Made in Portugal
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Re: Made in Portugal
ESTES TIPOS PENSAM QUE OS PORTUGUESES TÊM A OBRIGAÇÃO DE PAGAR OS SEUS DESVANEIOS...
Porsche consome 3 mil euros à RTP
Porsche de director financeiro da RTP custa três mil euros de gasolina à RTP. Saiba tudo no CM.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/porsche-consome-3-mil-euros-a-rtp
Porsche consome 3 mil euros à RTP
Porsche de director financeiro da RTP custa três mil euros de gasolina à RTP. Saiba tudo no CM.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/porsche-consome-3-mil-euros-a-rtp

nole- utilizador dedicado

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Re: Made in Portugal
filcas escreveu:Não é anedota e muito menos se devem encarar estas coisas numa perspectiva de se acreditar ou deixar de acreditar...estamos a falar de factos! Como tal o que vale é o rigor e a objectividade.
Essa de estar no orçamento para depois ser devolvido é mesmo anedota! Por falar em factos, este é o único facto que os portugueses conhecem:
VERGONHOSO
http://educar.wordpress.com/2011/10/18/na-assembleia-da-republica-nao-ha-cortes-nos-subsidios/
http://dre.pt/pdf1sdip/2011/10/20000/0465804667.pdf
Mais:
Austeridade: Pagamento de 14.º mês gera polémica em dia de debate na AR
Subsídios no Governo dão trapalhada
Está instalada a confusão em torno dos subsídios de férias pagos pelo Governo. Uma história CM para ler no jornal.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/subsidios-no-governo-dao-trapalhada

nole- utilizador dedicado

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Re: Made in Portugal
nole escreveu:filcas escreveu:Não é anedota e muito menos se devem encarar estas coisas numa perspectiva de se acreditar ou deixar de acreditar...estamos a falar de factos! Como tal o que vale é o rigor e a objectividade.
Essa de estar no orçamento para depois ser devolvido é mesmo anedota! Por falar em factos, este é o único facto que os portugueses conhecem:
VERGONHOSO
http://educar.wordpress.com/2011/10/18/na-assembleia-da-republica-nao-ha-cortes-nos-subsidios/
http://dre.pt/pdf1sdip/2011/10/20000/0465804667.pdf
Pois esta anedota que se segue é do Diário de Noticias, obviamente muito menos credível que os diversos sites onde baseou a sua 'notícia':
"Depois de mais de 40 mil pessoas terem assinado uma petição contra a atribuição dos subsídios de férias e natal aos deputados da Assembleia da República, o abaixo-assinado foi esta manhã bloqueado a pedido do autor.
"Lamentamos mas, a pedido do autor, esta petição já não se encontra activa para a recolha de assinaturas", lê-se na página da "Petição Pública", onde esteve disponível o documento que exigia que os deputados tivessem a mesma penalização que os restantes trabalhadores da função pública.
Apesar de a petição ter conseguido reunir até hoje de manhã 40.439 assinaturas, a verdade é que os deputados não vão ficar de fora das medidas que venham a ser aprovadas em Orçamento do Estado, garantiu à Lusa uma responsável parlamentar.
O texto propunha "a suspensão" dos subsídios dos deputados e detentores de cargos públicos, "por período idêntico ao congelamento dos mesmos subsídios aplicados a todos os funcionários públicos, de empresas do Estado e pensionistas".
O texto de protesto começou a circular via e-mail poucos dias após a publicação em Diário da República (DR) do Orçamento da Assembleia da República para 2012, onde aparece inscrita uma verba de 2.093.650 euros destinada ao pagamento dos subsídios de férias e de Natal.
A resolução foi publicada a 18 de Outubro, cinco dias após o primeiro-ministro ter anunciado que os funcionários públicos com salários acima dos mil euros não iriam receber subsídios de férias nem de natal em 2012.
Contactada pela agência Lusa, a Secretária-Geral da Assembleia da República (AR), Adelina Sá Carvalho, garantiu que as pessoas que trabalham no parlamento terão os mesmos direitos que todos os outros funcionários públicos, sendo esta apenas uma questão burocrática.
"O Orçamento da assembleia é aprovado antes do Orçamento do Estado e portanto teve de incluir, como era normal, as verbas correspondentes aos subsídios de férias e de natal. Assim que o Orçamento do Estado seja aprovado com a suspensão dos subsídios, iremos devolver ao tesouro as verbas correspondentes", explicou Adelina Sá Carvalho.
A devolução será publicada em Diário da República, mas só depois da aprovação do Orçamento do Estado: "Só em princípios de 2012 é que o faremos", até porque neste momento o fim dos subsídios "ainda não foi aprovado, sendo apenas uma proposta de lei", sublinhou.
A conselheira Adelina Sá Carvalho garantiu que "quando for lei da Assembleia, a AR fará a devolução das verbas ao tesouro".
Para a responsável parlamentar, o elevado número de assinantes da petição é sinónimo de desinformação da população: "Se as pessoas tivessem lido em órgãos de comunicação social onde já explicaram sobre o assunto teriam acabado com esta corrente de leituras precipitadas que se tem feito sobre esta matéria".
A agência Lusa tentou contactar o autor da petição - disponível no site da Petição Pública em http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N16298 - mas não obteve qualquer resposta."
Esta notícia, como centenas de outras do género estão disponiveis há muito tempo. Seria de esperar que à data de hoje este assunto já não fosse mito urbano.
Para que conste, sou um severo crítico da 'nossa' classe política, transversalmente a todos, repito, todos os partidos e suas ideossincrasias. Não me revejo em nenhum deles, nem defendo Governos ou Oposições como se de um clube de futebol se tratasse...quando muito posso defender politicas, que é muito diferente de defender políticos...
...mas sou essencialmente um adepto do rigor e dos factos concretos e infelizmente a net com as suas redes sociais e blogs da treta está cheia de lixo e, em vez de com todo o seu potêncial ser aproveitada como fonte de informação independente e acessivel a todos, está transformada num canal de circulação de mentiras e mentirosos, tretas e treteiros, e onde se confunde e baralha tudo, deixando pouco espaço para o leitor/espectador/surfista mais incauto conseguir separar o trigo do joio.
Caro nole, quando uma notícia me cheira a esturro, tento informar-me em várias fontes distintas para tentar perceber onde está a verdade. Foi apenas o que fiz neste caso, não foi intenção contar anedotas...porque para tal já basta este país!

filcas- utilizador iniciado
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Re: Made in Portugal
Há uma coisa que me faz muita impressão neste País, com tantos paineleiros ditos gurus da economia a preencherem horas nos canais televisivos e só os vejo a darem palpites sobre desgraças e tudo o resto, menos sobre os pontos mais fulcrais onde os Governos deveriam buscar dinheiro para resolverem ou minimizar as contas.
Estes senhores deviam ter mais coragem e não estarem agarrados á teta mensal do seu espaço televisivo e dizerem as verdades sem medo de não serem mais contratados.
Dizerem exaustivamente que o Governo não mexeu uma palha e que ainda existem as tais centenas de Fundações subsidiadas pelos governos, que o grande grosso do serviço de pensõs de reforma vai para meia-duzia de funcionários públicos de topo de gama como juizes e outros, que devem rever os contratos das PPP da mesma forma que reveram os contratos dos reformados e trabalhadores, taxar mais a banca, taxar ou acabar com os offshores, etc, etc, só isto dava para porem o País com mais equidade fiscal.
Estes senhores deviam ter mais coragem e não estarem agarrados á teta mensal do seu espaço televisivo e dizerem as verdades sem medo de não serem mais contratados.
Dizerem exaustivamente que o Governo não mexeu uma palha e que ainda existem as tais centenas de Fundações subsidiadas pelos governos, que o grande grosso do serviço de pensõs de reforma vai para meia-duzia de funcionários públicos de topo de gama como juizes e outros, que devem rever os contratos das PPP da mesma forma que reveram os contratos dos reformados e trabalhadores, taxar mais a banca, taxar ou acabar com os offshores, etc, etc, só isto dava para porem o País com mais equidade fiscal.

