O «MEU SISTEMA»?...
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O «MEU SISTEMA»?...
Hoje passou no telejornal a noticia de um estudo sobre «crianças mal educadas». Na verdade o que está em causa não é um fenómeno que se constacta, mas o que o leva a constactar. O problema é, na verdade, a forma como se concebe a lógica cultural. Quer isto dizer que o ser humano peca pela forma como se orienta, seja a nível pessoal, seja social. É por isso mesmo que se diz e se assume que a culpa morre como deve - solteira. Por outras palavras a lógica é sempre a da estupidez. É isto que se cultiva...
Hoje, como sabem, a legitimidade é construida por uma representação do constactar, onde o acreditar fica em segundo plano, ou seja, o crédito assumido pela maioria é que representa a legitimidade. Os especialistas devem empreender por criar uma teoria o mais credível possível e isto só se alcança com base que essencialmente possam ser verificadas. Póis é esta a lógica que hoje cultivamos - a da constactação. Compreender pois os fenómenos é já algo que só os Deuses conseguem...
No audio a lógica naturalmente que tende a ser a mesma. Por isso cautela: ouvir para «crer»...
Há já algum tempo, comprei umas colunas Castle Tay. Dei-lhes uma olhadela e segundo as caracteristicas, as drivers, os materiais e toda a sua construção. Pensei então: Ok, é isto. No entanto, pedi para ouvir as colunas. Ligaram-nas a um Classe. Sem pretender denegrir a marca em questão, aquilo que ouvi parecia ser um som vindo de uma lata. Não me deixei impressionar e levei as colunas.
Cheguei a casa, ligueias ao meu amplificador (neste caso, o Audiolab 8000A) e o que verifiquei é simplesmente que tinha razão. Aquilo que tinha pensado das colunas correspondia ao que ouvia. É naturalmente difícil perceber esta realidade que é a física, no entanto, diria que o ser humano tem as capacidades para a compreender.
Com isto passo a dizer que todos os componentes de audio tem as propriedades dos materiais que constituiem. Apenas a forma como são consebidos relativamente aos materiais usados, os componentes tomam carateristicas próprias que podem ser boas ou não. Por isso, devemos ouvir não para crer, mas para perceber a sua sonoridade. Neste caso diria antes, a falta de sonoridade, porque aquilo que importa é ouvir a gravação e não o componente. Quer isto dizer que a sonoridade dos componentes deve ser o mai neutra possível, para que se ouça apenas a reprodução da gravação.
Agora, a gravação é já outra questão. Repare-se que não é apenas o mostrar o detalhe. Eu lembro-me de ouvir um amplificador digital de 12.000€ que me fez sofrer ao ouvir uns CD's. Claro que a culpa não é exclusivamente do amplificador, mas é em parte. Se fosse uma gravação e reprodução analógica, não seria só por si uma delícia. Para nos deliciar-mos precisamos de um todo e este é qualquer coisa.
Boas audições. :cool:
Hoje, como sabem, a legitimidade é construida por uma representação do constactar, onde o acreditar fica em segundo plano, ou seja, o crédito assumido pela maioria é que representa a legitimidade. Os especialistas devem empreender por criar uma teoria o mais credível possível e isto só se alcança com base que essencialmente possam ser verificadas. Póis é esta a lógica que hoje cultivamos - a da constactação. Compreender pois os fenómenos é já algo que só os Deuses conseguem...
No audio a lógica naturalmente que tende a ser a mesma. Por isso cautela: ouvir para «crer»...
Há já algum tempo, comprei umas colunas Castle Tay. Dei-lhes uma olhadela e segundo as caracteristicas, as drivers, os materiais e toda a sua construção. Pensei então: Ok, é isto. No entanto, pedi para ouvir as colunas. Ligaram-nas a um Classe. Sem pretender denegrir a marca em questão, aquilo que ouvi parecia ser um som vindo de uma lata. Não me deixei impressionar e levei as colunas.
Cheguei a casa, ligueias ao meu amplificador (neste caso, o Audiolab 8000A) e o que verifiquei é simplesmente que tinha razão. Aquilo que tinha pensado das colunas correspondia ao que ouvia. É naturalmente difícil perceber esta realidade que é a física, no entanto, diria que o ser humano tem as capacidades para a compreender.
Com isto passo a dizer que todos os componentes de audio tem as propriedades dos materiais que constituiem. Apenas a forma como são consebidos relativamente aos materiais usados, os componentes tomam carateristicas próprias que podem ser boas ou não. Por isso, devemos ouvir não para crer, mas para perceber a sua sonoridade. Neste caso diria antes, a falta de sonoridade, porque aquilo que importa é ouvir a gravação e não o componente. Quer isto dizer que a sonoridade dos componentes deve ser o mai neutra possível, para que se ouça apenas a reprodução da gravação.
Agora, a gravação é já outra questão. Repare-se que não é apenas o mostrar o detalhe. Eu lembro-me de ouvir um amplificador digital de 12.000€ que me fez sofrer ao ouvir uns CD's. Claro que a culpa não é exclusivamente do amplificador, mas é em parte. Se fosse uma gravação e reprodução analógica, não seria só por si uma delícia. Para nos deliciar-mos precisamos de um todo e este é qualquer coisa.
Boas audições. :cool:

fm&stereo- Membro Audiopt

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O «MEU SISTEMA»?...
Fernando pessoa concordaria comigo! E vocês?...

fm&stereo- Membro Audiopt

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O «MEU SISTEMA»?...
Não liguem!...
Isto são coisas demasiado complicadas...
Isto são coisas demasiado complicadas...

fm&stereo- Membro Audiopt

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O «MEU SISTEMA»?...
Boa tarde fm&stereo, os meus cumprimentos!
O que acabas de descrever aí eu compreendo muito bem
Penso que a culpa nesse caso é de quem está a vender que não percebe rigorosamente nada do que faz (faz-me lembrar uma vez na fnac em que um colaborador desse empresa estava a argumentar a Impedância como sendo uma unidade de potencia, credo!!)
É obvio que os componentes tem sinergias com outros, não é apenas uma questao de dinheiro, lembro-me quando experimentei as minhas colunas actuais com os amplificadores da Prima Luna que tocavam horrivelmente, o que não seria de esperar quando se troca de umas colunas de quase 5.000 euros para umas de quase 14.000! O mesmo aconteceu quando experimentei as colunas Proac Response D25 com a minha actual amplificação da krell, tocavam melhor com a amplificação que tinha da prima Luna, ou seja, apesar de estar a trocar uma amplificação de 5.000 por uma de quase 50.000 euros, a mais barata tocava melhor, isto porque existia uma sinergia entre os componentes.
Os componentes quando construídos, são feitos e testados para um nível de "parceiros" e que quem trabalha na area e se dedicam a isso tem mais do que a obrigação de saber como mostrar o melhor de cada aparelho já que o que não lhes falta é tempo e equipamento para fazerem testes de compatibilidade, o problema é que a maioria das pessoas que trabalham na area simplesmente não percebem nada nem querem perceber, provavelmente se não fosse o teu "feeling" de que tocariam bem no teu sistema não as terias comprado isso por incompetência do vendedor...
Quanto as audições analógicas, elas são quase 99%, a não ser que tenhas um amplificador e um leitor de cd digital, o som é analógico.
Os equipamentos digitais pela sua fraca qualidade sonora quase não são comercializados...
A fonte embora digital é convertida a analógica (DAC-Digital Analogue Converter ), mas isso para ti não será novidade com toda a certeza
Boas audições
O que acabas de descrever aí eu compreendo muito bem
Penso que a culpa nesse caso é de quem está a vender que não percebe rigorosamente nada do que faz (faz-me lembrar uma vez na fnac em que um colaborador desse empresa estava a argumentar a Impedância como sendo uma unidade de potencia, credo!!)
É obvio que os componentes tem sinergias com outros, não é apenas uma questao de dinheiro, lembro-me quando experimentei as minhas colunas actuais com os amplificadores da Prima Luna que tocavam horrivelmente, o que não seria de esperar quando se troca de umas colunas de quase 5.000 euros para umas de quase 14.000! O mesmo aconteceu quando experimentei as colunas Proac Response D25 com a minha actual amplificação da krell, tocavam melhor com a amplificação que tinha da prima Luna, ou seja, apesar de estar a trocar uma amplificação de 5.000 por uma de quase 50.000 euros, a mais barata tocava melhor, isto porque existia uma sinergia entre os componentes.
Os componentes quando construídos, são feitos e testados para um nível de "parceiros" e que quem trabalha na area e se dedicam a isso tem mais do que a obrigação de saber como mostrar o melhor de cada aparelho já que o que não lhes falta é tempo e equipamento para fazerem testes de compatibilidade, o problema é que a maioria das pessoas que trabalham na area simplesmente não percebem nada nem querem perceber, provavelmente se não fosse o teu "feeling" de que tocariam bem no teu sistema não as terias comprado isso por incompetência do vendedor...
Quanto as audições analógicas, elas são quase 99%, a não ser que tenhas um amplificador e um leitor de cd digital, o som é analógico.
Os equipamentos digitais pela sua fraca qualidade sonora quase não são comercializados...
A fonte embora digital é convertida a analógica (DAC-Digital Analogue Converter ), mas isso para ti não será novidade com toda a certeza
Boas audições
_________________
Atentamente,
Hélio Lima
Sistema: Amplificação Mono blocos Krell MCX450, Pré-Amplificador da Krell, Cd Meridian G08, Colunas Martin Logan Odissey, cabos de interligação balanceados, de colunas e de corrente da Transparent Cable (de topo), amplificação de auscultadores da MUsical Fidelity ligado por cabos da Nordost, auscultadores da Beyer Dynamic, régua de 6 tomadas da Supra com cabo do mesmo.

