa é o tempo de espera, os preparativos'', pois assim que consumamos o que consideramos um upgrade, estamos muitos de nós predispostos para pensarmos no seguinte, isto é intrínseco à natureza humana. Muitas são as pessoas que conseguem atingir os os seus objectivos na vida, mas poucas são aquelas com discernimento, serenidade e capacidade para gozar plenamente tudo o foram conseguindo, em 2010 não é defeito, é feitio (ainda não estamos assim tão evoluídos).

-Relativamente a ouvir sons e ouvir música, convém aqui salientar que são coisas distintas, plenamente válidas e que podem coexistir em harmonia.
Muitos de vós já ouviram falar em musico-terapia, pois bem, aqui os sons têm uma grande importância, a melodia pode não ser das mais elaboradas, tem apenas a sua importância sempre relativa, tal como os sons que não necessitam de ser nada do outro mundo, mas a conjugação dos sons numa forma mais ou menos melódica tem em nós grande influencia.
Certamente que também conhecem ou ouviram falar de alguns mantras, há até quem advogue que certas orações não são mais que mantras, estes para surtir o efeito desejado devem ser usados na sua língua nativa, pois é essa sonoridade a responsável pelos efeitos desejados e para os quais foram criados.
Eu digo sem qualquer constrangimento, ou preconceito que gosto de sons, adoro ouvir por exemplo um violoncelo, toda aquela sonoridade típica do instrumento parece ressoar em mim, simplesmente da-me prazer, é claro que uma composição músical de sons de instrumentos de que gosto ouvida ao vivo é algo para mim simplesmente fantástico. Sempre gostei de composições de musica Jazz muito simples, isto é, com poucos instrumentos (um instrumento de sopro, bateria e violoncelo), no entanto durante anos e anos apenas coleccionei música Pop (gostava e continuo a gostar) e porque? simples, não me importo de ouvir no rádio de pilhas os êxitos do momento e desses momentos retirar grande prazer, mas num rádio de pilhas não ouço um violoncelo (talvez ouça metade) numa esplanada de café não consigo ouvir o suave percutir das baquetas no prato da bateria, ou seja, aquilo que mais me dá prazer eu não consigo sentir, na esplanada ouço a melodia, mas música é muito mais que apenas melodia.
Desde já se vê porque um bom sistema de som sempre foi para mim condição essencial para usufruir na plenitude da musica de determinados géneros musicais, só ultimamente tenho comprado musica de Jazz, pois com o sistema actual já ouço alguma coisinha.

Só mais uma palavra relativa aos sistemas de som e à sua audição em shows. Para mim conhecer bem a gravação é essencial, devemos ouvir uma musica que conheçamos bem.
Quando ouvimos um sistema podemos ficar a saber o que determinados componentes podem fazer bem, mas é dificil saber qual deles esta a fazer algo mal. Se escutarem um instrumento e este soar muito bem, já sabem ate onde cada um dos componentes dos sistema de som pode ir em termos qualitativos, mas se estiver a soar mal, bem aí a culpa pode ser de muita coisa.
Para complicar tudo vamos supor que estamos a ouvir um sistema que esta a soar muito bem, num outro dia ouvimos o mesmo sistema com a mesma musica e já não soa tão bem, pois é, talvez seja a sala.
Depois ainda temos aquele problema que por exemplo se apresenta se um leitor de CD tiver uns agudos algo estridentes, mas o facto ser acolitado com umas colunas com características opostas nesta gama de frequências leva a pensar que está tudo bem.
Pois é, isto de avaliar elementos de um sistema audio num show é difícil, mas a moral da história é que vale mais ir ouvindo, pois se não ouvir aqui e ali, nesta sala e naquela, com este componente e aquele, aí sim os upgrades ficam comprometidos.

Desde já o meu obrigado a todos aqueles que contribuíram para dar uma imagem do que se passou neste ultimo show de audio onde infelizmente eu como tantos outros de vós não pude estar presente.