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Re: Made in Portugal
filcas escreveu:
Caro nole, quando uma notícia me cheira a esturro, tento informar-me em várias fontes distintas para tentar perceber onde está a verdade. Foi apenas o que fiz neste caso, não foi intenção contar anedotas...porque para tal já basta este país!
Caro filcas já agora e este despacho nº 774 de 2012 também lhe cheira a esturro?


nole- utilizador dedicado

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Re: Made in Portugal
já agora e este nº 1188:



nole- utilizador dedicado

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Re: Made in Portugal
e este nº 1210...



nole- utilizador dedicado

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Re: Made in Portugal
Caro nole, interprete como quiser. Ficamos por aqui.
Cumprimentos.
Cumprimentos.

filcas- utilizador iniciado
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Re: Made in Portugal

Afinal ainda existem políticos com integridade e valores!
Quando cumpria o seu segundo mandato, Ramalho Eanes viu ser-lhe apresentada pelo Governo uma lei especialmente congeminada contra si.
O texto impedia que o vencimento do Chefe do Estado fosse «acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência» públicas que viesse a receber.
Sem hesitar, o visado promulgou-o, impedindo-se de auferir a aposentação de militar para a qual descontara durante toda a carreira.
O desconforto de tamanha injustiça levou-o, mais tarde, a entregar o caso aos tribunais que, há pouco, se pronunciaram a seu favor.
Como consequência, foram-lhe disponibilizadas as importâncias não pagas durante catorze anos, com retroactivos, num total de um milhão e trezentos mil euros.
Sem de novo hesitar, o beneficiado decidiu, porém, prescindir do benefício, que o não era pois tratava-se do cumprimento de direitos escamoteados - e não aceitou o dinheiro.
Num país dobrado à pedincha, ao suborno, à corrupção, ao embuste, à traficância, à ganância, Ramalho Eanes ergueu-se e, altivo, desferiu uma esplendorosa bofetada de luva branca no videirismo, no arranjismo que o imergem, nos imergem por todos os lados.
As pessoas de bem logo o olharam empolgadas: o seu gesto era-lhes uma luz de conforto, de ânimo em altura de extrema pungência cívica, de dolorosíssimo abandono social.
Antes dele só Natália Correia havia tido comportamento afim, quando se negou a subscrever um pedido de pensão por mérito intelectual que a secretaria da Cultura (sob a responsabilidade de Pedro Santana Lopes) acordara, ante a difícil situação económica da escritora, atribuir-lhe.
«Não, não peço. Se o Estado português entender que a mereço», justificar-se-ia, «agradeço-a e aceito-a. Mas pedi-la, não. Nunca!»
O silêncio caído sobre o gesto de Eanes (deveria, pelo seu simbolismo, ter aberto telejornais e primeiras páginas de periódicos) explica-se pela nossa recalcada má consciência que não suporta, de tão hipócrita, o espelho de semelhantes comportamentos.
“A política tem de ser feita respeitando uma moral, a moral da responsabilidade e, se possível, a moral da convicção”, dirá. Torna-se indispensável “preservar alguns dos valores de outrora, das utopias de outrora”.
Quem o conhece não se surpreende com a sua decisão, pois as questões da honra, da integridade, foram-lhe sempre inamovíveis. Por elas, solitário e inteiro, se empenha, se joga, se acrescenta- acrescentando os outros.
“Senti a marginalização e tentei viver”, confidenciará, “fora dela. Reagi como tímido, liderando”. O acto do antigo Presidente («cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum», como escreveu numa das suas notáveis crónicas Baptista-Bastos) ganha repercussões salvíficas da nossa corrompida, pervertida ética.
Com a sua atitude, Eanes (que recusara já o bastão de Marechal) preservou um nível de dignidade decisivo para continuarmos a respeitar-nos, a acreditar-nos - condição imprescindível ao futuro dos que persistem em ser decentes.
(Texto de Fernando Da Costa)
Nota: Já escrevi algures no Expresso um comentário sobre Ramalho Eanes, mas sinto-me na obrigação de dizer algo mais e que me foi contado por mais que uma pessoa.
Disseram-me que perante as dificuldades da Presidência teve de vender uma casa de férias na Costa de Caparica e ainda que chegou a mandar virar dois fatos, razão pela qual um empresário do Norte lhe ofereceu tecido para dois.
Quando necessitava de um conselho convidava as pessoas para depois do jantar, aos quais era servido um chá por não haver verba para o jantar. O policia de guarda em vez de estar na rua de plantão ao fio e chuva mandou colocá-lo no átrio e arranjou uma cadeira para ele não estar de pé. Consta que também lhe ofereceram Ações da SLN-BPN, mas recusou.
(de Pedro Moukinho e António Lopes)

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Vampiros do nosso sangue...
O vampirismo que o povo Português tem que suportar, até quando isto irá durar.
É uma covardia um povo não saber lutar contra este vampiros.
(Vai dar novamente hoje na Sic Noticias á noite.)
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Re: Made in Portugal
Eça de Queiróz, in "Os Mais":


Este texto tem 124 anos !!! Encontram alguma semelhança com a realidade actual ????


Este texto tem 124 anos !!! Encontram alguma semelhança com a realidade actual ????

vinyl33- Membro Audiopt

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Re: Made in Portugal
ACHAVAM QUE ESTE TIPO JÁ TINHA DITO TUDO?
ENTÃO VEJAM SÓ!
A sábia opinião do chefe de estado...
Cavaco diz que portugueses sofrem efeitos de "uma vida fácil"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?did=43425&fid=25
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Cavaco diz que portugueses sofrem efeitos de "uma vida fácil"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?did=43425&fid=25

nole- utilizador dedicado

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nole- utilizador dedicado

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Re: Made in Portugal
nole escreveu:ACHAVAM QUE ESTE TIPO JÁ TINHA DITO TUDO?
ENTÃO VEJAM SÓ!
A sábia opinião do chefe de estado...
Cavaco diz que portugueses sofrem efeitos de "uma vida fácil"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?did=43425&fid=25
Este cada vez que abre a boca sai asneira. Vida fácil, só se foi para ele e a sua pandilha. Foi um mau primeiro ministro e é um péssimo presidente, é a pessoa errada no lugar errado.