Lima- utilizador iniciado
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«MEU SISTEMA»?...
Verdadinha! E no Audio-Show vê-se muito essa falta na maioria dos casos de sistemas apresentados.
Felizmente alguns escapam, para o nosso deleite.
De resto, a falta de sensibilidade e capacidade crítica é um problema geral.
Sejamos exigentes e teremos a compensação, pois sem exigência...
Boas audições.
Felizmente alguns escapam, para o nosso deleite.
De resto, a falta de sensibilidade e capacidade crítica é um problema geral.
Sejamos exigentes e teremos a compensação, pois sem exigência...
Boas audições.

fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
Bem escrito Fernando. Mas no fim de contas, o importante é cada um estar satisfeito (embora com o objectivo de sempre poder melhorar)
com o que têm. Eu, como tu sabes, com o meu muito modesto sistema, ouço musica que me faz alegrar o coração. Claro que gostaria de mais e melhor, mas o poder ser feliz com o que temos, já é uma coisa muito boa. E como tu frisaste e bem, no audioshow certas coisas que lá estavam a tocar, eu e o Rui olhava-mos um para o outro, sem saber se rir ou chorar.
Mas é bom podermos ser minimamente felizes com o que temos, e eu até pertenço a esses felizardos. Muitas vezes é preciso parar para pensar um pouco. Muitas vezes se põe o materialismo (nome da marca, preço tamanho, beleza, etc.) em primeiro lugar e a verdadeira paixão e beleza profunda pela musica em segundo. Enfim, um assunto complexo este nosso mundo do Hifi.
com o que têm. Eu, como tu sabes, com o meu muito modesto sistema, ouço musica que me faz alegrar o coração. Claro que gostaria de mais e melhor, mas o poder ser feliz com o que temos, já é uma coisa muito boa. E como tu frisaste e bem, no audioshow certas coisas que lá estavam a tocar, eu e o Rui olhava-mos um para o outro, sem saber se rir ou chorar.
Mas é bom podermos ser minimamente felizes com o que temos, e eu até pertenço a esses felizardos. Muitas vezes é preciso parar para pensar um pouco. Muitas vezes se põe o materialismo (nome da marca, preço tamanho, beleza, etc.) em primeiro lugar e a verdadeira paixão e beleza profunda pela musica em segundo. Enfim, um assunto complexo este nosso mundo do Hifi.
Convidad- Convidado
Re: O «MEU SISTEMA»?...
Bom dia a todos!
Eis um tema deveras interessante e que me identifico perfeitamente.Gostei Fernando...gostei de saber que nao sou o unico a remar meu barco para àguas limpidas nestas maratonas do audio.Fui todo de ouvidos(de olhos neste caso)na tua escrita,faço de tuas palavras minhas.
Creio na ínfima parte da matéria,creio na coerência,pois tudo tem cunho próprio e é com essa base que caminho,procurando ser neutro e procurando neutralidade no meu sistema.Certamente isso tem me ajudado a interpretar as obras musicais mais próximas daquilo que foram criadas,é prazeroso estar em frente ao palco virtual e rir com algém que se ri na interpretaçao...são emoções que se captam,sejam elas quais forem.
Portanto na minha humilde opinião não basta colocar-mos spikes por cima de uma pedra de granito pra controlar os graves,temos de ser mais profundos(exigentes),temos que perceber que os materiais têm seu próprio cunho e influênciam um todo,consequentemente isso torna nossa caminhada longa e prazerosa.
Caros amigos boas audições e...
vamos conversando,faz parte da evolução
Jorge Tavares
Eis um tema deveras interessante e que me identifico perfeitamente.Gostei Fernando...gostei de saber que nao sou o unico a remar meu barco para àguas limpidas nestas maratonas do audio.Fui todo de ouvidos(de olhos neste caso)na tua escrita,faço de tuas palavras minhas.
Creio na ínfima parte da matéria,creio na coerência,pois tudo tem cunho próprio e é com essa base que caminho,procurando ser neutro e procurando neutralidade no meu sistema.Certamente isso tem me ajudado a interpretar as obras musicais mais próximas daquilo que foram criadas,é prazeroso estar em frente ao palco virtual e rir com algém que se ri na interpretaçao...são emoções que se captam,sejam elas quais forem.
Portanto na minha humilde opinião não basta colocar-mos spikes por cima de uma pedra de granito pra controlar os graves,temos de ser mais profundos(exigentes),temos que perceber que os materiais têm seu próprio cunho e influênciam um todo,consequentemente isso torna nossa caminhada longa e prazerosa.
Caros amigos boas audições e...
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Jorge Tavares