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Re: Hifishow Lisboa 2010

Mensagem  Henri em 31/10/2010, 15:37

vrtavares escreveu:No caso dos sistemas que são demontrados nos quartos (espaços mais pequenos) será que soam de forma igual, independentemente do números de pessoas presentes?

Estou em querer que existem diferenças consoante o quarto esteja cheio ou vazio... ou estarei errado?


Penso que sim, é como quando se enche uma caixa de coluna de espuma, e depois se retira... existem diferenças e grandes!...

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Re: Hifishow Lisboa 2010

Mensagem  Guilherme em 31/10/2010, 17:20

manel1 escreveu:
Guilherme escreveu:Eu acho que se discute muito em fóruns e ouve-se pouca música. Desde que aqui cheguei tenho reparado nisso. Não sei se será normal neste tipo de fóruns ou em fóruns num modo geral. Fica-se com a ideia que as pessoas andam num jogo, como o do gato e do rato, tipo, o meu é melhor que o teu, não percebo isso., deve estar já na génese humana, ou então o natal já se está a aproximar e anda tudo muito tenso.

Eu gosto muito de ouvir música, se puder ouvi-la num bom sistema melhor, mas o que será um bom sistema? O que custa milhares de euros? Ou será aquele que agrada mais no seu todo enquanto o ouvimos? Ou será aquele mais simples, sem os ditos acessórios mágicos só para nos iludir e para se gastar dinheiro com o fim de fazer crescer as contas bancárias dos que vendem essas aparelhagens?

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deixo aqui uma pergunta, quanto tempo dedicam das suas vidas a ouvir música em casa?

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-A finalidade principal dos shows não é ouvir música, a finalidade dos vendedores é vender, publicitar, para isso é conveniente levar algo novo, que deixe as pessoas a pensar se é este o equipamento que vai trazer melhorias ao seu sistema audio (poucas pessoas se dão ao trabalho de lá ir só para ouvir de novo o que já se conhece), portanto a motivação do público é ver algo novo (sempre numa esperança inconsciente de encontrar de algo revolucionário), é passar uns bons momentos , encontrar os amigos ou pessoas que comungam destes interesses.

-No que respeita a mudanças dos nossos sistemas, cada mudança para melhor no nosso sistema encoraja-nos para continuarmos no caminho da almejada perfeição, quanto maior for esse desejo de perfeição maior será a insatisfação e vontade de mudar, para muita gente esta procura e mudança de componentes também dá algum gozo. Acaba por ser um pouco como a conhecida expressão ''o melhor da festa é o tempo de espera, os preparativos'', pois assim que consumamos o que consideramos um upgrade, estamos muitos de nós predispostos para pensarmos no seguinte, isto é intrínseco à natureza humana. Muitas são as pessoas que conseguem atingir os os seus objectivos na vida, mas poucas são aquelas com discernimento, serenidade e capacidade para gozar plenamente tudo o foram conseguindo, em 2010 não é defeito, é feitio (ainda não estamos assim tão evoluídos).