audiobio- Membro Audiopt

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Re: Made in Portugal
Este programa foi exibido às 3 da manhã e mostra a verdadeira Máfia instalada em Portugal.
Limitamo-nos a transcrever o que os convidados opinaram (cada um que tire as suas ilações) e que cada um quando tiver um pouco de tempo veja o programa porque são referidos nomes concretos.
vamos a partilhar:
… Estado gasta por ano 80 mil milhões de €
Os juros da dívida pública custam 9 mil milhões de € por ano. É essa a despesa maior do orçamento de estado.
Os juros podiam ser mais baixos, mas a banca domina a política portuguesa e o banco regulador (banco de Portugal).
Uma situação única na Europa e no mundo civilizado: nos outros países é o banco central que supervisiona a atividade financeira, mas no conselho consultivo do banco de Portugal são banqueiros do setor privado que fazem parte desse conselho, portanto os bancos privados têm assento no conselho do banco de Portugal que está encarregue de fiscalizar os bancos privados. Pessoas que fazem parte desse conselho: Almerindo Marques ligado ao BES; António de Sousa foi representante dos bancos privados. Tudo é Possível: promiscuidade.
Não vemos em Portugal a chamarem os privados para financiarem a dívida pública portuguesa porque a banca não quer. Os certificados de aforro foram deliberadamente destruídos para beneficiar a banca.
Os bancos pagam 1% ao banco central e cobram 6 a 7% ao estado. Este negócio poderia ser para as pessoas. Desta forma não pagávamos 9 mil milhões de € por ano só em juros.
As parcerias público-privadas (PPP) não são renegociadas porque o parlamento foi-se tornando nestes últimos anos numa mega central de negócios. Aqui são as mesmas pessoas que hoje estão no governo e amanhã na concessionária. Todos os mais marcantes ministros das obras públicas dos últimos 20 anos trabalham nas parcerias público-privadas (PPP): Joaquim Ferreira do Amaral presidente da Lusoponte a maior e mais desastrada PPP: já está paga 2 ou 3 vezes e continuamos a pagar a ponte Vasco da Gama (vendeu-se a ideia que foram os privados que pagaram a ponte, mas estes só entraram com 25% do capital). Jorge Coelho presidente-executivo na Mota-Engil, a empresa com predominância nas PPP. O próprio Mexia (EDP) está ligado às PPP.
Os políticos são este exemplo: isto era como se um diretor de compras da empresa A andasse a fazer compras à empresa B e que soubesse que amanhã iria para diretor de vendas da empresa B.
Os contratos vão ser renegociados, mas pelas mesmas pessoas que os negociaram no início e que foram ruinosos para o estado. Os que vão renegociar para melhorar as condições do estado, são os mesmos que tiraram totalmente o risco dos privados para o estado.
Algumas dessas PPP com taxas de juro até 17%. Isto é um caso de polícia (SCUT): como é que se passa todo o risco que estava no setor privado para o setor público. No setor privado passa-se a receber uma renda certa e o Estado é que passa a ter todo o risco da exploração. Ou temos alguém que é deficiente a negociar pela parte do estado ou então há dolo. Quem estava como secretário de estado era Paulo Campo, como ministro era Mário Lino e depois António Mendonça e quem estava como primeiro-ministro era José Sócrates. Há um inquérito do ministério público em vigor.
Nós temos uma promiscuidade entre todas as instituições: como é que o presidente do tribunal de contas é nomeado? Como é que o ministério público é nomeado? etc
Não temos um sistema democrático, porque não temos instituições que se fiscalizem umas às outras. A lei está feita como se tudo funcionasse lindamente.
A lei contra a corrupção está tão bem feita que se uma pessoa se declarar corrupta não é presa! O chumbo do enriquecimento ilícito é outro exemplo (muitos políticos seriam presos).
A dívida pública italiana é detida essencialmente por italianos privados. Porque é que não colocam a dívida pública portuguesa para todos os portugueses com as mesmas condições que colocaram no exterior? Faziam descer imediatamente os “spreads”: façam certificados de aforro com juros de 5,5% logo no primeiro ano.
O que fizeram com os certificados de aforro (diminuíram a rentabilidade) foi um crime contra o Estado!
Fundações públicas ou privadas e associações sem fins lucrativos que recebem dinheiro do estado são o maior escândalo: Fundação Mário Soares que recebe dinheiro da câmara de Lisboa (50 mil euros por ano, para quê?), fundação Berardo…
Infelizmente neste momento vai-se através dos impostos buscar mais dinheiro aos que mais precisam para dar aos que mais têm.
Diz-se por aí que andamos a viver acima das nossas possibilidades mas isto é um embuste. 70% da dívida privada em 2009 resulta de 3 manobras imobiliárias:
1) Era alguém que comprava terrenos agrícolas, transformava em terrenos urbanizáveis através das câmaras e gerava margens gigantescas de três formas: construindo e vendendo e ganhava 900.000%.
2) Sabendo que iria passar ali uma SCUT de forma a criar uma indemnização artificial do terreno (porque por manobras o terreno para esse efeito já era o preço do terreno urbanizado). Cerca de metade dos custos das SCUT tem a ver com os custos de expropriação dos terrenos.
3) O esquema entre câmara; imobiliário e banca. A câmara através de um despacho camarário torna o terreno de tostões em milhões (de terreno agrícola passa a urbano). O imobiliário vai ao banco pedir dinheiro pelo valor do projeto que nunca se irá fazer e deixa lá como garantia um terreno agrícola que vale tostões.
A banca foi altamente culpada. Mas o maior negócio imobiliário é que estes fundos não pagam IMI e IMT em Portugal. Recordamos que o IMI que foi revisto para a maioria dos cidadãos que pagavam 100 euros por ano e agora vão pagar 700 euros não houve facilidades. Nesta altura quem está a ver este programa deve estar aos saltos. As instituições financeiras estão isentas de IMI e IMT, não pagam um tostão!
Temos que dizer ao ministro das finanças que ponham as instituições financeiras a pagar IMI ao valor de mercado e fazer a reavaliação dos imóveis dessas instituições financeiras e fundos.
O estado devia imediatamente deixar de dar dinheiro a todos os organismos. Adotar o sistema sueco, em que as entidades têm que provar os seus gastos para receberem.
Em Portugal, são criadas entidades para receber subsídios. A maioria das fundações não são fundações nenhumas, são organismos que de uma forma ou outra dependem do orçamento do estado.
As PPP são de resolução imediata, só falta haver vontade. 2 Soluções: expropriar ou estender o período de concessão e começar a ser os privados a pagarem ao estado. Reavaliar as PPP com uma entidade externa independente e exigir a renegociação tal como fizeram aos 10 milhões de portugueses com medidas de austeridade. Vamos fazer uma manifestação a exigir que o FMI venha cá e resolva isto porque os nossos políticos nada fazem.
Liberalização da energia tem que ser mesmo um sucesso diz o secretário de estado. O país não aguenta um mercado oligopolizado e ainda a eliminação do défice tarifário (os cidadãos é que vão pagar isto). Os fornecedores tendem a encostar-se ao preço máximo fixado, portanto um fracasso como já aconteceu na liberalização do mercado de combustíveis. Seria preferível fixar-se um preço médio europeu onde ninguém pode vender acima. No mercado de combustíveis liberalizado estamos sempre acima do preço europeu e antes da liberalização estávamos abaixo e não havia défice tarifário. A troika é inocente em algumas propostas: a liberalização de preços em Portugal resulta sempre num aumento de preços (a DECO também já o diz). Uns concorrentes reuniam 3 em 3 meses para fixar preços. Porque é que continuam a existir soluções que não funcionam. Isto só mudava se o PS e PSD votassem para alterar isto, mas os interesses instalados
nestes 2 partidos são tão grandes que eles nem falam nesta hipótese. É esta a democracia que nos proporciona estes políticos. O governo e os fornecedores de energia ainda não perceberam que há nestes momento cidadãos a voltar a agricultura de subsistência e que necessitam de energia para produzir e estes aumentos deixa praticamente ser impossível de operar na agricultura.
A EDP é um estado dentro do estado. Vários conselheiros do estado para a assistência financeira ao nosso país têm interesses na EDP. 3 exemplos: Miguel Frasquilho, Adolfo Mesquita Nunes, Pedro Pinto. Como é que estes senhores vão fiscalizar assuntos que têm a ver com a EDP? Convidávamos os visados a terem um pouco de vergonha! Convidava toda a gente a ir ao site do parlamento porque tudo isto é público. Bastará ver o registo de interesses destes senhores e ver as ligações que têm nomeadamente à EDP. São pessoas que de manhã vão trabalhar para as suas empresas e à tarde vão para o parlamento fiscalizar o que eles próprios fizeram de manhã. Isto é tão absurdo; como é que um país se permite uma situação destas e esta informação é pública. A nossa pergunta: porque é que os partidos permitem que se coloquem na comissão que vai fiscalizar o período de assistência financeira este tipo de pessoas?
Um escritório de advogados nomeia os cargos da defesa ao longo dos anos… (acusações muito graves).
O papel dos reguladores? São a desculpa perfeita para se aumentar os preços sobre os consumidores e tirar o peso das decisões políticas! São rendas feudais! Em vez de serem chamados de “reguladores”, deveriam ser chamados de “branqueadores”. Os salários altíssimos são pagos pelos prestadores de serviços que por sua vez os imputam aos cidadãos.
A entidade que regula os combustíveis diz no seu site que o preço dos combustíveis está sempre 6 cêntimos acima do preço que deveria ser praticado. Mas depois não se faz nada.
Para fazermos em Portugal o licenciamento para a produção de pasta de papel são necessárias 115 licenças significa que nenhuma das entidades que emite a licença é responsável e qualquer uma destas pode parar o processo.
A grande corrupção em Portugal está muito pior. O índice de perceção da corrupção que é medido internacionalmente, Portugal desceu 10 lugares entre 2000 e 2010. Impressionante! Curiosamente Espanha, Itália, Grécia e Portugal os mais atingidos pelo EURO são os piores classificados neste índice!
Porquê é que a administração fiscal que é tão efetiva na fiscalização, não se vira para o próprio estado que tem 13740 organismos e dos quais apenas 1724 apresentaram contas. Porque é que eles não pegam nisso e começam a fiscalizar o próprio estado! Só nisso provavelmente resolviam o défice em 6 meses e fizessem responsabilização como fazem no setor privado que tem normas de fraude fiscal quase iguais às do homicídio.
http://www.youtube.com/watch?v=WOrv8IH1ZB0
Limitamo-nos a transcrever o que os convidados opinaram (cada um que tire as suas ilações) e que cada um quando tiver um pouco de tempo veja o programa porque são referidos nomes concretos.