TAVARES- Membro Audiopt

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Idade: 39
Localização: Barreiro/Lisboa
Ocupação: Trabalhar
Interesses: Aprender
Data de inscrição: 21/05/2008
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TAVARES- Membro Audiopt

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
Amigo Tavares,
Tenho aconpanado com sabe desenvolvimento deste tópico e designadamente no que refere ao seu tarbalho de DIY de colunas, etc, etc.
Eu já em outras paragens escevei muito sobre o DIY que se faz em Portugal. Eo problema é precisamente esse, o DIY de qualidade que se vai fazendo por cá. Ou seja se o meu caro Tavares fizesse essas suas colunas numa Inglaterra, numa Alemanha, ou um pouco mais longe até, no outro lado do atlântico, o seu trabalho fácilmente seria reconhecido como sendo um belo trabalho, e oportunidade de fazer mais e melhores colunas não iriam faltar.
Disse isto a um outro forista que também constrói colunas por cá, e a resposta foi precisamente a que eu acabei de dizer anteriormente. Estou em Portugal, onde tudo é dificil.
E eu digo e repito numa das minhas achegas humuristicas mas com muita verdade á mistura o seguinte:
O mal de portugal e ter Portugueses
Um grande abraço e o caminho é sempre em frente. :partyman:
Tenho aconpanado com sabe desenvolvimento deste tópico e designadamente no que refere ao seu tarbalho de DIY de colunas, etc, etc.
Eu já em outras paragens escevei muito sobre o DIY que se faz em Portugal. Eo problema é precisamente esse, o DIY de qualidade que se vai fazendo por cá. Ou seja se o meu caro Tavares fizesse essas suas colunas numa Inglaterra, numa Alemanha, ou um pouco mais longe até, no outro lado do atlântico, o seu trabalho fácilmente seria reconhecido como sendo um belo trabalho, e oportunidade de fazer mais e melhores colunas não iriam faltar.
Disse isto a um outro forista que também constrói colunas por cá, e a resposta foi precisamente a que eu acabei de dizer anteriormente. Estou em Portugal, onde tudo é dificil.
E eu digo e repito numa das minhas achegas humuristicas mas com muita verdade á mistura o seguinte:
O mal de portugal e ter Portugueses
Um grande abraço e o caminho é sempre em frente. :partyman:
Convidad- Convidado
O «MEU SISTEMA»?...
Lima, António, Tavares, Mozarteano (Fernando) e todos os participantes neste forum,
Neste momento até apetece dizer «yes we can»... «Cruzes, credo!» diria o povo, quando a dúvida tem lugar...
O importante é, na vida como no audio, procurar optimizar. Por isso aproveitemos bem as possibilidades. Daí que ainda ontem lancei o desafio aos especielistas de participarem - ao que já ouve pelo menos uma resposta positiva. Como vêm este forum pode e dá os seus frutos.
Cultivar pode ser algo de bom e a cultura assim deveria ser. Cabe-nos a nós tomar a postura mais correcta.
Boas audições a todos! :cool:
Neste momento até apetece dizer «yes we can»... «Cruzes, credo!» diria o povo, quando a dúvida tem lugar...
O importante é, na vida como no audio, procurar optimizar. Por isso aproveitemos bem as possibilidades. Daí que ainda ontem lancei o desafio aos especielistas de participarem - ao que já ouve pelo menos uma resposta positiva. Como vêm este forum pode e dá os seus frutos.
Cultivar pode ser algo de bom e a cultura assim deveria ser. Cabe-nos a nós tomar a postura mais correcta.
Boas audições a todos! :cool:

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O «MEU SISTEMA»?...
Hoje foi a toma de posse de (quem?) amanhã será (o quê?), ou então, que alternativa terá o povinho?
O importante parece ser mesmo o manter do «entertenimento» e dos interesses. O «livre arbítrio» é imperativo quando este serve algum interesse. Por isso, pode-se estudar filosofia, mas desde que esta não interfira nos «interesses» da «lei» nem da «grei».
Na Antena 2 ouve-se às Segundas-feiras às 23h. um programa interessante. Chama-se questões de moral. O problema é que, quando se fala de moral é sempre com o intuito de apontar o mundo das ideias e dos conceitos. A verdade, essa jamais interessa, seja a quem for.
Portanto, como não pecar? Como não continuar a matar o desgraçado de Sócrates (o filósofo). Não digo para que se mate o nosso primeiro ministro Sócrates. Nem pensar tal coisa. Coitado, ele, como qualquer outro, é também vítima das circunstâncias.
É este O «MEU SISTEMA»?... É claro que não. Qual é o meu sistema? Este é um desfio que fica: descobrir qual o meu sistema.
Nas artes o imaginário não podia ser outro. Por isso digo: dêm-me música, mas por favor «não batam mais no ceguinho»!
Boas audições. :cool:
O importante parece ser mesmo o manter do «entertenimento» e dos interesses. O «livre arbítrio» é imperativo quando este serve algum interesse. Por isso, pode-se estudar filosofia, mas desde que esta não interfira nos «interesses» da «lei» nem da «grei».
Na Antena 2 ouve-se às Segundas-feiras às 23h. um programa interessante. Chama-se questões de moral. O problema é que, quando se fala de moral é sempre com o intuito de apontar o mundo das ideias e dos conceitos. A verdade, essa jamais interessa, seja a quem for.
Portanto, como não pecar? Como não continuar a matar o desgraçado de Sócrates (o filósofo). Não digo para que se mate o nosso primeiro ministro Sócrates. Nem pensar tal coisa. Coitado, ele, como qualquer outro, é também vítima das circunstâncias.
É este O «MEU SISTEMA»?... É claro que não. Qual é o meu sistema? Este é um desfio que fica: descobrir qual o meu sistema.
Nas artes o imaginário não podia ser outro. Por isso digo: dêm-me música, mas por favor «não batam mais no ceguinho»!
Boas audições. :cool:

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«MEU SISTEMA»?...
Perdoem-me esta analogia, mas como disse, o imaginário é a prisão cultural do ser humano e portanto o seu entendimento da realidade é um paradoxo. Por isso, que sistema...
No audio, a tendência é mais ou menos a mesma. O sistema não é o importante, mas o fim para o qual é concebido - aproximarmo-nos o mais possível da gravação. Ora, a nossa atenção deve estar direcionada nesse sentido, ou seja, de modo a exigir o melhor em termos de gravação/reproduão.
É neste sentido que, precisamente, procuro aqui contribuir com o construir de uma maior exigência da nossa parte. É por isso que devo agradecer a pessoas como, por exemplo, o António, que me trouxe um disco de vinilo de uma gravação que aponta precisamente nesse sentido.
Enfim, muita coisa pode ser dita em relação a esta matéria. Mas fica a nota de que o importante não é o meu mas o sistema que pode ficar invisível diante daquilo que reproduz. EU QUERO ESSE SISTEMA!
No audio, a tendência é mais ou menos a mesma. O sistema não é o importante, mas o fim para o qual é concebido - aproximarmo-nos o mais possível da gravação. Ora, a nossa atenção deve estar direcionada nesse sentido, ou seja, de modo a exigir o melhor em termos de gravação/reproduão.
É neste sentido que, precisamente, procuro aqui contribuir com o construir de uma maior exigência da nossa parte. É por isso que devo agradecer a pessoas como, por exemplo, o António, que me trouxe um disco de vinilo de uma gravação que aponta precisamente nesse sentido.
Enfim, muita coisa pode ser dita em relação a esta matéria. Mas fica a nota de que o importante não é o meu mas o sistema que pode ficar invisível diante daquilo que reproduz. EU QUERO ESSE SISTEMA!