-Relativamente a ouvir sons e ouvir música, convém aqui salientar que são coisas distintas, plenamente válidas e que podem coexistir em harmonia.
Muitos de vós já ouviram falar em musico-terapia, pois bem, aqui os sons têm uma grande importância, a melodia pode não ser das mais elaboradas, tem apenas a sua importância sempre relativa, tal como os sons que não necessitam de ser nada do outro mundo, mas a conjugação dos sons numa forma mais ou menos melódica tem em nós grande influencia.
Certamente que também conhecem ou ouviram falar de alguns mantras, há até quem advogue que certas orações não são mais que mantras, estes para surtir o efeito desejado devem ser usados na sua língua nativa, pois é essa sonoridade a responsável pelos efeitos desejados e para os quais foram criados.
Eu digo sem qualquer constrangimento, ou preconceito que gosto de sons, adoro ouvir por exemplo um violoncelo, toda aquela sonoridade típica do instrumento parece ressoar em mim, simplesmente da-me prazer, é claro que uma composição músical de sons de instrumentos de que gosto ouvida ao vivo é algo para mim simplesmente fantástico. Sempre gostei de composições de musica Jazz muito simples, isto é, com poucos instrumentos (um instrumento de sopro, bateria e violoncelo), no entanto durante anos e anos apenas coleccionei música Pop (gostava e continuo a gostar) e porque? simples, não me importo de ouvir no rádio de pilhas os êxitos do momento e desses momentos retirar grande prazer, mas num rádio de pilhas não ouço um violoncelo (talvez ouça metade) numa esplanada de café não consigo ouvir o suave percutir das baquetas no prato da bateria, ou seja, aquilo que mais me dá prazer eu não consigo sentir, na esplanada ouço a melodia, mas música é muito mais que apenas melodia.
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Quando ouvimos um sistema podemos ficar a saber o que determinados componentes podem fazer bem, mas é dificil saber qual deles esta a fazer algo mal. Se escutarem um instrumento e este soar muito bem, já sabem ate onde cada um dos componentes dos sistema de som pode ir em termos qualitativos, mas se estiver a soar mal, bem aí a culpa pode ser de muita coisa.
Para complicar tudo vamos supor que estamos a ouvir um sistema que esta a soar muito bem, num outro dia ouvimos o mesmo sistema com a mesma musica e já não soa tão bem, pois é, talvez seja a sala.
Depois ainda temos aquele problema que por exemplo se apresenta se um leitor de CD tiver uns agudos algo estridentes, mas o facto ser acolitado com umas colunas com características opostas nesta gama de frequências leva a pensar que está tudo bem.
Pois é, isto de avaliar elementos de um sistema audio num show é difícil, mas a moral da história é que vale mais ir ouvindo, pois se não ouvir aqui e ali, nesta sala e naquela, com este componente e aquele, aí sim os upgrades ficam comprometidos.

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Boa tarde Manel1

Se me permite esta aproximação e de acordo as regras dos fóruns não estou ainda a pisar terreno inimigo. O ponto de vista que expôe também está certo e concordo em parte com ele, com outra parte já nem tanto.

Segundo aquilo que vou extraíndo dos muitos foristas e das opiniões dos mais entendidos que fui captando nos corredores do HiFi Show, é que me parece que nestas feiras o novo já não será assim tão novo, é o que ouvi algumas vezes, não sei, para mim é novo, eu nunca tinha ido a nenhuma feira destas, e o que vi e ouvi gostei, embora e sendo eu muito observador, vejo que existe algum desespero por parte de alguns distribuidores das marcas que representam e vendem, pode ter sido impressão minha.

Não me quero desviar do tema principal, mas esta é uma opinião de um analfabeto nestas coisas pantanosas e cavernosas deste mundo, porque eu e muitos como eu, só conhecemos o que está á frente da cortina, e o que está entre ou atrás dela, eu e muitos como eu não conhecemos, e se calhar nem teremos de a conhecer.

Como disse gostei muito, não paguei nada, onde tudo se paga e bem neste país, espero que para o ano haja outra vez, mesmo com a maldita da crise.

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Re: Hifishow Lisboa 2010

Mensagem  onga-ku em 31/10/2010, 17:56

vrtavares escreveu:No caso dos sistemas que são demontrados nos quartos (espaços mais pequenos) será que soam de forma igual, independentemente do números de pessoas presentes?

Estou em querer que existem diferenças consoante o quarto esteja cheio ou vazio... ou estarei errado?


Está certo.
Além disso as pessoas, quando se juntam, "soam" muito o que dificulta a escuta.

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Re: Hifishow Lisboa 2010

Mensagem  vrtavares em 31/10/2010, 20:30

onga-ku escreveu:
Além disso as pessoas, quando se juntam, "soam" muito o que dificulta a escuta.


Não podia estar mais de acordo. É uma constante falta de respeito para com quem pretende ouvir os sistemas apresentados.

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