vamos a partilhar:
… Estado gasta por ano 80 mil milhões de €
Os juros da dívida pública custam 9 mil milhões de € por ano. É essa a despesa maior do orçamento de estado.
Os juros podiam ser mais baixos, mas a banca domina a política portuguesa e o banco regulador (banco de Portugal).
Uma situação única na Europa e no mundo civilizado: nos outros países é o banco central que supervisiona a atividade financeira, mas no conselho consultivo do banco de Portugal são banqueiros do setor privado que fazem parte desse conselho, portanto os bancos privados têm assento no conselho do banco de Portugal que está encarregue de fiscalizar os bancos privados. Pessoas que fazem parte desse conselho: Almerindo Marques ligado ao BES; António de Sousa foi representante dos bancos privados. Tudo é Possível: promiscuidade.
Não vemos em Portugal a chamarem os privados para financiarem a dívida pública portuguesa porque a banca não quer. Os certificados de aforro foram deliberadamente destruídos para beneficiar a banca.
Os bancos pagam 1% ao banco central e cobram 6 a 7% ao estado. Este negócio poderia ser para as pessoas. Desta forma não pagávamos 9 mil milhões de € por ano só em juros.
As parcerias público-privadas (PPP) não são renegociadas porque o parlamento foi-se tornando nestes últimos anos numa mega central de negócios. Aqui são as mesmas pessoas que hoje estão no governo e amanhã na concessionária. Todos os mais marcantes ministros das obras públicas dos últimos 20 anos trabalham nas parcerias público-privadas (PPP): Joaquim Ferreira do Amaral presidente da Lusoponte a maior e mais desastrada PPP: já está paga 2 ou 3 vezes e continuamos a pagar a ponte Vasco da Gama (vendeu-se a ideia que foram os privados que pagaram a ponte, mas estes só entraram com 25% do capital). Jorge Coelho presidente-executivo na Mota-Engil, a empresa com predominância nas PPP. O próprio Mexia (EDP) está ligado às PPP.
Os políticos são este exemplo: isto era como se um diretor de compras da empresa A andasse a fazer compras à empresa B e que soubesse que amanhã iria para diretor de vendas da empresa B.
Os contratos vão ser renegociados, mas pelas mesmas pessoas que os negociaram no início e que foram ruinosos para o estado. Os que vão renegociar para melhorar as condições do estado, são os mesmos que tiraram totalmente o risco dos privados para o estado.
Algumas dessas PPP com taxas de juro até 17%. Isto é um caso de polícia (SCUT): como é que se passa todo o risco que estava no setor privado para o setor público. No setor privado passa-se a receber uma renda certa e o Estado é que passa a ter todo o risco da exploração. Ou temos alguém que é deficiente a negociar pela parte do estado ou então há dolo. Quem estava como secretário de estado era Paulo Campo, como ministro era Mário Lino e depois António Mendonça e quem estava como primeiro-ministro era José Sócrates. Há um inquérito do ministério público em vigor.
Nós temos uma promiscuidade entre todas as instituições: como é que o presidente do tribunal de contas é nomeado? Como é que o ministério público é nomeado? etc
Não temos um sistema democrático, porque não temos instituições que se fiscalizem umas às outras. A lei está feita como se tudo funcionasse lindamente.
A lei contra a corrupção está tão bem feita que se uma pessoa se declarar corrupta não é presa! O chumbo do enriquecimento ilícito é outro exemplo (muitos políticos seriam presos).
A dívida pública italiana é detida essencialmente por italianos privados. Porque é que não colocam a dívida pública portuguesa para todos os portugueses com as mesmas condições que colocaram no exterior? Faziam descer imediatamente os “spreads”: façam certificados de aforro com juros de 5,5% logo no primeiro ano.
O que fizeram com os certificados de aforro (diminuíram a rentabilidade) foi um crime contra o Estado!
Fundações públicas ou privadas e associações sem fins lucrativos que recebem dinheiro do estado são o maior escândalo: Fundação Mário Soares que recebe dinheiro da câmara de Lisboa (50 mil euros por ano, para quê?), fundação Berardo…
Infelizmente neste momento vai-se através dos impostos buscar mais dinheiro aos que mais precisam para dar aos que mais têm.
Diz-se por aí que andamos a viver acima das nossas possibilidades mas isto é um embuste. 70% da dívida privada em 2009 resulta de 3 manobras imobiliárias:
1) Era alguém que comprava terrenos agrícolas, transformava em terrenos urbanizáveis através das câmaras e gerava margens gigantescas de três formas: construindo e vendendo e ganhava 900.000%.
2) Sabendo que iria passar ali uma SCUT de forma a criar uma indemnização artificial do terreno (porque por manobras o terreno para esse efeito já era o preço do terreno urbanizado). Cerca de metade dos custos das SCUT tem a ver com os custos de expropriação dos terrenos.
3) O esquema entre câmara; imobiliário e banca. A câmara através de um despacho camarário torna o terreno de tostões em milhões (de terreno agrícola passa a urbano). O imobiliário vai ao banco pedir dinheiro pelo valor do projeto que nunca se irá fazer e deixa lá como garantia um terreno agrícola que vale tostões.
A banca foi altamente culpada. Mas o maior negócio imobiliário é que estes fundos não pagam IMI e IMT em Portugal. Recordamos que o IMI que foi revisto para a maioria dos cidadãos que pagavam 100 euros por ano e agora vão pagar 700 euros não houve facilidades. Nesta altura quem está a ver este programa deve estar aos saltos. As instituições financeiras estão isentas de IMI e IMT, não pagam um tostão!
Temos que dizer ao ministro das finanças que ponham as instituições financeiras a pagar IMI ao valor de mercado e fazer a reavaliação dos imóveis dessas instituições financeiras e fundos.
O estado devia imediatamente deixar de dar dinheiro a todos os organismos. Adotar o sistema sueco, em que as entidades têm que provar os seus gastos para receberem.
Em Portugal, são criadas entidades para receber subsídios. A maioria das fundações não são fundações nenhumas, são organismos que de uma forma ou outra dependem do orçamento do estado.
As PPP são de resolução imediata, só falta haver vontade. 2 Soluções: expropriar ou estender o período de concessão e começar a ser os privados a pagarem ao estado. Reavaliar as PPP com uma entidade externa independente e exigir a renegociação tal como fizeram aos 10 milhões de portugueses com medidas de austeridade. Vamos fazer uma manifestação a exigir que o FMI venha cá e resolva isto porque os nossos políticos nada fazem.
Liberalização da energia tem que ser mesmo um sucesso diz o secretário de estado. O país não aguenta um mercado oligopolizado e ainda a eliminação do défice tarifário (os cidadãos é que vão pagar isto). Os fornecedores tendem a encostar-se ao preço máximo fixado, portanto um fracasso como já aconteceu na liberalização do mercado de combustíveis. Seria preferível fixar-se um preço médio europeu onde ninguém pode vender acima. No mercado de combustíveis liberalizado estamos sempre acima do preço europeu e antes da liberalização estávamos abaixo e não havia défice tarifário. A troika é inocente em algumas propostas: a liberalização de preços em Portugal resulta sempre num aumento de preços (a DECO também já o diz). Uns concorrentes reuniam 3 em 3 meses para fixar preços. Porque é que continuam a existir soluções que não funcionam. Isto só mudava se o PS e PSD votassem para alterar isto, mas os interesses instalados
nestes 2 partidos são tão grandes que eles nem falam nesta hipótese. É esta a democracia que nos proporciona estes políticos. O governo e os fornecedores de energia ainda não perceberam que há nestes momento cidadãos a voltar a agricultura de subsistência e que necessitam de energia para produzir e estes aumentos deixa praticamente ser impossível de operar na agricultura.
A EDP é um estado dentro do estado. Vários conselheiros do estado para a assistência financeira ao nosso país têm interesses na EDP. 3 exemplos: Miguel Frasquilho, Adolfo Mesquita Nunes, Pedro Pinto. Como é que estes senhores vão fiscalizar assuntos que têm a ver com a EDP? Convidávamos os visados a terem um pouco de vergonha! Convidava toda a gente a ir ao site do parlamento porque tudo isto é público. Bastará ver o registo de interesses destes senhores e ver as ligações que têm nomeadamente à EDP. São pessoas que de manhã vão trabalhar para as suas empresas e à tarde vão para o parlamento fiscalizar o que eles próprios fizeram de manhã. Isto é tão absurdo; como é que um país se permite uma situação destas e esta informação é pública. A nossa pergunta: porque é que os partidos permitem que se coloquem na comissão que vai fiscalizar o período de assistência financeira este tipo de pessoas?
Um escritório de advogados nomeia os cargos da defesa ao longo dos anos… (acusações muito graves).
O papel dos reguladores? São a desculpa perfeita para se aumentar os preços sobre os consumidores e tirar o peso das decisões políticas! São rendas feudais! Em vez de serem chamados de “reguladores”, deveriam ser chamados de “branqueadores”. Os salários altíssimos são pagos pelos prestadores de serviços que por sua vez os imputam aos cidadãos.
A entidade que regula os combustíveis diz no seu site que o preço dos combustíveis está sempre 6 cêntimos acima do preço que deveria ser praticado. Mas depois não se faz nada.
Para fazermos em Portugal o licenciamento para a produção de pasta de papel são necessárias 115 licenças significa que nenhuma das entidades que emite a licença é responsável e qualquer uma destas pode parar o processo.
A grande corrupção em Portugal está muito pior. O índice de perceção da corrupção que é medido internacionalmente, Portugal desceu 10 lugares entre 2000 e 2010. Impressionante! Curiosamente Espanha, Itália, Grécia e Portugal os mais atingidos pelo EURO são os piores classificados neste índice!
Porquê é que a administração fiscal que é tão efetiva na fiscalização, não se vira para o próprio estado que tem 13740 organismos e dos quais apenas 1724 apresentaram contas. Porque é que eles não pegam nisso e começam a fiscalizar o próprio estado! Só nisso provavelmente resolviam o défice em 6 meses e fizessem responsabilização como fazem no setor privado que tem normas de fraude fiscal quase iguais às do homicídio.
http://www.youtube.com/watch?v=WOrv8IH1ZB0
Re: Made in Portugal
Entrevista do ministro das finanças ao jornal das 20.00h na SIC
“…vai haver aqui uma pouupaança por parte daas empreesas e esperamos que esta poupança se reverta também a favor dos consumidores na descida do preço da electricidade, do gás do…”
Será que ouvi bem ou é para rir?
“…vai haver aqui uma pouupaança por parte daas empreesas e esperamos que esta poupança se reverta também a favor dos consumidores na descida do preço da electricidade, do gás do…”
Será que ouvi bem ou é para rir?