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
Bom dia Fernando
Outra situação que é louvável neste nosso hobby, e para além da busca do som "perfeito", é o intercâmbio entre as pessoas. O compartilhar musica, experiências, sabores e dissabores, sentidos e sentimentos. Falarmos a sério quando é preciso, e podermos brincar o resto do tempo, para nunca deixarmos morrer aquela criança que existe dentro de nós. Um dos meus desejos, e penso que de muitos outros, é que a criança dentro de mim, morra bem velhinha e em simultâneo comigo.
É o dividirmos cultura uns com os outros, e aprendermos sempre mais. Porque quando muitas pessoas compartilham abertamente o seu conhecimento, todos nós somos enriquecidos. E há sempre quem saiba algo que nós não sabemos. E tem sido no acumular de conhecimento ao longo dos milénios, que o ser humano tem vindo a evoluir. O que sabemos hoje, as coisas que podemos apreciar, ouvir e ver, têm muito a ver com essa partilha de saber. Se todos os sábios, filósofos, pessoas da arte e cientistas do mundo tivessem levado para a cova as suas descobertas, os seus manuscritos, em suma, o seu saber, continuaríamos no sopé do conhecimento humano. E é esta partilha, esta boa vontade de entreajuda voluntária que faz o ser Humano ser grande. Isto também deve fazer parte do "NOSSO SISTEMA", porque se isto for parte deste nosso sistema, então esse mesmo sistema será sempre enorme, por mais rudimentar que seja.
Abraço
Outra situação que é louvável neste nosso hobby, e para além da busca do som "perfeito", é o intercâmbio entre as pessoas. O compartilhar musica, experiências, sabores e dissabores, sentidos e sentimentos. Falarmos a sério quando é preciso, e podermos brincar o resto do tempo, para nunca deixarmos morrer aquela criança que existe dentro de nós. Um dos meus desejos, e penso que de muitos outros, é que a criança dentro de mim, morra bem velhinha e em simultâneo comigo.
É o dividirmos cultura uns com os outros, e aprendermos sempre mais. Porque quando muitas pessoas compartilham abertamente o seu conhecimento, todos nós somos enriquecidos. E há sempre quem saiba algo que nós não sabemos. E tem sido no acumular de conhecimento ao longo dos milénios, que o ser humano tem vindo a evoluir. O que sabemos hoje, as coisas que podemos apreciar, ouvir e ver, têm muito a ver com essa partilha de saber. Se todos os sábios, filósofos, pessoas da arte e cientistas do mundo tivessem levado para a cova as suas descobertas, os seus manuscritos, em suma, o seu saber, continuaríamos no sopé do conhecimento humano. E é esta partilha, esta boa vontade de entreajuda voluntária que faz o ser Humano ser grande. Isto também deve fazer parte do "NOSSO SISTEMA", porque se isto for parte deste nosso sistema, então esse mesmo sistema será sempre enorme, por mais rudimentar que seja.
Abraço
Convidad- Convidado
O «MEU SISTEMA»?...
Por falar em perfeição e cultura: os japoneses é que sabem cultivar isso.
Pois é António, o partilhar faz parte do bem comum, o bem social. É apenas por isso que, como já te disse, tenho vindo a preparar algo para partilhar, pois nada mais me motivaria para o caso. Falo pois de tratar o saber. Este não sofre evolução, mas uma mutação. É a mutação de presença ou ausência.
Há uma frase dos Mão Morta que diz: «antigamente havia uma coisa muito bonita que era a sedução». Pois aqui é que se vê a evolução. No entanto, há a tendência para ignorar que a evolução é um fenómeno que pode acontecer no sentido positivo ou negativo. Resta compreender o sentido das coisas...
No audio temos o exemplo de evolução que nos levou do analógico para o digítal e agora é o que se «vê»...
Na vida, há muito que repensar. Por exemplo: as pessoas, mesmo sem querer acabam por comer todo o tipo de porcarias, como os produtos geneticamente modificados. Isto tal como com a crise, mostra que o SISTEMA está errado e, por conseguinte, tem que ser alterado.
No audio é «simples»: queremos, procuramos mudar e mudamos. É quase como uma simples questão de escolha. Aqui há a questão da evolução - o que até nos dá alguma sensação e prazer.
Seja como for, na vida como no audio, não pode ser de outro modo: o prazer é um factor essêncial para o ser humano. Não é este o sentido da vida, mas é parte dele.
Boas audições.
Pois é António, o partilhar faz parte do bem comum, o bem social. É apenas por isso que, como já te disse, tenho vindo a preparar algo para partilhar, pois nada mais me motivaria para o caso. Falo pois de tratar o saber. Este não sofre evolução, mas uma mutação. É a mutação de presença ou ausência.
Há uma frase dos Mão Morta que diz: «antigamente havia uma coisa muito bonita que era a sedução». Pois aqui é que se vê a evolução. No entanto, há a tendência para ignorar que a evolução é um fenómeno que pode acontecer no sentido positivo ou negativo. Resta compreender o sentido das coisas...
No audio temos o exemplo de evolução que nos levou do analógico para o digítal e agora é o que se «vê»...
Na vida, há muito que repensar. Por exemplo: as pessoas, mesmo sem querer acabam por comer todo o tipo de porcarias, como os produtos geneticamente modificados. Isto tal como com a crise, mostra que o SISTEMA está errado e, por conseguinte, tem que ser alterado.
No audio é «simples»: queremos, procuramos mudar e mudamos. É quase como uma simples questão de escolha. Aqui há a questão da evolução - o que até nos dá alguma sensação e prazer.
Seja como for, na vida como no audio, não pode ser de outro modo: o prazer é um factor essêncial para o ser humano. Não é este o sentido da vida, mas é parte dele.
Boas audições.