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Re: Made in Portugal
Não vale a pena haver tantos economistas, politólogos, gentes do próprio partido no poder e outras tantas personalidades tentarem acordar o povo, porque ele dorme profundamente, até quando irá acordar não se sabe.
De nada servirá reclamarem e chamarem nomes feios a quem destroi este País no Facebook, esta juventude facebookiana está á espera de quê, que sejam os pais a lutarem por eles nas ruas, teremos que ser todos a lutar pelos nossa dignidade e conquistas sociais e irmos á luta para a rua...
De nada servirá reclamarem e chamarem nomes feios a quem destroi este País no Facebook, esta juventude facebookiana está á espera de quê, que sejam os pais a lutarem por eles nas ruas, teremos que ser todos a lutar pelos nossa dignidade e conquistas sociais e irmos á luta para a rua...

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Re: Made in Portugal
O que a Troika queria Aprovar e Não conseguiu!
NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA... O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!----
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos ex-Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados*?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo
preço que "entendem".
24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".
26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
29. Pôr os Bancos a pagar impostos.
Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.
Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail, até percorrer todo o País.
POR TODOS NÓS, NOSSOS FILHOS E NETOS.
NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA... O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!----
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos ex-Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados*?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e> entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo
preço que "entendem".
24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".
26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
29. Pôr os Bancos a pagar impostos.
Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros o Estado.
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Re: Made in Portugal
"nós estamos tão destruidos como se tivessemos saido de uma guerra..."
PORTUGUESES SAIAM PARA A RUA E REVOLTEM-SE...

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Re: Made in Portugal
Temos que ser governados urgentemente por Independentes, este Governo assim como o PS tem nas suas fileiras altos cargos a mamarem nas PPS, e é como diz Medina Carreira, existe incompatibilidade de interesses e esta gente não nos pode governar com isenção plena, estamos a ser governados por um tipo de Máfia com duas famílias, PSD e PS.
É triste uma democracia chegar a este ponto, mas mais triste é não conseguir tirar estes chulos do poleiro nesta Democracia, mais fácil seria tirá-los numa ditadura... Isto vai continuar assim por muitas décadas, "agora vou eu, agora vais tu".
É triste uma democracia chegar a este ponto, mas mais triste é não conseguir tirar estes chulos do poleiro nesta Democracia, mais fácil seria tirá-los numa ditadura... Isto vai continuar assim por muitas décadas, "agora vou eu, agora vais tu".

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Re: Made in Portugal
A Assembleia da República vai receber 127,6 milhões de euros em 2013, ainda mais do que em anos anteriores em tempo de crise e austeridade.
O aumento é explicado com o objetivo de «assegurar os encargos com as subvenções estatais aos partidos políticos e à campanha eleitoral a realizar no próximo ano»
Então para os partidos politicos não há cortes nem austeridade?
O aumento é explicado com o objetivo de «assegurar os encargos com as subvenções estatais aos partidos políticos e à campanha eleitoral a realizar no próximo ano»
Então para os partidos politicos não há cortes nem austeridade?

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Re: Made in Portugal

Assunção Esteves (PS...D), a actual Presidente da Assembleia da República, reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 X ano) de € 2.315,51.
Para que saibam, a Dr.ª Assunção Esteves recebe ainda de vencimento mensal (14 X ano) € 5.799,05 e de ajudas de custas mensal (14 X ano) € 2.370,07.
Aufere, portanto, a quantia anual de € 146.784,82.
Ou seja, recebe do erário público, a remuneração média mensal de € 12.232,07.
Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo inteiro!
Se continua a trabalhar, está a receber reforma por quê ?!
Se o cidadão normal tem de trabalhar 40 anos (ou mais) e só tem direito a uma pequena reforma, porque é que eles ao fim de 8 anos de serviço já têm direito a reformas na totalidade?
É aqui que o governo tem de começar a cortar as gorduras... mas corta é nos nossos subsídios e eles continuam a fazer as suas vidinhas de nababos.
E vem Passos Coelho sacar subsídios e pedir sacrifícios aos funcionários públicos e pensionistas!

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Re: Made in Portugal
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2835992
Otelo Saraiva de Carvalho acha que o Governo está a violar a Constituição, de que as Forças Armadas são "guardiãs", e avisa que uma revolução "está latente" e não deverá ser pacífica como o 25 de Abril.

Em entrevista à Agência Lusa, no dia em que militares se reúnem para discutir a situação atual e as suas repercussões nas Forças Armadas, o célebre "capitão de Abril" diz que é diariamente confrontado com "anónimos" que o convidam a fazer uma nova revolução, "agora sem cravos".
Esta ideia de uma nova revolução "está latente", disse Otelo.
"É preciso uma nova revolução, há essa tendência de que é preciso modular isto tudo de novo, mas ninguém pensa que a evolução para essa revolução possa ser pacífica. Esse é o grande temor que existe", afirmou.
Um ano depois de ter afirmado, em entrevista à agência Lusa, de que, ultrapassados os limites, os militares deviam fazer um golpe de Estado e derrubar o Governo, tendo por isso sido alvo de uma queixa no Ministério Público, entretanto arquivada, o militar não tem dúvidas: "Os limites foram ultrapassados".
Otelo pensa que uma nova revolução não deverá ser tão pacífica como a do 25 de abril, porque "agora estão exacerbados os ódios que se foram acumulando".
Otelo Saraiva de Carvalho acha que o Governo está a violar a Constituição, de que as Forças Armadas são "guardiãs", e avisa que uma revolução "está latente" e não deverá ser pacífica como o 25 de Abril.

Em entrevista à Agência Lusa, no dia em que militares se reúnem para discutir a situação atual e as suas repercussões nas Forças Armadas, o célebre "capitão de Abril" diz que é diariamente confrontado com "anónimos" que o convidam a fazer uma nova revolução, "agora sem cravos".
Esta ideia de uma nova revolução "está latente", disse Otelo.
"É preciso uma nova revolução, há essa tendência de que é preciso modular isto tudo de novo, mas ninguém pensa que a evolução para essa revolução possa ser pacífica. Esse é o grande temor que existe", afirmou.
Um ano depois de ter afirmado, em entrevista à agência Lusa, de que, ultrapassados os limites, os militares deviam fazer um golpe de Estado e derrubar o Governo, tendo por isso sido alvo de uma queixa no Ministério Público, entretanto arquivada, o militar não tem dúvidas: "Os limites foram ultrapassados".
Otelo pensa que uma nova revolução não deverá ser tão pacífica como a do 25 de abril, porque "agora estão exacerbados os ódios que se foram acumulando".

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Re: Made in Portugal
Para que vejam ao estado em que isto chegou em termos de desorganização completa do estado:
Artigo retirado do expresso:
Eu estou lixado com a cobardia do governo , mas não tenho memória curta e não me esqueço das causas políticas e até culturais da crise. Para começo de conversa, não me esqueço da falta de respeito que o meu Estado revela pelo dinheiro dos meus impostos. Há dias, aliás, emergiu um exemplo quase cómico deste desrespeito: o ministério dos Negócios Estrangeiros da República Portuguesa, essa aristocrata riquíssima, tem um apartamento luxuoso em Manhattan desde 1971. Parece que Paulo Portas vai vender a chafarica, mas nada altera a premissa inicial: a propriedade deste apartamento é em si mesmo questionável. Com ou sem petróleo no Beato, Portugal não é um país rico. Necessitava Portugal de um apartamento em Nova Iorque para os seus diplomatas? Claro. Mas tinha mesmo de ser uma mansão de oito assoalhadas no edifício Dakota, um dos mais luxuosos de Manhattan, situado mesmo em frente ao Central Park? Não, não tinha. Mais: estamos em crise desde 2000, logo, a pergunta é legítima: porque é que ninguém vendeu este T7 mais cedo? Além do encaixe imediato, essa venda representaria sempre uma poupança anual de milhares de euros, pois as despesas de condomínio lá do sítio também são de luxo.
Se já era muito questionável, esta situação tornou-se surreal quando descobrimos que este T7 nova-iorquino do Estado português está abandonado desde 2007. Até parece piadinha.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/nao-e-piada-portugal-tem-um-t7-devoluto-em-manhattan=f760661#ixzz29efDJka2
Artigo retirado do expresso:
Eu estou lixado com a cobardia do governo , mas não tenho memória curta e não me esqueço das causas políticas e até culturais da crise. Para começo de conversa, não me esqueço da falta de respeito que o meu Estado revela pelo dinheiro dos meus impostos. Há dias, aliás, emergiu um exemplo quase cómico deste desrespeito: o ministério dos Negócios Estrangeiros da República Portuguesa, essa aristocrata riquíssima, tem um apartamento luxuoso em Manhattan desde 1971. Parece que Paulo Portas vai vender a chafarica, mas nada altera a premissa inicial: a propriedade deste apartamento é em si mesmo questionável. Com ou sem petróleo no Beato, Portugal não é um país rico. Necessitava Portugal de um apartamento em Nova Iorque para os seus diplomatas? Claro. Mas tinha mesmo de ser uma mansão de oito assoalhadas no edifício Dakota, um dos mais luxuosos de Manhattan, situado mesmo em frente ao Central Park? Não, não tinha. Mais: estamos em crise desde 2000, logo, a pergunta é legítima: porque é que ninguém vendeu este T7 mais cedo? Além do encaixe imediato, essa venda representaria sempre uma poupança anual de milhares de euros, pois as despesas de condomínio lá do sítio também são de luxo.
Se já era muito questionável, esta situação tornou-se surreal quando descobrimos que este T7 nova-iorquino do Estado português está abandonado desde 2007. Até parece piadinha.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/nao-e-piada-portugal-tem-um-t7-devoluto-em-manhattan=f760661#ixzz29efDJka2
Re: Made in Portugal
O que todos os Portugueses deviam ter em conta á muitos anos atrás...É mais um desta vez brasileiro alertar para a camorra existente no poder instalado...