fm&stereo- Membro Audiopt

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Re: O «MEU SISTEMA»?...
Mozarteano escreveu:Amigo Tavares,
Tenho aconpanado com sabe desenvolvimento deste tópico e designadamente no que refere ao seu tarbalho de DIY de colunas, etc, etc.
Eu já em outras paragens escevei muito sobre o DIY que se faz em Portugal. Eo problema é precisamente esse, o DIY de qualidade que se vai fazendo por cá. Ou seja se o meu caro Tavares fizesse essas suas colunas numa Inglaterra, numa Alemanha, ou um pouco mais longe até, no outro lado do atlântico, o seu trabalho fácilmente seria reconhecido como sendo um belo trabalho, e oportunidade de fazer mais e melhores colunas não iriam faltar.
Disse isto a um outro forista que também constrói colunas por cá, e a resposta foi precisamente a que eu acabei de dizer anteriormente. Estou em Portugal, onde tudo é dificil.
E eu digo e repito numa das minhas achegas humuristicas mas com muita verdade á mistura o seguinte:
O mal de portugal e ter Portugueses
Um grande abraço e o caminho é sempre em frente. :partyman:
Ola a todos,
permita-me de nao estar completamente de accordo com o que disse
1) O nivel é muito elevado aqui, e os unicos que conseguem vingar é porque sao muito bons.
2) O dinheiro necessario para fazer vingar uma empresa aqui é muito superior e paradoxalmente muito mais dificil a encontrar, porque a hifi é um microcosmos e ja faz 20 anos que nimguem enriquece aqui com a hifi que é uma das mais caras de europa.
3) Para um portugues em França ou (EUA, Alemanha ou Suiça que sao paises que conheco e que trabalho) é ainda pior, prque nao chega de ser muito bom, é preciso ser o melhor (e de longe) para ter direito au seu lugar.
Como vê nao é verdadeiramente mais simples la fora.
@+

td124- Membro Audiopt

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Interesses: Tudo o que desperta a alma...
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