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O maior escândalo financeiro da história de Portugal!
O maior escândalo financeiro da história de Portugal!
http://ironiadestado.wordpress.com/2012/10/17/o-maior-escandalo-financeiro-da-historia-de-portugal/
Foi a maior burla de sempre em Portugal, qualquer coisa como 9.710.539.940,09 €uros!!!
(paga por todos nós, contribuintes, que não podemos reclamar e sem que nenhum dos conhecidos criminosos tenha sido responsabilizado…)
João Marcelino, diretor do Diário de Notícias, de Lisboa, considera que “é o maior escândalo financeiro da história de Portugal. Nunca antes houve um roubo desta dimensão, “tapado” por uma nacionalização que já custou 2.400 milhões de euros delapidados algures entre gestores de fortunas privadas em Gibraltar, empresas do Brasil, offshores de Porto Rico, um oportuno banco de Cabo Verde e a voracidade de uma parte da classe política portuguesa que se aproveitou desta vergonha criada por figuras importantes daquilo que foi o cavaquismo na sua fase executiva”.
O diretor do DN conclui afirmando que este escândalo “é o exemplo máximo da promiscuidade dos decisores políticos e económicos portugueses nos últimos 20 anos e o emblema maior deste terceiro auxílio financeiro internacional em 35 anos de democracia. Justifica plenamente a pergunta que muitos portugueses fazem: se isto é assim à vista de todos, o que não irá por aí?”
O BPN foi criado em 1993 com a fusão das sociedades financeiras Soserfin e Norcrédito e era pertença da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), que compreendia um universo de empresas transparentes e respeitando todos os requisitos legais, e mais de 90 nebulosas sociedades offshores sediadas em distantes paraísos fiscais como o BPN Cayman, que possibilitava fuga aos impostos e negociatas.
O BPN tornou-se conhecido como banco do PSD, proporcionando “colocações” para ex-ministros e secretários de Estado sociais-democratas. O homem forte do banco era José de Oliveira e Costa, que Cavaco Silva foi buscar em 1985 ao Banco de Portugal para ser secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e assumiu a presidência do BPN em 1998, depois de uma passagem pelo Banco Europeu de Investimentos e pelo Finibanco. O braço direito de Oliveira e Costa era Manuel Dias Loureiro, ministro dos Assuntos Parlamentares e Administração Interna nos dois últimos governos de Cavaco Silva e que deve ser mesmo bom (até para fazer falcatruas é preciso talento!), entrou na política em 1992 com quarenta contos e agora tem mais de 400 milhões de euros. Vêm depois os nomes de Daniel Sanches, outro ex-ministro da Administração Interna (no tempo de Santana Lopes) e que foi para o BPN pela mão de Dias Loureiro; de Rui Machete, presidente do Congresso do PSD e dos ex-ministros Amílcar Theias e Arlindo Carvalho.
Apesar desta constelação de bem pagos gestores, o BPN faliu. Em 2008, quando as coisas já cheiravam a esturro, Oliveira e Costa deixou a presidência alegando motivos de saúde, foi substituido por Miguel Cadilhe, ministro das Finanças do XI Governo de Cavaco Silva e que denunciou os crimes financeiros cometidos pelas gestões anteriores. O resto da história é mais ou menos conhecido e terminou com o colapso do BPN, sua posterior nacionalização e descoberta de um prejuízo de 1,8 mil milhões de euros, que os contribuintes tiveram que suportar. Que aconteceu ao dinheiro do BPN? Foi aplicado em bons e em maus negócios, multiplicou-se em muitas operações “suspeitas” que geraram lucros e que Oliveira e Costa dividiu generosamente pelos seus homens de confiança em prémios, ordenados, comissões e empréstimos bancários.
Não seria o primeiro nem o último banco a falir, mas o governo de Sócrates decidiu intervir e o BPN passou a fazer parte da Caixa Geral de Depósitos, um banco estatal liderado por Faria de Oliveira, outro ex-ministro de Cavaco e membro da comissão de honra da sua recandidatura presidencial, lado a lado com Norberto Rosa, ex-secretário de estado de Cavaco e também hoje na CGD. Outro social-democrata com ligações ao banco é Duarte Lima, ex-líder parlamentar do PSD, que se mantém em prisão preventiva por envolvimento fraudulento com o BPN e também está acusado pela polícia brasileira do assassinato de Rosalina Ribeiro, companheira e uma das herdeiras do milionário Tomé Feteira. Em 2001 comprou a EMKA, uma das offshores do banco por três milhões de euros, tornando-se também accionista do BPN.
Em 31 de julho, o ministério das Finanças anunciou a venda do BPN, por 40 milhões de euros, ao BIC, banco angolano de Isabel dos Santos, filha do presidente José Eduardo dos Santos, e de Américo Amorim, que tinha sido o primeiro grande accionista do BPN. O BIC é dirigido por Mira Amaral, que foi ministro nos três governos liderados por Cavaco Silva e é o mais famoso pensionista de Portugal devido à reforma de 18.156 euros por mês que recebe desde 2004, aos 56 anos, apenas por 18 meses como administrador da CGD. O Estado português queria inicialmente 180 milhões de euros pelo BPN, mas o BIC acaba por pagar 40 milhões (menos que a cláusula de rescisão de qualquer craque da bola) e os contribuintes portugueses vão meter ainda mais 550 milhões de euros no banco, além dos 2,4 mil milhões que já lá foram enterrados. O governo suportará também os encargos dos despedimentos de mais de metade dos actuais 1.580 trabalhadores (20 milhões de euros).
As relações de Cavaco Silva com antigos dirigentes do BPN foram muito criticadas pelos seus oponentes durante a última campanha das eleições presidenciais. Cavaco Silva defendeu-se dizendo que apenas tinha sido primeiro-ministro de um governo de que faziam parte alguns dos envolvidos neste escândalo. Mas os responsáveis pela maior fraude de sempre em Portugal não foram apenas colaboradores políticos do presidente, tiveram também negócios com ele. Cavaco Silva também beneficiou da especulativa e usurária burla que levou o BPN à falência. Em 2001, ele e a filha compraram (a 1 euro por acção, preço feito por Oliveira e Costa) 255.018 acções da SLN, o grupo detentor do BPN e, em 2003, venderam as acções com um lucro de 140%, mais de 350 mil euros. Por outro lado, Cavaco Silva possui uma casa de férias na Aldeia da Coelha, Albufeira, onde é vizinho de Oliveira e Costa e alguns dos administradores que afundaram o BPN. O valor patrimonial da vivenda é de apenas 199. 469,69 euros e resultou de uma permuta efectuada em
1999 com uma empresa de construção civil de Fernando Fantasia, accionista do BPN e também seu vizinho no aldeamento.
Para alguns portugueses são muitas coincidências e alguns mais divertidos consideram que Oliveira e Costa deve ser mesmo bom economista(!!!): Num ano fez as acções de Cavaco e da filha quase triplicarem de valor e, como tal, poderá ser o ministro das Finanças (!!??) certo para salvar Portugal na actual crise económica. Quem sabe, talvez Oliveira e Costa ainda venha a ser condecorado em vez de ir parar à prisão….ah,ah,ah.
O julgamento do caso BPN já começou, mas os jornais pouco têm falado nisso. Há 15 arguidos, acusados dos crimes de burla qualificada, falsificação de documentos e fraude fiscal, mas nem sequer se sentam no banco dos réus. Os acusados pediram dispensa de estarem presentes em tribunal e o Ministério Público deferiu os pedidos. Se tivessem roubado 900 euros, o mais certo era estarem atrás das grades, deram descaminho a nove biliões e é um problema político.
Nos EUA, Bernard Madoff, autor de uma fraude de 65 biliões de dólares, já está a cumprir 150 anos de prisão, mas os 15 responsáveis pela falência do BPN estão a ser julgados por juízes “condescendentes”, vão apanhar talvez pena suspensa e ficam com o produto do roubo, já que puseram todos os bens em nome dos filhos e netos ou pertencentes a empresas sediadas em paraísos fiscais. Oliveira e Costa colocou as suas propriedades e contas bancárias em nome da mulher, de quem entretanto se divorciou após 42 anos de casamento. Se estivéssemos nos EUA, provavelmente a senhora teria de devolver o dinheiro que o marido ganhou em operações ilegais, mas no Portugal dos brandos costumes talvez isso não aconteça. Dias Loureiro também não tem bens em seu nome. Tem uma fortuna de 400 milhões de euros e o valor máximo das suas contas bancárias são apenas cinco mil euros. Não há dúvida que os protagonistas da fraude do BPN foram meticulosos, preveniram eventuais consequências e seguiram a regra de Brecht: “Melhor do que roubar um banco é fundar um”.
http://ironiadestado.wordpress.com/2012/10/17/o-maior-escandalo-financeiro-da-historia-de-portugal/
Foi a maior burla de sempre em Portugal, qualquer coisa como 9.710.539.940,09 €uros!!!
(paga por todos nós, contribuintes, que não podemos reclamar e sem que nenhum dos conhecidos criminosos tenha sido responsabilizado…)
João Marcelino, diretor do Diário de Notícias, de Lisboa, considera que “é o maior escândalo financeiro da história de Portugal. Nunca antes houve um roubo desta dimensão, “tapado” por uma nacionalização que já custou 2.400 milhões de euros delapidados algures entre gestores de fortunas privadas em Gibraltar, empresas do Brasil, offshores de Porto Rico, um oportuno banco de Cabo Verde e a voracidade de uma parte da classe política portuguesa que se aproveitou desta vergonha criada por figuras importantes daquilo que foi o cavaquismo na sua fase executiva”.
O diretor do DN conclui afirmando que este escândalo “é o exemplo máximo da promiscuidade dos decisores políticos e económicos portugueses nos últimos 20 anos e o emblema maior deste terceiro auxílio financeiro internacional em 35 anos de democracia. Justifica plenamente a pergunta que muitos portugueses fazem: se isto é assim à vista de todos, o que não irá por aí?”
O BPN foi criado em 1993 com a fusão das sociedades financeiras Soserfin e Norcrédito e era pertença da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), que compreendia um universo de empresas transparentes e respeitando todos os requisitos legais, e mais de 90 nebulosas sociedades offshores sediadas em distantes paraísos fiscais como o BPN Cayman, que possibilitava fuga aos impostos e negociatas.
O BPN tornou-se conhecido como banco do PSD, proporcionando “colocações” para ex-ministros e secretários de Estado sociais-democratas. O homem forte do banco era José de Oliveira e Costa, que Cavaco Silva foi buscar em 1985 ao Banco de Portugal para ser secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e assumiu a presidência do BPN em 1998, depois de uma passagem pelo Banco Europeu de Investimentos e pelo Finibanco. O braço direito de Oliveira e Costa era Manuel Dias Loureiro, ministro dos Assuntos Parlamentares e Administração Interna nos dois últimos governos de Cavaco Silva e que deve ser mesmo bom (até para fazer falcatruas é preciso talento!), entrou na política em 1992 com quarenta contos e agora tem mais de 400 milhões de euros. Vêm depois os nomes de Daniel Sanches, outro ex-ministro da Administração Interna (no tempo de Santana Lopes) e que foi para o BPN pela mão de Dias Loureiro; de Rui Machete, presidente do Congresso do PSD e dos ex-ministros Amílcar Theias e Arlindo Carvalho.
Apesar desta constelação de bem pagos gestores, o BPN faliu. Em 2008, quando as coisas já cheiravam a esturro, Oliveira e Costa deixou a presidência alegando motivos de saúde, foi substituido por Miguel Cadilhe, ministro das Finanças do XI Governo de Cavaco Silva e que denunciou os crimes financeiros cometidos pelas gestões anteriores. O resto da história é mais ou menos conhecido e terminou com o colapso do BPN, sua posterior nacionalização e descoberta de um prejuízo de 1,8 mil milhões de euros, que os contribuintes tiveram que suportar. Que aconteceu ao dinheiro do BPN? Foi aplicado em bons e em maus negócios, multiplicou-se em muitas operações “suspeitas” que geraram lucros e que Oliveira e Costa dividiu generosamente pelos seus homens de confiança em prémios, ordenados, comissões e empréstimos bancários.
Não seria o primeiro nem o último banco a falir, mas o governo de Sócrates decidiu intervir e o BPN passou a fazer parte da Caixa Geral de Depósitos, um banco estatal liderado por Faria de Oliveira, outro ex-ministro de Cavaco e membro da comissão de honra da sua recandidatura presidencial, lado a lado com Norberto Rosa, ex-secretário de estado de Cavaco e também hoje na CGD. Outro social-democrata com ligações ao banco é Duarte Lima, ex-líder parlamentar do PSD, que se mantém em prisão preventiva por envolvimento fraudulento com o BPN e também está acusado pela polícia brasileira do assassinato de Rosalina Ribeiro, companheira e uma das herdeiras do milionário Tomé Feteira. Em 2001 comprou a EMKA, uma das offshores do banco por três milhões de euros, tornando-se também accionista do BPN.
Em 31 de julho, o ministério das Finanças anunciou a venda do BPN, por 40 milhões de euros, ao BIC, banco angolano de Isabel dos Santos, filha do presidente José Eduardo dos Santos, e de Américo Amorim, que tinha sido o primeiro grande accionista do BPN. O BIC é dirigido por Mira Amaral, que foi ministro nos três governos liderados por Cavaco Silva e é o mais famoso pensionista de Portugal devido à reforma de 18.156 euros por mês que recebe desde 2004, aos 56 anos, apenas por 18 meses como administrador da CGD. O Estado português queria inicialmente 180 milhões de euros pelo BPN, mas o BIC acaba por pagar 40 milhões (menos que a cláusula de rescisão de qualquer craque da bola) e os contribuintes portugueses vão meter ainda mais 550 milhões de euros no banco, além dos 2,4 mil milhões que já lá foram enterrados. O governo suportará também os encargos dos despedimentos de mais de metade dos actuais 1.580 trabalhadores (20 milhões de euros).
As relações de Cavaco Silva com antigos dirigentes do BPN foram muito criticadas pelos seus oponentes durante a última campanha das eleições presidenciais. Cavaco Silva defendeu-se dizendo que apenas tinha sido primeiro-ministro de um governo de que faziam parte alguns dos envolvidos neste escândalo. Mas os responsáveis pela maior fraude de sempre em Portugal não foram apenas colaboradores políticos do presidente, tiveram também negócios com ele. Cavaco Silva também beneficiou da especulativa e usurária burla que levou o BPN à falência. Em 2001, ele e a filha compraram (a 1 euro por acção, preço feito por Oliveira e Costa) 255.018 acções da SLN, o grupo detentor do BPN e, em 2003, venderam as acções com um lucro de 140%, mais de 350 mil euros. Por outro lado, Cavaco Silva possui uma casa de férias na Aldeia da Coelha, Albufeira, onde é vizinho de Oliveira e Costa e alguns dos administradores que afundaram o BPN. O valor patrimonial da vivenda é de apenas 199. 469,69 euros e resultou de uma permuta efectuada em
1999 com uma empresa de construção civil de Fernando Fantasia, accionista do BPN e também seu vizinho no aldeamento.
Para alguns portugueses são muitas coincidências e alguns mais divertidos consideram que Oliveira e Costa deve ser mesmo bom economista(!!!): Num ano fez as acções de Cavaco e da filha quase triplicarem de valor e, como tal, poderá ser o ministro das Finanças (!!??) certo para salvar Portugal na actual crise económica. Quem sabe, talvez Oliveira e Costa ainda venha a ser condecorado em vez de ir parar à prisão….ah,ah,ah.
O julgamento do caso BPN já começou, mas os jornais pouco têm falado nisso. Há 15 arguidos, acusados dos crimes de burla qualificada, falsificação de documentos e fraude fiscal, mas nem sequer se sentam no banco dos réus. Os acusados pediram dispensa de estarem presentes em tribunal e o Ministério Público deferiu os pedidos. Se tivessem roubado 900 euros, o mais certo era estarem atrás das grades, deram descaminho a nove biliões e é um problema político.
Nos EUA, Bernard Madoff, autor de uma fraude de 65 biliões de dólares, já está a cumprir 150 anos de prisão, mas os 15 responsáveis pela falência do BPN estão a ser julgados por juízes “condescendentes”, vão apanhar talvez pena suspensa e ficam com o produto do roubo, já que puseram todos os bens em nome dos filhos e netos ou pertencentes a empresas sediadas em paraísos fiscais. Oliveira e Costa colocou as suas propriedades e contas bancárias em nome da mulher, de quem entretanto se divorciou após 42 anos de casamento. Se estivéssemos nos EUA, provavelmente a senhora teria de devolver o dinheiro que o marido ganhou em operações ilegais, mas no Portugal dos brandos costumes talvez isso não aconteça. Dias Loureiro também não tem bens em seu nome. Tem uma fortuna de 400 milhões de euros e o valor máximo das suas contas bancárias são apenas cinco mil euros. Não há dúvida que os protagonistas da fraude do BPN foram meticulosos, preveniram eventuais consequências e seguiram a regra de Brecht: “Melhor do que roubar um banco é fundar um”.

Blink- Equipa Audiopt - Admin.

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Re: Made in Portugal
«Qualquer dia querem que o presidente do Grupo Parlamentar do PS ande de Clio quando se desloca em funções oficiais»,
comentou Assis, citado por um deputado socialista.
mais em:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/ps-ultimas-noticias-assis-clio-tvi24-carros/1382641-4071.html

comentou Assis, citado por um deputado socialista.
mais em:
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/ps-ultimas-noticias-assis-clio-tvi24-carros/1382641-4071.html


nole- utilizador dedicado

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Data de inscrição: 29/06/2009
Pontos/Reputação: 505
Video promocional de Portugal recusado pela Alemanha
Citando a noticia do jornal expresso:
''Um dia depois de ter sido recusada a divulgação do vídeo na Praça Sony de Berlim, e um dia antes da visita da chanceller Angela Merkel a Portugal, já pode ser visto o vídeo promocional de Portugal que foi impulsionado por Marcelo Rebelo de Sousa.
O vídeo pretende ser um apelo à solidariedade alemã para com Portugal, exemplificando com a solidariedade que Portugal e a Europa tiveram para com a Alemanha na altura da reunificação.
São ainda apresentados vários dados quanto à austeridade sobre Portugal e ao esforço que os portugueses têm sido obrigados a fazer nos ultimos tempos.
A intenção de elaborar um vídeo promocional de Portugal tinha sido anunciada por Marcelo há várias semanas na TVI, e a sua realização foi conseguida com a colaboração de Rodrigo Moita de Deus, blogger e atual dirigente nacional do PSD (faz parte da comissão política nacional).''
''Um dia depois de ter sido recusada a divulgação do vídeo na Praça Sony de Berlim, e um dia antes da visita da chanceller Angela Merkel a Portugal, já pode ser visto o vídeo promocional de Portugal que foi impulsionado por Marcelo Rebelo de Sousa.
O vídeo pretende ser um apelo à solidariedade alemã para com Portugal, exemplificando com a solidariedade que Portugal e a Europa tiveram para com a Alemanha na altura da reunificação.
São ainda apresentados vários dados quanto à austeridade sobre Portugal e ao esforço que os portugueses têm sido obrigados a fazer nos ultimos tempos.
A intenção de elaborar um vídeo promocional de Portugal tinha sido anunciada por Marcelo há várias semanas na TVI, e a sua realização foi conseguida com a colaboração de Rodrigo Moita de Deus, blogger e atual dirigente nacional do PSD (faz parte da comissão política nacional).''
manel1- Equipa Audiopt - Moderação

- Número de Mensagens: 1421
Localização: Lamego
Ocupação: Electromecanico
Interesses: Música, leitura
Data de inscrição: 02/12/2009
Pontos/Reputação: 1682
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